Segunda-feira, 27 de Outubro de 2008

Prémios Foral de Coruche distinguem vidas e carreiras

David Ribeiro Telles, João de Matos Cravidão e Ana Moura são os primeiros galardoados

O ex-cavaleiro tauromáquico e ganadeiro David Ribeiro Telles, o homem do associativismo João de Matos Cravidão e a fadista Ana Moura foram distinguidos sexta-feira com os primeiros Prémios Foral, atribuídos pelo Município de Coruche.

A noite foi de festa no salão do restaurante O Farnel, para cerca de 200 convidados, na primeira edição dos prémios que celebram a atribuição do Foral de Coruche, em 26 de Maio de 1182, por D. Afonso Henriques.

Um dos momentos altos da noite foi quando Ana Moura, fadista natural de Coruche, subiu ao palco e, sem som de apoio, cantou dois fados, que emocionaram muita gente e fizeram saltar ruidosos aplausos. João Cravidão e David Ribeiro Telles, receberam homenagens por vidas e carreiras plenas de sucessos e amor por Coruche. Mais informações sobre esta notícia na edição semanal de O MIRANTE.

 

in O Mirante

publicado por portuga-coruche às 11:39
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Sexta-feira, 24 de Outubro de 2008

Mestre David Ribeiro Telles galardoado

Por ocasião da 1.ª Gala Prémios Foral, a Câmara Municipal de Coruche vai homenagear o grande mestre David Ribeiro Telles, que a edilidade descreve como "O Mestre para além da tauromaquia".

 

 

Será a primeira edição dos Prémios Foral, que visam reconhecer personalidades que tenham levado mais longe o nome do município. A fadista Ana Moura e João Cravidão são outros dos dois homenageados, numa cerimónia que terá lugar esta noite.

A Gala vai realizar-se no Salão de Festas do Monte da Barca, em Coruche, e entre os convidados está já confirmada a presença do Governador Civil de Santarém, Paulo Fonseca.

Ana Filipe

 

 

 

 

 

Equitação Online

publicado por portuga-coruche às 15:20
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AVC mata por ano em portugal mais do que toda a Guerra de Africa

 

Segundo o Estado-Maior General das Forças Armadas, morreram na Guerra de África 8.831 militares portugueses. Destas quase nove mil baixas, 3.455 aconteceram em Angola, 2.240 na Guiné e 3.136 em Moçambique.

A Sociedade Portuguesa de Aterosclerose alertou esta sexta-feira para que 20 mil pessoas morrem anualmente em Portugal vítimas de acidente vascular cerebral (AVC), uma taxa superior à da Média da União Europeia.

Isto é mais do dobro dos soldados portugeses que morreram em toda a guerra de Africa (1961-1974).

Concluindo, morrem mais portugueses num ano de AVC (acidente vascular cerebral) do que em 13 anos de guerra no Ultramar.

É caso para se dar atenção que baste ao assunto.

 

Fontes:

Correio da Manhã

Cronologia da Guerra Colonial

 

publicado por portuga-coruche às 13:50
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Figuras de Coruche: Diamantino Diogo

66 anos, presidente da direcção da Caixa de Crédito Agrícola de Coruche

foto

 

 

Diamantino Diogo

 

Nasci em Coruche. Fui para o Seminário aos 11 anos. Estive lá três anos. Depois desisti. Não tinha vocação sacerdotal. A vida económica dos meus pais, trabalhadores rurais, emagreceu e tive que arranjar emprego.

Durante sete anos trabalhei para a Igreja. Dos 14 aos 21 anos. Ganhava trezentos escudos. Começava a trabalhar às cinco da manhã. Acabava às nove da noite. Na altura os americanos estavam a ajudar Portugal. Mandavam queijo, manteiga e farinha para ajudar os pobres. Davam-me a relação das pessoas que tinham que receber. Eu fazia a pesagem e ia distribuir as sacas de queijo e leite em pó.

 

Com persistência consegue-se tudo. Fui sempre estudando à noite. Tive pena de deixar a escola. E depois da quarta vou para onde, pai? - perguntava. Vais para a quinta, respondia o meu pai. Terminei o meu curso aos 39 anos. Licenciei-me na Faculdade de Direito em Lisboa. Foi um percurso difícil. Saía daqui às 17h30 e regressava a casa à uma e meia da manhã. Ou mais tarde, quando estava nevoeiro na recta do Cabo. Foi assim durante cinco anos. Fui colega de Durão Barroso.

 

Decidi tirar Direito porque acreditava que podia ajudar os pobres. E eu vinha de uma família com poucos recursos. Mais tarde desiludi-me. É preferível ajudar através da função social. E é aí que me sinto mais satisfeito. A justiça funciona muito lentamente. Já pertenci à Misericórdia. Agora sou juiz da Irmandade de Nossa Senhora do Castelo e sou presidente do lar e creche de S. José. Tenho muito orgulho. Trinta empregados e 300 crianças. Temos 60 crianças que pagam o mínimo porque são desfavorecidas.

 

Estou na Caixa de Crédito Agrícola de Coruche desde o início. 1981. Era funcionário do Banco Totta e Açores e transferi-me. Fui director das caixas agrícolas, presidente do conselho de administração da caixa central, vice-presidente da Confagri. Em jovem fundei os escuteiros em Coruche. Hoje sou um lutador pela fábrica de beterraba de Coruche como administrador da DAI. Foi a grande luta que tive ao longo da vida. Perdeu-se a beterraba, vamos lutar pela cana do açúcar para que não se percam 154 postos de trabalho. Sou presidente da assembleia geral do CNEMA e transformei a Caixa Agrícola de Coruche numa das maiores do país.

 

Arranjo tempo para tudo. Tenho bons colaboradores. Onde meto as mãos as coisas saem bem. Qual é o segredo? Ser dinâmico e persistente. Quando saio da Caixa vou para a quinta com dois hectares onde tenho galinhas, patos e coelhos, uma pequena vinha, couves e abóboras. Um pouco de tudo. Ao mesmo tempo que empresto dinheiro aqui, sei como correm as coisas no campo.

 

Estamos numa zona fértil. Dezassete mil hectares de regadio. Somos o maior concelho do distrito de Santarém e dos maiores de Portugal. O dobro da Madeira, metade dos Açores. A crise não nos afecta muito directamente. O problema é a insegurança no preço dos produtos. As instituições financeiras que emprestam o dinheiro não sabem se o agricultor tira rentabilidade para pagar.

 

Sou o mais velho de três irmãos. Tenho dois filhos. A filha estuda medicina em Salamanca, Espanha. O filho é empregado bancário.

 

A guerra marcou-me. Tive 48 meses de vida militar. Vinte meses no continente, 28 em Angola. Na guerra estávamos sempre em serviço. Estive nas zonas mais aguerridas. O que nos deu uma certa dureza que hoje ajuda a ultrapassar qualquer problema. Vimos companheiros cair. Todo o trabalho que nos possa aparecer à frente é mais fácil que estar na guerra.

 

Angola vai ser um dos países mais importantes do futuro. Tem todas as condições. Desde a baía de Luanda rodeada de poços de petróleo até Cabinda. Catorze vezes e meia maior Portugal. É um país onde gostava de voltar. Mas em paz e segurança.

Ana Santiago

 

 

 

 

in O Mirante

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Terça-feira, 21 de Outubro de 2008

A Recessão também é culpa dos ambiciosos governos mundiais

Pois é! Vê-se o ministro das finanças a gabar-se da eficiência da cobrança dos impostos. A anunciar novas penalizações para quem não cumpre, em suma asfixiaram a classe média, motor da economia mundial, que, associada a factores destabilizadores mundiais como a crise energética criou uma recessão.

O governo acha que a melhor maneira de garantir uma próxima eleição é ter muito dinheiro para realizar. Acredito que sem dinheiro não se faz nem se reforma, mas, se isso significa mandar para a falência os portugueses não tem justificação.

 

A economia mundial não surge só das necessidades das pessoas, ela move-se e mantém-se porque existem pessoas que tem poder de compra. Sem existirem pessoas com poder de compra aquilo que as fábricas produzem não é vendido e movimentado.

Ao levar as pessoas a reter aquilo que tem disponível, elas deixam de comprar bens, entrando numa fase em que só gasta aquilo que acha essencial.

 

Esta crise resolvia-se por sí, se os governos estivessem dispostos a abdicar com 3 ou 4 meses dos impostos, directos e indirectos, promovendo o consumo, ao mesmo tempo que regulamentava a banca, acabando com os chamados créditos imediatos que tem juros altíssimos e tem estrangulado a classe média baixa.

  

Só com consumo a economia cresce. O dinheiro circula porque as pessoas compram e vendem. O dinheiro deixa de circular se quem compra não quer ou não pode comprar ou quem vende não tem para vender ou não pode vender.

 

 

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Quinta-feira, 16 de Outubro de 2008

O mapa do criador

Um mapa com 120 milhões de anos descoberto na Rússia pode mudar nossa compreensão sobre a história da humanidade.

 
Por Stepan Krivoskeyev & Dmitry Plenkin *
 
 
Uma descoberta teoricamente impossível foi realizada em 1999 por cientistas da Universidade Estadual Bashkir, Rússia: uma placa de pedra branca que contêm evidências conclusivas da existência de uma antiga civilização altamente desenvolvida. Essa placa contem um mapa com detalhada e perfeita imagem em relevo somente possível de ser produzido com tecnologia atual. Esse mapa tridimensional de origem desconhecida nos mostra um sistema de canais com aproximada 12.000 km de extensão, barragens,  enormes represas, fundações em formato de diamante de uso indefinido e múltiplas inscrições em forma de hieróglifos!
 
Pistas

“Quanto mais aprendo, quanto mais realizo mais compreendo que não conheço nada”, disse o professor da Universidade de Bashkir, Alexander Chuvyrov. Em 1995, ele e um estudante chinês pós-graduado, estudavam a hipótese de uma possível corrente migratória da China para o território da Sibéria e Ural. Numa expedição para Bashkiria, eles encontraram várias rochas com entalhes feitos numa antiga língua chinesa. Estes achados confirmaram a hipótese dessa corrente migratória chinesa. As subscrições lidas continham em sua maioria informações sobre trocas, pactos, casamentos e registros de óbitos.

Foi durante essas procuras que foram encontradas em arquivos do governador-geral de Ufa, notas datadas dos séculos 18 e inicio do 19, relatando a existência de aproximadamente 200 placas de pedras brancas “incomuns” localizadas próximo da Vila de Chandar, região de Nurimanov. Chuvyrov e seu colega chinês imediatamente concluíram que essas placas poderiam estar relacionadas com os migrantes chineses. Isso motivou os cientistas a realizarem expedições para localizar essas placas de pedras.

 
Pesquisando
Em 1998, depois de ter recebido autorização do governo e formado um time com seus estudantes, Chuvyrov início os trabalhos de pesquisas sobrevoando a região com helicópteros, começando por lugares onde as placas supostamente deveriam estar localizadas. Nas primeiras duas semanas nada foi encontrado. Desapontado, na ocasião, Chuvyrov disse: “…estou começando a pensar que essas placas são meras lendas”.
 
Encontrando
Na terceira semana Chuvyrov visitou Vladimir Krainov - ex-presidente do conselho local de agricultura da vila de Chandar, próximo da cidade de Ufa -, tido como um grande conhecedor da região. Na casa de Krainov, mesmo surpreso com a presença do pesquisador e arqueólogo russo, Schmidt, foi direto ao assunto e perguntou se sabia algo sobre algumas placas de pedras brancas. A resposta que obteve era a que menos esperava: “Não só sei como tenha uma dessas ‘estranhas’ placas aqui mesmo em meu quintal”. Seu primeiro pensamento foi de estarem brincando com ele. “Não levei isso muito a sério no primeiro momento, mas como suas fisionomias continuavam sérias, decidi ir ao quintal e acabar com aquela brincadeira” - recorda-se Chuvyrov. “Me lembro daquele dia claramente: 21 de Julho de 1999. Embaixo da varanda da casa do Vladimir estava uma das placas que tanto procurava!. A placa era tão pesada que três pessoas juntos não puderam movê-la. Fui então à cidade de Ufa pedir ajuda”.
Com a ajuda recebida de Ufa e de outros grupos de pesquisa que chegaram à pequena vila depois da notícia que Chuvyrov havia encontrado uma das placas, a pedra foi cuidadosamente retirada do local - usando-se um rolo de madeira revestido de plástico para não danificá-la - e transportada à universidade de Bashkiria para investigações e estudos. Essa placa de pedra recebeu o nome de “pedra de Dashka”  - em honra à neta de Alexander Chuvyrov nascida um dia antes deste acontecimento.
 
Análises, estudos e pesquisas
Uma semana depois, com a equipe de cientistas ampliada e todos equipamentos no local,  iniciaram os trabalhos. Após a primeira surpresa dos pesquisadores com o peso (987 Kg) e dimensões (148cm de comprimento, 106 de largura e 16 de espessura) a perplexidade dominou o ambiente quando, após a cuidadosa limpeza da pedra, um mapa em releve extremamente bem elaborado começou a aparecer! Os cientistas não podiam acreditar no que viam… “Á primeira vista, - disse Chuvyrov - compreendíamos que aquilo não era um simples pedaço de pedra, mas sim um mapa real. Não um simples mapa, mas um mapa tri-dimensional“…
Mas as surpresas não pararam por ai. A equipe, mais uma vez ampliada com o ingresso de especialistas russos e chineses nas áreas de cartografia, geologia, química e língua chinesa antiga, determinou com precisão que o mapa - em exata escala de 1:1×1km - dessa placa da pedra era  da região de Ural, com os rios Belya, Ufimka e Sutolka. “Identificamos a altitude de Ufa - sendo o Canyon de Ufa o ponto chave de nossas provas - porque conduzimos estudos geológicos e encontramos o seu rastro onde ele estaria de acordo com o mapa antigo. O deslocamento do canyon aconteceu por causa das placas tectônicas que moveram-se do leste”. Em coletiva à imprensa Alexander Chuvyrov disse: “Vejam este ponto, aqui é o Canyon de Ufa – a fratura da crosta terrestre, estendida de cidade de Ufa até a cidade de Sterlitimak. No momento, o Rio Urshak corre pelo antigo canyon”.
 
Hieroglíficos silábicos
Inicialmente os cientistas trabalharam com a hipótese desse mapa ter alguma coisa a haver com o chinês antigo, por causa das inscrições verticais no próprio mapa - Tipo de escrita parecidaUniversidade de Hunan, Chuvyrov desistiu completamente da hipótese sobre “Os indícios chineses”. O cientista concluiu que aquela porcelana que cobria a placa jamais foi usada na China. Embora todos os esforços em decifrar as inscrições tenham sido infrutíferos, foi descoberto que a escrita continha caracteres hieroglíficos-silábicos. Chuvyrov, porém, acredita que pelo menos parte da escrita do mapa tenha sido decifrada: “a latitude e a longitude que coincidem precisamente com a da cidade de Ufa”. era usada em chinês antiga antes do século 3. Para chegar esse suposição os chineses que participavam da equipe pesquisaram a questão e o próprio Chuvyrov visitou a Biblioteca Imperial Chinesa, mas nenhum deles descobriram escrita idêntica ou mesmo similar àquela encontrada na placa. Depois de encontrar seus colegas da
 
Estruturas geológicas
As estruturas geológicas da placa consiste de três camadas: A base tem 14cm de espessura, feita de sólida dolomita. A segunda camada é a mais interessante - é “feito” de vidro de Diopsídio; a tecnologia para o seu manuseio é desconhecida pela ciência moderna! E a terceira camada tem 2mm de espessura e consiste de porcelana de cálcio protegendo o mapa contra danos!
 
Máquina de precisão
Deve ser observado - diz o professor - “que o relevo não foi feito manualmente por um escultor de pedra antigo. Isto simplesmente é impossível. O desenho dessa pedra foi ‘feito’ por uma máquina. Fotografias de raios-x mostram que mecanismos de alta precisão foram usados para trabalhar essa pedra”…
 
Obras gigante
Quanto mais se estudava a placa, mais mistérios apareciam: um gigante sistema de irrigação pode ser visto. Além dos rios, há dois sistemas de canais com 500 metros de largura, 12 represas, 300-500 metros de largura, aproximadamente 10km de distâncias por 3km de profundidade, cada. As represas aparentemente ajudavam transportar a água de uma lado ao outro. Segundo cálculos realizados nesse mesma universidade, para construir as obras vistas nesse mapa seriam necessário remover mais de 1 quatrilhão de metros cúbicos de terra! Fazendo uma comparação desse sistema de irrigação, os canais de Volga-Don mais parecem um risco no relevo de hoje. Segundo o professor Chuvyrov, mesmo hoje a humanidade pode construir apenas uma pequena parte do que esta desenhado no mapa!
 
Idade da placa
Foi difícil determinar uma data aproximada para a placa. Inicialmente foi analisada por radio carbônico e depois os níveis da placa foram escaneados com um cronômetro de urânio; apesar disso os investigadores mostraram diferentes resultados e a idade da placa permaneceu indefinida. No entanto, enquanto examinavam a pedra, duas conchas foram encontradas em sua superfície. A idade delas: Navicopsina munitus, da família Gyrodeidae, com 50 milhões de anos ; e, Ecculiomphalus princeps, da família Ecculiomphalinae, com 120 milhões de anos! A princípio estas datas foram aceitas como uma “versão de pesquisa”. Os cientistas supõem que a segunda é a data correta. O Dr. Cruvyrov diz que o mapa pode ter sido criado na tempo em que o pólo magnético da terra situava-se na área atual terra de Franz Josef, o que significa aproximadamente 120 milhões de anos atrás”.
Perguntado como teria sido possível nossos ancestrais construíem um mapa tridimensional, o professor Chuvyrov disse: “…não temos a mínima idéia, somente suposições. O que sabemos é que esse mapa está além da percepção da humanidade atual; precisamos de um longo tempo para se acostumar com isso. Nós nos acomodamos ao nosso milagre. Primeiro nós achamos que a pedra tinha 3.000 anos. Só que a idade foi aumentando gradualmente, até que nós identificamos as conchas cravadas na pedra. Quem desenhou esse mapa provavelmente usou essa padra com as conchas já encrustradas nela”.
 
Mapa de navegação aérea?
Qual poderia ser o objetivo do mapa? Esta é de certo uma das dúvidas mais interessante. Materiais do achado Bashkiria também fora analisados e estudados no Centro de Cartografia Histórica em Visconsin, USA. Os americanos ficaram perplexos com o achado. De acordo com essas análises e estudos um mapa tridimensional como esse (da pedra de Dashka) só poderia ter um objetivo:navegação aérea. E mais, só poderia ter sido construído via pesquisa aérea!
Somente agora, no início do século 21, é que Estados Unidos iniciaram a criação de um mapa mundial em três dimensões como esse descoberto na Rússia; e mesmo assim esse projeto só será concluído em 2010. A dificuldade maior é a necessidade de milhões de cálculos para fazer um mapa tridimensional. Mesmo usando dezenas de super computadores e milhares de imagens aéreas de alta precisão é um trabalho lento, cobrindo pequenas áreas de cada vez. “Tente mapear no mínimo uma montanha! – comenta Chuvyrov.
 
Qual origem desse mapa?
Perguntado ‘quem então criou esse mapa?’, o professor Chuvyrov, enquanto falava sobre cartografias desconhecidas, foi cuidadoso: “Eu não acredito em extraterrestres. Porque não chamar o autor do mapa simplesmente de ‘O criador’”.
Aparentemente quem viveu e construiu naquela época usou apenas meios de transporte aéreos: Não existe estradas no mapa. Há ainda a hipótese de que os autores desse mapa não viviam lá, apenas preparavam o lugar para uma futura colonização, drenagem água, construíndo barragens e fundações em forma de diamantes naquelas terras. Essa parece ser a mais provável versão; porém, nada pode ser declarado como definitivo por enquanto. Por que não assumir que os autores pertenciam à uma civilização que tenha existido antigamente?
 
Apenas uma parte
As investigações desse mapa traz uma descoberta atrás da outra. Agora os cientistas têm certeza de que esse mapa é apenas um fragmento de um grande mapa da Terra. De acordo com algumas hipóteses, há um total de 348 fragmentos como esse. Os outros fragmentos podem estar provavelmente em algum lugar perto de lá. Nas margens de Chandar, cientistas da equipe do professor Chuvyrov colheram 400 amostras de solo e levantaram a hipótese do mapa inteiro ter existido no desfiladeiro da Montanha Sokolinaya - Montanha do Falcão.
Baseado na escala e área geográfica do mapa encontrado os cientistas formaram um mosaico nos mostrando os outros 347 espaços vazios que, junto com o único fragmento descoberto até agora, nos mostra um mapa mundi com aproximadamente 340 x 340m.
 
Informações “Reservadas”
Inicialmente o governo Russo divulgou informações sobre esse achado e resumos com resultados de muitas pesquisas realizadas na “Pedra de Dashka”, inclusive em quatro Congressos internacionais como o título “Mapa da Engenharia Civil de uma Civilização Desconhecida do Sul de Ural”. Porém, a partir de maio de 2001, informações antigas e especialmente as mais recentes referentes à resultantes das novas pesquisas, testes e estudos dessa placa de pedra foram classificadas como “reservadas”, e saíram do domínio público.
 
* Stepan Krivoskeyev & Dmitry Plenkin, jornalistas russos
 
Notas
1. Esta matéria foi publicada originalmente em três versões pelo jornal Pravda: Versão completa em 19/03/02, versão completa e atualizada em 30/04/02 - da qual esta tradução foi baseada, e versão resumida em 28/07/02.
2. Traduções: Russo para Inglês - Vera Solovieva e Inglês para Português - Antônio Carlos

 

 

in World’s Observatory

 

Alguns links relacionados e com fotos:

http://www.bibliotecapleyades.net/arqueologia/esp_map_creator02.htm#The%20map%20of%20the%20Creator

 

http://s8int.com/phile/sophis40.html

 

A ser verdade, teremos que reformular toda a nossa pré-história, a teoria da evolução e a nossa origem.

Algumas fotos:

 

 

 

 

Estou junto da Universidade referida (não foi fácil, muitos emails devolvidos e com erro) a tentar confirmar esta história que é "incrivel" de mais para ser verdadeira. A ser verdade ou mentira ser-me-á confirmado por alguem ligado à universidade e publicarei aqui a resposta.

 

publicado por portuga-coruche às 15:54
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Centro de saúde recusa assistir homem com enfarte

Uma médica do centro de saúde de Alpiarça terá recusado prestar assistência a um doente que entrou aflito com um princípio de enfarte, mandando-o deslocar-se no seu próprio carro para o hospital de Santarém.

Para mais, esta clínica foi médica de família da vítima durante sete anos e tinha conhecimento dos graves problemas cardíacos que constam do seu historial clínico.

O caso ocorreu a 17 de Setembro, quando Carlos Martins se sentiu muito mal logo pela manhã.

Pelas 10 horas, entrou no centro de saúde Alpiarça “com dores muito fortes no peito, formigueiro nos braços e uma enorme falta de ar”.

Segundo relata, a enfermeira preparava-se para lhe dar ventilação assistida quando a médica a interrompeu e perguntou como é que ele tinha chegado ao centro de saúde.

“Como eu fui no meu carro, mandou-me ir para o hospital de Santarém porque ali não havia urgências nem médicos disponíveis”, conta.

E Carlos Martins, que aos 44 anos está reformado por invalidez devido aos problemas de coração, saiu do centro de saúde com um princípio de enfarte, a mesma falta de ar e sem sequer lhe chamarem uma ambulância.

A custo, e depois de uma paragem para tentar respirar a meio da ponte D. Luís, a vítima lá conseguiu chegar a Santarém, onde foi internado de imediato na unidade coronária do hospital, considerada de referência a nível do país.

“Tive muita sorte, porque pedi para chamar a minha médica especialista e ela veio de imediato”, sublinha Carlos Martins, que esteve oito dias internado e sofreu mais dois enfartes agudos do miocárdio, além do primeiro ataque.

Carlos Martins não se conforma com o comportamento da clínica do centro de saúde de Alpiarça, que foi sua médica de família há dez anos atrás.

“Não tenho qualquer razão de queixa dela durante esse período e até a considero uma boa profissional, mas acho que merecia outro tratamento”, afirma a vítima, que já foi apresentar reclamação no livro amarelo do centro de saúde de Alpiarça e vai apresentar queixa da médica.

O nosso jornal tentou obter esclarecimentos junto do director do Centro de Saúde de Alpiarça, que segundo nos informaram está de férias, e da médica alvo da queixa de Carlos Martins, não tendo sido possível falar com a clínica depois de vários contactos telefónicos.

Este caso ocorreu cerca de uma semana antes do Ministério da Saúde ter lançado a campanha publicitária “seja mais rápido que o enfarte”, que está a passar nos meios de comunicação social nacionais.

 

in O Ribatejo

publicado por portuga-coruche às 15:10
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Terça-feira, 14 de Outubro de 2008

Só Pra Contrariar - tão só

Infelizmente a Sony e outros do género impedem o embed da música do youtube.

Primeiro desautorizaram alguns dos videos o que me tem levado a constantemente alterar estas páginas, assim, vou colocar um link para o video no youtube que é a unica possibilidade permitida.

Pessoalmente considero que embeber um video musical num blog é uma forma de o divulgar e de certeza que pela qualidade sonora e de video ningem os vai preferir a um DVD ou seja o que for, antes pelo contrário, se ouvirem e gostarem podem vir a comprar.

 Estas restrições não caem nada bem.

 

Ver video no Youtube (Abrirá numa nova janela, se não funcionar é porque realmente a Sony voltou a cometer o abuso de calcelar, proibir, obrigar a mudar esta treta)

 

Tão Só

Só Pra Contrariar

 

Eu fiquei sozinho
Mais uma noite sem você
Triste, sem carinho
Com tanta coisa pra esquecer

Tão só, tão só
Meus sonhos se perderam
Num momento em que você me disse adeus
Tão só, tão só
Eu me acostumei a ver a vida
Pela luz dos olhos teus

Se não me queria
Não sei por que me conquistar
Se era fantasia
Po rque me fez apaixonar
Tão só, tão só
Meus sonhos se perderam
Num momento em que você me disse adeus
Tão só, tão só
Eu me acostumei a ver a vida
Pela luz dos olhos teus

Você falou de amor
Me iludiu e depois foi embora
Você falou de amor
Me usou e depois jogou fora

 

publicado por portuga-coruche às 14:42
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Segunda-feira, 13 de Outubro de 2008

AIG e Fortis ‘estoiram’ dinheiro em luxo depois de saírem da falência

Depois de os dinheiros estatais terem salvado o mercado, a seguradora AIG gastou 330 mil euros em banquetes, partidas de golfe e massagens num resort da Califórnia. Já o Fortis levou 50 distribuidores a Monte-Carlo e pagou-lhes um pequeno-almoço de três mil euros por pessoa

 

 

A polémica instalou-se. Algumas das instituições bancárias que estavam à beira da falência e que foram salvas pelos planos de emergência financeira do seu país decidiram ‘festejar’ os novos tempos de bonança com luxo, como explica o Jornal de Negócios.

Poucos dias depois de o Governo norte-americano ter salvado a seguradora AIG, alguns dos seus executivos gastaram centenas de milhares de dólares num SPOA de luxo na Califórnia. A factura, paga pela AIG, ascende aos 330 mil euros em alojamento, partidas de golfe e massagens.

A Casa Branca considerou «bastante desprezível» a atitude dos líderes da AIG. Mas a seguradora não foi a única.

Na Europa, o Fortis organizou um evento gastronómico num dos melhores restaurantes do Mónaco, pouco tempo depois de o BNPO Paribas o ter resgatado. A factura foi de 150 mil euros por um pequeno-almoço para 50 pessoas no Hotel de Paris Monte Carlo, ou seja, três mil euros por pessoa.

As condutas de ambas as instituições estão a causar indignação junto de académicos e líderes políticos, que consideram que esta vai ser também uma parte importante na história que esta crise está a fazer.

andreia.coelho@sol.pt

 

in SOL

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Prémios Foral distinguem David Ribeiro Telles, João Cravidão e Ana Moura

O ganadeiro, agricultor e ex-cavaleiro tauromáquico David Ribeiro Telles, o dirigente associativo João de Matos Cravidão e a fadista Ana Moura são as primeiras personalidades distinguidas com os Prémios Foral, que este ano, começam a ser atribuídos pela Câmara de Coruche.

O júri do concurso instituído este ano para celebrar o Foral de Coruche, concedido por D. Afonso Henriques em 26 de Maio de 1182, é composto pelo presidente da Câmara de Coruche, Dionísio Mendes, pelos representantes de órgãos de comunicação social local Mais Região e Rádio Voz do Sorraia, e representantes das escolas Profissional de Coruche, EB 2/3 Dr. Armando Lizardo e Secundária de Coruche.

Mestre David Ribeiro Telles nasceu em Almeirim em 1927 mas cedo foi viver para Coruche. Ao longo de mais de 50 anos toureou a cavalo pelas praças do mundo, faceta que aliou à de agricultor e ganadeiro. A família dá continuidade àquela arte com João Ribeiro Telles, António Ribeiro Telles e João Ribeiro Telles Jr.

João de Matos Cravidão ajudou a formar grande parte das colectividades e associações de Coruche. Nasceu em Cabedão, concelho de Mora, em 1924. Fez parte do Grupo Bairro Alegre Futebol Clube, foi fundador do Grupo Desportivo “O Coruchense”, do Clube Ornitológico de Coruche, da Casa do Benfica de Coruche, da Associação para o Estudo e Defesa do Património Cultural e Natural do Concelho de Coruche. Ex-presidente da Associação de Comerciantes de Coruche, foi também um dos impulsionadores do grupo Coral da Sociedade de Instrução Coruchense.

A fadista Ana Moura é a mais nova entre os distinguidos mas, por outro lado, o maior destaque pertence-lhe agora a nível nacional e internacional. Foi nascer a Santarém mas é em Coruche que percorre toda a infância e juventude. Lançou-se no fado e alcançou dupla platina com o trabalho “Para Além da Saudade”. Na retina fica ainda a subida ao palco do concerto dos Rolling Stones, no último concerta da banda em Portugal, para acompanhar Mick Jagger a contar.

 

in O Mirante

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