Segunda-feira, 25 de Maio de 2009

TV retira ‘spot’ contra os ciganos

 

A televisão checa decidiu retirar do ar o spot da campanha eleitoral do Partido Nacional. O spot pede uma “solução final” para a questão dos ciganos. O partido, de extrema-direita, diz que a decisão da televisão é ilegal.

O governo criticou fortemente o ‘spot’. E o presidente da Comissão dos Media, Vitezslav Jandak, congratula-se pela decisão da televisão checa: “Se alguém propõe uma solução final, isso faz-me lembrar algo. E penso que, apesar da lei, uma lei mais alta se aplica aqui: a lei moral. E estou muito satisfeito que a televisão checa tenha retirado o ‘spot’.”

Estima-se que a comunidade cigana conte entre 160 mil e 300 mil pessoas, ou seja, entre 1,6 e três por cento da população da República Checa. Segundo a Amnistia Internacional, os ciganos são cada vez mais alvo de ataques por parte de grupos de extrema-direita.

Os Verdes já pediram a dissolução do Partido Nacional. E voltaram a pedir também a dissolução de um outro partido de extrema-direita, o Partido Operário, que também tem organizado manifestações anticiganos. Em Março, o Tribunal já tinha decidido que não tinha provas suficientes para dissolver o Partido Operário.

 

in Euronews

publicado por portuga-coruche às 09:29
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Banco Alimentar assina protocolos com 46 instituições

O Banco Alimentar (BA) Contra a Fome de Santarém assina hoje protocolos de parceria com 46 instituições de solidariedade social de 10 concelhos do distrito, que vão ser as responsáveis pela distribuição de alimentos a 6.500 beneficiários.

Ramiro Matos, presidente da direcção do BA de Santarém, disse à agência Lusa que esta estrutura veio colmatar uma falha, uma vez que grande parte dos municípios da Lezíria do Tejo não era abrangida por qualquer Banco Alimentar.

Das associações que assinam hoje os protocolos, apenas três trabalhavam já com outros Bancos Alimentares, duas de Coruche (ligadas a Évora) e uma da Chamusca (Abrantes).

Segundo disse, o protocolo vai permitir encaminhar os alimentos recolhidos pelo Banco Alimentar para 1.200 famílias carenciadas, num total de cerca de 6.500 pessoas.

Desde a inauguração do armazém de Santarém, em Fevereiro, o BA já distribuiu 25 toneladas de alimentos que foram chegando às suas instalações, resultando de ofertas de particulares e de empresas que doaram bens que de outra forma seriam destruídos, e ainda da recolha feita pela Câmara Municipal de Santarém por altura do Natal (quatro toneladas), disse.
 

 

Esta fase serviu para «testar» a estrutura do BA de Santarém, que está já a funcionar com o programa informático que permite obter informação sobre o stock e gerir a distribuição de acordo com as valências e o número de beneficiários de cada instituição, adiantou.

O Banco Alimentar Contra a Fome de Santarém vai realizar a sua primeira campanha pública de recolha de alimentos junto de grandes superfícies nos próximos dias 30 e 31 de Maio, a qual deverá contar com a participação de 1.500 voluntários, grande parte inscrita através do seu site na Internet, mas também elementos do BA, das instituições e dos escuteiros.

A recolha vai decorrer em 34 grandes superfícies e em 24 supermercados da região.

Diário Digital / Lusa
 

 

in Diário Digital

publicado por portuga-coruche às 09:26
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Sexta-feira, 22 de Maio de 2009

Faro: Menina de três anos abandonada de madrugada na rua

 

Uma menina de três anos com sinais de negligência foi hoje de madrugada encontrada abandonada na rua junto ao Refúgio Aboim Ascensão, em Faro, e os pais já foram identificados, disse à Lusa fonte policial.

Segundo o director daquela instituição, Luís Villas-Boas, a criança foi detectada na via pública cerca das 04:00 por uma mulher, que alertou a PSP e aguardou no local que as autoridades chegassem.

Envergando uma camisola e uma fralda, a menina apresentava sinais de negligência "gravíssimos", sobretudo ao nível da higiene, disse Villas-Boas, frisando, contudo, que não tinha sinais de subnutrição.

"Tinha uma quantidade de piolhos incontável e o corpo cheio de picadas, mas não apresentava sinais de ser mal alimentada", referiu, acrescentando que a criança foi conduzida ao Refúgio ao início da manhã.

Antes disso, a PSP tinha transportado a menina até à Urgência de Pediatria do Hospital de Faro, mas como não havia necessidade de cuidados médicos especiais foi accionada a linha de emergência da Segurança Social.

A Segurança Social fez o pedido de acolhimento ao Refúgio e a menina foi conduzida à instituição pela Cruz Vermelha, onde fez exames laboratoriais complementares, tendo recolhido a um quarto cerca das 08:30.

"Estamos a guardar a criança e a esperar que a situação evolua, mas gostaríamos que a criança continuasse no Refúgio", disse Villas-Boas, frisando que a criança só sairá da instituição com ordem judicial.

Segundo o psicólogo e director da instituição, o abandono na via pública configura um dos mais graves crimes no Código Penal em termos de abandono, já que se trata de uma forma de abandono com exposição.

"É preciso criar um serviço nacional de emergência infantil", defende Luís Villas-Boas, sublinhando que o importante é saber que "há soluções para crianças em situações destas".

Entretanto, a PSP já identificou os pais da criança, que residem em Faro, e o processo foi encaminhado para o Tribunal de Família e Menores, que decidirá o desfecho do caso.
 

 

in DN

 

 

Nem os animais abandonam os seus.......

publicado por portuga-coruche às 14:35
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Tempo: Previsão até 3.ª Feira

 

 

 

in Sapo Local

publicado por portuga-coruche às 09:49
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Quem escraviza não merece liberdade

Cativeiro do pastor Luís durou dez longos anos

Após denúncia, Polícia Judiciária da Guarda identificou suspeito e resgatou vítima em Sernancelhe
 

Um pastor, de 58 anos, passou os últimos dez sequestrado e escravizado numa exploração agrícola em Sernancelhe. Há dois meses fugiu para Fornos de Algodres. No último fim-de-semana, o patrão foi lá buscá-lo à força. A PJ resgatou-o.

No passado domingo, quando levava a cesta com o almoço ao pastor que, há cerca de dois meses, lhe guardava o gado, José Gomes, agricultor em Fuinhas, Fornos de Algodres, sobressaltou-se: o homem tinha desaparecido e as ovelhas andavam tresmalhadas.

A denúncia do caso às autoridades, por parte do empresário agrícola, levou a Polícia Judiciária (PJ) da Guarda a entrar imediatamente em acção. No mesmo dia, o pastor Luís Carlos Vaz Marques acabaria por ser resgatado em Sernancelhe, na quinta onde viveu alegadamente escravizado nos últimos 10 anos.

O proprietário foi detido sob suspeita da autoria de crimes de escravidão e sequestro. Sujeito a um primeiro interrogatório judicial, viu ser-lhe aplicada a medida de coacção mais leve: a obrigação de apresentações periódicas às autoridades até à data do julgamento.

A equipa de investigação refere, no mesmo comunicado, com base nos elementos de prova recolhidos, que o detido "explorou a força do trabalho da vítima durante vários anos, mantendo-a permanentemente sob ameaça e em condições humanamente degradantes, numa sua propriedade agrícola, sem lhe pagar qualquer salário ou recompensa".

Ontem, em declarações ao "Jornal de Notícias", o pastor Luís Marques, que na última terça-feira regressou à quinta de Fuinhas, em Fornos de Algodres, lembrou o "inferno" que passou em Sernancelhe.

"Batiam-me com um pau nas costas. Chegaram a cortar-me um dedo com uma forquilha e partiram-me a cabeça três vezes. Era um boneco nas mãos daquela gente", revela o homem que não aprendeu a ler e a escrever. E que só agora soube, pelas autoridades, que tem 58 anos de idade.

"Ao fim de cada mês, quando chegava o vale da minha reforma, iam comigo levantar o dinheiro a Sernancelhe. Mas no regresso à quinta, mal entrava no carro, ficava logo sem ele. Nem sei quanto era. O patrão dizia que metia o dinheiro no banco e por conta dele dava-me um maço de cigarros de vez em quando", desabafa o pastor.

Há dois meses, após várias tentativas frustradas de fuga para a terra natal, em Cortiçô, Fornos de Algodres, onde o patrão de Sernancelhe o ia sempre buscar "à força", Luís Marques conseguiu finalmente escapar à vigilância.

"Fugi da quinta às três da madrugada e caminhei sem parar durante várias horas. Ao meio-dia, cheguei a Fuinhas", relata, eufórico.

A primeira coisa que fez foi bater à porta de um antigo patrão. "Ele gostava de ajudar-me, mas não tinha vaga para mim. Por outro lado, as pessoas também tinham receio de dar-me trabalho, porque o outro [o antigo patrão] vinha sempre buscar-me", lembra.

Apesar do medo dos agricultores, a vítima acabou por encontrar guarida na casa de José Gomes. "Pediu-me se podia ficar para guardar as ovelhas a troco de comida, cama e roupa lavada. Tem trabalhado bem, e sinto-me satisfeito por o ter comigo", confessou.

O que se passou no domingo é alvo de todas a críticas. "Soube que vieram aí dois homens, com uma carrinha, e levaram o pastor à força. Caçaram-no como se fosse um coelho. Fiquei indignado e comuniquei o caso às autoridades. Ninguém tem o direito de privar um homem da sua liberdade", conclui José Gomes.

 

 TERESA CARDOSO

 

in JN

 

Quem escraviza não merece liberdade. Algo está mal na justiça e tem que mudar. Não está só mal o poder judicial mas quem lho dá e promove, assim como as leis que os regem.

 

publicado por portuga-coruche às 09:17
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Quinta-feira, 21 de Maio de 2009

Assussiação Animal: “Não nos manifestamos no Ribatejo porque queremos continuar vivos”

Associação Animal protesta em Lisboa contra touradas e enfrenta aficionados


“Não nos manifestamos no Ribatejo porque queremos continuar vivos”
 

foto

A Associação Animal tem-se manifestado em frente ao Campo Pequeno em Lisboa contra a festa brava mas evita fazê-lo no Ribatejo com medo da reacção dos aficionados. Associações organizaram segundo convívio do aficionado e O MIRANTE ouviu ribatejanos que marcaram presença na praça lisboeta.

 

   

Desde que a praça de touros do Campo Pequeno, em Lisboa, reabriu portas há três anos, activistas da associação Animal têm-se manifestado em frente à praça contra as touradas, mas evitam fazê-lo no Ribatejo. “Porque queremos conservar-nos vivos e inteiros para continuarmos a defender os direitos dos animais”, explica a vice-presidente da associação, Rita Silva. Uma justificação dada a O MIRANTE durante o protesto, feito pela associação em frente ao Campo Pequeno, na quinta-feira, 14 de Maio, pouco tempo antes de ter início mais uma corrida de toiros na praça da capital.

A responsável lembra que a associação não tem capacidade logística para ir a todo o lado. Que já foram feitas manifestações em terras com fortes raízes tauromáquicas, mas as coisas não correram bem. “Tivemos muitas más experiências sempre que tentávamos fazê-lo porque havia uma falta de pacifismo da parte dos aficionados muito assustadora”, garante a vice-presidente.

Rita Silva admite que é mais seguro e uma questão de bom senso ficar por Lisboa do que rumar a terras de abrangência de O MIRANTE, onde vão decorrer em breve várias corridas e iniciativas ligadas à festa brava, como a Feira da Ascensão na Chamusca, Feira de Maio na Azambuja, as corridas de Junho em Santarém ou o Colete Encarnado em Vila Franca de Xira.

“Não há necessidade de nos expormos ou provocar uma reacção que, à partida, sabemos será muito mais violenta em terras ditas tauromáquicas, do que na capital do país”, confessa. Quanto à organização de um possível protesto anti-taurino em terras ribatejanas, a vice-presidente da Associação Animal joga à defesa e prefere não revelar “a estratégia de trabalho que está bem delineada”.

Com 28 anos e a trabalhar a tempo inteiro na associação há cinco, Rita Silva liderou a manifestação que juntou cerca de meia centena de activistas defensores dos direitos dos animais que se concentraram do lado direito da entrada principal do Campo Pequeno, para protestarem contra as corridas de touros.

Os jovens, quase todos com idades compreendidas entre os vinte e os trinta anos, vestiam t-shirt preta onde estava escrito: “Sou Português, Sou Civilizado”. Empunhando cartazes e com megafone gritavam palavras de ordem como “cobardes”, “vergonha” ou “assassinos” e pediam que as touradas fossem proibidas.

Do outro lado da barricada, a poucos metros de distância, decorria ao mesmo tempo o segundo encontro de aficionados, alguns identificados com uma t-shirt branca, onde se podia ler “Sou Português Sou Aficionado” e que podia ser comprada por dois euros. Organizado por várias associações ligadas à festa brava, o encontro serviu para reunir amantes da tauromaquia. “No Ribatejo, quando há corrida de touros as pessoas juntam-se um pouco antes para fazerem uma tertúlia. No encontro do aficionado queremos que vivam a tourada antes e durante o espectáculo”, salienta José Potier, presidente da Associação Nacional de Grupos de Forcados e um dos organizadores da iniciativa.

À medida que se aproximava a hora da corrida e começava a chegar mais público, intensificavam-se e aumentavam de tom as palavras de repúdio e desagrado por parte da meia centena dos manifestantes anti-touradas.

A noite ia arrefecendo e enquanto de um lado se protestava, do outro assistia-se a danças de Sevilhanas. Dezenas de pessoas paravam e admiravam o desempenho das seis dançarinas. O espectáculo começou pelas 20h30, durou cerca de 45 minutos e foi durante esse período em que houve maior concentração de aficionados no local.

A noite acabou fria, os protestos continuaram até às 22h15, hora marcada para o início da corrida e nós acabamos com os bolsos cheios de panfletos a anunciar futuras corridas de touros, todas no Ribatejo. A polícia esteve sempre por perto e não houve incidentes a registar. Ambas as partes garantiram que marcarão presença em frente ao Campo Pequeno sempre que houver uma corrida de touros na praça lisboeta.

 

Activistas anti-tourada “são uns ditadorzinhos”

Muitos ribatejanos marcaram presença na segunda corrida da temporada realizada no Campo Pequeno. João Ramalho, 74 anos, ganadero e ex-forcado do grupo de Santarém é um espectador assíduo das corridas na praça da capital portuguesa, que considera ser a mais importante do nosso país. Quanto aos manifestantes é bastante crítico. “São uns chatos que querem ser uns ditadorzinhos. Num país em que há liberdade, que se vota tudo por maiorias absolutas, haver minoritários que se querem impor, antigamente chamavam-se ditadores. São pessoas à espera de chamar a atenção”, diz o ganadeiro de Salvaterra de Magos.

Questionado sobre a possibilidade de se fazer uma manifestação anti-tourada no Ribatejo, João Ramalho não tem dúvidas: “Acontecia o mesmo que aqui. Está toda a gente a ir para os toiros, estão para ali a fazer barulho e ninguém lhes liga”.

Domingos Xavier, 59 anos, lidou com touros e cavalos toda uma vida. Natural de Coruche, o médico veterinário é frequentador das corridas da praça lisboeta. “Se fossemos só aficionados nas corridas éramos capazes de ser mais nefastos à festa do que aqueles fulanos que estão ali ao lado a gritar”, garante Domingos Xavier, aludindo ao facto de haver público em geral nas bancadas e não só aficionados.

Respeita a posição de quem não concorda com as touradas mas não tem dúvidas: “Desgraçadamente são ignorantes. Custa-me a sua desonestidade intrínseca pois têm mentido ao longo dos anos sobre o que fazemos aos animais. São mal-educados e já vi na mão desta gente um cartaz a dizer, “queres brincar com cornos brinca com o teu pai”, revela o veterinário.

Luís Junça viajou de Santarém. O jovem de 28 anos costuma vir à praça lisboeta quando o cartel lhe agrada. Diz que a tourada é uma tradição. “Os protestos não fazem sentido nem têm qualquer fundamento. Só temos de os ignorar. Quem não gosta, respeita como nós respeitamos”, revela o aficionado.

Luís Junça diz que a praça lisboeta é a mais marcante, mas Santarém está no bom caminho. “O presidente Moita Flores tem feito um bom trabalho pondo o preço dos bilhetes mais acessíveis. A praça de toiros está sempre cheia”, afirma o jovem.

 

in O Mirante

 

Os maus julgamentos e as provocações não param ...... deve ser da falta da B12 ou então da falta de experiência e conhecimento. Acredito até que a "Animal" tenha muitas certezas, assim como acredito na antiga máxima em que "quanto mais se sabe menos certezas se tem".

 

publicado por portuga-coruche às 17:01
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Site das Festas em Honra de Nossa Senhora do Castelo

O Coruchense Pedro Ribeiro (que é o webmaster do site e também webmaster do conhecido Cruxices, já tem o seu "timbre" na multimédia das nossas festas) teve a amablidade de nos dar as novidades:

 

 Um site bastante interactivo e que aposta na componente multimédia, com fotos e vídeos, mapas interactivos entre outros.

Estejam atentos às notícias. O Site irá estar em permanente actualização. Para isso contamos também com a vossa participação através do envio de sugestões, histórias ou outros textos, informações importantes sobre as festas e sobre o concelho de Coruche. Fotografias e Vídeos de edições anteriores também são bem vindas. Contactem o webmaster do site das festas para mais informações.

Visitem www.festasdecoruche.com e deixem os vossos comentários, críticas e sugestões.

Também podem seguir a conta das Comissão de Festas no twittertwitter www.twitter.com/FestasCCH. 

O presente não fica por aqui, podemos já "espreitar" o cartaz das nossas Festas:

 

 

 

publicado por portuga-coruche às 09:13
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Quarta-feira, 20 de Maio de 2009

Gripe A: Mulher de Seia recusou ser transferida e foi para casa

A mulher suspeita de ter contraído gripe A recusou ser transferida e abandonou o Hospital de Seia. O caso foi participado ao Delegado Regional de Saúde.  A mulher de 60 anos que hoje deu entrada no hospital de Seia e que pode ter gripe A (H1N1) recusou ser transferida para os Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC) e voltou para casa, disse fonte hospitalar.

Segundo Fernando Girão, presidente do Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde da Guarda, que abrange aquele hospital, a mulher abandonou as instalações e "recusou ir para o Hospital" de Coimbra.

"Ausentou-se do hospital [de Seia] e foi para casa", contou o responsável. Acrescentou que a equipa do INEM que viajou de Coimbra para a transportar de ambulância "foi lá a casa e ela não quis ir".

Perante a recusa, disse que o caso foi participado ao Delegado Regional de Saúde de Coimbra.

A mulher deu entrada hoje de manhã no serviço de urgência do Hospital de Seia e foi atendida naquele serviço, contou Luísa Lopes, directora da urgência da Unidade Local de Saúde da Guarda.

"Regressou ontem [terça-feira] dos Estados Unidos da América já com sintomatologia e hoje de manhã apresentou-se no Hospital [de Seia]" com sintomas associados à doença, referiu.

Adiantou que logo que o caso foi detectado "foi activado o plano de contingência da gripe local e o processo" seguiu os trâmites definidos pela Direcção-Geral de Saúde.

A doente esteve para ser transferida, durante a manhã, para os HUC, "que é o hospital de referência para os casos suspeitos", acrescentou Luísa Lopes, mas a doente recusou o transporte do INEM.

A mulher esteve "cerca de duas horas" no hospital de Seia, decidindo depois abandonar as instalações da unidade de saúde e recusando assistência em Coimbra.

 

in Expresso

 

Parece anedota mas não é:

- Uma possível ameaça à saúde pública que se recusa a realizar quarentena e vai para casa;

- Um primo do nosso primeiro ministro que é um dos elementos chave do caso Freeport e que está desde Janeiro na China a estudar Kung Fu;

- Os familiares de criminosos que fogem da polícia e levam tiros a reclamar de brutalidade policial......

 

publicado por portuga-coruche às 17:19
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XV Festa Ibérica da Olaria e do Barro

  A XV Festa Ibérica da Olaria e do Barro com 87 olarias representadas


António Manuel Teixeira 

in Hardmusica

S. Pedro do Corval será novamente a capital ibérica da olaria e do barro com uma exposição do que de melhor se faz em 70 olarias de Portugal e 17 de Espanha.

Na Festa Ibérica da Olaria e do Barro poderão ser apreciados trabalhos realizados em 22 olarias de S. Pedro do Corval, 14 de Salvatierra de los Barros (Espanha), três de Reguengos de Monsaraz, duas de Castro Verde, Évora, Lisboa, Mafra, Redondo, S. João de Ver e Évora de Alcobaça, e uma das seguintes localidades: Alcabideche, Alcobaça, Almeria (Espanha), Arraiolos, Azaruja, Barcelos, Beringel, Campo Maior, Cartaxo, Coruche, Elvas, Estremoz, Fernão Ferro, Foz do Arelho, Golegã, Igrejinha, Juncal, Lagoa, Leiria, Loures, Mem Martins, Mourão, Oeiras, Queluz, Ramada, S. Domingos de Rana, S. João das Lapas, Salamanca (Espanha), Samora Correia, Toledo (Espanha), Vila Boim, Vila Nova de Milfontes, Vila Nova de Santo André e Vila Viçosa.

A cerimónia de abertura da XV Festa Ibérica da Olaria e do Barro decorre na quinta-feira, dia 21 de Maio, pelas 18:00h, seguindo-se o Circuito das Olarias de S. Pedro do Corval e a visita aos expositores no Pavilhão da Olaria e do Barro. À noite, às 22:00 horas, inicia-se o Festival Ibérico de Música Popular e Tradicional com a actuação do Grupo de Cantares Regionais de Portel.

Na sexta-feira, dia 22 de Maio, a partir das 10:30h, decorrem as Jornadas Ibéricas de Olaria e Cerâmica, que vão contar com comunicações de especialistas, investigadores, arqueólogos e artesãos portugueses e espanhóis para debaterem temas como a “Oportunidade de Trabalho na Área do Artesanato”, “A Sustentabilidade da Olaria Tradicional – Apoio Financeiro” e “CERTUR – Turismo de Descoberta Económica, Promoção da Cerâmica”.
Neste dia, o programa do certame integra também, pelas 10:30h, no Largo 25 de Abril, um espectáculo infantil.
Já à noite, pelas 22:00h, ocorrerá no Pavilhão da Olaria e do Barro, um espectáculo com o grupo Vozes D`Alqueva.

Na noite de sábado continua o Festival Ibérico de Música Popular e Tradicional com a actuação do grupo 7 Saias.

Já no domingo o dia inicia-se com o Circuito BTT Rota das Olarias e o passeio de cicloturismo “Capital Ibérica da Olaria e do Barro”, ambos pelas 9:00h, com partida do Largo 25 de Abril.

Neste último dia da Festa Ibérica da Olaria e do Barro, às 17:00h, decorre um concerto pela Banda da Sociedade Filarmónica Corvalense e pelas 21:30h o espectáculo do grupo Flor-de-Lis, finalista do Festival da Eurovisão.

O Pavilhão da Olaria e do Barro vai estar aberto ao público com a Festa Ibérica da Olaria e do Barro na quinta-feira entre as 18:00 horas e as 24:00 horas e nos restantes dias das 10:00h às 24:00h.

O centro oleiro de S. Pedro do Corval é considerado o maior do país com 26 olarias em actividade que continuam a pintar os motivos típicos do Alentejo, como por exemplo o pastor, a apanha da azeitona e a vindima.
A olaria de S. Pedro do Corval data a sua existência, ao menos, do período da dominação árabe, conforme o atesta o teor do ForalAfonsino outorgado a Monsaraz em 1276, mas também, a linguagem e a terminologia muito próprias ainda em uso.

Em S. Pedro do Corval podem ser encontradas as mais belas e formosas peças de barro, trabalhadas por habilidosos artesãos que assim continuam uma tradição multissecular de fabrico de louça tosca, vidrada e decorativa, de extraordinário valor estético e etnográfico. Artesãos que dão provas da sua arte aproveitando os magníficos barros das herdades vizinhas da Revilheira, da Folgoa, do Duque e de Avieiros, conjugando, assim, as matérias-primas que os recursos naturais ainda oferecem.

Constituindo um autêntico espelho da vida rural e dos costumes ancestrais, a olaria de S. Pedro do Corval, o seu espírito muito próprio e as suas excepcionais qualidades são os genuínos responsáveis pela criação de peças de grande utilidade, efeito decorativo ímpar, impondo-se naturalmente pelo conjunto das suas tonalidades e pela beleza campestre das suas composições.

O Município de Reguengos de Monsaraz está a apostar fortemente no desenvolvimento sustentado do Centro Oleiro de S. Pedro do Corval pelo que registou no ano passado (2008), no Instituto Nacional da Propriedade Industrial, as marcas nacionais “Olaria de São Pedro do Corval”, “Rota da Olaria”, “Rota dos Oleiros” e “Olaria. O registo destas marcas confere o direito de propriedade e de uso exclusivo para os produtos e serviços a que se destina, permitindo ao seu titular que impeça terceiros de, sem o seu consentimento, utilizarem no exercício de actividades económicas qualquer sinal igual ou semelhante, tal como em produtos ou serviços idênticos ou afins para os quais as marcas foram registadas.

As marcas “Olaria de São Pedro do Corval”, “Olaria”, “Rota da Olaria” e “Rota dos Oleiros destinam-se a serem utilizadas na organização de feiras e exposições para fins comerciais ou de publicidade, organização de viagens, visitas turísticas, organização de exposições com fins culturais ou educativos, organização e direcção de colóquios, conferências, congressos e ateliers de formação. No entanto, as marcas “Olaria de São Pedro do Corval” e “Olaria” poderão também ser usadas para os seguintes produtos e/ou serviços: argila de oleiro, tijolos, barro para tijolos, utensílios de cozinha, loiça de barro vidrado, loiça não em metais preciosos, tigelas e utensílios de uso doméstico não em metais preciosos, recipientes para o uso doméstico ou para cozinha não em metais preciosos.

publicado por portuga-coruche às 10:55
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Outflow em Coruche - 9 de Maio 2009

No passado dia 9 de Maio, sábado, foi relatada a ocorrência de um fenómeno pouco reportado e documentado no território nacional, na zona de Coruche, Ribatejo.
Das observações efectuadas com o radar Doppler de Coruche/Cruz do Leão (C/CL), estações de superfície (Coruche e Alvega) e aerológicas (radiossondagem de Lisboa, 12UTC) e dos elementos apurados pela consulta de fotos e filme a que tivemos acesso (fonte: MeteoAlerta) e de uma descrição, foi possível concluir que:
a) parte da Estremadura, Ribatejo e Alto Alentejo foram afectados por uma perturbação convectiva de mesoescala, organizada linearmente, com uma frente de rajada associada, já observável com o radar de C/CL pelas 14:30UTC;
b) a referida frente de rajada intensificou-se pelas 15UTC, provavelmente devido à ocorrência de um microburst entre as 14:50 e as 15:10 UTC;
c) na sequência da sua intensificação, pelo escoamento de outflow imposto pelo referido microburst a circulação de tipo vórtice de eixo horizontal, habitual neste tipo de fenómenos, tornou-se mais forte e começou a ser suficiente para manter na sua circulação detritos de solo, que a tornaram particularmente visível (ver imagem);
d) observações de superfície evidenciam rajadas da ordem de 75Km/h à passagem da frente de rajada pela estação de Coruche;
e) uma análise do campo Doppler tridimensional obtido com o referido radar, permite observar a progressão do referido outflow, com frente de rajada na dianteira e reconhecimento da estrutura de circulação contornante associada; no entanto, por se tratar de fenómenos de muito reduzida escala espacial, não foi possível identificar com radar a circulação que se tornou observável na zona por algumas pessoas.
f) por vezes, neste tipo de fenómeno, é observada a presença de vórtices de eixo vertical relativamente intensos, de aspecto similar à dos dust devil (embora de génese distinta), habitualmente designados por gustnado. No presente caso, no entanto, as fotos, filme e descrições recolhidas, não permitiram evidenciar esse tipo de fenómeno.

 

Outflow

 

Gustnado

 

in http://www.meteoalerta.com/

 

in Gerotempo

 

A fascinante natureza. Os mais velhos chamam-lhe as "Trovoadas de Maio".

publicado por portuga-coruche às 09:30
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