Domingo, 28 de Março de 2010

COFAP propõe programas de férias nas escolas públicas

 

Páscoa: Oferta de actividades multiplicam-se por todo o País

Como ocupar os miúdos de férias

 

 

Manuel Moreira
No Oceanário de Lisboa há ‘Férias debaixo de Água’ para crianças
No Oceanário de Lisboa há ‘Férias debaixo de Água’ para crianças

Por todo o País existem inúmeras alternativas para ocupar crianças e jovens nas duas semanas de férias da Páscoa, que agora se iniciam. Conhecer os bastidores do Zoo de Lisboa, passar uma ou duas semanas a treinar no Estádio da Luz, aprender a moldar barro no Museu da Olaria de Barcelos ou desenvolver a criatividade e capacidade de expressão na Fundação Serralves (Porto) são algumas das alternativas disponíveis no roteiro que o CM apresenta.

Nos principais centros urbanos, as famílias têm quase sempre de abrir os cordões à bolsa, mas em cidades mais pequenas há autarquias que oferecem programas gratuitos. É o caso de Albufeira, que promove um programa grátis para 40 jovens dos 10 aos 18 anos que inclui um cruzeiro e uma viagem à Isla Mágica (Espanha), entre outros. Já não há vagas e até tem lista de espera.

Já em Lisboa, as coisas são mais complicadas. Joana, de 8 anos, vai experimentar pela primeira vez um campo de férias perto de Vila Franca de Xira. "Vão ser três dias de actividades radicais e vai custar 105 euros. "É um presente de anos", diz Filipa Gordo, de 34 anos, mãe de mais três filhos. "Como estou desempregada posso ficar com eles. As férias são para dormir à vontade, ficar de pijama até às 4 da tarde, passear ou ir até à casa dos avós".

Para quem está a trabalhar, os programas do Oceanário ou do Zoo de Lisboa podem ser uma boa alternativa. Das 9h00 às 18h00 as crianças vivem experiências únicas. "Os miúdos podem, por exemplo, preparar e levar a comida aos lémures ou visitar os bastidores do delfinário", explica ao CM Antonieta Costa, responsável do centro pedagógico. Os centros Ciência Viva e museus por todo o País apresentam também várias opções.

 

CONFAP PROPÕE PROGRAMA NAS ESCOLAS

A maioria das famílias portuguesas não tem capacidade financeira para colocar os filhos em actividades de férias. A Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap) sugere, por isso, que haja uma oferta de programas de férias nas escolas públicas.

"Era essencial que houvesse uma oferta generalizada de actividades de férias nos agrupamentos escolares em articulação com as autarquias. Isto prevendo que os pais com disponibilidade comparticipem, enquanto 20 a 30 por cento não pagaria, por ter direito à acção social", disse ao CM Albino Almeida. O líder da Confap sublinha que já há oferta disponível em algumas escolas, mas admite que a resposta da "rede privada e das IPSS" tem sido decisiva.




Bernardo Esteves/A.M.S./ J.C.E./ L.O./ G.S./ N.R.
 
in Correio da Manhã
 
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Podia ser numa prisão dos "states" mas é numa escola primária

Pais queixam-se de insegurança em primária escola do Pego

O Agrupamento de Escolas D. Miguel de Almeida, de Abrantes, anunciou ter entregue à Comissão de Protecção de Crianças e Jovens a resolução de casos de agressão registados numa escola primária, em Pego. A decisão surge depois da denúncia de vários encarregados de educação de que “há crianças constantemente agredidas por dois miúdos problemáticos”.

A Associação de Pais e Encarregados de Educação (APEE) confrontou o Agrupamento de Escolas com a “inevitabilidade de tomada de decisões” ou, então, segundo afirmam, não irão sujeitar mais os seus filhos à frequência de uma escola com cerca de 80 alunos, que “não é segura”.

Segundo disse Sérgio Vicente, presidente da Associação de Pais e Encarregados de Educação da escola primária de Pego, “há miúdos constantemente agredidos e que não querem ir à escola, com episódios de navalhas de ponta e mola, tabaco na escola, agressões físicas e verbais constantes durante os intervalos às outras crianças e inclusivamente a funcionários e professores”.

“Recentemente, até um menino de 6 anos foi molestado sexualmente nas instalações sanitárias do estabelecimento de ensino, valendo o surgimento de uma auxiliar que travou o episódio”, referiu o responsável, pai de duas meninas que frequentam aquela escola.

Segundo disse um outro encarregado de educação, que pediu reserva na identificação, à enteada, de 7 anos, “cospem-lhe no prato na altura das refeições, já lhe espetaram um lápis afiado na perna e foi pontapeada com violência mostrando-se sempre muito agitada e com medo na hora de ir para a escola”.

“Esta é uma situação que não pode mais continuar”, afirmou Sérgio Vicente, tendo acrescentado que “os pais ponderam deixar de levar os seus filhos à escola, como forma de protesto e como forma de proteger as crianças”

Segundo declarou, os pais “estão saturados de todos estes episódios”, tendo reunido e decidido fazer “um último apelo às apáticas entidades responsáveis” para a resolução do problema. “Decidimos dar 15 dias de tolerância, depois do reinício das aulas, para que actuem perante as crianças e os pais responsáveis pela situação, transferindo-os ou encontrando uma solução, uma vez que aquelas crianças também precisam de ajuda especializada”. “Caso nada se faça, os pais decidiram que vão deixar de levar os filhos à escola”, afirmou o responsável pela APEE.

Jorge Beirão, responsável pelo Agrupamento de Escolas D. Miguel de Almeida, disse ter “conhecimento da situação”, tendo afirmado que alguns dos casos relatados estão a ser “empolgados”. “De qualquer forma”, acrescentou, “as coisas estão encaminhadas tendo o caso sido entregue à Comissão de Protecção a Crianças e Jovens”.

 

in O Mirante

publicado por portuga-coruche às 11:21
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Sábado, 27 de Março de 2010

O mistério dos '20 a tudo'

Tiveram a melhor nota a todas as disciplinas do 12.º ano  e ganharam um prémio de cinco mil euros. Lígia, Pedro  e Teresa, 18 anos, são exemplos de sucesso escolar. Porquê  é que não é fácil explicar

Pense lá: se ouvir dizer que houve vários alunos que tiveram 20 a tudo no 12.º ano, imagina-os como? Óculos grossos, macilentos, tímidos e gaguejantes, carregados de acne e complexos, fechados em casa todo o santo dia à frente do computador e enterrados nos livros, só saindo para ir à biblioteca e à escola, sem saber o que é um bar, quanto mais um concerto ou um shot ou, horror, um charro, sem vida social nem vislumbre de romance. Certo? Errado.

A Teresa, por exemplo. "Marrona, eu? Nunca me vi como tal e nunca ninguém me viu como tal. Nunca houve uma festa a que tenha faltado ou um evento... Sou uma pessoa curiosa - gosto muito dos outros, de me envolver, sou divertida, e acho que sim, acho que sou popular." A rapidez das frases, o tom prazenteiro, o cuidado na escolha dos termos certifica o à-vontade da autodescrição. Sim, Teresa é, ou pelo menos parece, uma rapariga alegre, sem semelhanças com o que reconhece ser "o estereótipo do bom aluno". "Havia a ideia de que era preciso estar muito tempo a estudar, não fazer nada senão estudar. Mas acho que ter uma vida completa, social e emocional, é muito importante. Os bons alunos também precisam muito dessa parte."

Habitante de Coruche, frequentou a respectiva escola secundária, onde se envolveu na associação de estudantes, fez teatro, desporto - de natação a aeróbica - ou seja, tudo aquilo a que considerou ter direito. De todas as disciplinas em que lhe foi atribuída nota máxima no 12º ano, escolheu o Português com tema para se candidatar ao prémio Padre António Vieira da Academia de Ciências de Lisboa, escrevendo um texto sobre "a importância da língua e a forma como está relacionada com a vocação". A vocação é, no caso, medicina - o curso que escolheu e cujo primeiro ano experimenta, na Faculdade de Medicina de Lisboa.

Coincidência, foi o mesmo curso, embora noutra faculdade, que Lígia, vencedora do prémio Pedro Nunes, escolheu. Natural de Lamego, a Matemática é o seu território - "Desde miúda, quando estava a estudar outra coisa qualquer estava sempre a pensar que me apetecia era fazer exercícios." Escolheu ser médica tarde ("Confesso, não foi uma daquelas 'vocações' de infância, fui-me apaixonando.") e assume "pensar pouco no futuro". Ao ponto de, quando se lhe pergunta que sonhos tem por realizar (por exemplo, como vai aplicar os cinco mil euros do prémio ), hesitar, rir: "Assim de repente... Não sei. Talvez uma megavolta ao mundo. Ambição agora é tirar o meu curso. E sem pensar muito no tempo que vai levar, senão ficava já maluca. Sou sincera: nunca fui de planear muito o que vou ser."

A viver no Porto com o irmão mais velho, estudante de engenharia física, num apartamento que os pais, uma educadora de infância e um assistente administrativo, compraram para o efeito, Lígia sente a responsabilidade de estar à altura do "voto de confiança" e do "grande investimento" dos pais mas tem saudades deles e e dos amigos, e do ambiente familiar de Lamego e da escola. "Passei de uma cidade pequena em que toda a gente se conhecia para uma tão grande… E entrei numa faculdade em que os professores são mais distantes."

A interactividade e familiaridade são, aliás, dois dos factores que cita como estando na base da sua boa relação com a escola. Que começou muito cedo, no pré-escolar: Lígia frequentou o infantário onde a mãe trabalha. "Nunca pensei na escola como uma pessoa a explicar e as outras a ouvirem. Tive sempre muita sorte com os professores, era tudo muito interactivo. E sinto que isso teve muita importância no chegar onde cheguei. Isso e o apoio emocional dos meus pais, sempre muito presentes."

Para estudar, Lígia gosta de barulho: "Não consigo em silêncio completo. Tenho a mania de estudar à frente da TV. Gosto de séries, vou deitando um olhinho..." Em flagrante contraste com Teresa, outra deslocada (está a viver em Lisboa num apartamento partilhado com dois amigos, um de Farmácia e outra a estudar para técnica de medicina nuclear) que é adepta do sossego radical. "Estudo em silêncio, só eu, os meus livros e os meus pensamentos. Faço-o em pequenos períodos, muito concentrada. Nunca estudo um dia todo, aliás nunca estudo mais de duas horas de cada vez, e não todos os dias. E falo sozinha". Fala sozinha?! "Sim, falo. Para mim tudo é com base na oralidade. Leio, falo, faço esquemas... Falo muito - estudar para mim é isso."

Nem agora, que sente que num semestre dá "tanta matéria como no secundário todo", Teresa estuda todos os dias. "Para se aprender bem não é necessário. Acho as aulas essenciais, e perguntar sempre até perceber. Sem perceber as coisas, não é possível fixá-las." Filha única de uma professora de educação especial e de um funcionário público, nunca estudou com os pais. "A minha mãe, ao princípio, só via o resultado dos trabalhos de casa e se uma conta estivesse mal feita dizia para eu repetir. De resto, deixaram-me criar o meu próprio método, o meu ritmo." E, ao contrario de Lígia, que diz gostar muito de museus mas estar ainda à espera que o irmão a leve a Serralves como prometeu, Teresa usufrui plenamente da cidade grande. "Saio à noite de vez em quando: vou ao Bairro [Alto] e a Santos. E vou imenso ao cinema. É ao lado de casa..."

Nas saídas nocturnas, Teresa já se terá cruzado com o terceiro membro dos magníficos, Pedro que começa logo por certificar: "Não gosto de ser conhecido como 'o bom aluno'. É uma coisa que nos transforma em freaks, nunca me vi como o típico marrão e nunca me privei de nada. Alguns amigos que não participavam do ambiente escolar, quando souberam do prémio ficaram muito surpreendidos, surgiram até várias piadas, do género 'E se aparecessem umas fotos tuas à noite no Bairro?' A ver se a imagem não fica muito tipificada. Aliás, se tivesse de me definir não me definiria como um bom aluno - sou um curioso. Claro que sempre tive preocupação, sim - sempre ia acompanhando as aulas. E nunca estudei na véspera nem nunca usei uma cábula - sempre tentei ter muita integridade."

Uma torrente, o Pedro, prémio Alexandre Herculano com um ensaio sobre História. Discurso cuidado, palavras "difíceis", e a evidência de um pensar vivo, comunicativo, feliz. "Sempre gostei muito da cultura da palavra, sempre cultivei muito isso. É um exercício, desde miúdo que as pessoas ficam surpreendidas. Tenho uma quase obsessão pela originalidade e sempre tentei ter uma linguagem própria. Tento sempre é que as pessoas não pensem que é pretensiosismo - tento gesticular muito e sorrir." Filho de uma professora de Geografia e de um juiz desembargador, residente em Carcavelos, Pedro estudou nos Salesianos de Manique, uma escola privada com protocolo estatal "na qual não se paga" e que considera um exemplo. "Une o melhor de dois mundos. É uma escola de missão, um projecto educativo de muita proximidade." Catequista durante algum tempo, Pedro acabaria por passar por "uma secessão": "Fui percebendo que aquilo em que eu acreditava não fazia diferença em relação aos meus valores e à maneira como vivia. Foi um período muito complicado para mim, porque tentei sempre viver as coisas com muita honestidade." A honestidade que o terá impedido de, presidente da Associação de Estudantes, e claramente com ambições políticas - está a tirar Direito na Universidade Nova de Lisboa e tem como "objectivos mais idílicos o direito internacional, comunitário, a política" - filiar-se num partido: "Achei que podia conspurcar a minha construção de perspectivas."

A construção de perspectivas, pois: se calhar é a consciência disso que faz Pedro, Lígia e Teresa diferentes. Afinal, de comum só têm, além de mães ligadas ao ensino e de pais interessados e encorajadores, vontade de saber. Curiosidade, como diz o Pedro. Sabe-se lá o quê, pensam a Lígia e a Teresa, e ele resume: "Nunca tive uma negativa, mas lembro-me de alguns anos chegar ao fim do ano e pensar 'como é que fiz isto?'"

 

in DN

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Sexta-feira, 26 de Março de 2010

Terramoto de 8.8 no Chile

Alguns videos do terramoto de 27 de Fevereiro

 

 

 

 

 

 

 

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GNR deteve 11 pessoas e apreendeu milhares de doses de estupefacientes

A GNR deteve esta semana no distrito de Santarém 11 pessoas, quatro suspeitas de tráfico de estupefacientes e sete por posse de armas, tendo apreendido milhares de doses de diversos estupefacientes.

Em comunicado, a GNR afirma que militares do Núcleo de Investigação Criminal (NIC) do destacamento territorial de Coruche detiveram na segunda-feira, em flagrante delito, um casal de vendedores ambulantes, com 59 e 50 anos, residentes no concelho de Benavente, por suspeita de posse de droga.

No interior da viatura em que seguiam foram encontradas mais de 500 doses de cocaína, mais de 3800 doses de heroína, mais de 300 doses de crack, uma balança digital e cerca de 20 mil euros em dinheiro, afirma o comunicado.

Numa busca à residência do casal foram ainda encontradas uma arma caçadeira semi-automática, diversas munições de diferentes calibres, 300 gramas de bicarbonato de sódio, três telemóveis e diverso material utilizado no corte e preparação da droga.

Nesta operação foram ainda apreendidas duas viaturas no valor de 40 mil euros, acrescenta a nota. A GNR suspeita que o casal geria uma rede de tráfico de droga que se estendia pelos distritos de Santarém, Lisboa, Setúbal e Évora.

Presentes ao juiz de instrução criminal do Tribunal Judicial de Santarém, o homem ficou detido preventivamente e a mulher tem que se apresentar três vezes por semana no posto da área de residência.

Na terça-feira, durante buscas domiciliárias realizadas em duas residências do concelho de Almeirim, no âmbito de uma investigação relacionada com tráfico de estupefacientes, militares do Núcleo de Investigação Criminal do destacamento territorial de Santarém detiveram duas mulheres, com 29 e 68 anos.

Nesta operação foram apreendidas 142 doses de heroína, 34 doses de cocaína, 590 euros em dinheiro e diversos artigos provenientes de furtos. No mesmo dia, uma operação que envolveu 78 militares do NIC de Santarém, das Equipas de Intervenção Rápida, das secções cinotécnicas de Santarém e Tomar, da Unidade de Intervenção e dos comandos territoriais de Leiria e Setúbal levou à detenção de sete pessoas, cinco homens e duas mulheres.

Nas buscas realizadas a seis residências nos concelhos de Santarém e Montijo foram apreendidas diversas armas, entre pistolas, revólveres e espingardas (shotgun), diversos carregadores, munições, cartuchos, telemóveis e vários documentos, afirma ainda o comunicado

 

in O Mirante

 

Esta "história" repete-se num ciclo interminável! Parece que só existe o "acto consumado". Não existe o "antes" e o "depois"! A polícia actua e os tribunais aplicam a lei. Mas a situação continua a arrastar-se.....

Existiu um "antes" a que podemos chamar "prevenção" que se encontra aqui e ali numa fase embrionária e não coordenada porque as autoridades não lhe dão a importância que deveria ter. Sabendo-se onde e como germinam as "carreiras" criminosas e a que necessidades querem corresponder teríamos que anular os "grandes problemas" quando ainda são uma "promessa de problemas".

Do mesmo modo de que vale alguém cumprir uma pena se depois isso contribui apenas para se afastar ainda mais da sociedade, reincidir e para mais com uma agenda cheia de contactos de pares que conheceu na prisão? Se a lei não "cortar o mal pela raiz" ele volta a germinar e, como um vírus, mais organizado e tentando não cometer os mesmos erros.

Como não cabe aos tribunais acabar com o crime mas sim aplicar a "lei" de acordo com a "lei", nem à policia, que procura gerir os parcos recursos que possui detectar as infracções à "lei" existe aqui um vazio enorme que acaba por dar aos agentes da lei e à sociedade a "ideia" que isto nunca vai acabar.

E não acabará! Pelo menos enquanto não se procurar a "cura" em vez de se andar a eliminar os "sintomas". Os sintomas são os actos que afectam a sociedade, consumados por agentes (os criminosos) que tiveram de surgir num ambiente que facilitou o seu percurso e onde as consequências, para quem nada tem a perder, nem são preocupação, quanto mais prioridade.

Não existe tráfico se não existir consumo.

Não existe roubo de quilómetros de fios de cobre se não existir quem compre esse material.

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Quinta-feira, 25 de Março de 2010

Herói de Alhandra salva menino de quatro anos

Criança dormia na cadeira do carro que caiu ao Tejo 
 

 

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Um carro mal travado, com uma criança de quatro anos lá dentro, deslizou para o rio, em Alhandra. Paulo Oliveira, que passeava no local, foi o herói que se lançou ao Tejo para salvar a criança. “Tive medo de falhar”, confessa.

Uma criança de quatro anos, que dormia na cadeira instalada no banco traseiro do carro dos avós, foi salva por Paulo Oliveira, 38 anos, quando o veículo se afundava nas águas do Rio Tejo, depois de o avô não ter travado bem a viatura, junto à zona ribeirinha de Alhandra, concelho de Vila Franca de Xira.

O homem, trabalhador na área da logística de uma empresa de tintas, natural de Vila Franca de Xira, residente em Alhandra, passeava com a esposa e um amigo quando ouviu os gritos da avó a pedir ajuda que, agarrada a uma das portas, tentava desesperadamente parar o veículo que se precipitava no leito do rio.

“Parei o carro e fui dar uma voltinha junto ao rio com o meu neto mais velho. O pequenino estava a dormir e deixei a avó a olhar por ele. O carro ficou destravado ou mal travado, deslizou e foi à água. Foi distracção”, relata João Lourenço, 64 anos, morador no concelho de Loures e que apanhou em Alhandra o maior susto da sua vida na tarde de domingo, 21 de Março.

“Assim que embalou, o carro entrou pela água adentro com uma velocidade, mas a senhora nunca o largou. Quando lá cheguei ouvi-a dizer, “ai o meu menino”. Foi aí que me apercebi de que estava uma criança no interior da viatura. Não hesitei e entrei para dentro da água”, relata Paulo Oliveira a O MIRANTE, que confessa. “Tive medo de falhar. De não conseguir tirar o menino cá para fora. Graças a Deus que a porta abriu logo. Para tirar o cinto da cadeirinha ainda entrei um bocado em pânico pois não estava a conseguir e a água estava a entrar. Felizmente consegui desprender o cinto e retirar a criança, que já tinha água pela barriga. Foi tudo muito rápido e o carro fundou-se logo em segundos”, conta Paulo Oliveira.

Depois de resgatada, a criança, que tremia de frio, foi agasalhada com roupa do irmão mais velho de sete anos. A avó ficou presa entre a viatura e um bloco de cimento, que se encontra já no rio, junto à margem, e teve ferimentos nas pernas. Foi transportada pelos Bombeiros de Alhandra para o Hospital de Reynaldo dos Santos em Vila Franca de Xira em estado de choque, mas teve alta no próprio dia.

Depois de reflectir, passadas algumas horas sobre o sucedido, Paulo Oliveira tem consciência que salvou a vida daquela criança mas não se considera um herói. Reconhece que as coisas podiam ter corrido mal e garante que aquela tarde de domingo ficará para sempre gravada na sua memória. A primeira noite é que foi mais difícil. “Quando fui para a cama não consegui dormir. Só via a água a entrar no carro. De meia em meia hora acordava e pensava no que se passou”, refere.

Paulo Oliveira abandonou a zona do Cais 14, pouco depois dos Bombeiros de Alhandra terem chegado ao local e não foi visto por mais ninguém. Diz que recebeu uma palmada nas costas do avô da criança e foi-se embora mudar de roupa que estava toda molhada. “Não o conheço. Mas ele é que salvou a criança”, assegura emocionado José dos Santos, 60 anos, também avô e que testemunhou o acontecimento que teve um final feliz mas que poderia ter terminado em tragédia, caso não fosse a coragem e sangue frio de Paulo Oliveira.

A viatura foi retirada do rio pelos Bombeiros de Alhandra. De acordo com o comandante esta foi a primeira vez que uma situação destas aconteceu naquele local. Para a presidente da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira o local não necessita de protecção e congratula-se que tudo tenha acabado bem. “Felizmente não há nada de grave a lamentar a não ser o susto. Ainda bem que alguém intrépido, corajoso e generoso, de imediato interveio”, disse Maria da Luz Rosinha.

 

in O Mirante

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Pais agridem responsável de jardim-de-infância de Alcanena

Filha de nove anos terá dito aos pais que homem a tentou beijar na boca

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Instituição repudia acusações de pedofilia mas quer ver o caso “totalmente esclarecido” e chama Polícia Judiciária para investigar.

 

 

 

 

Um membro da direcção do Centro de Bem-Estar Social de Alcanena, com o pelouro da creche e jardim-de-infância, foi violentamente agredido na tarde de quinta-feira, 18 de Março, pelos pais de uma aluna da escola primária localizada nas proximidades dessas valências. A agressão ocorreu pelas 17h30 no átrio do jardim-de-infância, à frente de crianças, pais e funcionários. Na vila o caso está a ser bastante comentado, existindo no entanto versões contraditórias sobre o que terá acontecido na realidade.

Para “esclarecer todas e quaisquer dúvidas que possam existir na comunidade”, a instituição vai pedir à Polícia Judiciária que investigue o caso, optando por afastar preventivamente – embora ainda não o tivesse deliberado - o membro da direcção até que tudo esteja em pratos limpos. “A Polícia Judiciária terá todas as portas abertas na instituição”, frisou a O MIRANTE Guilherme Ramos, actual presidente da direcção do Centro de Bem-Estar Social de Alcanena.

De acordo com o apurado, o suposto assédio sexual teria acontecido na segunda-feira, 15 de Março. A aluna estava a jogar à bola quando esta saltou a vedação e foi parar aos terrenos do jardim-infantil do Centro de Bem-Estar Social. Acompanhada por uma colega, atravessou a rede através de um rombo quando supostamente foi interpelada pelo responsável. A menina queixou-se aos professores que este a terá tentado beijar e a colega que a acompanhou também o terá dito.

Os pais foram chamados à escola no dia seguinte. Na quinta-feira, decidiram ir pedir explicações ao visado e esperaram que o mesmo saísse das instalações do jardim-de-infância, onde a mãe da menina chegou a trabalhar quatro anos como funcionária adminsitrativa. Após o confronto verbal, seguiu-se o físico. Na sequência das agressões, o homem, com cerca de 70 anos, teve que receber tratamento no Hospital de Torres Novas e a GNR foi chamada ao local. No sábado, o agredido apresentou queixa na GNR contra os pais da criança por ofensas à integridade física.

 

Instituição quer que Polícia Judiciária investigue

 

Também Centro de Bem-Estar Social de Alcanena vai avançar com uma queixa-crime contra os pais da criança por dois motivos: invasão de propriedade privada e difamação, uma vez que o pai da criança terá dito, durante as agressões, que “existia um pedófilo” a trabalhar naquele local. “Essa é a acusação mais grave que fizeram à associação. As educadoras estão continuamente com as crianças, seja nos recreios, seja enquanto dormem. Para nós não restam dúvidas, o problema é a dúvida que esteja na população”, frisou Guilherme Ramos.

“Queremos isto bem esclarecido e com todas as consequências para quem faz esta acusação”, reforça Guilherme Ramos para quem o caso se resume a uma “enfabulação”. Mesmo assim, e por conselho, o visado pelas acusações – que é membro da direcção desde 2008 - não vai voltar ao jardim-de-infância até que as investigações estejam concluídas

O MIRANTE tentou ouvir a versão dos pais da criança, nomeadamente para saber se apresentaram, por sua vez, alguma queixa na GNR ou no Ministério Público. Chegou mesmo à fala, na manhã de quarta-feira, 24, com a mãe da menina que se mostrou muito incomodada com o nosso contacto, não querendo prestar quaisquer declarações, desligando o telefone em seguida

 

in O Mirante.

 

Então agora perante qualquer suspeita e desentendimento bate-se e pronto? Uma coisa é a apresentação de uma queixa outra é julgar uma situação que realmente poderá ser um caso de pedofilia mas também poderá ser uma demonstração de afecto. Dar um beijo na cara a uma criança ou fazer uma festa poderá dar numa situação destas? Se uma criança chorar não a podemos pegar ao colo? Este caso necessita ser esclarecido. O facto de existir uma testemunha leva-me a crer que o que se passou não passa de um mal entendido, mas não estava lá e cabe ás autoridades esclarecer o que se passou e punir os responsáveis.

 

publicado por portuga-coruche às 07:20
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Funcionária de escola de Coruche agredida por familiares de aluna

Agressão aconteceu dentro da escola de primeiro ciclo de Vale Mansos


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Agrupamento Educor abriu processo disciplinar a seis alunos e transporte escolar está suspenso para crianças de comunidade residente na vila.

 

 

 

 

Uma auxiliar de acção educativa da escola de Vale Mansos, em Coruche, foi agredida por familiares de uma aluna e assistida no Hospital de Santarém, de onde teve alta na manhã seguinte. Tudo se passou na quinta-feira, 18 de Março, pelas três da tarde. Maria José Pascoal estava junto ao portão na hora de saída das crianças, quando três mulheres e um homem irromperam pela escola. A funcionária foi alvo de murros, pontapés e puxões de cabelos. A GNR adianta que só uma mulher agrediu a funcionária.

Maria José sofreu escoriações na face e numa perna e ficou com muitos cabelos arrancados. Na altura estavam na escola três outras funcionárias e mais uma estagiária, além de três professoras. A auxiliar de 47 anos trabalha há cinco anos na escola de Vale Mansos sem que tenha alguma vez acontecido algo parecido.

A ira dos pais terá sido espoletada por queixas da aluna de nove anos. No dia anterior a criança fora repreendida pela auxiliar de acção educativa à hora de almoço quando servia refeições. “A menina andava no refeitório a correr, a bater com portas e a atirar coisas ao chão, perturbando o ambiente e os colegas. Por isso foi repreendida. Provavelmente foi para casa dizer que lhe tinham dado uma sova”, conta fonte a O MIRANTE que pediu para não ser identificada.

A mesma criança e outras terão também protagonizado maus comportamentos dentro do autocarro camarário que as costuma transportar, saindo dos lugares e retirando os cintos de segurança, pondo em causa a sua própria segurança. A mesma funcionária costuma dar apoio durante o transporte das crianças ao longo de dois quilómetros de trajecto.

A GNR de Coruche chegou rapidamente ao local e identificou os agressores, que já conhecia, especialmente uma das mulheres. Na manhã seguinte, com a auxiliar em casa de baixa, um segurança contratado pelo Agrupamento Educor fazia vigilância à porta da escola. Um elemento que estava previsto começar a trabalhar na escola no dia da agressão mas que estava à hora dos factos a vigiar a Escola EB 2/3 Dr. Armando Lizardo, informa o Agrupamento Educor.

O MIRANTE apurou que dos 48 alunos da escola e jardim-de-infância de Vale Mansos, 11 são de etnia cigana, alguns dos quais mais problemáticos. Devido ao caso, o transporte escolar assegurado pela autarquia foi suspenso para as crianças ciganas no dia seguinte. Também seis crianças da escola estão a ser alvo de processo disciplinar, o que acontece pela primeira vez no agrupamento Educor para alunos tão novos. “Já tínhamos professores de ensino especial e de apoio na escola, mas tem sido muito difícil lidar com estas crianças e os seus comportamentos”, reconhece a presidente do Agrupamento, Fátima Bento.

Com as agressões ocorridas dentro do recinto escolar o crime é público e o auto de notícia da GNR será encaminhado para o Ministério Público para apuramento de responsabilidades. Segundo o comandante do destacamento de Coruche da GNR, Carlos Botas, tratando-se de crianças menores de 12 anos nada se poderá fazer em relação a estas, nem mesmo ao abrigo da Lei Tutelar Educativa, aplicada a jovens entre os 12 e os 16 anos.

 

in O Mirante

 

 

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Jovem de Coruche foi a melhor aluna de Português

Academia de Ciências de Lisboa distinguiu Maria Teresa das Neves com Prémio Padre António Vieira

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Estudante de 18 anos cumpriu o 12.º ano com média de 19,6 valores e obteve 20 à disciplina de Português.

 

Ricardo Carreira

Maria Teresa das Neves foi distinguida pela Academia de Ciências de Lisboa (ACL) como a melhor aluna da disciplina de Português no ensino secundário em 2009. A jovem coruchense de 18 anos recebeu o Prémio Padre António Vieira das mãos da ministra da Educação, Isabel Alçada, numa cerimónia realizada dia 17 de Março, na qual outros dois alunos do país foram distinguidos nas disciplinas de História e Matemática pela ACL.

Na companhia dos pais, Maria Teresa das Neves recebeu ainda um cheque de cinco mil euros pelo feito – obteve nota 20 na disciplina de Português no ano lectivo 2008-2009. Além da nota na disciplina, contou para o prémio o ensaio que Teresa teve de escrever sobre a importância da língua portuguesa.

Mas não se pense que a disciplina de português é apenas a veia inspiradora de Teresa Neves, como é mais conhecida entre colegas e amigos. Obteve notas 20 a português, matemática, biologia, físico-química, filosofia, geologia, tecnologias de informação e comunicação e área de projecto. Inglês, com 19 valores, e educação física, com 18, “estragaram” a média.

Teresa Neves garante que as notas obtidas não reflectem horas a fio passadas a olhar para os livros e a decorar matérias. “O essencial é estar atenta nas aulas e tentar interpretar, fazer experiências e exemplos para chegar à compreensão e lógica das coisas. Para os testes é que costumava estudar uma semana antes”, conta Teresa a O MIRANTE, acrescentando que costuma falar alto muitas vezes quando está a raciocinar sozinha.

Para a jovem estudante, que está a frequentar o primeiro ano de curso de Medicina em Lisboa, tentar compreender sempre foi uma prioridade nas aulas, o que se traduziu na obtenção de notas máximas ao longo dos diferentes níveis de ensino. “Sempre estudei e obtive bases das diferentes matérias. Não se chega ao secundário e aprende-se tudo de uma vez, principalmente no português e na matemática”, duas das suas paixões. Outro factor decisivo para o sucesso de um aluno, considera, é o professor e a capacidade que este tem de motivar e captar a atenção.

Foi a mãe de Teresa, Ilda Neves, professora na Escola EB 2/3 Dr. Armando Lizardo, que viu informação na internet sobre o prémio da ACL e desafiou a filha a concorrer. O pai, Carlos Neves, é funcionário da Câmara de Coruche. De ambos, a filha extrai a importância do apoio decisivo que sempre recebeu.

De resto, Teresa Neves é uma jovem como as demais, que não se priva de nada para “marrar” nos livros e apontamentos. “Levo uma vida normal. Saio com o meu grupo de amigos, jantamos, saímos à noite, vou a festas e não prescindo de nada. Com a ida para a faculdade é que deixei de praticar desporto e estar ligada a actividades sociais quando tinha mais tempo”, garante.

Na Faculdade de Medicina, Teresa Neves nota sobretudo o acumular de matéria, bem superior à do ensino secundário. “Aqui, se calhar vou ter de estudar um mês antes para as frequências”, reconhece.

Teresa Neves antevê uma carreira médica mas ainda não formou um juízo sobre o que quer seguir. Prefere esperar pela parte mais técnica do curso que chega no terceiro ano ou pelo estágio do primeiro semestre, para ir formando uma opinião. Não exclui ainda enveredar pela actividade de escritora, dada a paixão que tem pela língua portuguesa.

 

 

in O Mirante

publicado por portuga-coruche às 07:11
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Ministra da Saúde garante 3 médicos para Benavente

 

Andamos a pouco e pouco a adiar o inadiável. Aquele SAP de Benavente não tem nenhumas condições físicas para funcionar 24h por dia. A falta de pessoal é notória. Porque não fazer uma estrutura nova de raiz que abranja os concelhos de Benavente, Coruche e Salvaterra? Poderia ter uma gestão semi-privada desde que oferecesse um atendimento de qualidade. Claro que tinha que passar pelo pagamento ao pessoal que lá iria trabalhar porque só assim se conseguem cativar bons profissionais. O senhor Dr. Ganhão claro que anda a “puxar a brasa à sua sardinha”, mas está na altura de acabarmos com os bairrismos e passarmos a pensar nas pessoas. Se eu for ao SAP de Benavente à noite, não tenho raio-x; não tenho análises… como é que se consegue fazer um diagnóstico correcto nestas condições?

Encerrem este centro, encerrem o de Coruche, vendam as instalações, arranjem dinheiro e façam uma estrutura que funcione. Já chega de brincar com a saúde das pessoas.

 

 

Pedro Jorge

 

in "O Mirante dos Leitores" no Jornal O Mirante

publicado por portuga-coruche às 07:10
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