Sexta-feira, 26 de Setembro de 2008

Mação fora do Médio Tejo com nova lei do associativismo municipal

Comunidades intermunicipais vêm substituir as agora extintas comunidades urbanas


fotoAssembleias municipais começam já este mês a pronunciar-se sobre adesão às novas associações de municípios.

 

A saída do concelho de Mação da associação de municípios do Médio Tejo para passar a integrar exclusivamente a comunidade intermunicipal (CIM) do Pinhal Interior Sul é uma das consequências mais relevantes na região do novo regime jurídico do associativismo municipal decorrente da Lei n.º 45/2008. A legislação, que entrou em vigor no final de Agosto, revoga as leis 10/2003 e 11/2003 - quando Durão Barroso era primeiro-ministro e Miguel Relvas secretário de Estado da Administração Local -, que criaram as comunidades urbanas e as áreas metropolitanas agora extintas. Ourém teve também de deixar a área metropolitana de Leiria e ficar agregado à nova CIM do Médio Tejo.

Na prática, a nova lei obriga os municípios a integrarem apenas a associação de municípios que constitui a NUT (Unidade Territorial para Fins Estatísticos) a que pertencem. No entanto, essa definição territorial não vai acabar com a confusão administrativa que atinge ainda alguns concelhos de fronteira, como Mação. Que apesar de ser obrigado a integrar uma associação com municípios do distrito de Castelo Branco continua a depender do distrito de Santarém em diversas áreas, como a saúde, protecção civil e estradas. Recorde-se que, por ironia do destino, Mação ficará para a história como o município cujo presidente liderou o último conselho de administração da finada Comunidade Urbana do Médio Tejo.

Com a nova legislação as associações de municípios podem ser de fins múltiplos ou de fins específicos. As de fins múltiplos, designadas comunidades intermunicipais, adoptam o nome das NUT’s a que pertencem e sucedem às comunidades urbanas. As associações de fins específicos são criadas para a realização em comum de interesses particulares dos municípios que as integram, como recolha e tratamento de resíduos, abastecimento de água ou saneamento básico. Os municípios só podem fazer parte de uma associação de fins múltiplos, mas podem pertencer a várias de fins específicos, desde que tenham finalidades diversas.

As CIM vão ser instituídas com a aprovação dos estatutos pelas assembleias municipais. Entre os seus atributos estão: planeamento e a gestão da estratégia de desenvolvimento económico, social e ambiental do território abrangido; articulação dos investimentos municipais de interesse intermunicipal; participação na gestão de programas de apoio ao desenvolvimento regional, designadamente no âmbito do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN).

Cabe-lhes ainda assegurar a articulação das actuações entre os municípios e os serviços da administração central em áreas como as redes de abastecimento público de água, de saneamento básico, tratamento de águas residuais e resíduos urbanos. Ou ainda nas redes de equipamentos de saúde, educativos e de formação profissional, na área do ordenamento do território, segurança e protecção civil, mobilidade e transportes.

Perante a nova reforma legislativa, os 21 concelhos do distrito de Santarém passam a ficar divididos por três CIM. A CIM do Médio Tejo integra Alcanena, Torres Novas, Tomar, Vila Nova da Barquinha, Ourém, Entroncamento, Abrantes, Constância, Sardoal e Ferreira do Zêzere. A da Lezíria do Tejo abrange os municípios de Almeirim, Alpiarça, Cartaxo, Golegã, Chamusca, Salvaterra de Magos, Benavente, Santarém, Coruche, Rio Maior e ainda Azambuja, que pertence ao distrito de Lisboa. Mação fica no Pinhal Interior Sul.

 

Vila Franca continua

na Área Metropolitana de Lisboa

Os municípios da Grande Lisboa, entre os quais Vila Franca de Xira, e da Península de Setúbal integram a área metropolitana de Lisboa e os municípios do Grande Porto e de Entre-Douro e Vouga integram a área metropolitana do Porto, as quais são reguladas por diploma próprio.

 

in O Mirante

publicado por portuga-coruche às 10:25
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Luís Feiteira oferece vitória ao veterano José Santos nos 15 km de Benavente

Prova com cerca de quatro centenas de atletas homenageou postumamente Arménio Felismino

fotoRosa Mota foi a madrinha da prova e participou na caminhada pelo coração com 250 caminhantes. A festa do atletismo juntou mais de 800 atletas de todas as idades em Benavente.

 

Luís Feiteira e José Santos partilharam esforços nos últimos quilómetros percorridos nas ruas e estradas de Benavente e fizeram os últimos 3000 metros da corrida juntos. O atleta da Conforlimpa, mais jovem e mais rápido, acabou por facilitar a vitória de José Santos (CUAB) num gesto de desportivismo entendido pelo público presente na recta da meta na manhã de domingo.

“É uma prova de homenagem ao atleta do CUAB, Arménio Felismino e entendi que deveria ser um atleta da casa, o José Santos, a ganhar”, disse Luís Feiteira para justificar o facto de não ter dado tudo na recta da meta.

José Santos confirmou a O MIRANTE que ao quilómetro 12, Luís Feteira lhe disse que iriam juntos até ao fim e que gostaria que fosse o atleta do CUAB a vencer. “Não gosto deste tipo de vitórias, mas o Feiteira insistiu e tendo em conta a razão que me deu aceitei cortar a meta em primeiro lugar”, referiu o atleta da Castanheira do Ribatejo.

Na terceira posição cortou a meta o veterano Carlos Alves do Boavista do Pico que andou com o duo da frente vários quilómetros, mas acabou por quebrar. Por equipas, a formação da casa venceu depois de colocar uma mão cheia de atletas nos 10 primeiros lugares e três homens nas cinco primeiras posições. O CUAB venceu também o troféu Arménio Filismino, criado numa parceria com a Câmara de Coruche para distinguir a melhor equipa no conjunto das duas competições: a Corrida das Pontes em Coruche e os 15 Km de Benavente. Arménio foi atleta do CUAB até á sua morte prematura, devido a doença, há seis meses. “Todos sentimos a sua morte. Era um bom atleta e um bom companheiro”, referiu José Santos.

 

Rosa Mota deu tiro de partida e premiou vencedores

A prova foi apadrinhada pela campeã olímpica Rosa Mota que deu o tiro de partida para as várias competições, incentivou os jovens atletas e conviveu com centenas de amantes do atletismo ao longo da manhã.

Mas nem a presença da rainha, incentivou as senhoras a participarem na corrida. No sector feminino também se notou a ausência das figuras. Cristina Guerreiro (Clube de Atletismo da Baixa da Banheira) foi a vencedora, seguida da veterana Carolina Feliz (União de Tomar) e na terceira posição cortou a meta Susana Adelino (Clube do Pessoal da Câmara de Loures).

A prova contou com um numeroso pelotão com cerca de quatrocentos atletas provenientes de várias regiões do país. “Vim de Pombal porque gosto desta prova e aproveito para vir passear ao Ribatejo”, referiu José Nunes, um dos muitos atletas de pelotão, pouco preocupado com a classificação final. “Ainda tive mais de 100 atrás de mim”, refere para consolação dos filhos que esperavam mais do atleta.

É o gosto pela prática do atletismo que move a maioria dos participantes na corrida. A maioria treina regularmente para estar bem aos fins-de-semana. “Faço a minha corridinha três vezes por semana para manter a forma”, explica o veterano José Ferreira, 64 anos e mais de 40 dedicados ao atletismo. “É o meu vício. Não fumo, não bebo, mas gosto de correr”, adianta.

Em simultâneo com a prova dos 15 quilómetros decorreu uma caminhada que reuniu mais de 250 caminhantes de todas as idades. Desde os bebés de colo, levados em carrinhos, até aos avós com mais de 80 anos. Famílias deram colorido a um numeroso pelotão laranja, a cor escolhida pela organização para as t-shirt’s que apelavam à participação nas caminhadas. Laurindo Palma foi o dinamizador da iniciativa e mostrou-se muito satisfeito com a adesão. “Temos muita gente e correu muito bem”, referiu. Rosa Mota caminhou ao lado do presidente da câmara, António Ganhão num pelotão onde também marcaram presença a presidente da junta de freguesia, Leonor Parracho e a vereadora do desporto Clarisse Castanheiro, entre outras personalidades de Benavente.

A campeã olímpica incentivou o público a participar na caminhada, apelando à prática saudável do desporto. “É muito bom para a saúde. Faz bem para todas as idades”, explicou a campeã a uma das muitas fãs que a abordaram na busca de um autógrafo ou de uma fotografia.

Joaquim Luís, director da prova, fez um balanço positivo do grande prémio de atletismo que reuniu dezenas de jovens atletas nos escalões de formação. Apesar de ter havido uma quebra de participação e um afastamento dos nomes sonantes na prova principal, devido á ausência de prémios monetários, a corrida mantém vitalidade e constitui uma importante manifestação desportiva. “Tivemos largas centenas de atletas e muitos deram-nos os parabéns e continuam a preferir a nossa prova pela forma como são recebidos em Benavente”, referiu, agradecendo o apoio de dezenas de colaboradores que viabilizam a organização que tem a chancela do centenário Clube União Artístico Benaventense (CUAB).

 

in O Mirante

publicado por portuga-coruche às 10:22
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Quinta-feira, 25 de Setembro de 2008

Google dá 10 milhões de dólares às melhores ideias para ajudar o mundo

Se tem uma ideia para ajudar o mundo mas não o dinheiro para pô-la em prática, envie-a à Google

 

A Google anunciou quarta-feira um concurso com um prémio de 10 milhões de dólares para recompensar os projectos que melhorem a vida de um maior número de pessoas, por ocasião dos 10 anos do gigante da Internet.

 

Se tem uma ideia para ajudar o mundo mas não o dinheiro para pô-la em prática, envie-a à Google que anunciou a iniciativa «10 to the 100th», destinada a escolher as cem melhores ideias entre internautas de todo o mundo e repartirá 10 milhões de dólares para as tornar realidade.

Quem tiver uma ideia que acredite possa ajudar um grande número de pessoas pode enviá-la ao motor de busca, depois preencher um formulário simples na web www.project10tothe100.com antes de 20 de Outubro próximo.

«As ideias podem ser pequenas, relacionadas com a tecnologia ou brilhantemente simples mas é necessário que tenham consequências enormes a longo prazo», disse a empresa num comunicado.

«Sabemos que há inumeráveis ideias geniais que necessitam de financiamento e apoio para pô-las em marcha», acrescentou.

As propostas podem estar relacionadas com qualquer campo mas a Google definiu na web algumas das áreas mais comuns, como energia, habitação, saúde ou educação, para simplificar o processo.

O único requisito é que os participantes possam responder a algumas perguntas sobre o alcance e eficiência da sua ideia, a quantas pessoas beneficiaria ou durante quanto tempo terá impacto.

Um grupo de quadros da Google escolherá os cem melhores projectos antes de 27 de Janeiro de 2009. Entre eles os utilizadores poderão votar os 20 melhores e um painel de peritos ainda por nomear seleccionará os vencedores em meados de Fevereiro.

A Google deixou em aberto o número de ideias que podem ganhar. Se forem duas, ambos os projectos dividirão os 10 milhões de dólares, se forem cinco serão dois milhões de dólares para cada um.

«Na Google, não pensamos ser os donos das respostas mas acreditamos que elas estão lá, algures», escreve a empresa na página consagrada a este projecto, um dos destinados a assinalar os 10 anos do que foi primeiro um simples motor de busca antes de se tornar um gigante da revolução Internet.
 

 

in IOL Diário

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Bancos europeus poderão sofrer colapso ainda maior do que o dos seus congéneres nos EUA

As gigantescas dívidas e a falda de dinheiro poderão destruir vários dos maiores bancos europeus, alerta um estudo do Centro para os Estudos de Política Europeia.

Pedro Duarte

Segundo o estudo, citado pelo jornal IrishTimes, muitos dos maiores bancos da Europa são "um desastre à espera de acontecer."

Para o director do Centro para os Estudos de Política Europeia, Daniel Gros, "o rácio médio de alavancagem" dos doze maiores bancos europeus - ou seja, a medida dos activos totais detidos em relação ao capital accionista das instituições - é de 35 para 1, contra o valor inferior a menos de 20 para 1 dos maiores bancos norte-americanos. A grande alavancagem de activos tem sido apontada como uma das responsáveis pela falência do banco Lehman Brothers na semana passada, o qual detinha quase 700 mil milhões de dólares em activos, embora o seu capital accionista fosse de somente 23 mil milhões de dólares, um rácio de 30 para 1.

Gros nota que é "supreendente" que a Europa tenha sido poupada aos traumas que têm penalizado o sistema financeiro dos EUA, uma vez que o ano que passou demonstrou como "até a mais ligeira dúvida sobre a solvência ou situação líquida de instituições com um tal nível de alavancagem pode levar ao seu desaparecimento numa questão de dias."

Embora seja normalmente afirmado que certas instituições são "demasiado grandes para falirem", Gros nota que muitos gigantes da banca europeia são "demasiado grandes para serem salvos", dando como exemplo o Deutsche Bank, que tem um rácio de alavancagem de 50 para 1 e perdas potenciais de dois biliões (2 000 000 000 000) de euros, mais do que 80% da totalidade da economia alemã. Tendo em conta que o orçamento alemão está limitado pelas regras do Pacto de Estabilidade, uma operação de salvamento do Deutsche Bank é "simplesmente demasiado para poder ser contemplada pelo Bundesbank ou mesmo por todo o Estado alemão."

Já no Reino Unido, o banco Barclays, que tem comprado unidades do falido Lehman Brothers, tem um rácio de alavancagem de 60 para 1 e as suas perdas potenciais, que ultrapassam os 1,3 biliões (1 300 000 000 000) de libras esterlinas, superam o valor de toda a Economia britânica. O belga Fortis, embora tenha um rácio de alavancagem de somente 33, tem perdas potenciais que são "várias vezes maiores" do que todo o Produto Interno Bruto (PIB) da Bélgica, notam os peritos.

O estudo nota, no entanto, que ao contrário dos bancos de investimento norte-americanos, os bancos europeus como o Deutsche Bank e o Barclays recebem um influxo constatne de dinheiro através dos depósitos que recebem, o que lhes tem permitido evitar os problemas que o Lehman e outros bancos enfrentaram, já que dependiam de fontes de financiamento menos seguras. Em adição, ambos os bancos evitaram o pior da crise do 'subprime'. No entanto, os problemas enfrentados pela seguradora norte-americana AIG, agora nacionalizada, mostraram que até este tipo de instituições tem uma saúde financeira bastante ténue.

Embora de momento as atenções dos media estejam a focar-se nos rácios de alavancagem dos bancos norte-americanos e não nos europeus, as práticas das instituições europeias não passaram despercebidas pelos analistas. Este mês, o Royal Bank of Scotland reviu em baixa a sua recomendação para o Barclays para 'vender' devido à cultura empresarial deste, que o levou a ter uma alavancagem maior do que a dos seus pares, algo que não é positivo "no actual ambiente de desalavancagem do sistema financeiro e aumento do escrutínio externo dos balanços contabilísticos dos bancos."

Gros nota assim que "o Banco Central Europeu e as autoridades reguladoras europeias estão a viver em tempo emprestado."

in Diário Económico

publicado por portuga-coruche às 10:20
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Gang espalha terror na noite

Crime: Jovens em vaga de assaltos e agressões no concelho da Moita

 

Eram pelo menos trinta residentes do Vale da Amoreira e da Baixa da Banheira, na Moita. Alguns encapuzados, todos armados, empunhavam paus, tacos, bastões (uns em alumínio, outros com pregos) e facas, que usaram para agredir e roubar dez rapazes e uma rapariga que estavam na noite de anteontem na praça 25 de Abril, em Alhos Vedros, também na Moita. Foram confrontados pelos moradores e deu-se uma violenta rixa. Um jovem – supostamente membro do grupo de agressores – foi atingido a tiro pelo dono de um quintal onde se escondia.

 

'Seriam umas 22h00. Chegaram aqui e um gritou ‘quem roubou o meu amigo?’ Perguntei ‘qual amigo’', conta ao CM Telmo Pina, um dos 11 jovens que se encontravam no parque. 'A partir daí foi só bater e roubar', refere, acrescentando que depois de levar duas bastonadas também ele entregou o que tinha: 'Dois telemóveis, um fio e uma carteira com 20 euros e documentos.'

GNR e PSP confirmam: 'Isto parecia uma batalha campal. Até os populares ajudaram à festa.' António Fernandes, dono do café Atrium, foi um deles. 'Entraram aqui a pedir ajuda e a população saiu em socorro e ajudou na captura dos do Vale da Amoreira e da Baixa da Banheira', conta, frisando que os agredidos são filhos e familiares de residentes em Alhos Vedros.

Durante os confrontos 'a GNR identificou 13 rapazes, entre os 16 e os 20 anos, que foram libertados', disse ao Correio da Manhã o major Duarte Jacinto, da Brigada 2 da GNR.

A PSP da Baixa da Banheira deteve um dos agressores, que foi presente a tribunal por ter 111 gramas de haxixe. Foi solto, apesar de já ter cumprido pena de prisão por tráfico de droga.

Vários dos 13 identificados pela GNR estão referenciados por 'tráfico e consumo de droga, roubos, furto de carros e pequenos assaltos', diz fonte policial. Além dos bastões e facas os agressores teriam uma pistola e duas caçadeiras. A GNR só apreendeu um bastão.

DISCURSO DIRECTO

'FOI UM EPISÓDIO ANORMAL NO CONCELHO', Rui Garcia, vice-presidente da Câmara da Moita

Correio da Manhã – A Câmara está preocupada com a formação de gangs no concelho?

Rui Garcia – Não há relatos de haver gangs organizados no concelho. Tanto quanto sabemos, tratou-se apenas grupos de adolescentes de terras vizinhas que se envolveram numa rixa.

– Receia que situações destas se repitam?

– Estamos preocupados mas consideramos que foi um episódio anormal na vivência do nosso concelho. Esperamos que não se venha a repetir.

– A segurança deve ser reforçada?

– A Câmara tem trabalhado com as autoridades, dando alguns apoios para se aumentar o policiamento de proximidade, de forma a transmitir segurança às populações e reduzir a tentação de actos criminosos.

ARMA QUE ATINGIU DOIS JOVENS NÃO FOI ENCONTRADA

Os únicos dois indivíduos feridos a tiro (numa nádega e numa orelha) foram atingidos por um popular durante a fuga que encetaram pelos quintais da população de Alhos Vedros. 'A arma não foi encontrada', confirmou ao CM o major Duarte Jacinto, da Brigada 2 da GNR. Ferido ficou também Sérgio, namorado de Filipa, a única rapariga que integrava o grupo de Alhos Vedros. Sérgio levou com bastões e conseguiu escapar a uma navalha que lhe rasgou o blusão, conta ao nosso jornal o pai de Filipa, acrescentando que sabe quem ameaçou a filha com uma faca. 'Chama-se Nico. Já lhe tirei a pinta', diz, à porta da GNR da Moita, onde estiveram os familiares do rapaz que foi espancado pelos agressores.

 MORTE DE UM IRMÃO ABRIU-LHES OS OLHOS

'Nós os dois somos os únicos pretos do grupo. O resto é tudo ‘tugas’ [brancos]', diz Telmo, irmão de João, ambos agredidos e membros do grupo de amigos que convivia em Alhos Vedros.

Telmo Pina tem 20 anos, João 17. nasceram no Barreiro. Moraram na freguesia da Arrentela, de onde saíram para a Torre da Marinha após a morte de um irmão. 'Foi em 2003. Ele tinha 17 anos e foi apanhado num tiroteio na rua', conta Telmo ao CM, sublinhando que a tragédia serviu-lhe de exemplo. 'Abriu-me os olhos.' João evita o assunto. Não quer falar do irmão que perdeu e lamenta que Telmo o faça. 'Oh pá, estás a contar isso', protesta, atirando com os braços ao ar e dando a ver a mão magoada.

'Isto foram eles com os bastões', garante,confirmandoqueapanhou mas também deu. Tal como Telmo, que 'deu menos' pois foi atirado para o chão por dois que o sovaram com um bastão de alumínio. 'Partiram-me duas costelas.'

Telmo só completou o 7º ano. Estudou até aos 17 anos. 'Já sabia ler e escrever. Já chegava', alega. E foi trabalhar com o pai na construção civil. 'Sou pintor. Trabalho de segunda a sábado das oito da manhã às oito da noite.'

João ainda estuda. Há três anos que ele, Telmo, as duas irmãs e os pais moram em Alhos Vedros. 'Isto aqui é sossegado', dizem os dois, contando que moraram no Vale da Amoreira e que não gostaram.

'Aqui nunca tivemos problemas', referem, contando que todas as noites depois de jantar se reúnem com os amigos no parque 25 de Abril. Telmo usa o calão de rua para dizer que vai passar a andar com uma arma branca: 'Andávamos sossegados, agora tenho de começar a andar com a minha na prega.'

NOTAS

ROUBOS: A CAMINHO DA PRAÇA

'O grupo da Baixa da Banheira já tinha feito distúrbios no supermercado Modelo. No trajecto até à praça 25 de Abril agrediu e roubou quem encontrava', conta o dono do café Atrium

GNR: ALERTA ANTES DA RIXA

Quando os indivíduos chegaram à praça já o alerta tinha sido dado para a GNR da Moita por um director da Sociedade Filarmónica Recreio e União Alhos Vedrense, que os viu passar

PROCESSO: ABERTO INQUÉRITO

Depois de identificados alguns dos agressores, as vítimas apresentaram queixa de ofensas corporais contra eles. A GNR, que promete vigiar os bairros, abriu um inquérito

 

 

Sofia Rêgo

 

in Correio da Manhã

publicado por portuga-coruche às 09:21
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Quarta-feira, 24 de Setembro de 2008

Colaborador da mãe do menino azul confessa que a difamou

Um antigo colaborador da mãe do ‘menino azul’, que a acusou de vigarices com fundos recebidos para o filho, confessa que a difamou por 25 mil euros. Helena Silva não lhe perdoa e diz que o falso testemunho quase a matou.

 

A vida da mãe desta criança - que sofre das doenças raras Síndrome de Alagille e Tetratologia de Fallot - mudou completamente no dia 31 de Março deste ano, quando foi primeira página do jornal 24 Horas por ser «acusada de vigarice».

O jornal escrevia que uma empresa de limpezas, que doou dinheiro para os tratamentos do filho, tinha colocado Helena Silva em tribunal por esta «não provar que o dinheiro que recebeu» tinha sido empregue na doença do filho.

A notícia incluía o depoimento de um ex-colaborador da mãe do chamado «menino azul» que a acusava de ser «uma mulher capaz de grandes vigarices».

Paulo Leal acusou Helena Silva de não gastar os fundos que recebeu nos medicamentos do filho e de esconder o verdadeiro valor dos subsídios que recebia.

Chegou mesmo a acusá-la de nunca ter viajado para os Estados Unidos, país onde Helena Silva disse ter estado com o filho internado.

Questionada pelo jornal, Helena Silva disse na altura que não tinha provas das despesas com o filho nem provas da viagem aos Estados Unidos porque Paulo Leal as tinha roubado.

Hoje, Paulo Leal confessou à Agência Lusa que todas as acusações que proferiu contra a mãe do ‘menino azul’ foram «falsas» e que visaram «denegrir» a sua imagem a pedido de uma empresa de limpezas que tem um litígio com Helena Silva e que lhe terá alegadamente pago 25 mil euros pelas acusações.

Paulo Leal, que gozava de uma saída precária durante o cumprimento de uma pena de prisão de dez meses por ter passado um cheque sem cobertura quando, em Março último, proferiu as acusações contra Helena Silva, contou que foi «fraco» e que agiu «por dinheiro».

Diz que recebeu 25 mil euros em troca de documentos que tirou à mãe do ‘menino azul’ para esta não os poder apresentar e defender-se das acusações de não empregar os subsídios em cuidados clínicos.

Roubou-lhe ainda o passaporte, pois era a única prova de que tinha estado nos Estados Unidos, prosseguiu.
Paulo Leal afirma-se «arrependido» e diz que prefere ir novamente preso do que viver com «o peso na consciência» de ter estragado a vida «à melhor mãe que Portugal tem».

«Pensei várias vezes em suicidar-me. Prefiro morrer a ter de viver com o remorso de fazer isto ao Emanuel», disse.

Questionado sobre as repercussões de acusar uma empresa de lhe pagar para prestar falsas declarações e ainda roubar documentos, Paulo Leal não tem dúvidas: «Se eu não tive medo de mentir e estragar a vida ao Emanuel, também não tenho medo de dizer a verdade».

Helena Silva recebeu a notícia de que o seu detractor confessou o crime com um choro profundo. «Ele vendeu-me», disse hoje à Lusa.

Segundo contou, as acusações reproduzidas na primeira página de um jornal estragaram-lhe a vida. «O povo tentou matar-me. Cuspiram-me na cara. Rasgaram-me os cheques do correio e fiquei sem dinheiro para comer. O Emanuel só comeu com a ajuda de vizinhos».

A mãe do ‘menino azul’ conta que ninguém quis saber se as acusações eram verdade ou mentira. «Ninguém se preocupou com o meu filho, que ia tendo um ataque do coração, quando fui perseguida e pensei que me matavam», disse.

Helena Silva não entende as razões de Paulo Leal, em quem confiava e passava documentos para este digitalizar.

«Era uma pessoa de confiança, que me ajudava a organizar exposições e a ter os documentos em ordem», disse.

A mãe do ‘menino azul’ garante que nunca usou indevidamente um único cêntimo recebido para o Emanuel e afirma que é hoje uma «outra mulher», «sem força para tirar os olhos do chão».

Diz que confiou em Paulo Leal «como se confia num irmão». «Estava sozinha [é natural dos Açores] e não conhecia ninguém» em Famalicão, onde reside.

Sobre o arrependimento de Paulo Leal, assegura que não lhe perdoará. Ele diz que não quer o perdão de Helena Silva, mas sim «tirar um peso na consciência» que não o deixa andar em frente.

«Faço isto [a confissão] em nome do resto de dignidade que me resta», frisou.

O Emanuel está, entretanto, melhor de saúde. «Está grande e forte e quase sem sinais da doença», disse a mãe do «menino azul».

A criança, hoje com 12 anos, sofre de Síndrome de Alagille e Tetratologia de Fallot, doenças que afectam o coração e o fígado e que causam um tom de pele azul.

 

Lusa / SOL

publicado por portuga-coruche às 16:37
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Segunda-feira, 22 de Setembro de 2008

Dia europeu sem carros: Portugueses estão a andar mais de bicicleta

Não haverá dado mais apropriado para assinalar, hoje, o Dia Europeu sem Carros: o número de portugueses a andar de bicicleta está a crescer - e isso é algo que se vê nas ruas, nas ciclovias e, sobretudo, em inúmeras iniciativas por todo o país.
Acresce que das 1249 medidas permanentes prometidas pelas autarquias que aderiram à Semana Europeia da Mobilidade entre 2000 e 2007, quase um quinto (227) destinava-se ao uso da bicicleta.

Este ano, das 67 autarquias aderentes, pelo menos 22 prometem mais ciclovias, mais pontos de estacionamento ou outras medidas mais originais. A Câmara de Coruche, por exemplo, vai passar a disponibilizar bicicletas aos seus funcionários, para deslocações em serviço.

Durante anos, falou-se mais dos pioneiros, como Aveiro, que desde 2000 tem um sistema de empréstimo gratuito de bicicletas - as Bugas. Das 250 que a câmara disponibiliza, cerca de 150 são diariamente utilizadas.

Cascais também saiu na frente, em 2001, com as Bicas - igualmente de uso gratuito. Em 2006 e 2007, foram pedaladas por 64 mil pessoas, durante 169 mil horas.

O modelo de empréstimo ocasional está a dar lugar a outras soluções. Em Almeirim, a autarquia vende bicicletas a custo reduzido. Na Universidade do Minho, os alunos recebem bicicletas para uso por três anos. Lisboa poderá adoptar um sistema semelhante ao de Paris, onde é semipago.

Por todo o país, há projectos para estimular o ciclismo numa base diária. Mas nem todos são vistos como realmente estruturantes. "Ainda estamos na fase em que as câmaras, para não perder o comboio, dizem: 'Temos 100 bicicletas, venham cá buscar'", diz José Nuno Amaro, da Ideia Biba, empresa que lançou o projecto BUTE, na Universidade do Minho.

Construir percursos cicláveis, por sua vez, nem sempre é uma solução completa. "Fazer uma ciclovia para a qual é preciso deslocar-se de carro não serve para nada", afirma José Caetano, presidente da Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta.

Por ora, ainda são poucos os que fazem as suas principais deslocações diárias a pedalar sobre duas rodas: apenas um por cento dos portugueses, segundo um inquérito do ano passado da Comissão Europeia.

Mas o número está a aumentar. "É uma tendência irreversível", afirma José Caetano. "Curiosamente, quem está a vir mais para as bicicletas são as mulheres", completa.

O mercado confirma a tendência. Na cadeia de lojas de equipamentos desportivos Sportzone, as vendas duplicaram nos últimos três anos. As mais procuradas são as de montanha, "sendo igualmente considerável o aumento de procura por parte do segmento feminino", explica a empresa, em respostas escritas enviadas ao PÚBLICO.

Para uma verdadeira integração da bicicleta nas cidades, não há quem não mencione um passo essencial: a revisão do Código da Estrada. "O código está obsoleto. Não dá prioridade à bicicleta", afirma José Nuno Amaro.

Legalmente indefesa, a bicicleta anda muitas vezes encostada ao passeio, sofrendo da competição desigual dos automóveis. O tipo de acidente mais comum resulta de colisão lateral com outro veículo em movimento (ver infografia).

"Os outros veículos normalmente têm culpa", afirma Tiago Paulino, investigador do Instituto Superior Técnico, que tem analisado os dados oficiais dos acidentes que resultaram em feridos.

Tiago Paulino afirma que o ciclista tem de estar vigilante, usar capacete e conhecer bem as regras de trânsito. "Só o comportamento do ciclista não é suficiente, mas é um factor muito importante", afirma.

 

in Público

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Coruche mantém taxas máximas do IMI

A maioria socialista na Câmara de Coruche não aceitou baixar o Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) para 2009, mas resolveu premiar a multinacional Nestlé, que prepara a instalação de uma unidade de engarrafamento de água em S. José da Lamarosa, com dois anos de isenção daquele imposto.

 

No caso do IMI para os munícipes do concelho o executivo municipal fixou a taxa máxima de 0,7 por cento para os prédios urbanos e de 0,4 por cento o valor para os prédios urbanos avaliados no código do IMI. No que respeita à unidade da Nestlé, a isenção vigora por dois anos a partir do momento em que comece a laborar.

 

Mais informações na edição semanal

 

in O Mirante

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Câmara de Coruche quer construir açude insuflável no Sorraia

O presidente da Câmara de Coruche, Dionísio Mendes (PS), anunciou sexta-feira que o projecto para a construção de um açude insuflável no rio Sorraia, idêntico ao que existe no Tejo em Abrantes, já está concluído. Agora vai ser lançado o concurso de modo a que as obras, com um prazo de execução de um ano, possam começar já no próximo ano. Com o açude vai ser construída uma ponte que vai permitir a ligação à margem esquerda e desta forma potenciar a actividades desportivas nesta zona.

 

in O Mirante

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Sexta-feira, 19 de Setembro de 2008

Central do 112 no distrito não tem sistemas para controlar as chamadas

A central do número de emergência 112 no distrito de Santarém, que funciona na PSP de Santarém, não tem nenhum sistema que permita controlar as chamadas de socorro. A Polícia chegou a ter um equipamento de gravação das chamadas que permitia avaliar o tempo de espera, a duração dos telefonemas e a conversação, mas este avariou e nunca foi reparado nem substituído. E não existe outro mecanismo para registar as chamadas automaticamente através de sistema informático.

Os sistemas de gravação ou registo de chamadas são importantes para identificar problemas que possam ocorrer desde o recebimento da chamada ao reencaminhamento para as entidades que prestam o socorro: Centro Distrital de Operações de Socorro, Instituto Nacional de Emergência Médica, postos da PSP e da GNR. No CODU - Centro de Orientação de Doentes Urgentes em Lisboa, que abrange a área do distrito de Santarém, todas as chamadas são gravadas.

Desta forma não é possível determinar o que se passou no sábado, dia 13 de Setembro, com uma chamada de socorro que alegadamente demorou mais de 15 minutos a ser atendida. O caso ocorreu por volta da hora de almoço no restaurante de Márcia Borda D’Água, em Coruche, quando uma cliente se sentiu mal e precisou de assistência. Segundo a mesma fonte, foram feitas várias chamadas para o 112 que não foram atendidas.

Com a cliente desmaiada no chão do restaurante há cerca de 15 minutos, uma pessoa resolveu ir a correr ao quartel dos Bombeiros Municipais de Coruche pedir socorro. A corporação enviou uma ambulância para o local e quando esta acabava de chegar ao restaurante é que numa das muitas tentativas a chamada foi atendida.

A cliente foi transportada na ambulância ao centro de saúde da vila onde lhe foi diagnosticada uma quebra de tensão arterial. “Felizmente não foi uma situação grave, mas podia ser”, realça Márcia Borda D’Água inconformada com o tempo que se esperou pelo socorro. As chamadas podem até ter caído noutra central do 112, por exemplo em Leiria ou Lisboa. Mas sem o sistema de gravação de chamadas não é possível saber se quem atendeu o telefone, segundo diz Márcia praticamente ao fim de 20 minutos, estava na central de Santarém.

 

in O MIrante online

publicado por portuga-coruche às 17:14
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