Sexta-feira, 25 de Novembro de 2011

Coruche – Apreensão de material contrafeito

A GNR de Coruche apreendeu artigos contrafeitos, na manhã do dia 19, no mercado mensal no Couço.

 
Desta acção, que, já estava a ser investigada pela Equipa de Investigação e Inquérito do Posto de Coruche e pelo Posto do Couço, resultou a apreensão de 405 fonogramas de artistas nacionais e internacionais, 50 videogramas internacionais infantis, 105 videogramas porno e 231 videogramas diversos, num valor total de cerca de 2 000 euros.
 
 
In Grupo Anti-contrafacção
 
 
publicado por portuga-coruche às 07:00
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Quinta-feira, 24 de Novembro de 2011

Finanças atacadas com cocktails molotov

Greve geral

 

 
PSP recolheu engenhos nas repartições de Finanças

Duas repartições de Finanças foram atacadas com cocktails molotov, esta quinta-feira de manhã, em Lisboa. A primeira situação aconteceu na rua Amelia Rey Colaço, em Benfica, pelas 08h25. Poucos minutos depois, uma lata de tinta foi lançada na repartição da avenida general Rossadas. Em Alvalade, o arremesso de um engenho incendiário partiu a montra da repartição de Finanças.

 

Esta é para já a ocorrência mais grave, em dia de paralisação geral. Ao que o CM apurou, os agentes da PSP estão a ser mobilizados para outras repartições de Finanças, dada a probabilidade de acontecer mais ocorrências do género. A Polícia Judiciária já foi chamada aos locais.

Fonte oficial da PSP disse que os engenhos estão a ser recolhidos para serem levados para o Laboratório de Polícia Científica da Judiciária.

 

 

Por:Magali Pinto 

in Correio da Manhã

 

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Terça-feira, 22 de Novembro de 2011

Inside Job / Trabalho Interno (2010) Legendado PT

 

publicado por portuga-coruche às 07:10
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Ciganos vitimas de discriminação laboral

Segundo o Centro Europeu para os Direitos dos Ciganos

 

 
Os ciganos residentes em Portugal moram em habitações de baixa qualidade, segundo o Centro Europeu para os Direitos dos Ciganos

Os ciganos residentes em Portugal moram em habitações de baixa qualidade, possuem habilitações escolares reduzidas e são vítimas de discriminação no mercado de trabalho e de violência policial, segundo o Centro Europeu para os Direitos dos Ciganos (ERRC).

 

Analisando a situação dos ciganos em Portugal, o ERRC conclui que a maioria não possui o ensino primário e que as crianças são alvo "de atitudes hostis de pais não ciganos que recusam que os seus filhos partilhem as mesmas aulas". Investigações da associação internacional de defesa dos direitos dos ciganos indicam também que a violência policial sobre os ciganos ocorre com frequência no país.

 

Segundo o ERRC, em Portugal não existe uma política específica de promoção da inclusão, apesar de alguns ciganos beneficiarem da assistência social de programa de realojamento, como o Rendimento Social de Reinserção e o Programa Especial de Realojamento. Cerca de um terço reside mesmo em barracas ou bairros sociais.

 

Para a ERRC, os ciganos têm merecido em Portugal "menos atenção" do que em outros países europeus, sendo "preocupante" a sua situação em termos de inclusão social e acessos aos direitos fundamentais.    

       

Concluiu ainda que as medidas previstas no Plano Nacional para a Inclusão, criado em 2008 com projectos que visam a integração dos ciganos, ainda não foram implementadas.         

 

No início do mês, o Comité Europeu dos Direitos Sociais considerou que Portugal não garante à comunidade cigana residente no país condições de habitação adequada, violando o direito da protecção contra a pobreza e exclusão social.      

   

A decisão do Comité surge no seguimento de uma queixa apresentada no ano passado pelo ERRC, que considera que os programas de realojamento em Portugal não conseguiram integrar os ciganos e, muitas vezes, resultaram em "segregação espacial" e habitações "inadequadas" com infra-estruturas  "pobres", além do acessos aos serviços públicos ser "limitada" ou "nenhum".     

 

De acordo com a Obra Nacional da Pastoral dos Ciganos, que hoje divulgou as conclusões do seu 38º encontro, em Portugal as políticas e estratégias de inclusão dos ciganos "não têm dado grandes resultados, continuando a maioria da população de etnia cigana a viver marginalizada, excluída, sem lhe serem reconhecidos os mesmos direitos de cidadania da restante população portuguesa".

 

 

in Correio da Manhã

Dica do Blogger "FF"

 

Interessante seguir o link para a página da notícia no Correio da Manhã para ler todos os comentários, talvéz assim se consiga perceber o "carinho" que nutrem os portugueses por esta etnia. Pode ser racismo mas também pode ser fruto de toda a "diplomacia" que a maioria dos ciganos continuam a fazer, nomeadamente a coberto da continua ladainha da descriminação.

Agradeço a atenção e participação dos ciganos aqui neste blog, mas devo acrescentar que são uma minoria interessada em avançar para uma aproximação. Se querem mesmo compreender porque existem pessoas a falar assim dos ciganos tem de realizar um exercício honesto de análise sobre o comportamento social dos ciganos. A violência, agressividade e ameaça que tolda relações. Enquanto se gritar que é racismo, negar a verdade, que isto que diz muita gente não passa de preconceito, não vamos a lado nenhum. Questionem-se: Existe ou não existe fundamento? A existirem fundamentos algo tem que mudar para que o povo cigano passe a ser aceite. Eu estou de braços abertos para que este meu blog revele os verdadeiros anseios do povo cigano. Este blog sempre estará aberto para um caminho fraterno e pacifico entre todos os povos e etnias quando estas se comportarem nesse sentido.

 

 

 

 

publicado por portuga-coruche às 07:00
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Quinta-feira, 17 de Novembro de 2011

Coruche lança portal das sugestões

 

Seguindo as pisadas de Almeirim, a Câmara Municipal de Coruche lançou também um portal das sugestões.

Desenvolvida em parceria com a Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo (CIMLT), esta plataforma permite aos munícipes locais apresentarem sugestões ou reclamações através de um sistema geo-referenciado.

Segundo a autarquia o projecto foi lançado com o intuito de «criar uma maior interacção entre os munícipes e a Câmara Municipal de Coruche e permitir que os cidadãos apresentem as suas sugestões e/ou reclamações acerca de qualquer assunto que considerem pertinente».

O lançamento do novo portal surge na sequência de um investimento na vertente on-line que está a ser levado a cabo pelo município de Coruche, que irá passar em breve pelo lançamento de uma nova versão do site da autarquia.

Duas das novidades desse novo site serão o portal do Associativismo e o portal do Investidor

 

 

in iGov Local

 

 

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Segunda-feira, 14 de Novembro de 2011

Risco de tumultos e barricadas. Governo já prepara plano B

O executivo teme o pior e actua em conformidade: já há plano anti-contestação social

 

 

 

A presidência do Conselho de Ministros está a preparar um plano de contingência para fazer frente a possíveis tumultos na sequência do agravamento da crise económica, soube o i. Os riscos de uma explosão social que possa vir a assumir contornos violentos estão a ser medidos pelo governo, numa altura em que a maioria dos observadores admite que a contestação pode disparar, à semelhança do que aconteceu na Grécia.

O plano de contingência contempla o risco de alguns ministérios – nomeadamente os mais sensíveis numa época de austeridade, como as Finanças e a Economia ou a própria residência oficial do primeiro-ministro – poderem vir a ser barricados por manifestantes.

A hipótese de que venha a ser impedida a entrada dos funcionários e membros do governo nas sedes dos ministérios também está considerada no plano de contingência do governo. Se isso vier a acontecer, o executivo está a arranjar planos B para que o trabalho normal do governo possa decorrer em outro lugar, sem prejuízo do trabalho normal.

O governo não quer ser apanhado de surpresa relativamente a possíveis tumultos e está a preparar-se para a possibilidade de cortes de estradas e dos acessos a Lisboa, Porto e Braga. Os riscos estão a ser avaliados em função dos relatórios que têm sido feitos pela polícia e pelos serviços de informações. A existência de uma rede de telecomunicações alternativa aos telemóveis utilizados habitualmente pelos membros do governo e restante pessoal dos gabinetes também está contemplado no plano de contingência.

O risco de tumultos em Portugal, à semelhança dos que ocorreram na Grécia, foi admitido pelo primeiro-ministro logo no princípio de Setembro, na rentrée do PSD realizada na Universidade de Verão, em Castelo de Vide.

Horas antes, em Campo Maior, Passos Coelho já tinha falado na possibilidade de motins. "Em Portugal, há direito de manifestação, há direito à greve. São direitos que estão consagrados na Constituição e que têm merecido consenso alargado em Portugal", disse Passos Coelho, avisando: "Nós não confundiremos o exercício dessas liberdades com aqueles que pensam que podem incendiar as ruas e ajudar a queimar Portugal".

Na sua intervenção na Universidade de Verão do PSD, Passos Coelho admitiu que "pode haver quem se entusiasme com as redes sociais e com aquilo que vê lá fora, esperando trazer o tumulto para as ruas de Portugal". "Nunca iremos por aí", afirmou o primeiro-ministro, numa espécie de aviso prévio "àqueles que pensam que podem agitar as coisas de modo a transformar o período que estamos a viver numa guerra com o governo", quando o que existe é "uma guerra contra o atraso, a dívida e o desperdício".

Num estudo feito pela Organização Internacional de Trabalho (OIT), Portugal estava entre os países do mundo com risco mais elevado de "tumultos sociais", em consequência dos sacrifícios impostos pela crise e pelo desemprego. Além de Portugal, há outros seis países europeus com risco elevado: Grécia, Espanha, França, Estónia, Eslovénia e Irlanda. Em todos estes países, mais de 70% dos inquiridos pela Organização Internacional do Trabalho estão descontentes com a situação laboral.

 

 

Por António Ribeiro Ferreira e Ana Sá Lopes,

in iOnline

 

comentários mais interessantes:

 

by Anonymous (não verificado) | 14 Novembro, 2011 - 11:02
A PSP e os serviços de informações deveriam preocupar-se com o tráfico de droga, tráfico de armas, tráfico de seres humanos, lavagem de dinheiro, e não com a hipotética situação de tumultos sociais uma que as pessoas se forem para a rua será para lutar pelo pão para a boca dos filhos...a PSP e SIS deveriam era ir buscar quem defraudou o país e nos colocou nesta triste situação...e como disse um outro comentador "(...) enquanto houver pinga e bola (...)"...


by Utilizador Anónimo (não verificado) | 14 Novembro, 2011 - 08:53
É um triste esse passos (sim letra minúscula, não foi engano)! Olha lá pá enquanto houver bola e pinga não se passa nada neste país pessoas realmente tristes. Dorme descansado e continua a roubar aos pobres como tens feito... não pode é faltar o tintol!!!!!


by Utilizador Anónimo (não verificado) | 14 Novembro, 2011 - 11:56
Concordo perfeitamente com esta tomada de posição do Governo. É óbvio que as forças de segurança com a colaboração de outras entidades internacionais controlem a hipotese de existirem tumultos, que supervisionem mensagens entre grupos de desordeiros que mais não fazem do que infliltrarem-se no meio das manifestações de gente ordeira e descontente que por isso mesmo se manisfesta dentro dos parametros que a liberdade lhes permite. O que será de evitar é a possibilidade de que em Portugal se repita o mesmo que em Itália, com grupos de desordeiros que préviamente pararam carrinhas ao longo dos trajetos das manifestações. Essas carrinhas tinham no seu interior barras de ferro, cockailts molotov, combustíveis, pedras, etc. Quando a policia repelia o ataque numa determinada zona, mais à frente organizava-se outro grupo, que nada tinha a ver com os manifestantes ordeiros e utilizavam os materias que estavam previamente guardados dentro das carrinhas, para destruirem tudo e causar o caos.São grupos de "profissionais" cujo objetivo é apenas e só causar o caos e dar a imagem através da comunicação social que as manifestações são constituídas por gente rebelde que quer partir e destruir tudo à sua passagem, quando isso não é verdade. É a esses grupos que a policia está atenta e que deve repelir com a mesma violência que eles utilizam. Chamo a atenção que são grupos treinados, muitas vezes na Grécia, e que conseguem perante as camaras, fazer figura de coitadinhos, para impressionar a população. Todos eles sabem como agir, em que altura e como se comportarem quando a policia os prende em frente aos jornalistas. De resto vamos manifestarmo-nos,ordeiros, contra toda esta cambada que está a dar cabo do nosso futuro.

 

 

 

publicado por portuga-coruche às 07:15
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O Povo versus a Polícia

No pior incidente até agora registado, centenas de polícias, munidos de capacetes, máscaras e escudos, cercaram o acampamento Occupy Oakland e dispararam balas de borracha (que podem ser fatais), granadas flash, e latas de gás lacrimogéneo – com alguns agentes a apontar diretamente para os manifestantes. Na página do Twitter do movimento Occupy Oakland, pode ler-se um género de relatório feito na praça central do Cairo, Tahier Square: "eles estão a cercar-nos"; "centenas e centenas de polícias"; "há veículos blindados e Hummers". Houve 170 detenções.

A minha recente detenção, enquanto obedecia às condições de uma manifestação autorizada, calma e pacífica, numa das ruas da baixa de Manhattan, revelou a realidade desta repressão perto de casa. A América está a despertar para o que foi construído enquanto dormia: empresas privadas contrataram a polícia (JPMorgan Chase deu $4,6 milhões à Fundação New York City Police); o Departamento Federal de Segurança Interna deu pequenos sistemas de armas de nível militar às polícias municipais; os direitos dos cidadãos à liberdade de expressão e à reunião foram sorrateiramente enfraquecidos por requisitos de autorização muito pouco transparentes.

De repente, a América assemelha-se ao resto do mundo furioso, que protesta e que não é totalmente livre. Na verdade, a maioria dos comentadores ainda não se apercebeu que está a ocorrer uma guerra mundial. Mas não é comparável a nenhuma outra guerra passada na história da humanidade: pela primeira vez, os povos de todo o mundo não se identificam ou organizam por motivos nacionais ou religiosos, mas sim por uma consciência global e pela procura de uma vida pacífica, um futuro sustentável, uma justiça económica, e uma democracia de base. O seu inimigo é uma "corporocracia" global que comprou governos e legislaturas, criou os seus próprios agentes armados, está envolvida numa sistémica fraude económica, e espolia tesouros e ecossistemas.

Em todo o mundo, manifestantes pacíficos estão a ser demonizados por estarem a perturbar. Mas a democracia é perturbadora. Martin Luther King, Jr., argumentou que a perturbação pacífica do "como se nada fosse" é saudável, porque expõe a injustiça enterrada, que pode assim ser resolvida. Os manifestantes devem, preferencialmente, dedicar-se à perturbação disciplinada e sem violência neste espírito - sobretudo na perturbação do trânsito. Isto serve para evitar os provocadores, ao mesmo tempo que se destaca a injusta militarização da resposta policial.

Além do mais, os movimentos de protesto não têm sucesso em horas ou dias; eles normalmente envolvem permanência ou "ocupação" em áreas, durante longas jornadas. Essa é uma razão pela qual os manifestantes devem angariar o seu próprio dinheiro e contratar os seus próprios advogados. A "corporocracia" está aterrorizada com a possibilidade de os cidadãos virem a reclamar o Estado de direito. Em cada país, os manifestantes devem colocar em campo um exército de advogados.

Os manifestantes devem também encarregar-se pessoalmente da cobertura das suas notícias, ao invés de recorrerem aos principais meios de comunicação para o fazer. Eles devem escrever em blogues, twittar, escrever editoriais e comunicados de imprensa, assim como também documentar casos de abuso de autoridade policial (e os abusadores).

Há, infelizmente, muitos casos documentados sobre demonstrações violentas de provocadores infiltrados em lugares como Toronto, Pittsburgh, Londres, e Atenas – pessoas que são, como um Grego me de descreveu, "desconhecidos conhecidos". Os provocadores, também, precisam de ser fotografados e registados, daí ser tão importante não tapar o rosto enquanto se manifesta.

Os manifestantes, em regimes democráticos, devem criar localmente listas de endereços eletrónicos, fundir as listas a nível nacional, e começar a registar os eleitores. Devem comunicar aos seus representantes o número de eleitores que registaram em cada distrito – e devem destituir os políticos que são brutos ou repressivos. E devem apoiar aqueles – como, por exemplo, na Albânia e em Nova Iorque, onde a polícia e o procurador local recusaram reprimir os manifestantes – que respeitam os direitos à liberdade de expressão e à reunião.Muitos manifestantes insistem em permanecer sem um líder, o que é um erro. Um líder não tem que se sentar no topo de uma hierarquia: um líder pode ser um simples representante. Os manifestantes devem eleger representantes por um período finito, como em qualquer democracia, e formá-los para saberem falar com a imprensa e para negociarem com os políticos.

Os protestos devem modelizar o tipo de sociedade civil que os manifestantes pretendem criar. Na zona baixa do parque Manhattan Zuccotti Park, por exemplo, há uma biblioteca e uma cozinha; a comida é doada; as crianças são convidadas a dormir; e organizam-se conferências. Os músicos devem trazer instrumentos, e o ambiente deve ser alegre e positivo. Os manifestantes devem limpar a área onde decorreu o protesto. A ideia é construir uma nova cidade dentro da cidade corrupta, e demonstrar que a nova cidade reflete a maioria da sociedade, e não a pequena franja destrutiva e marginal.

Afinal de contas, o que é mais profundo nestes movimentos não são as suas demandas, mas sim a infra-estrutura emergente de uma humanidade comum. Durante décadas, os cidadãos foram induzidos a manterem-se cabisbaixos – fosse num mundo consumista de fantasia, ou com pobreza e trabalhos forçados – e a entregarem a liderança às elites. O protesto é transformador exatamente porque as pessoas emergem, encontram-se cara a cara, e, reaprendem os hábitos de liberdade, constroem novas instituições, relacionamentos, e organizações.

Nada disto pode acontecer num ambiente de violência política e policial contra os manifestantes democráticos e pacíficos. Recordando a famosa pergunta feita por Bertolt Brecht, ao acompanhar as brutais repressões nos trabalhadores que protestavam em junho de 1953, "Não seria mais fácil...para o governo dissolver o povo e eleger outro?". Em toda a América, e em muitos outros países, supostos líderes democráticos parecem ter levado a pergunta irónica de Brecht muito a sério.

 

 

Por Naomi Wolf (Activista política, crítica social e defensora destacada da “terceira via” no feminismo)

 

in Público

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Alguns comentários que considero interessantes:

 


Cidadão indignado c esta pseudo-democracia , Lisboa. 12.11.2011 12:02
Também cá há nas manifs polícias infiltrados (2)
Na assembleia popular de 15 Out. frente à assembleia da república apareceram 3 homens,um de cada vez,claramente a fingir-se de bêbados,bastante agressivos,a gritar e aos pontapés a caixotes do lixo,p a polícia em frente (c escudos e cacetetes) expulsar por excesso de ruído à noite os indignados q debatiam fazer acampada frente ao parlamento.Isso quebrou o ritmo das discussões e houve gente q foi embora c receio. Antes já a polícia havia empurrado à força os manifestantes pelas escadarias públicas frente ao parlamento a baixo.Sempre votei e acreditei no sistema democrático,mas isto é um simulacro de democracia onde polícia (a mando dos políticos q servem interesses financeiros internacionais mais importantes q os do seu povo) oprime protestos populares.


Cidadão desiludido , Lixboa. 12.11.2011 11:05
Também cá há nas manifs polícias infiltrados
para boicotarem os protestos. Acreditava q vivia numa democracia até dia 15 de Out. em q fui à noite ver a assembleia popular dos indignados frente à assembleia da república. Vários manifestantes q já tinham estado em acampada do Rossio diziam p ter cuidado c destabilizadores infiltrados da polícia. Achei um disparate na onda "teoria da conspiração". Mas q vi? Um homem não identificado (q inicialmente mostrou um falso press card da SIC e q depois afinal já dizia q não era jornalista) a filmar as caras de todas as pessoas que estavam naquela noite juntas na rua a debater alternativas políticas a este sistema e formas de protesto.

 

Vítor Vieira , Porto. 10.11.2011 09:13
Lá como cá
Como se vê, as preocupações em defesa da Democracia e contra o poder do grande capital são iguais dos dois lados do Atlântico. E as infiltrações policiais nas manifs também. Por isso, nas manifestações dos próximos tempos tratarei qualquer manifestamente que apareça encapuzado como se se tratasse de um agente provocador: detenho-o e entrego-o à polícia para identificação. Ou à ASAE, se estiver em mau estado ;)

publicado por portuga-coruche às 07:07
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Ponte das Courelinhas em risco de ruir

Infra-estrutura está em perigo em Couço, no concelho de Coruche

Desde a manhã de ontem que os pesados não podem passar

Ponte em risco de ruir fechada para os pesados

A circulação na ponte que liga a freguesia do Couço à aldeia de Santa Justa, em Coruche, foi encerrada a veículos pesados pelas 08h00 de ontem, por falta de condições de segurança no tabuleiro. A interdição a veículos ligeiros colocaria os 300 habitantes de Santa Justa numa situação de quase isolamento.

 

 

"Andamos desde Março a alertar todas as entidades para esta situação", disse ao CM o presidente da Junta do Couço, Luís Ferreira, explicando que a ponte "oscila bastante quando passam veículos pesados e tem problemas estruturais visíveis".

A ponte foi construída pela Associação de Regantes do Vale do Sorraia para servir apenas os agricultores da região, "mas acaba por receber o trânsito de uma estrada nacional".

 

 

Por:J.N.P.

in Correio da Manhã

 

 

 

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Quinta-feira, 10 de Novembro de 2011

Coruche –Detidos três caçadores

Três caçadores foram detidos pela GNR de Coruche, na noite do dia 8, por infracção à Lei da Caça. Os indivíduos, com idades compreendidas entre os 39 e os 67 anos, foram detectados junto à berma da Estrada Municipal H pela patrulha que fiscalizava aquele local no âmbito da Lei da Caça. Foram detidos por caça ilegal, estando um deles também na posse de uma arma proibida (carabina.22 com mira telescópica e silenciador). Todo o material foi apreendido, incluindo duas peças de caça. O processo baixou a inquérito.

 

in Portal Segurança

 

 

 

publicado por portuga-coruche às 07:25
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Gerald Celente: Acabemos com esta farsa de demoracia

 

 

 

 O drama da Grécia continua.
O resgate grego proposto pela Zona Euro traz a possibilidade de colocar a economia mundial de joelhos. Tem sido proposto para afastar a Grécia da Zona Euro.
Muitos dizem que esta é uma tentativa desesperada para ajudar a salvar a moeda em colapso e outros tantos acreditam que a Grécia é o bode expiatório para um problema muito maior.
Gerald Celente, editor do The Trends Journal, dá-nos a sua opinião acerca do tema.

 

publicado por portuga-coruche às 07:10
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