Terça-feira, 25 de Novembro de 2008

ORAÇÃO DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS

Música de Ana Carolina 

 

 

 

 

 ORAÇÃO DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS 

 

Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor,
Onde houver ofensa , que eu leve o perdão,
Onde houver discórdia, que eu leve a união,
Onde houver dúvida, que eu leve a fé,
Onde houver erro, que eu leve a verdade,
Onde houver desespero, que eu leve a esperança,
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria,
Onde houver trevas, que eu leve a luz.

Ó Mestre, fazei que eu procure mais
consolar que ser consolado;
compreender que ser compreendido,
amar, que ser amado.
Pois é dando que se recebe
é perdoando que se é perdoado
e é morrendo que se nasce para a vida eterna...
 

publicado por portuga-coruche às 15:44
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Segunda-feira, 24 de Novembro de 2008

Atacaram ourives com pé-de-cabra

Crime: Seis romenos voltaram a roubar após condenação a penas suspensas

 

Entre Novembro de 2007 e Abril deste ano, seis romenos lançaram-se numa vaga de assaltos a ourivesarias. Pelo meio, quase mataram o funcionário de um destes estabelecimentos, em Coruche, que ficou sem parte da massa encefálica após ter sido atingido com um pé-de-cabra na cabeça. A PSP prendeu-os a assaltar uma loja de roupa em Lisboa e foi só por este crime que acabaram por ser julgados. Libertados ao terem sido todos condenados a penas suspensas, voltaram a reincidir nos assaltos. Agora, as polícias não os conseguem encontrar.



 

O grupo já totaliza assaltos a ourivesarias em quatro distritos (Lisboa, Santarém, Leiria, e Setúbal). Três forças de segurança (PSP, GNR, e PJ) investigam os crimes que terão começado em Novembro de 2007.

Todos os assaltos têm dois elos de ligação. Primeiro, a violência. Além de invadirem as ourivesarias armados com pés-de-cabra, os romenos nunca hesitaram em agredir as vítimas. Segundo, as viaturas usadas nos crimes. O grupo furtou vários veículos, de marca Ford Escort, que, após os assaltos aos estabelecimentos, eram encontrados abandonados.

Foi a PSP a primeira a surpreender os romenos. A 16 de Abril deste ano, depois de o grupo ter furtado 63 mil euros em roupa da Penhalta Novias – uma loja de roupa de noiva situada na avenida da República, em Lisboa – agentes da 5ª Esquadra de Investigação Criminal prenderam os seis assaltantes.

Presentes a juiz, aguardaram todos julgamento em prisão preventiva. No entanto, o Ministério Público ignorou praticamente todos os crimes violentos praticados pelos assaltantes, que foram a julgamento apenas pela prática de um furto qualificado à loja de roupa em Lisboa.

Julgados há pouco mais de um mês, nos juízos criminais de Lisboa, os seis assaltantes foram condenados a penas suspensas de prisão. Colocados em liberdade, não demoraram muito a regressar aos assaltos. Nas últimas três semanas, há indícios que ligam o gang a dois assaltos a ourivesarias praticados na Marinha Grande, e outro no Pinhal Novo, concelho de Palmela.

O CM noticiou este crime. A 29 de Outubro, dois homens, com pronúncia da Europa de Leste, bateram à porta da ourivesaria Morais & Paião. Quando as funcionárias abriram a porta, foram agredidas a murro.

Os assaltantes roubaram todos os artigos de ouro que puderam, e fugiram num Ford Escort azul.

Até ao momento, não foi ainda possível localizar qualquer um dos assaltantes. A PSP, a GNR, e a Polícia Judiciária têm inquéritos abertos aos crimes deste gang romeno.

VÍTIMA FICOU SEM MASSA ENCEFÁLICA

Em Janeiro deste ano, os seis assaltantes que têm as polícias no encalço atacaram uma ourivesaria em Coruche. O ‘modus operandi’ repetiu-se. Enquanto dois dos ladrões empunhavam pés-de-cabra, os outros quatro dispuseram-se no estabelecimento, de forma a destruir o maior número possível de montras e sacar o respectivo conteúdo. Mas, de novo, a violência veio ao de cima. Sem que o único funcionário de serviço esboçasse qualquer sinal de reacção, os romenos atingiram-no com um golpe de pé-de-cabra na cabeça. A arma ficou cravada na cabeça da vítima, arrancando-lhe um bocado de massa encefálica. A vítima teve de receber prolongado tratamento hospitalar. O grupo fugiu com milhares de euros em ouro.

PORMENORES

GRUPO JOVEM E VIOLENTO

Os seis elementos que integram o gang romeno de assaltantes têm entre 22 e 40 anos, desconhecendo-se quando terão entrado em Portugal.

FICAM EM RESIDENCIAIS

Os investigadores têm tido dificuldades em localizar os seis assaltantes. O CM apurou que o grupo romeno nunca passa mais do que duas, três noites no mesmo local, pernoitando em residenciais.

APURAR CADASTRO

GNR, PSP, e Polícia Judiciária repartem os inquéritos à acção do gang. Os investigadores tentam apurar se os assaltantes têm cadastro na Roménia.

 

Miguel Curado
 
in Correio da Manhã
 
Esta da Massa encefálica não sabia e pensava que os dois irmãos se encontravam na ourivesaria e reagiram aos assaltantes. Um dos sócios e irmãos, o Líbério foi o atingido.
Ver também:
 
http://semanal.omirante.pt/index.asp?idEdicao=323&id=40695&idSeccao=4680&Action=noticia
 
http://www.oribatejo.pt/index.php?lop=conteudo&op=6c4b761a28b734fe93831e3fb400ce87&id=cdc5e026071f9a75326fa4e6c2d5ff19&drops%5Bdrop_edicao%5D=129&drops%5Bdrop_edicao%5D=129
 
http://semanal.omirante.pt/index.asp?idEdicao=336&id=43163&idSeccao=4899&Action=noticia
 
 
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publicado por portuga-coruche às 09:32
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Quinta-feira, 20 de Novembro de 2008

Presidente da Junta do Couço queixa-se de discriminação da Câmara de Coruche

O presidente da Junta de Freguesia do Couço aproveitou a realização do 11.º Convívio de Reformados, a 8 de Novembro, para criticar a falta de apoios e as promessas por cumprir da Câmara de Coruche relativamente à freguesia. Perante mais de 500 pessoas que se juntaram na Estalagem do Sorraia, em Santa Justa, Luís Alberto Ferreira (CDU) lembrou que de 2005 a 2007 reuniu com o executivo camarário para apresentar propostas para o plano de actividades e que, mesmo as previstas, não chegaram a ser concretizadas.

Entre os projectos mencionados estão a construção de esgoto pluvial no Couço e Lagoíços, a construção de furos no Couço e Volta do Vale, a construção de um pontão nas Courelinhas, o asfaltamento e repavimentação de ruas no Couço, Foros dos Lagoíços e a requalificação da ponte de Santa Justa e a criação de balneários públicos na praça da República. O autarca do Couço salientou que apenas foi concretizado o relvado sintético do Couço e a zona industrial “parece” estar concluída.

Luís Alberto Ferreira recorda ainda que solicitou uma reunião ao presidente da câmara, o socialista Dionísio Mendes, para discutir a limpeza das ruas da freguesia, incluída no acordo de transferência de competências, mas até hoje não obteve resposta.

Continuando em tom crítico, o autarca do Couço lembrou que os serviços públicos na freguesia estão a perder qualidade ou mesmo a caminhar para o fim. Aponta o dedo aos responsáveis dos CTT e da Segurança Social, dizendo que pretendem acabar com aqueles serviços na freguesia.

 

in O Mirante

publicado por portuga-coruche às 09:56
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Quarta-feira, 19 de Novembro de 2008

Violência doméstica matou 43 mulheres desde o início do ano

Desde o início do ano morreram 43 mulheres vítimas de violência doméstica. O número é o mais elevado dos últimos quatro anos e vai motivar uma campanha da União das Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR), onde os homens vão ser convidados a subscreverem um abaixo-assinado de repúdio contra este crime.

De acordo com dados do Observatório das Mulheres Assinadas, uma estrutura criada pela UMAR, anunciados hoje no Porto em conferência de imprensa, entre o início deste ano e ontem morreram 43 mulheres vítima de violência em relações de intimidade, às mãos dos maridos, companheiros, namorados, ex-maridos, ex-companheiros e ex-namorados. No mesmo período registaram-se também 64 tentativas de homicídio.

O Porto foi o distrito onde mais mulheres foram este ano vítimas de homicídio (17), seguido de Lisboa (13).

Segundo a UMAR, estes números superam todos os registados pela organização desde 2004, altura em que o número de mulheres que perderam a vítima em resultado de violência doméstica foi de 42. Já em 2005, o número de vítimas desceu para 36, um ano depois subiu para 37 e em 2007 desceu para 21. Na contabilidade global desde 2004, 182 mulheres morreram vítimas de violência doméstica em Portugal.

Os dados da associação revelam ainda que em 28 por cento dos casos registados este ano, a relação da mulher vítima mortal e do homicida já estava quebrada quando o crime aconteceu.

Para além das 43 mulheres assassinadas, foram igualmente assassinadas cinco vítimas associadas - filhos, pais ou outros familiares das mulheres.

O maior número de vítimas situou-se na faixa etária entre 24 e os 35 anos, indicando que as vítimas são cada vez mais jovens, tal como os agressores.

Julho foi o mês mais fatal, com nove vítimas mortais de violência doméstica.

"Eu não sou cúmplice"

Para sensibilizar os homens contra "toda e qualquer violência contra as mulheres", a UMAR anunciou o lançamento de uma campanha sob o lema "Eu não sou cúmplice".

Além da campanha, a estrutura avançou que no próximo sábado vai decorrer uma iniciativa específica no distrito do Porto. A acção incluirá homenagens a mulheres assassinadas em locais como Valongo, São Roque, Moreira da Maia e Valongo.

Para Artemisa Coimbra, responsável pelo Observatório das Mulheres Assinadas, estes dados são "aterradores" e Maria José Magalhães, dirigente da UMAR, defende que o agudizar da situação justifica a criação de rede de apoio, segurança e protecção das vítimas de violência doméstica e suas famílias.

 

 

 

In Público

 

Será que esta gente não ouviu falar em divorcio ?! Com que direito se agride outra pessoa ou pior, se tira uma vida. Especialmente de alguém que por ser a nossa companhia deveria ser aquela que mais carinho merece, ANIMAIS....

Este mundo está cheio de gente mesquinha e de pouco valor moral, mas felizmente também existe o outro reverso, existem pessoas especiais que distribuem dignidade e carinho, que tem amor para com o próximo e o necessitado.

Os ingratos, Deus deu-lhes uma vida e o que fizeram com ela ?! algo de produtivo ? ajudaram o próximo ?! Acolheram quem precisava ? Não! destruíram maquiavelicamente outras vidas e a deles. Semearam o ódio e a violência, a tristeza e a dor, premiaram com a morte aqueles que lhes eram mais próximos e que mais bem e com mais cuidado deveriam tratar....

 

publicado por portuga-coruche às 17:08
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Ferreira Leite questiona se «não é bom haver seis meses sem democracia»

«Mete-se tudo na ordem e depois então venha a democracia», disse a líder do PSD

 

A presidente do PSD, Manuela Ferreira Leite, perguntou hoje se «não é bom haver seis meses sem democracia» para «pôr tudo na ordem», a propósito da reforma do sistema de justiça, noticia a agência Lusa.

 

No final de um almoço promovido pela Câmara de Comércio Luso-Americana, Manuela Ferreira Leite elegeu a reforma do sistema de justiça «como primeira prioridade» para ajudar as empresas portuguesas.

PSD explica que Ferreira Leite criticou o Governo
Sá Carneiro «deve dar voltas no túmulo»

Questionada sobre o que faria para melhorar o sistema de justiça, a presidente do PSD demarcou-se da atitude do primeiro-ministro, José Sócrates, que «na tomada de posse anunciou como grande medida reduzir as férias do juiz».

Defendendo a ideia de que não se deve tentar fazer reformas contra as classes profissionais, Manuela Ferreira Leite declarou: «Eu não acredito em reformas, quando se está em democracia...», fazendo nessa altura uma pausa e deixando a frase por concluir.

«Quando não se está em democracia é outra conversa, eu digo como é que é e faz-se», observou em seguida a presidente do PSD, acrescentando: «E até não sei se a certa altura não é bom haver seis meses sem democracia, mete-se tudo na ordem e depois então venha a democracia».

«Agora, em democracia efectivamente não se pode hostilizar uma classe profissional para de seguida ter a opinião pública contra essa classe profissional e então depois entrar a reformar - porque nessa altura estão eles todos contra. Não é possível fazer uma reforma da justiça sem os juízes, fazer uma reforma da saúde sem os médicos», completou Manuela Ferreira Leite.

A presidente do PSD disse que a última coisa que faria num discurso de posse como primeira-ministra seria «atacar fosse quem fosse» e acusou o Governo de ter falhado as reformas da educação, saúde, Administração Pública e justiça.

Crítica a reformas

«Qualquer político que pretenda alterar um sistema não o pode fazer contra esse sistema. Portanto, eu acho que estão arrumadas, no mau sentido, as reformas da educação, saúde, Administração Pública, justiça. Fizeram-se umas coisitas, mas não é a reforma», considerou.

À saída do almoço-debate, Manuela Ferreira Leite não quis responder às perguntas dos jornalistas, que tentaram questioná-la sobre as suas declarações relativas à democracia.

A presidente do PSD apenas respondeu à primeira questão, sobre o ministro da Agricultura, Jaime Silva, dizendo que mantém todas as críticas que fez à política agrícola do Governo: «Não retiro uma vírgula àquilo que disse».
 

 

 

in IOL Diário

 

Concordo plenamente Manuela. Eu, só por o que disse e porque estou de acordo já votava em si, mas o facto de ver alguns políticos da treta todos vermelhos em bicos de pés a gritarem, confirmo ainda mais o meu voto.

A democracia deixa-nos respirar a liberdade mas quando não é a oposição é a lei a impedir que algo se faça. Os cuidados excessivos para que algo se faça mesmo num país pequenino, tornam o estado num gigante esfomeado por impostos mas lento a agir e na maior parte das vezes nem o faz.

Se o governo eleito não tem poderes para fazer seja o que for, se as suas propostas são rejeitadas pela oposição, desgastadas pela Comunicação Social e sempre, mas sempre rejeitadas pelas classes profissionais abrangidas, nada se pode fazer. Como se faz uma reforma sem mudar as coisas, as más e as boas ?. Penso que seja nesse sentido que Manuela Ferreira Leite Fala e é nesse sentido que eu concordo com ela.

Todos os sectores em Portugal necessitam de reforma, nenhum a quer fazer e todos acham que é melhor estar mal do que mudar para outra situação que acham ainda pior.

Todos os sectores afectam os portugueses, desde a saúde ao ensino, passando pela justiça e as polícias, os militares e até o próprio sistema político.

Sem poder e sem que as coisas se façam nada muda. A democracia actual asfixiou o poder e ao memo tempo não consegue também cuidar do cidadão logo necessita também de mudar.

É claro que não defendo uma ditadura, mas talvez este comentário de MFL abra uma porta para se falar e pensar sobre a democracia e os seus problemas.

publicado por portuga-coruche às 10:41
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Terça-feira, 18 de Novembro de 2008

Assaltantes queriam ser recebidos com bolos e champanhe!!

 

Foto: Sérgio Freitas / Arquivo  Oficial da PSP, de folga, e populares apanharam os assaltantes

 

 

 Setúbal: Ladrões afirmam terem sido agredidos na esquadra

Atacam polícia para roubar automóvel

 Três jovens tentaram roubar as chaves do carro a um homem, em Setúbal, sob a ameaça de uma arma branca. O que os assaltantes não sabiam era que a vítima era um oficial da PSP, que resistiu ao assalto e conseguiu deter os ladrões com a ajuda de populares.

 

No final, os assaltantes acabaram com alguns hematomas no rosto e queixaram-se de brutalidade policial. A PSP de Setúbal assume os ferimentos dos detidos, mas defende que foram provocados pelo polícia que atacaram quando este se defendia.

Pelas 19h20 de sexta-feira o oficial da polícia, que terminava uma corrida no jardim de Vanicelos, em Setúbal, chamou a  atenção de três jovens, com idades entre os 22 e os 24, que pontapeavam um caixote do lixo, disse ao CM fonte da PSP de Setúbal.

Dirigiu-se então à sua viatura, altura em que os rapazes o atacaram. Um deles agarrou-o por trás, apertando-lhe o pescoço com o braço, enquanto outro o ameaçou com uma faca. O objectivo era tirar-lhe a chave que transportava na mão para roubar o automóvel. Assim, este crime pode enquadrar-se no chamado carjacking – o roubo de automóveis com violência contra os donos .

A experiência da vítima permitiu-lhe defender-se e evitar o assalto. Alguns populares, alertados pelo barulho, ajudaram depois o polícia a consumar a detenção.

Após o incidente, tanto o oficial da PSP (com uma mão partida) quanto os assaltantes tiveram de receber tratamento no Hospital de Setúbal.

Quando chegaram à unidade hospitalar, dois dos jovens que tentaram o assalto apresentavam hematomas na face. Alegaram brutalidade policial, dizendo que foram agredidos quando se encontravam já sob detenção numa esquadra da polícia.

Fonte da PSP de Setúbal disse ao CM que "isso não corresponde à verdade", acrescentando que os ferimentos resultaram da acção da vítima quando resistia ao assalto.

 

Antunes de Oliveira
 
in Correio da Manhã

 

Desconhecia a existência de oficiais da PSP, eu até pensava que a PSP era uma polícia uniformizada mas não militarizada, como por exemplo a GNR que por ser militarizada já tem uma hierarquia militar. Enfim, modernices ou então desconhecimento de jornalista, veremos mais tarde .....

publicado por portuga-coruche às 11:51
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Segunda-feira, 17 de Novembro de 2008

Petróleo voltará a subir e pode ir até 200 dólares

Preços baixos desincentivam investimentos das empresas e haverá menor oferta no futuro. Galp assegura projectos em curso

 

 

Com a descida do preço do petróleo desde o Verão, há vozes que alertam para novas subidas, no futuro. Motivo: os preços estão demasiado baixos. Confuso? Especialistas do sector energético explicaram, ao JN, as previsões.

"Não é bom ter preços muito altos, mas também não é desejável que estejam demasiado baixos". António Costa Silva, professor do Instituto Superior Técnico e administrador da Partex, alerta para os riscos da queda de mais de 60% dos preços do petróleo, do Verão para cá: os preços mais baixos desincentivam o investimento em novos campos petrolíferos e a capacidade de oferta futura diminui.

Com algumas das principais economias mundiais em retracção este ano e no próximo, é de prever que a procura e o preço do petróleo se mantenham em níveis baixos pelo menos até 2010. Os preços em queda, apesar de beneficiarem os consumidores, tiram retorno financeiro às petrolíferas e atractividade aos investimentos na descoberta e exploração de novos poços petrolíferos em curso. Segundo Costa Silva, há projectos de exploração de poços de petróleo e de gás que estão a ser abandonados, devido à queda da cotação do petróleo.

Se estes adiamentos se generalizarem, haverá "grandes dificuldades de oferta" quando as economias começarem a recuperar, até porque "a China e a Índia não vão parar de crescer", antecipa: "O grande subinvestimento que está a ser gerado levará a condicionamentos da oferta no futuro, a mais dependência do Ocidente face à OPEP. Corremos o risco de voltar a uma situação muito grave dentro de dois ou três anos, com os preços a disparar de forma incontrolável ".

Há quem aponte para 150 dólares, há quem arrisque 200 dólares, o número certo saber-se-á mais tarde. O presidente da Endesa, Nuno Ribeiro da Silva, é taxativo: "Não podemos ter a ilusão de que haverá um abrandamento da procura e do preço do petróleo semelhante ao que ocorreu depois dos anteriores choques petrolíferos. Hoje, há três mil milhões de consumidores em economias emergentes que estão ávidos de ter carro. Só isso é suficiente para que a perspectiva de procura seja de aumento".

O gestor destaca uma das conclusões do relatório da Agência Internacional de Energia divulgado na semana passada: o declínio mais acelerado do que se antecipava da produção dos campos petrolíferos aumenta a necessidade de investimento sustentado em tecnologias que contrariem a diminuição da oferta. "Têm de se encontrar novos campos, não para aumentar o 'output', mas para compensar a perda que já está a haver", considera.

Renováveis

O presidente da Endesa recorda que a Shell já anunciou desinvestimentos em explorações no Canadá e entende que o risco de mais petrolíferas seguirem o mesmo caminho é maior que o abandono de projectos de energias renováveis, igualmente importantes para contrariar a inflação futura do crude. "Nas renováveis, há um efeito de inércia. Nos grandes mercados, já existem quadros legais e dinâmicas que não se perdem de um dia para o outro". No caso da indústria petrolífera, o problema é maior, segundo Ribeiro da Silva: "Se as empresas enfrentam grande volatilidade dos preços e têm de entrar em investimentos com maiores riscos e maiores custos, põem travão. As empresas petrolíferas são muito sensíveis e vulneráveis a estas questões".

Por cá, a Galp Energia garante que os investimentos em curso se mantêm. A empresa tem em curso vários projectos em novos poços petrolíferos (ver infografia), mas o presidente da companhia nacional, Ferreira de Oliveira, já garantiu que a exploração de petróleo em águas ultra-profundas, como é o caso do Brasil, a maior aposta da empresa, é rentável com os preços do petróleo dentro de um intervalo entre os 40 e os 80 dólares o barril. Nas últimas semanas, o preço do barril de petróleo tem oscilado em torno dos 55 dólares, nos mercados internacionais.

 

JOÃO PAULO MADEIRA

 

in Jornal Notícias

 

 

Coitadinhos dos senhores do petróleo que são tão pobrezinhos e decerto que pela honestidade nada fazem para receber mais dinheiro pelos seus produtos. Infelizes daqueles que dependem destes senhores. Um dia libertaremo-nos desta corja, até lá temos que levar com eles....

Se fosse eu que o produzisse e ao mesmo tempo pudesse fazer o preço decerto não queria que baixasse antes pelo contrário pois assim receberia mais. Infelizmente o petroleo não é uma bifana, pois se vendessemos uma bifana mais cara que a tasca vizinha no dia seguinte quem lhe apetecesse bifanas iria á tasca vizinha, certo ? Agora o petróleo não temos alternativa, consumimos um seu derivado e dele não podemos fugir porque até os produtores agem concertadamente no merdado e os preços pouco variam.

publicado por portuga-coruche às 12:32
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Sexta-feira, 14 de Novembro de 2008

Entraram 20 crianças em Portugal para serem escravas ou prostitutas

 
São crianças e adolescentes entre os 11 e os 17 anos, vendidas como mercadoria. Uma menina de seis anos para trabalho escravo e outra de 13 para prostituição são apenas alguns exemplos do relatório da APAV

De acordo com um relatório da APAV (Associação Portuguesa de Apoio à Vítima), há registo de 20 menores vítimas de tráfico nos últimos sete anos, escreve o 24 Horas.

Entre os casos está de uma menina africana de seis anos que veio para Portugal porque os pais ficaram convencidos, através de um intermediário, que «a família portuguesa que a iria acolher lhe ia dar educação», explicou ao 24 Horas Carla Amaral, gestora de unidade de apoio a vítimas imigrantes.

«A menina tinha comida e dormida mas trabalhava à borla para a família portuguesa e nem sequer foi inscrita na escola». A criança viveu como escrava dos seis aos 14 anos, até que a dona de um minimercado denunciou a situação por achar estranho ver a menina fazer compras para a família e não estar na escola.

Outro caso é o de uma adolescente de 13 anos vinda do Leste europeu que foi convencida por um namorado mais velho a vir trabalhar para Portugal. Quando chegou, não foi o namorado que a foi buscar, mas sim outra pessoa. Passou dois anos em ambiente de cativeiro sexual até um cliente se apaixonar por ela e mudar-lhe o destino. O cliente denunciou a situação e a jovem foi libertada com 15 anos.  

 

SOL

publicado por portuga-coruche às 09:57
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Cada vez há mais pessoas que trabalham a pedir ajuda a instituições de caridade

Vão à procura de comida, roupa e de ajuda para pagar contas da água e electricidade


fotoCada vez há mais pessoas que trabalham a pedir ajuda a instituições de caridade 
 Trabalham, mas os rendimentos não são suficientes para subsistir. Há quem lhes chame os novos pobres. São cada vez mais as pessoas que pedem ajuda a instituições de caridade.

 

No dia seguinte não tinha o que oferecer aos dois filhos para o pequeno-almoço. A despensa estava vazia. A caixa de Nestum que lhe colocaram no saco fê-la chorar. Foram os colegas de trabalho que se aperceberam das carências. Maria trabalha numa fábrica, mas o ordenado mínimo não chega para as despesas. Saiu de casa por ser vítima de violência doméstica. Tem a seu cargo os dois filhos. Vive com a ajuda de amigos e familiares.

“No outro dia fui levar-lhe uns pacotes de arroz e leite, mas também não posso dar muito mais porque estou a ajudar a minha filha”, confessa uma voluntária que costuma colaborar com a Conferência de S. Vicente de Paulo, em Alverca. São cada vez mais as pessoas que trabalham, mas ainda assim têm que pedir ajuda para subsistir, como confirma a coordenadora da Caritas de Vila Franca de Xira, Carla Pereira.

Os empréstimos bancários que sobrecarregaram o orçamento familiar, os divórcios, os trabalhos precários e o crédito fácil por telefone atiraram muitas famílias para uma situação de sufoco de onde não conseguem sair. Os idosos já não são os que mais recorrem à Caritas para pedir ajuda. “Não me lembro de ver pessoas tão novas a pedir ajuda. E que estavam na chamada classe média”, constata a responsável ligada à instituição de caridade há mais de 24 anos.

Muitas famílias chegaram a recorrer à Caritas para ultrapassar situações temporárias. Hoje em dia as situações são mais graves e mais difíceis de superar. “Os salários são muito baixos para pagarem uma renda”, diz. A doença é muitas vezes responsável por situações familiares graves. Como a do casal que já tinha uma filha na Universidade e que perdeu a casa que pagava há 19 anos. “A mulher ficou sem emprego por causa de um problema de saúde e chegaram a uma situação insustentável”, exemplifica.

 

 

300 EUROS POR UMA “BARRACA”

 

Mesmo quando o empréstimo para a habitação está fora de questão, conseguir alugar uma casa a um preço acessível é tarefa quase impossível. “Chegam a pedir-se mais de 300 euros por um autêntica barraca, sem quaisquer condições, um verdadeiro anexo”, denuncia indignado o padre Aníbal Vieira, responsável da Caritas Diocesana de Santarém, que lembra que é impossível pagar esse valor quando se recebe um ordenado de 400 euros. Até há pouco tempo os reformados mesmo com pensões baixas conseguiam ajudar os filhos, mas com o apertar do cerco a situação complicou-se.

Há quem apareça na igreja para pedir ajuda para pagar a factura da água, para comprar os óculos e os livros paras as crianças e medicamentos para os mais novos. O valor que a paróquia investe para ajudar quem precisa chega a ultrapassar os 500 euros por semana. “Nas famílias de pobres não habituais há casos em que a água chega a ser cortada e só porque há crianças em casa pedem ajuda”, diz o padre que admite haver ainda muita vergonha em admitir que se precisa de ajuda.

Em Abrantes as necessidades são de tal forma graves que quem precisa pede sem hesitar. Desapareceu o conceito de pobreza envergonhada. “É raro o dia em que não temos alguém a bater à porta”, atesta o padre José da Graça, responsável do Banco Alimentar Contra a Fome de Abrantes.

A paróquia ajuda a pagar umas contas de água, mas, curiosamente, quem pede procura essencialmente alimentos. “Vamos dando alguma ajuda. Somos apenas um pequeno balão de oxigénio”. Sempre que é preciso ajuda o telefone toca em algumas casas do concelho de Abrantes. Os pedidos são quase sempre bem recebidos. “As pessoas perante o conhecimento de determinadas situações ajudam”.

 

Pobreza em famílias com rendimentos do trabalho

As crianças portuguesas estão entre as mais pobres da União Europeia (UE) porque a pobreza das famílias, sobretudo das que têm rendimentos do trabalho, tem vindo a agravar-se. As palavras são de Maria do Carmo Tavares. Em Fevereiro deste ano a dirigente da Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP) fez o comentário depois de ter sido noticiado que Portugal é um dos oito países da UE em que se registam os níveis mais elevados de pobreza nas crianças, nomeadamente nas que vivem com adultos empregados.

A indicação é de um relatório da Comissão Europeia sobre a protecção social e inclusão social que revela que em Portugal há mais de 20 por cento de crianças (uma em cada cinco) expostas ao risco de pobreza. Para a sindicalista, a situação não é surpreendente já que “a pobreza está a agravar-se nas famílias portuguesas e isso, obviamente, reflecte-se nas crianças”. O risco abrange tanto as crianças que vivem com adultos desempregados como as que vivem em lares onde não há desemprego.

Maria do Carmo Tavares diz que isto é apenas o reflexo do que se está a passar com as famílias portuguesas tendo em conta que “as crianças não são independentes nem autónomas, reflectem o empobrecimento das respectivas famílias”. Para provar que os trabalhadores portugueses estão a empobrecer a sindicalista lembra que um terço dos beneficiários do Rendimento Mínimo de Inserção - mais de 30.000 pessoas - tem rendimentos provenientes do trabalho.

 

Os idosos já aprenderam a viver com uma pensão baixa

Os idosos já aprenderam a viver com uma pensão baixa e a passar apenas com uma sopa ao contrário de pessoas mais novas que se vêem confrontadas com graves dificuldades económicas. “Os mais velhos quando tinham uma receita para pagar ou pagavam ou comiam. Mas há pessoas mais novas que estão habituadas a um determinado nível de vida de que não conseguem libertar-se”, exemplifica a secretária da Conferência do Sagrado Coração de Jesus da Sociedade de São Vicente de Paulo, no Cartaxo, Maria Irene.

Os casos de pessoas necessitadas são assinalados das mais várias formas. Quando não são os próprios que batem à porta da igreja são familiares ou vizinhos que alertam para determinadas carências, confirma a responsável pela conferência, Maria de Jesus Tomázia. “A essas pessoas levamos a casa”, diz Maria Irene lembrando que há pessoas que não se importam de pedinchar constantemente enquanto que outras colocam algumas reservas por já terem vivido desafogadamente no passado. Há quem procure ajuda nas horas menos concorridas para preservar alguma dignidade. Os produtos são distribuídos às famílias uma vez por mês. A entrega decorre quinzenalmente para evitar enchente nas instalações.

A conferência vive de subsídios da junta de freguesia, câmara municipal, doações de particulares e de quotas. Quem quiser pode tornar-se sócio e ajudar a conferência. O dinheiro é normalmente a ajuda mais preciosa porque os pedidos são muitos. A conferência ajuda a pagar rendas de casa, contas de farmácia e géneros alimentícios para distribuir pelas famílias. “Compramos pacotes de bolachas e papas para as crianças”, ilustram as responsáveis. Porque os alimentos que recebem do Banco Alimentar Contra a Fome não são suficientes. “As pessoas com quem temos mais confiança damos dinheiro para comprar carne ou peixe”, completam.

 

Quando o dinheiro não chega para os medicamentos

Muita gente não toma a medicação prescrita pelos médicos por falta de dinheiro para os comprar. Quem o garante é a coordenadora da Caritas de Vila Franca de Xira que se confronta diariamente com situações de extrema carência. Para fazer face a situações de emergência que envolvem principalmente crianças, a instituição já começou a fazer uma reserva de produtos para distribuir pontualmente a quem aparece de surpresa.

A instituição que apoia cerca de uma centena de famílias carenciadas da paróquia de Vila Franca de Xira. Distribui roupas e géneros alimentícios, mas não consegue dar resposta a todos os pedidos de ajuda que chegam. Os produtos frescos são distribuídos à quinta-feira e uma vez por mês a Caritas entrega um avio de produtos secos a quem mais precisa com o apoio do Banco Alimentar Contra a Fome.

 

in O Mirante

publicado por portuga-coruche às 09:50
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Gato escaldado…

Em 2001, o presidente da Câmara Municipal de Benavente afirmou que o traçado proposto pela Brisa para a A13 (Santo Estêvão-Almeirim) só avançaria por cima do seu cadáver. O traçado avançou e António Ganhão está vivinho e de boa saúde. O autarca não vai dizer o mesmo em relação ao Serviço de Urgência Básico de Coruche, apesar de prometer bater o pé a uma decisão que considera “irracional” da Administração Regional de Saúde.

 

in O Mirante

 

Água e Saúde não se negam a ninguem

É isso Sr. Presidente, Benavente é Portugal e o resto é paisagem..... As gentes de Coruche não chegam aos calcanhares das de Benanvente e, apesar do Serviço de Urgência Básico ao ser colocado em Coruche permitir atingir uma area mais abrangente também não o deverá demover. Afinal isto aqui é o c* de Judas, para que é que necessitamos de saúde ?!

Pessoalmente acho que deveria existir também um serviço destes também em Benavente, não dizer que aqui é que é e lá é irracional! Porque é que o Sr. Presidente não diz antes que também quer em vez de dizer que em Coruche é irracional ? Àgua e saúde não se negam a ninguem, sr. presidente........

publicado por portuga-coruche às 09:34
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