Quarta-feira, 18 de Abril de 2012

Antero de Quental faz hoje 170 Anos

 

Poeta e pensador português, natural de Ponta Delgada. Como o próprio Antero referiu numa carta a Cândido de Figueiredo, datada de 3 de Maio de 1881, dez anos antes da sua morte, era oriundo de uma família com antecedentes literários, de que destacava o Padre Bartolomeu de Quental «cujos sermões ainda hoje podem ser lidos com alguma utilidade» e o seu avô, André Ponte de Quental, «poeta nada vulgar» e amigo íntimo de Bocage. Segundo a mesma carta, publicou poemas, artigos e ensaios, entre os dezasseis e os dezassete anos, nos periódicos Prelúdios Literários, O Académico e O Instituto.


Veio para o continente, em 1855, e estudou Direito em Coimbra, entre 1858 e 1864. Em 1863, imprimiu em volume uma colecção de sonetos, com uma pequena tiragem, que ofereceu aos amigos; em 1863, publicou o poema Beatrice; em 1865, a Defesa da Carta Encíclica de S. S. Pio IX e as Odes Modernas, envolvendo-se ainda na agitação académica, particularmente através da organização secreta «Sociedade do Raio», de que era presidente. Datam também deste período as suas manifestações de entusiasmo face aos movimentos sociais europeus, bem como a leitura dos grandes teorizadores do socialismo e dos filósofos da época, nomeadamente Proudhon e Hegel, que muito influenciaram o seu pensamento.


Igualmente, em 1865, e reagindo a Castilho, encabeçou a Questão Coimbrã, tão importante na evolução da cultura portuguesa, publicando Bom Senso e Bom Gosto, carta a Castilho, que teve várias edições em Coimbra e Lisboa, e A Dignidade das Letras e as Literaturas Oficiais, em Lisboa. Aí, defendia já a missão social da poesia por oposição ao lirismo ultra-romântico. Antero ascendeu, assim, a mentor da Geração de 70. Entretanto, e após uma breve passagem pela sua terra natal, veio para Lisboa (1866), partindo depois para Paris, onde desempenhou as funções de tipógrafo, numa tentativa de contactar com o mundo operário real. De regresso a Lisboa, colaborou com José Fontana na elaboração de associações operárias e, ao mesmo tempo, dedicou-se à intervenção revolucionária, escrevendo folhetos propagandísticos e artigos sobre assuntos sociais e literários para o Jornal do Comércio e o Diário Popular, de Lisboa, e para O Primeiro de Janeiro, do Porto. Durante os anos de 1870, 1871 e 1872, fez parte das redacções dos periódicos A República, com Oliveira Martins, Batalha Reis, Eça de Queirós e António Enes, e do Pensamento Social, com Oliveira Martins. Fundou, em 1872, a Associação Fraternidade Operária, representante em Portugal da I Internacional Operária, e publicou, no Porto, Considerações sobre a Filosofia da História Literária Portuguesa e Primaveras Românticas.

 

A este período de combate, que perdurou até cerca de 1875, esteve também ligada a organização das Conferências do Casino (1871), ciclo da responsabilidade do «Grupo do Cenáculo» (que incluía Eça de Queirós, Ramalho Ortigão e Batalha Reis, entre outros), que Antero elevara a centro de reflexão política, social e cultural. Nas conferências, leu um dos seus textos de análise histórica mais célebres, Causas da Decadência dos Povos Peninsulares nos Últimos Três Séculos, que corresponde aos desejos de transformação do país que animavam a sua geração.


Em 1873, a morte do pai fê-lo regressar aos Açores, dotando-o de uma herança que lhe garantiu uma vida sem problemas económicos. Entretanto, atacado por uma doença estranha (identificada por alguns como psicose maníaco-depressiva), foi obrigado a moderar a sua actividade. Apesar disso, dirigiu ainda, com Batalha Reis, a Revista Ocidental (1875). Iniciou-se então um período de profundo pessimismo, deixando-se Antero dominar por um sentimento de morte e de aniquilação pessoal (e universal), numa espécie de nirvana budista, como única forma de libertação face ao desespero de uma vida que via apenas como ilusão e vazio, e que os seus Sonetos Completos (reunidos em 1886) ilustram. Neste período, que terminou por volta de 1880, publicou ainda no Dois Mundos (publicação de Paris) uma biografia de Michelet.

 

No ano seguinte, seguiu para Vila do Conde, assumindo a educação das filhas, entretanto órfãs, de Germano Meireles, um seu amigo, e vivendo em relativa calma até ao fim dessa década. Aceitou ainda, em 1890, a presidência da Liga Patriótica do Norte, um dos movimentos de reacção ao Ultimato inglês. Aos seus problemas pessoais e à persistência da doença somava-se a desilusão face ao estado do país. Em 1891, regressou a Ponta Delgada e, nesse mesmo ano, suicidou-se.

 

A obra de Antero, que reflecte, quer uma evolução, quer a coexistência simultânea de várias facetas da sua personalidade e de um intenso drama interior, é fundamentalmente a de um pensador, de um doutrinário e conceptualizador. Mesmo o sentimento erótico e amoroso, presente em poemas de juventude, acaba por se tornar fundamentalmente alegórico, reflectindo anseios e abstracções, mais do que uma emotividade pessoal do poeta.

 

Poeta da razão, da revolução, mas também do pessimismo, foi um sonetista exemplar. Em prosa, onde revela grande poder oratório, levou a cabo o melhor da sua obra crítica e doutrinária, na análise da filosofia da história portuguesa (como em Tendências Gerais da Filosofia na Segunda Metade do Século XIX, ensaio publicado, em 1890, na Revista de Portugal, de Eça de Queirós) e na crítica do positivismo então dominante, a que opunha a necessidade de uma consciência espiritual no mundo. A esta concepção está ligada a ideia de santidade que sempre o dominou — não no sentido religioso cristão, mas com expressão no seu espírito combativo, numa epopeia da humanidade e da revolução, na sua fase combativa, e, em princípio e fim de vida, num apelo místico interior.

 

Pela sua envergadura intelectual, pela perfeição da sua técnica do soneto e pelo seu contributo para a história das ideias, é um dos nomes fundamentais da cultura portuguesa. São suas as obras de poesia Sonetos (1861), Beatrice (1863), Fiat Lux (1863), Odes Modernas (1865), Primaveras Românticas (1872), Sonetos (1881), Sonetos Completos (1886), Raios de Extinta Luz, Poesias Inéditas 1859-1863 (1892), Poesias de Extinta Luz e Outras Poesias (1948) e Versos (1973). No campo do ensaio e da prosa foram editados Prosas (3 volumes, 1923, 1926, 1931), Prosas Dispersas (1967), Prosas da Época de Coimbra (1973) e Cartas (2 volumes) e Filosofia, tendo estas duas últimas obras sido publicadas em 1991, numa edição das Obras Completas organizada pela Universidade dos Açores

 

 

 

in As Tormentas

 

 

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Terça-feira, 17 de Abril de 2012

Desemprego, desemprego, desemprego!!!

Em recente artigo do semanário O Mirante (12/04/2012), sobre o desemprego são-nos referidos os números impressionantes de 25 mil desempregados na região, sendo Vila Franca de Xira o concelho da área de abrangência do jornal O Mirante que mais desempregados tem de momento (7546).

Coruche conta com 1194 desempregados, Salvaterra de Magos com 1800, Almeirim com 1585, Benavente com 1849 e Santarém 3131. Incrível!

Prevê-se ainda um grande agravamento destes números dado muitas empresas terem desde o início do ano entrado em insolvência  ou os proprietários demonstradointenções de as encerrar, nomeadamente: Unicer (Santarém), Tegael (Coruche), Citaves (Tomar), Martifer (Benavente) ou o hipermercado Jumbo de Santarém.

 

in O Mirante

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Segunda-feira, 16 de Abril de 2012

Discurso de Charlie Chaplin em "O grande ditador" legendado em português

 

O Último Discurso
O Grande Ditador

Charles Chaplin

 

Sinto muito, mas não pretendo ser um imperador. Não é esse o meu ofício. Não pretendo governar ou conquistar quem quer que seja. Gostaria de ajudar - se possível - judeus, o gentio ... negros ... brancos.

Todos nós desejamos ajudar uns aos outros. Os seres humanos são assim. Desejamos viver para a felicidade do próximo - não para o seu infortúnio. Por que havemos de odiar ou desprezar uns aos outros? Neste mundo há espaço para todos. A terra, que é boa e rica, pode prover todas as nossas necessidades.

O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém nos extraviamos. A cobiça envenenou a alma do homem ... levantou no mundo as muralhas do ódio ... e tem-nos feito marchar a passo de ganso para a miséria e os morticínios. Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina, que produz abundância, tem-nos deixado em penúria. Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência, emperdenidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco. Mais do que máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas duas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido.

A aviação e o rádio aproximaram-se muito mais. A próxima natureza dessas coisas é um apelo eloqüente à bondade do homem ... um apelo à fraternidade universal ... à união de todos nós. Neste mesmo instante a minha voz chega a milhões de pessoas pelo mundo afora ... milhões de desesperados, homens, mulheres, criancinhas ... vítimas de um sistema que tortura seres humanos e encarcera inocentes. Aos que me podem ouvir eu digo: "Não desespereis!" A desgraça que tem caído sobre nós não é mais do que o produto da cobiça em agonia ... da amargura de homens que temem o avanço do progresso humano. Os homens que odeiam desparecerão, os ditadores sucumbem e o poder que do povo arrebataram há de retornar ao povo. E assim, enquanto morrem os homens, a liberdade nunca perecerá.

Soldados! Não vos entregueis a esses brutais ... que vos desprezam ... que vos escravizam ... que arregimentam as vossas vidas ... que ditam os vossos atos, as vossas idéias e os vossos sentimentos! Que vos fazem marchar no mesmo passo, que vos submetem a uma alimentação regrada, que vos tratam como um gado humano e que vos utilizam como carne para canhão! Não sois máquina! Homens é que sois! E com o amor da humanidade em vossas almas! Não odieis! Só odeiam os que não se fazem amar ... os que não se fazem amar e os inumanos.

Soldados! Não batalheis pela escravidão! lutai pela liberdade! No décimo sétimo capítulo de São Lucas é escrito que o Reino de Deus está dentro do homem - não de um só homem ou um grupo de homens, mas dos homens todos! Está em vós! Vós, o povo, tendes o poder - o poder de criar máquinas. O poder de criar felicidade! Vós, o povo, tendes o poder de tornar esta vida livre e bela ... de fazê-la uma aventura maravilhosa. Portanto - em nome da democracia - usemos desse poder, unamo-nos todos nós. Lutemos por um mundo novo ... um mundo bom que a todos assegure o ensejo de trabalho, que dê futuro à mocidade e segurança à velhice.

É pela promessa de tais coisas que desalmados têm subido ao poder. Mas, só mistificam! Não cumprem o que prometem. Jamais o cumprirão! Os ditadores liberam-se, porém escravizam o povo. Lutemos agora para libertar o mundo, abater as fronteiras nacionais, dar fim à ganância, ao ódio e à prepotência. Lutemos por um mundo de razão, um mundo em que a ciência e o progreso conduzam à ventura de todos nós. Soldados, em nome da democracia, unamo-nos.

Hannah, estás me ouvindo? Onde te encontres, levanta os olhos! Vês, Hannah? O sol vai rompendo as nuvens que se dispersam! Estamos saindo da treva para a luz! Vamos entrando num mundo novo - um mundo melhor, em que os homens estarão acima da cobiça, do ódio e da brutalidade. Ergues os olhos, Hannah! A alma do homem ganhou asas e afinal começa a voar. Voa para o arco-íris, para a luz da esperança. Ergue os olhos, Hannah! Ergue os olhos!

 

in DHnet

 

Ainda, sobre a referencia ao Evangelho de S. Lucas ("No décimo sétimo capítulo de São Lucas é escrito que o Reino de Deus está dentro do homem - não de um só homem ou um grupo de homens, mas dos homens todos! Está em vós!") eis o que consta na Bíblia que eu tenho:

 

""Interrogado pelos fariseus sobre quando chegaria o Reino de Deus, Jesus respondeu-lhes:
«O Reino de Deus não vem de maneira ostensiva.
 Ninguém poderá afirmar: ‘Ei-lo aqui’ ou ‘Ei-lo ali’, pois o Reino de Deus está entre vós.»"" (Lc 17,20 e 21)

 

 

 

 

publicado por portuga-coruche às 07:00
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Sexta-feira, 13 de Abril de 2012

Gato Fedorento - Quem é que desarrumou isto?

 

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Quinta-feira, 12 de Abril de 2012

SILÊNCIO ABSOLUTO SOBRE A ISLÂNDIA. PORQUÊ?

 

Se há quem acredite que nos dias de hoje não existe censura, então que nos esclareça porque é ficámos a saber tanta coisa acerca do que se passa no Egipto e porque é que os jornais não têm dito absolutamente nada sobre o que se passa na Islândia.


Na Islândia:


- o povo obrigou à demissão em bloco do governo;


- os principais bancos foram nacionalizados e foi decidido não pagar as dívidas que eles tinham contraído junto dos bancos do Reino Unido e da Holanda, dívidas que tinham sido geradas pelas suas más políticas financeiras;


- foi constituída uma assembleia popular para reescrever a Constituição.


Tudo isto pacificamente. Uma autêntica revolução contra o poder que conduziu a esta crise. E aí está a razão pela qual nada tem sido noticiado no decurso dos últimos dois anos. O que é que poderia acontecer se os cidadãos europeus lhe viessem a seguir o exemplo?


Sinteticamente, eis a sucessão histórica dos factos:


- 2008: o principal banco do país é nacionalizado. A moeda afunda-se, a Bolsa suspende a actividade. O país está em bancarrota.


- 2009: os protestos populares contra o Parlamento levam à convocação de eleições antecipadas, das quais resulta a demissão do primeiro-ministro e de todo o governo.


A desastrosa situação económica do país mantém-se. É proposto ao Reino Unido e à Holanda, através de um processo legislativo, o reembolso da dívida por meio do pagamento de 3.500 milhões de euros, montante suportado mensalmente por todas as famílias islandesas durante os próximos 15 anos, a uma taxa de juro de 5%.


- 2010: o povo sai novamente à rua, exigindo que essa lei seja submetida a referendo.

 

Em Janeiro de 2010, o Presidente recusa ratificar a lei e anuncia uma consulta popular.

 

O referendo tem lugar em Março. O NÃO ao pagamento da dívida alcança 93% dos votos.



Entretanto, o governo dera início a uma investigação no sentido de enquadrar juridicamente as responsabilidades pela crise. Tem início a detenção de numerosos banqueiros e quadros superiores. A Interpol abre uma investigação e todos os banqueiros implicados abandonam o país.

 

Neste contexto de crise, é eleita uma nova assembleia encarregada de redigir a nova Constituição, que acolha a lições retiradas da crise e que substitua a actual, que é uma cópia da constituição dinamarquesa. Com esse objectivo, o povo soberano é directamente chamado a pronunciar-se. São eleitos 25 cidadãos sem filiação política, de entre os 522 que apresentaram candidatura. Para esse processo é necessário ser maior de idade e ser apoiado por 30 pessoas.

 

- A assembleia constituinte inicia os seus trabalhos em Fevereiro de 2011 a fim de apresentar, a partir das opiniões recolhidas nas assembleias que tiveram lugar em todo o país, um projecto de Magna Carta. Esse projecto deverá passar pela aprovação do parlamento actual bem como do que vier a ser constituído após as próximas eleições legislativas.

 

Eis, portanto, em resumo a história da revolução islandesa:

 

- Demissão em bloco de um governo inteiro;

- Referendo, de modo a que o povo se pronuncie sobre as decisões económicas fundamentais;

- Prisão dos responsáveis pela crise e reescrita da Constituição pelos cidadãos:

 

Ouvimos falar disto nos grandes media europeus?

Ouvimos falar disto nos debates políticos radiofónicos?

 Vimos alguma imagem destes factos na televisão?

Evidentemente que não!

 

O povo islandês deu uma lição à Europa inteira, enfrentando o sistema e dando um exemplo de democracia a todo o mundo.

 

por Theo Buss

 

 

 

publicado por portuga-coruche às 07:00
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Quarta-feira, 11 de Abril de 2012

Eis o sabor que todos esperavam....


 

Desde 2003 que os Sabores do Toiro Bravo são uma passagem obrigatória para quem aprecia carne brava e de qualidade bem cozinhada e regada com os nossos vinhos. Sei que é difícil mas temos de ir já metendo uns "cobres" de lado para no fim do mês não faltar e levar a "famelga".

 

 
publicado por portuga-coruche às 07:00
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Sábado, 7 de Abril de 2012

Sobre os Municípios e Fregueias

É meu dever para convosco transcrever o ponto 1 (de três) da semanal "Crónica de Maldizer" escrita por Eurico Heitor Consciência no Jornal O Ribatejo de 8 de Março, para que aqueles que, menos atentos, percebam que no Ribatejo também existem referências de valor, como é o caso do Jornal O Ribatejo e a Crónica de Maldizer de Eurico Heitor Consciência, que alguns de nós tem o prazer de ler:

 

"1/3 dos municípios atravessa-se em meia hora

 

Parece que o Distrito de Santarém é dos maiores do país, mas em menos de 30 minutos, menos de meia hora, partindo de Alcanena pra o Sardoal, atravessam-se sete municípios do Distrito: os de Alcanena, Torres Novas, Entroncamento, Vila Nova da Barquinha, Constância, Abrantes e Sardoal.

Em menos de meia hora, percorrendo menos de 50 Km!

Em menos de duas léguas, atravessam-se os condados de 7 Presidentes de Câmaras, de 7 vice-presidentes das ditas,  d'alguns 40 Vereadores e de 60 Presidentes de Juntas de Freguesia.

Mais de cem governantes remunerados para servirem metade da população da Amadora - que, com cerca de 200.000 residentes, só tem um Presidente de Câmara e uns 10 Presidente de Junta.

Parece que bastará este exemplo para se medir a modelar, racional, económica e funcional, organização administrativa que temos, e que, pelos vistos, mais paróquia, menos paróquia, se eternizará.

Deve ser para honrar o Mouzinho (da Silveira) e o Passos (Manuel).

Vivam os reformistas portugueses!"

 

Crónica de Eurico Heitor Conciência

in O Ribatejo de 08 Março 2012

 

publicado por portuga-coruche às 22:22
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Segunda-feira, 2 de Abril de 2012

Polícias partem vidro de carro para resgatar um cão, mas de peluche

 

Dois polícias britânicos partiram o vidro de um carro por temerem que um cão

Um exemplar (verdadeiro) de um King Charles Spaniel.

 pudesse estar a sofrer no seu interior, devido ao excesso de temperatura. A história comoveria qualquer leitor mas, na realidade, tudo não passou de um engano: os agentes socorreram antes um peluche, e agora terão que pagar pelos danos causados.

Os dois agentes deslocaram-se ao carro após serem alertados por um transeunte em Mansfield, cidade do condado de Nottinghamshire, no Norte de Inglaterra, com o qual partilharam a preocupação pelo que parecia um cão trancado no interior de um carro.

 

Face ao que os polícias consideraram de elevadas temperaturas – 18 graus centígrados -, ambos decidiram partir o vidro de modo a resgatar o cão, que estaria a dormir.

Mas, ao quebrarem o vidro e estenderam a mão para a viatura, descobriram que se tratava de um peluche de imitação a um cão de raça King Charles Spaniel, que custava cerca de 5,5 euros num qualquer supermercado britânico.

Assim, e além do vidro partido, como contaram o The Sun e o Daily Telegraph, os polícias deixaram no carro uma notificação onde se podia ler: «Partimos o vidro do seu carro devido à preocupação com o animal nos lugares traseiros».

Como resposta, Gordon Williams, proprietário do carro, disse que os agentes «devem-se ter sentido uns idiotas», revelando também que passará a colocar o seu peluche «numa cadeira da [sua] cozinha».

No final, a polícia vai ter que pagar cerca de 215 euros pela colocação de um vidro novo no carro. Em comunicado, a polícia de Nottinghamshire classificou o episódio como «um exemplo perfeito para os condutores terem que pensar sobre o que deixam à vista» no seu carro.

SOL

 

 

in SOL

 

 

publicado por portuga-coruche às 07:50
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Por sorte não passaram lá antes crianças......

Homem descobre engenho explosivo em Coruche

Granada junto a estrada

Uma granada defensiva, ao que tudo indica pertencente ao Exército português, foi encontrada

Engenho foi removido

 anteontem junto à EN119, na localidade de Biscainho, Coruche. Foi preciso chamar a brigada de minas e armadilhas da GNR, que recolheu o engenho explosivo em segurança.

 

A granada foi descoberta por um homem que procedia à limpeza da berma da estrada, pouco depois das 14h00, que de imediato alertou os militares do posto local. Devido ao perigo de explosão, e já com a área isolada, uma equipa especializada da GNR inactivou o engenho.

 

Por:J.T.

in Correio da Manhã

 

 

Felizmente nenhuma criança lá passou. Felizmente alguém responsável passou primeiro! Na proxima vez poderemos não ter tanta sorte. Seria bom saber se se apuraram responsabilidades.

 

 

 

 

publicado por portuga-coruche às 07:00
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