Domingo, 15 de Agosto de 2010

De férias

O "Portuga" vai finalmente de férias, por isso é possivel que fique algum tempo sem responder aos comentários, embora tenha programados uns posts que vão decerto agradar e/ou desagradar. Por isso não deixem de passar pelo Portuga-Coruche.
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Sexta-feira, 13 de Agosto de 2010

Homem morre enquanto come sandes de presunto

Vítima sufocou

Um homem de 41 anos morreu sufocado quando comia uma sandes de presunto, com a mulher, em Santa Bárbara, Arcos Valdevez após um dia
Homem saudável morre a comer sandes de presunto
de trabalho.

 

Agostinho Braga estava a comer, na passada quarta-feira, uma sandes de presunto na companhia da sua mulher quando se engasgou e sufocou.

Segundo os familiares, Agostinho era saudável e tinha preocupação com o seu físico, pois fazia cinco quilómetros a pé por dia.

Com a aflição o casal dirigiu-se à rua para pedir auxílio. A ambulância, a 600 metros da casa, demorou cerca de meia-hora a chegar.

O corpo de Agostinho Braga ficou quatro horas na rua à espera que o delegado de saúde de Caminha e a GNR de Ponte de Lima chegassem.

O funeral realiza-se esta sexta-feira em Famalicão.

 

 

In Correio da Manhã

 

 

 

O que se podia ter feito?

 

 

 

in Escola de Socorrismo da Cruz Vermelha Portuguesa 

 

 

Encontrei também num site do INEM dois guias muito bons, não deixem de consultar, quem sabe ainda vos seja útil para salvar uma vida:

 

 

Manobra de desobstrução das vias aéreas em adultos e crianças (> 1 ano) - Manobra de Heimlich

 

 

Manobra de desobstrução das vias aéreas em crianças (<1 ano)

 

 

 

publicado por portuga-coruche às 08:00
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Enfermeiro acusado de meter o pénis nas mãos de duas doentes

Depois da condenação de um maqueiro o ano passado aconteceu
Enfermeiro acusado de meter o pénis nas mãos de duas doentes que estavam debilitadas fisicamente

 

O homem de 29 anos responde por crimes que são punidos com prisão entre um e oito anos. Os factos ocorreram o ano passado na altura em que estava a ser julgado um maqueiro do mesmo hospital por ter mexido na zona genital de uma doente.

 

Depois de um maqueiro do Hospital de Santarém ter sido condenado no ano passado por abuso sexual de pessoa internada, há um novo caso de abuso sexual de mulheres que recorreram àquela unidade de saúde. Desta vez o acusado é um enfermeiro de 29 anos que misturou drogas no soro das duas doentes que estavam nas urgências e lhes colocou o pénis na mão. O Ministério Público ordenou que o profissional fosse suspenso de funções para evitar a ocorrência de novos casos.

 

Segundo a acusação do Ministério Público os abusos foram cometidos no mesmo dia, a 23 de Março de 2009. A primeira vítima foi uma mulher que na altura tinha 49 anos de idade e que recorreu ao serviço de urgência com fortes dores. Por volta das nove da manhã a doente foi levada para a sala de tratamentos.

 

O arguido aproveitando-se do facto da utente ter sido colocada num recanto isolado dos outros doentes e com as cortinas corridas, injectou uma substância no tubo do soro. A mulher sentiu então que o enfermeiro lhe tinha colocado o pénis na mão direita e provavelmente por influência do produto administrado no soro adormeceu de seguida. O Ministério Público diz que o profissional beneficiou do facto da doente estar debilitada fisicamente e deitada numa maca para obter satisfação sexual.

 

A segunda situação envolveu uma jovem de 20 anos, que entrou nas urgências por volta das 14h40. Depois de atendida pelo médico a paciente foi levada para a sala de observação enquanto aguardava pela realização de exames clínicos. O enfermeiro, envergando bata branca, aproximou-se da vítima, correu as cortinas de resguardo para a isolar dos outros doentes e recolheu sangue para análises. Depois recorreu à mesma táctica usada com a primeira vítima administrando-lhe uma substância desconhecida.

 

Quando a jovem estava a ficar sonolenta e apercebendo-se que esta tinha os movimentos limitados pelos tubos do soro colocou-lhe o órgão sexual na mão e entre várias palavras obscenas perguntou-lhe se gostava de sexo anal. Segundo o Ministério Público o arguido actuou fazendo-se valer da sua função de enfermeiro para ter acesso às doentes sabendo que por causa da sua posição as mesma depositavam nele confiança. Vai ser julgado por dois crimes de coacção sexual previstos pelo Código Penal com uma pena de um a oito anos por cada crime.

 

No dia 31 de Março de 2009 o Tribunal de Santarém condenou um maqueiro do hospital na pena de um ano e dois meses de prisão, suspensa por igual período na condição de ser paga uma indemnização de 2.500 euros a uma mulher de quem abusou. Este caso ocorreu em Março de 2004 também no serviço de urgências e passou-se na casa de banho para onde esta foi encaminhada para recolher uma amostra de urina para análises. O maqueiro permaneceu no espaço quando esta estava com as calças despidas e ordenou-lhe que ficasse de pé mexendo-lhe na zona genital. A situação voltou a ocorrer uma segunda vez quando esta teve necessidade de ir novamente à casa de banho. A doente contou a situação à médica que estava a acompanhá-la que a aconselhou a apresentar queixa. O juiz Duarte Silva justificou a suspensão da aplicação da pena por o arguido não ter antecedentes criminais mas disse ser “intolerável que estes factos se passem em instituições do Estado” que recebe pessoas que pela sua situação de doença estão fragilizadas.

 

 

in O Mirante

publicado por portuga-coruche às 07:05
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Montar uma tenda com a "vela encharcada"

Dois Húngaros decidiram montar a sua tenda após ingestão de liquidos inflamáveis!!!

 

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Quinta-feira, 12 de Agosto de 2010

Entrevista a: João Matos Cravidão

João Matos Cravidão recorda a festa antiga e a beleza das moças que vinham de fora
Quando os peregrinos chegavam de carroça e havia procissões com mil anjinhos

 

 

  

 

por: Ricardo Carreira

 

João de Matos Cravidão nasceu em Cabeção (Mora), viveu a juventude em Almeirim e reside em Coruche desde 1940. Aos 86 anos, é daqueles cidadãos que está em quase todas as iniciativas públicas realizadas na vila. Foi dirigente associativo em várias colectividades, jogador de futebol e negociante de madeira, actividade que seguiu do pai.

 

Franzino, bem-falante, simpático e de indumentária atilada, João de Matos Cravidão é um dos personagens característicos da vida e da vila de Coruche. Não é filho da terra mas ali viveu grande parte da vida pessoal e profissional. Foi negociante de madeiras, jogou futebol e foi dirigente de várias associações. Só em 2002 abrandou o ritmo com o aviso sério de dois enfartes. Cada vez que há inaugurações, eventos e actividades ligadas a Coruche, João Cravidão faz questão de marcar presença. É assim que retribui como aqueles que durante muitos anos responderam aos seus apelos enquanto dirigente associativo. Nem do alto dos seus 86 anos recusa entrar numa espiral de passividade.

João de Matos Cravidão nasceu a 25 de Junho de 1924 em Cabeção, concelho de Mora, distrito de Évora. O pai e os tios eram negociantes de madeiras e partiram para Coruche e Almeirim à procura de pinhais.

Com cinco anos, João Cravidão foi viver para Coruche, onde a família montou um armazém. Depressa rumou a Almeirim, onde estudou até aos 16 anos. Viveu junto à escola e igreja. Tinha em mente ser regente agrícola mas não terminou o segundo ano da escola primária.

Almeirim deixou-lhe marcas positivas. Na igreja ajudou o padre a fazer casamentos, baptizados e as novenas. Com os amigos, lembra-se de ir às amoras para a estrada entre Alpiarça e a Tapada. Jogou à malha, ao pião e ao berlinde. “Todos brincavam com todos independentemente da classe social. Até o velho Lico, o maior lavrador de Benfica do Ribatejo, viu o pai de carroça e convidou-o a beber um copo”, exemplifica, comparando com a realidade de Coruche.

Regressou à vila do Sorraia com 16 anos e aos 17 começou a dirigir o armazém do pai, a troco de 25 tostões por semana. Jogou à bola no Bairro Alegre Futebol Clube, clube criado à base de miúdos que moravam na zona junto ao Sorraia. Da junção com o Bairro Novo veio a nascer o Grupo Desportivo O Coruchense. João Cravidão é que só fez um jogo pelo clube na III Divisão. “Fiz uma jura de que se partisse os óculos deixava de jogar. Logo do primeiro jogo quis fazer um golo de cabeça, acertei com a cara na bola e parti os óculos. Foi remédio santo”, recorda com um sorriso.

Orquestras de música ligeira e romances lidos à luz de candeia

A não ser alguns bailaricos, pouco havia que fazer à noite na década de 40 do século passado. Foi nesses momentos que João Cravidão devorou livros à luz de candeia ou de candeeiro a petróleo. Livros que foi comprando, aos poucos, na livraria Maia, que hoje existe ainda em frente aos Paços do Concelho. Leu colecções inteiras de Aquilino Ribeiro, Fernando Namora, Camilo Castelo Branco, e de outros autores, especialmente romances.

A música é outra das suas paixões. Diz ter cerca de 1500 discos de vinil, sem esquecer CD e DVD. Elegeu o som das orquestras de música ligeira, como a de Glenn Miller. Apaixonou-se pela música clássica que lhe acalma o espírito.

O sótão de casa, transformado em escritório, é local de recolhimento. Com a caneta de tinta permanente escreve em folhas A4 poesia e romances construídos na mente. Nada que tenha editado. Os textos vão ficando arrumados dentro do arquivador.

Pessoa organizada, João Cravidão guarda em dossiers a história da sua passagem pela vida e pelas associações. Através de cartões de identificação, actas, documentos, certificados, diplomas. “Quem não tem memória não tem história de vida”, assegura.

João Cravidão casou em 1949 com Ana Rosa, também natural de Cabeção. O matrimónio leva 61 anos. Mais tarde chegou o associativismo. Foi convidado para sócio do Clube Columbófilo sem ter pombos-correios. Esteve na fundação do Clube Ornitológico de Coruche, da Associação de Defesa do Património Histórico e Natural do Concelho de Coruche, da Associação de Comerciantes e da Casa do Benfica de Coruche, associações nas quais exerceu os mais altos cargos. Mas tornou-se benfiquista por um acaso.

“Em 1931 a Volta a Portugal em Bicicleta passou em Almeirim e eu fiquei fascinado com a camisola encarnada do José Maria Nicolau, que seguia isolado. Atrás dele passou o Alfredo Trindade. Se o Nicolau viesse de verde, se calhar seria do Sporting”, conta.

 

Festas de Coruche perderam fé e tradição

As festas perderam a fé, o respeito e a tipicidade do seu tempo. João Cravidão gostava de ver os peregrinos que chegavam a Coruche de carroça e ficavam dois ou três dias. Uns dormiam nas estalagens, outros estendiam mantas e passavam a noite ao relento junto ao edifício da câmara, conta o coruchense de adopção. Chegou a contar mais de mil anjinhos na procissão da Senhora do Castelo e animais levados como promessas. Os produtores mostravam as suas frutas e, nos bailes, os rapazes abriam os sorrisos com a chegada de moças da região de Almeirim.

Não faltaram nessa época as pulhices dos moços. O grupo de João Cravidão até ia para aponte sobre o Sorraia bater em latas ruidosamente para que algum touro conduzido pelos campinos se tresmalhasse.

Aficionado da festa taurina, João Cravidão chegou a ir até Badajoz para ver corridas apeadas, mas não se deixa iludir com o negócio montado no país. E não tem planos de ir às corridas das festas. “Família que leve quatro filhos paga 100 euros e já há corridas na televisão. Com uma corrida por ano os empresários pagam o aluguer de uma praça. Não estou para sustentar gulosos nem lhes faço a vontade de dar o dinheiro que eles querem”, garante.

 

“O presidente da câmara, Dionísio Mendes, é um verdadeiro líder”

João Cravidão recebeu convites de diversos quadrantes para assumir cargos políticos no concelho que sempre recusou. “Não tenho vocação para político. O que sinto tenho de dizer na cara das pessoas e o bom político não o pode fazer. Não pode deixar falar o coração”, refere, guardando para si as convicções políticas.

Sobre a política do concelho, João Cravidão afirma que o presidente da Câmara de Coruche, Dionísio Mendes, é um líder que tem obra feita. “Na câmara fez, em três mandatos, mais do que nos vinte anos anteriores. Falo à vontade porque não sou filiado em qualquer partido e fui um dos que o incentivou a candidatar-se”, recorda.

 

in O Mirante

publicado por portuga-coruche às 07:35
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Câmara já pagou os 90 mil euros de apoio às Festas de Coruche

A Comissão de Festas de Coruche vai receber 40 mil euros da autarquia, respeitantes à segunda tranche de apoio à realização dos Festejos em Honra de Nossa Senhora do Castelo, que decorrem de 13 a 18 de Agosto. A deliberação foi tomada na reunião de dia 4 e completa o subsídio total a atribuir à comissão, no valor de 90 mil euros. São menos dez mil euros que em 2009, de acordo com o plano de contenção de despesas aprovado pela autarquia.

 

 

 

in O Mirante

publicado por portuga-coruche às 07:30
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Beatriz Felizardo tem 12 anos mas já canta fado como gente grande

 

 

Jovem da freguesia da Erra actua dia 17 de Agosto nas festas de Nossa Senhora do Castelo 

 

Foi finalista do concurso televisivo “Uma Canção Para Ti”. O seu maior sonho é poder cantar um dia ao lado da sua conterrânea Ana Moura. Por enquanto continua a estudar música. A mãe Cidália deu uma ajuda na entrevista.

 

Tem os olhos cor de mel e um sorriso rasgado e alegre que contagia quem está à sua volta. Beatriz Felizardo tem apenas 12 anos mas vai ser uma das atracções musicais - no dia 17 - das festas em honra de Nossa Senhora do Castelo que este ano se realizam de 6 a 18 de Agosto, em Coruche. Natural da freguesia de Erra, a jovem não esconde o nervosismo por actuar nas festas mais importantes do seu concelho.

 

Beatriz tornou-se conhecida do público ao participar, no final do ano passado, no concurso televisivo “Uma Canção para Ti”, tendo chegado à finalíssima na noite de Passagem de Ano, na praça de toiros do Campo Pequeno, em Lisboa. “Foi Deus”, de Amália Rodrigues foi o tema que interpretou.

 

Beatriz Felizardo começou a cantar aos oito anos quando uma prima a convidou a assistir a um espectáculo de fado em Salvaterra de Magos. “Perguntei aos responsáveis se podia cantar e foi aí que me estreei”, conta com um brilho no olhar. A mãe, Cidália Felizardo, diz que a filha canta praticamente desde que nasceu, mas que ela nunca tinha pensado no potencial da sua voz. “Ela cantava mas, sinceramente, nunca reparei na sua voz. Só prestei atenção quando as pessoas, depois dela cantar nas festas da escola, vieram ter comigo e me disseram que ela tinha uma voz espectacular”, revela.

 

A jovem frequenta a Banda Filarmónica de Coruche, a Escola de Canto de Alverca, a Escolinha de Música da Erra e ainda tem tempo para o teatro. Está a aprender a tocar acordeão mas também quer aprender a tocar saxofone, trompete ou flauta transversal na banda de Coruche.

 

Como qualquer menina de 12 anos Beatriz também tem sonhos. O maior de todos é ser “uma grande fadista conhecida”. Cantar ao lado de Ana Moura – fadista natural de Coruche – é outro dos sonhos que quer concretizar. Participar num musical e cantar no Olímpia de Paris também faz parte dos seus planos. Até lá vai continuar a brincar com os amigos e a fazer aquilo que a faz feliz.

 

Foi a mãe que inscreveu a filha no programa da TVI, mas confessa que “não acreditava” que a filha chegasse à final. Consciente de que Beatriz estava a participar num programa de televisão manteve sempre “os pés assentes no chão”. “Todos os domingos lhe dizia para ela não ir muito entusiasmada porque poderia sair. Felizmente conseguiu chegar ao fim. Ficamos todos muito orgulhosos”, explica.

 

Depois do concurso a vida da família Felizardo tornou-se mais agitada, sobretudo aos fins-de-semana. Os pais de Beatriz fazem questão de a acompanhar aos espectáculos em que participa um pouco por todo o país. “Vamos apoiá-la sempre em tudo o que precisar. Se quiser continuar a cantar, estamos cá para ajudá-la no que pudermos”, assegura Cidália Felizardo.

 

O próximo objectivo é gravar. “Queremos que seja um CD com os fados que ela mais gosta e gostaríamos de incluir dois originais compostos pelo professor de música da Beatriz. Estamos à procura de apoios porque transformar o desejo em realidade não é fácil”, conclui.

 

in O Mirante

 

publicado por portuga-coruche às 07:25
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Câmaras em conflito com a CP por causa da ligação entre Setil e Coruche

Autarcas de Coruche, Salvaterra e Cartaxo irritados por terem sido reveladas dívidas 
 

 

O serviço ferroviário entre Coruche e Setil foi reactivado em Setembro do ano passado e as autarquias comprometeram-se, entre outras coisas, a pagar 50 por cento dos prejuízos da exploração.

 

As câmaras municipais de Coruche, Salvaterra de Magos e Cartaxo solicitaram uma reunião urgente com o Conselho de Administração da CP, que pretendem que se realize em Agosto, para discutir questões relacionadas com o protocolo que assinaram com a empresa de transporte ferroviário em Julho do ano passado, relativo à reabertura da circulação ferroviária entre Setil e Coruche.

 

A reunião foi solicitada na sequência de uma notícia inserida na edição de dia 4 no Jornal Público em que é dito pelo presidente da CP, José Benoliel, que as autarquias não estão a cumprir o referido protocolo, nomeadamente o pagamento da parte que lhes cabe dos prejuízos.

 

Numa nota enviada à comunicação social os três municípios dizem que “realizaram, desde o início da reabertura da linha, todos os esforços de divulgação e promoção deste transporte junto das populações dos seus concelhos” e informam que para além da reunião que pretendem ter com a CP, vão também solicitar uma reunião com o secretário de Estado dos Transportes, Dr. Correia da Fonseca, “com vista a analisar os critérios definidos no protocolo e a observância pelas várias entidades das suas responsabilidades na execução deste protocolo e deste serviço público”

 

Segundo o Público, “a reactivação do serviço ferroviário para Coruche, em Setembro do ano passado, já acumulou desde então prejuízos de 296 mil euros que deveriam ser repartidos entre a CP e os municípios” Na mesma notícia é dito que “a dívida dos municípios - que se comprometeram a assegurar ligações rodoviárias gratuitas da sede do concelho às estações - ascende a 148 mil euros, cabendo cerca de 5000 euros mensais a cada um. Segundo a CP, foram transportados entre Setembro de 2009 e Junho deste ano 34.419 passageiros, o que dá uma média inferior a 20 passageiros por comboio, um valor que se adapta mais a um serviço em autocarro do que ferroviário.”

 

A divulgação daqueles dados pelo presidente da CP desagradou aos presidentes das câmaras que lembram, na nota de imprensa que “o dever de confidencialidade a que as partes se obrigaram a celebrar o protocolo”. Os autarcas reafirmam que “é determinante a importância do transporte ferroviário como transporte económico e ecologicamente vantajoso e que permite uma maior mobilidade, diminuindo as assimetrias e encurtando as distâncias entre o interior e Lisboa”.

 

 

in O Mirante

publicado por portuga-coruche às 07:20
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A menina de Lisboa que chocou Coruche nos anos setenta

Entrevista
Luísa Portugal foi directora do centro de saúde, deputada, autarca e agora gere o ACES da Lezíria II 

 

 

Chegou a Coruche em 1979 e não foi bem recebida apesar de ser casada com um filho da terra. Lisboeta, imagem típica dos anos sessenta com cabelo pela cintura, Luísa Portugal foi motivo de falatório. Impôs-se pelo trabalho. Foi directora do centro de saúde, foi deputada e agora dirige o Agrupamento de Centros de Saúde da Lezíria II, que engloba os Centros de Saúde de Chamusca, Alpiarça, Almeirim, Coruche, Benavente e Salvaterra de Magos e onde trabalham 400 pessoas. Passou de doutora a gestora e diz que gosta.

 

Neste momento é gestora, não é médica. Em vez de medicina devia ter um curso de gestão.

E tenho. Fiz medicina, fiz a especialidade em saúde pública que já dá algumas competências em termos de gestão de saúde e de organização de serviços e depois fiz um curso de gestão no Instituto Nacional de Administração e fiz um curso de gestão na Lusófona, dirigido especificamente para os serviços de saúde.

 

Se soubesse o que sabe hoje, provavelmente tinha ido logo para gestão em vez de tirar medicina.

Acho que estas coisas têm um “timing” em termos profissionais. Acho que me fizeram muito bem os primeiros anos em que fiz medicina directa; fez-me muito bem uma fase a seguir em que olhei a medicina pelo lado da política. E estou preparada neste momento para fazer a gestão. Acho que estou bem assim.

 

Está a gerir um sector muito sensível.

É verdade. É necessária uma sensibilidade especial. Nós não fazemos cadeiras. Nós mexemos com pessoas. Temos pessoas do lado de cá como profissionais e temos pessoas do lado de lá. E a interacção com os dois lados não é a mesma que acontece numa fábrica, por exemplo.

 

Os médicos queixam-se que têm muito do seu tempo ocupado com tarefas burocráticas.

Concordo, mas já não é tanto. Durante muitos anos era pedido ao médico muito do seu tempo em actos que continuam a ser actos médicos. O passar o papel não deixa de ser um acto médico. E por vezes passar um atestado para praticar desporto, por exemplo, era uma oportunidade para fazer alguns exames médicos. Agora, como sabe as pessoas para irem para o ginásio ou para a piscina assumem a responsabilidade. Já não precisam do papel. Por outro lado os serviços estão informatizados. Avançou-se muito.

 

Há médicos que são chamados à atenção por receitarem muito.

Muito e muito caro.

 

Estou a falar mais no muito. Há médicos em meios onde a população é idosa que são confrontados com a quantidade de medicamentos que prescrevem. São pressionados para não receitar.

Nem sempre é assim. É preciso ver com que finalidade é que fazemos isso. A maioria dos médicos não sabe aquilo que prescreve ao fim de um mês e portanto tem que se lhe dar esta informação.

 

O médico sabe que o que passou era o que tinha que passar. Ou não é assim?

Não sei. Nós temos que ver isto tudo em termos de comparação dos colegas uns com os outros e eu dou-lhes esta informação para eles próprios se compararem com os outros. Médicos com o mesmo perfil de doentes, com mesmo número de utentes, com mesmo número de consulta… há uns que gastam ao serviço nacional de saúde três vezes mais que outros. Há qualquer coisa que não está certa.

 

Está a falar a gestora. Por vezes esses parâmetros que citou não são tidos em consideração.

É a sua opinião. Uma coisa é a independência técnica e aí eu não mexo. Agora há uma outra independência que tem que ser partilhada que é a questão dos custos para o Serviço Nacional de Saúde. E aqui eles têm que saber. A caneta do médico é altamente gastadora mas nunca disse a nenhum colega que tinha que receitar menos ou mais. Eu dou-lhe a informação e eles é que a digerem.

 

Os profissionais de saúde estão desmotivados por circunstâncias várias. Por serem menos; por estarem sobrecarregados de trabalho; porque a população descarrega neles as queixas que têm contra o Serviço Nacional de Saúde.

Tal como a nossa população em termos gerais está muito envelhecida, acontece o mesmo com a população médica. A minha média etária no agrupamento ultrapassa os 50 anos. Isto quer dizer que não estou a ter gerações novas para renovar. Neste momento diz-se que há uma reforma em curso e há de facto. Mas os colegas que cá estão já ouviram tantas vezes dizer isso que a coisa já começa a ser mais complicada. Depois a grande escassez de médicos faz com que lhes seja pedido um acréscimo de trabalho, não tenho dúvida. Tenho médicos que têm quase dois mil utentes inscritos quando deviam ter à volta de 1.500. Tenho médicos que para além do seu horário fazem horas extraordinárias e são horas que poderiam ser deles. A média de trabalho dos médicos neste agrupamento é à volta de 40 horas semanais. Alguns ainda fazem noites. Está-se a exigir-se-lhes muito.

 

Muitos estão a optar por se reformarem.

Alguns acham que é o melhor para eles. Tenho esse problema no agrupamento. Tenho cinco médicos com pedido de reforma sendo que no ano passado se reformaram dois. E não consigo substituí-los porque os mais novos não ficam.

 

Qualquer dia os centros de saúde estão a funcionar apenas com recurso a empresas de prestação de serviços.

Já tenho alguns locais em que isso me acontece. Estou preocupada com mais um ou dois locais em que vou ter problemas a breve trecho se as pessoas se reformarem. Um deles é Salvaterra de Magos.

Percebe-se que ao nível da saúde a parte economicista acaba por ter muito mais influência nas decisões do que a parte social e humana.

Não é bem assim. Mas nós em Portugal temos a ideia de que a saúde não se paga. Não é verdade. A saúde paga-se e muito.

 

Há 20 anos houve um surto de construção de instalações que agora estão fechadas.

Mas veja que não havia nada. Há 30 anos quando eu vim para Coruche não havia nem médicos nem equipamentos. Havia uns serviços médico-sociais que eram numa garagem onde se faziam consultas da caixa. Havia um hospital da Misericórdia que funcionava mais como lar porque as pessoas que lá estavam já eram todas acamadas e muito idosas. E não havia mais nada. As coisas são dinâmicas. Quando fui directora do Centro de Saúde de Coruche fiz alguma força para abrir uma extensão na Branca e só não abriu porque não tive médico para lá pôr. Na altura a terra tinha 1.500 utentes e neste momento tem 800. A questão é esta.

 

Coruche era uma terra muito fechada

 

Como foi a sua vinda para Coruche?

Em Coruche fiz política sempre através da medicina. O meu lema era privilegiar os mais necessitados, organizar os serviços de forma a dar-lhes resposta, ter sempre um pé na gestão e um pé na prestação directa.

 

Foi um choque muito grande vir de uma cidade e chegar aqui?

Foi uma decisão muito pensada. Claro que não foi fácil. Havia uma coisa que eu sabia quando estava em Lisboa. Não queria ser médica do hospital. Eu gostava de estar cá fora com as pessoas, não podia tratar de um número de cama. Tinha que tratar da senhora Antónia, do Francisco. Quando fui para a periferia experimentei essa realidade. Mas posso dizer que nos primeiros meses não foi fácil, apesar de ter cá família, de ter os meus filhos e o meu marido.

 

Porquê?

Coruche era um ambiente muito fechado. Eu venho dos anos 60, tenho todos os tiques das pessoas dessa época. Chego a Coruche e sou médica. O ser médica aqui era ser uma pessoa de referência, quer queiramos quer não. Mas eu era uma médica que usava chinelas, que usava saias compridas, que tinha um cabelo até à cintura, que brincava com os filhos no jardim, que ia à praça às compras. Numa primeira fase incomodava-me principalmente a forma como as pessoas me olhavam. Quando vinham à consulta eu era a médica, mas lá fora havia um ar de desconfiança. Ainda por cima eu era nora de uma pessoa muito tradicional e penso que muito querida em Coruche, que era dono de uma mercearia, o Faustino Capaz.

 

O seu marido também veio trabalhar para cá?

Não teve tanta dificuldade mas também não foram só facilidades. Ele foi a primeira pessoa de uma família de referência a andar de sandálias. Um vizinho uma vez disse-lhe que andar de sandálias não era muito próprio, por exemplo.

 

Não pinta o cabelo. É por opção. Por comodismo?

Também. Já tenho cabelos brancos desde os 30 anos, já me habituei. Nunca me preocupei muito com a idade que tenho. Há uns dias que dizemos que gostávamos de ter 30 anos e voltar a fazer não sei o quê. Mas tenho estado bem com a idade que tenho. Os meus melhores anos foram os quarentas, quarentas e muitos. Se calhar porque tinha os filhos crescidos e portanto já podia fazer outras coisas. Tenho dois rapazes e dois netos.

 

É frequentadora das festas de Coruche?

Sou um bocadinho despegada. Gosto de ir à inauguração e de vez em quando passo por lá. Vou ver alguns espectáculos e vou jantar às tasquinhas. Mas sinto que as festas são importantes. Fazem-me sentir que pertenço aqui. Que isto também é meu. Não sou de cá mas sinto-me perfeitamente adaptada.

 

E touradas?

Não sou uma especial aficionada. Se me perguntar se já fui a alguma digo-lhe que fui a duas ou três. Gosto de ir lá para ir ver como é. Sou pouco fundamentalista na maioria das coisas. Sou muito de consenso de discutir as coisas comigo própria. Divirto-me muito com as garraiadas porque acho que as pessoas que estão lá dentro também se divertem. Gosto do cortejo etnográfico, acho que é uma pesquisa importante e que mostra de onde é que Coruche veio. À procissão nunca vou.

 

Há quem não goste da requalificação da zona ribeirinha.

Eu acho que a zona ficou muito melhor. Não tem qualquer comparação. Gosto do espaço. É um espaço que pode ser ocupado de várias formas. É um espaço que deu alguma ordenação ao estacionamento. Ficou bonito. Coruche ficou mais relacionada com o rio. Antes era o rio que se relacionava com a vila. Ele é que vinha até cá quando galgava as margens. Isso foi um benefício enorme para a vila. Coruche não tinha muitos espaços de lazer e de encontro.

 

“O meu Partido do coração é o MÊS”

 

Começou a interessar-se por política quando?

Antes do 25 de Abril houve alguns problemas na minha faculdade. A PIDE chegou a entrar no hospital de Santa Maria. Mas foi já em 1974, quando estava no meu quarto ano. Francamente só a partir do 25 de Abril é que comecei a interessar-me por política. Antes era mais a questão reivindicativa estudantil, as condições de ensino, as condições de trabalho no hospital de Santa Maria.

 

A sua orientação foi logo para o PS?

Não. Entro no PS quando o Ferro Rodrigues se candidata a secretário-geral. Entrei eu e o Vieira da Silva. Comecei no Movimento de Esquerda Socialista. Aliás é o meu único partido pensado. É o meu partido do coração como se costuma dizer. Era um partido que tinha gente de todas as condições, éramos capazes de nos ouvir uns aos outros, de nos tratar mal uns aos outros, de construir coisas em conjunto.

 

Primeiro meteu-se na medicina e depois na política.

Estar organizada em termos políticos só quando surgiu o convite para ir para a Assembleia da República.

 

Entrou na lista de candidatos do PS por causa das quotas das mulheres?

Se calhar foi. Lembro-me que a primeira lista em que concorri, em 1999 fui colocada em quarto lugar porque o PS tinha decidido que havia de ter uma mulher em quarto lugar. Fui convidada e na altura não foi uma coisa que me agradasse muito. Mas depois pensei que se calhar tinha um papel a fazer. O desafio da altura tinha muito a ver com a condição feminina, com o papel das mulheres, com as questões relacionadas com a interrupção voluntária da gravidez. Isso convenceu-me a experimentar. Entrei como independente e só mais tarde é que me filiei.

 

E a experiência como foi?

Não foi fácil. Quando cheguei a maioria das pessoas já lá estavam há muito tempo. Eu conhecia toda a gente e ninguém me conhecia, nem ninguém me falava. Eu sempre achei que era uma técnica na política e portanto não sei falar de tudo, recusava-me a falar de tudo. Podia manifestar algum tipo de opinião mas em termos de intervenção sempre me recusei a falar daquilo de que não sabia o que estava a dizer.

 

Fez sempre os mandatos todos?

Fiz dois mandatos que não chegaram ao fim. O primeiro foi porque o Guterres saiu. O segundo foi porque a Assembleia foi dissolvida no tempo do Santana Lopes. Mas foi muito gratificante. Porque tive as duas experiências. Estive no poder, embora sem maioria absoluta e estive na oposição.

 

Lembra-se da primeira vez que falou no plenário.

Acho que foi uma pergunta ao Governo. Uma pergunta ao governo quando pertencemos ao partido do governo é o mais fácil.

 

Depois fez parte da Assembleia Municipal de Coruche.

Fui desafiada para concorrer a presidente da câmara mas não tenho vocação de autarca executivo. Sou mais para um planeamento mais largo, mais vasto, mais macro. Não tenho características de um trabalho muito local, muito localizado. Gosto de ter horizontes mais largos. Não aceitei mas aceitei a assembleia municipal. Na altura em termos políticos era importante.

 

Do que não gostava na Assembleia Municipal?

Não gostava das pessoas que queriam trazer as polémicas políticas nacionais para o discurso local. Houve um período em que não era bem vista nem pela oposição nem pelo PS, mas quem está a dirigir uma assembleia tem este problema.

 

Tem um discurso muito directo, muito prático. Como é que dava com os jogos de bastidores…

Não me dei muito bem. Costumo dizer que prometo as coisas quando tenho a certeza que sou capaz. Senão digo vamos trabalhar em conjunto para. As coisas que são muito feitas nos bastidores a mim nunca me agradaram muito. E se calhar não é só isso. Para ter o meu percurso pessoal e para ganhar o meu dinheiro nunca precisei de estar por dentro de jogos políticos. E isso deu-me sempre muita liberdade.

 

Há liberdade em Portugal?

Estamos num país em que há liberdade. Não tenho dúvida. Penso que não volta atrás. O que acho é que há muitas pessoas que se auto-censuram. Que não dizem espontaneamente aquilo que poderiam dizer. Ou porque pensam que o emprego está em risco, ou porque não querem arranjar chatices. Isso não quer dizer que o valor liberdade não esteja presente. A liberdade é a escolha. É o poder dizer ou não. Se não puder de todo dizer, aí não tenho liberdade, agora se puder escolher o valor liberdade existe.

 

A boa aluna

 

Nasceu em Lisboa a 16 de Setembro de 1951 e foi lá que passou a infância, a adolescência e parte da idade adulta. Chama-se Portugal e gere um agrupamento de Centros de Saúde mas não tem qualquer relação familiar com Rui Portugal, o actual presidente da Administração de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo. É a mais nova de três irmãs e só foi para medicina porque era muito boa aluna e teve direito a uma bolsa de estudo. E porque começou a trabalhar enquanto estudava. “A minha família não tinha posses para eu estudar. O meu pai era condutor dos eléctricos da Carris. A minha mãe era empregada de limpeza analfabeta. Vivíamos numa zona entre Algés e Linda-a-Velha”.

Enquanto jovem interessou-se por música e fez parte de um coro académico na universidade. “Gostava muito de ter aprendido música mas nunca foi possível. Também gostava de fazer teatro e um pouco mais nova jogava basquetebol, cheguei a ser iniciada no Benfica porque a professora do liceu onde eu estava, que era o liceu de Oeiras, era treinadora no Benfica. Mas foi tudo passageiro”.

 

in O Mirante

publicado por portuga-coruche às 07:15
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Criado site com informação sobre incêndios em tempo quase real

Da FAO
Foi colocado hoje online um site, criado pela Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), onde é possível aceder a informação sobre os incêndios que deflagram em todo o mundo em tempo quase real
Site destina-se a quem combate incêndios
Denominado Global Fire Information Management System (GFIMS), o site tem como objectivo ajudar os países no combate aos incêndios, ao mostrar quais as áreas que necessitam de intervenção.

Os dados incluídos no site baseiam-se em informação recolhida por satélites da NASA sobre focos de incêndio, com um lapso temporal de cerca de duas horas e meia desde que o satélite capturou as imagens e a sua divulgação.

Através do site os responsáveis pelos combates aos fogos podem ainda subscrever um serviço de alertas por e-mail sobre uma determinada área geográfica, para saberem quando é que surge um novo foco de incêndio que ainda não tenha sido identificado.

Segundo a FAO, com este site pretende-se ajudar os responsáveis a aceder a dados de satélite, que antes estavam dispersos por diversas fontes, em tempo útil para evitar maiores danos.

 

in SOL

 

 

 

 

publicado por portuga-coruche às 07:10
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