Segunda-feira, 7 de Abril de 2008

Tiroteios vieram para ficar

Duas notícias atestam isso mesmo:

 

Lisboa: dois feridos em desacatos

Um homem foi baleado ao final da manhã deste domingo e outro esfaqueado na Avenida 24 de Julho, em Lisboa, a cerca de 400 metros da discoteca Karma Café. A informação foi avançada pela agência Lusa e confirmada pelo PortugalDiário junto da PSP de Lisboa.

Segundo o subcomissário João Pestana, houve uma desordem no exterior da discoteca Karma, com disparo de arma de fogo que provocou um ferido que foi transportado para o hospital de São José. A mesma fonte não sabe precisar se os problemas começaram dentro do bar ou se ocorreram já no exterior.

Durante o mesmo incidente outro homem foi ferido, com uma arma branca, e transportado para o Hospital de São Francisco de Xavier. A chamada para o INEM e para a PSP ocorreu cerca das 13:00.

A discoteca Karma Café funciona como um espaço after-hours, ou seja, continua aberta durante a madrugada e manhã aos fins-de-semana e feriados.

Polícia investiga ligação entre dois incidentes

A polícia está a investigar «se há ou não relação entre a informação de um desacato dentro da discoteca e a desordem que aconteceu a 300 ou 400 metros».

O subcomissário João Pestana confirmou ao PortugalDiário que recolheu todos os meios de prova e ouviu várias testemunhas. A Polícia Judiciária também foi chamada e vai «prosseguir com as investigações».

No local, estiveram três carrinhas do serviço de intervenção rápida e três carros da PSP e uma ambulância do INEM.

À porta da discoteca concentravam-se cerca de uma dezena de clientes e adiantaram que o espaço foi evacuado cerca das 13:00 pela polícia, que revistou todos as pessoas.

«A discoteca estava muito cheia. Mandaram-nos sair e revistaram-nos», disse um jovem.

Nenhum dos clientes afirmou ter presenciado desentendimentos dentro da discoteca.

«Não ouvi os tiros»

Os vizinhos do Karma Caffé tentavam acompanhar, à janela, o aparato policial, mas diziam nada terem visto ou ouvido.

«Só ouvi as sirenes e vim ver o que se passava, mas não ouvi tiros», disse uma mulher.

Os hospitais para onde os feridos foram transportados escusaram-se a fornecer informações sobre o seu estado de saúde. No entanto, João Pestana afirmou ao PortugalDiário ter tido indicação que nenhum dos feridos «corre perigo de vida».

PP

in PortugalDiário

 

 

Viseu: Dois feridos, um com gravidade, em dois tiroteios na cidade

 

Viseu, 07 Abr (Lusa) - Duas pessoas ficaram hoje feridas, uma das quais com gravidade, em dois tiroteios ocorridos durante a manhã na cidade de Viseu, informaram fontes da PSP e do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS).

O suspeito terá entrado na loja da Moviflores, onde terá atingido a tiro de caçadeira um homem no abdómen, provocando-lhe ferimentos graves.

Depois, dirigiu-se à seguradora Açoreana, onde ainda fez alguns disparos, mas sem atingir ninguém devido à intervenção do mediador de seguros, que ficou ferido no nariz e no corpo na sequência da luta com o suspeito.

Ambos os feridos foram transportados para o Hospital de S. Teotónio, encontrando-se o mais grave já no bloco operatório.

Depois de ficar sem munições o homem fugiu, encontrando-se ainda a monte.

AMF.

Lusa/Fim

 

In Sapo Noticias / Lusa

 

É triste saber que com tantos problemas que se tem se andar à pancadaria ainda existem pessoas que procuram mais sarilhos. Se não é precisa realmente uma "mão de ferro" o que será necessário ?

As medidas necessárias passariam por um sistema penal mais eficiente e que pretenda separar os criminosos da sociedade e não o contrário, como tem sido feito até aqui, onde o crime está tabelado e criminosos perigosos para a sociedade são libertados sem que exista alguem para responsabilizarmos.

 

Se o criminoso é pedófilo está correcto no fim da pena o libertarem sabendo que irá atacar novamente ?

 

Se o criminoso é reincidente, já matou pessoas e voltará a agir com violência para com cidadãos, está correcto libertarem uma pessoa assim ?

 

Os meios apreendidos por serem provenientes do tráfico de droga ou armas, nomeadamente viaturas, armas, sistemas de comunicações, casas e quintas assim como dinheiro vivo ou contas bancárias deveriam ser utilizados no combate ao crime que foi praticado, não tem lógica combater o mal com a sua própria sombra ?

 

Haverá ou não serviço público que possa ser feito de modo a que a sociedade recupere algum dos esforços dispendidos para manter o sistema prisional, nomeadamente limpeza de estradas e matas, apoios na reciclagem que não é viável por exigir muito trabalho, etc. Neste contexto não seria viável ser o sistema prisional a produzir os próprios alimentos nomeadamente com hortas e criação de animais também a cargo dos presos ? assim como o seu próprio vestuário ?

 

Estas são algumas das questões que coloco e que acho pertinentes. A estas poderei juntar mais, inclusivamente de vós leitores.

 

publicado por portuga-coruche às 13:29
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Polícia americana inspira unidade de elite da PSP

Fonte: LusaA nova Unidade Especial da PSP (UEP) será idêntica às SWAT Team americanas. Vai ter equipas mistas, constituídas por agentes com várias especialidades de elite, com a finalidade de intervirem com violência e eficácia em todas as situações de risco considerável.

As equipas SWAT (Special Weapons and Tactics) existem nos Estados Unidos há pouco mais de 40 anos. A primeira unidade do género foi criada em Los Angeles, cidade do estado norte-americano da Califórnia, e teve como objectivo o controlo de motins.

No âmbito da nova lei orgânica da PSP, o Ministério da AdministraçãoInterna (MAI) apostou na criação de equipas semelhantes. A nova Unidade Especial de Polícia foi, por isso, pensada como estrutura de comando único, que irá juntar o Grupo de Operações Especiais (GOE), o Corpo de Intervenção (CI), o Centro de Inactivação de Explosivos e Segurança em Subsolo (CIEXSS), o Corpo de Segurança Pessoal e o Grupo Operacional Cinotécnico.

No total serão mais de dois mil homenscomandados, como o CM já noticiou, pelo intendente Manuel Magina da Silva. O antigo comandante do GOE passou os últimos meses à frente do departamento de formação da Direcção Nacional da PSP. No entanto, mal foi empossado, o novo director nacional da PSP, superintendente-chefe Oliveira Pereira, não hesitou em nomear o intendente Magina da Silva como comandante da nova Unidade Especial da PSP – que vai ficar aquartelada na Quinta das Águas Livres, em Belas, nos arredores de Lisboa.

Falta pouco para que esta unidade tenha existência concreta. Já está prevista na nova lei orgânica que, em breve, deverá ter os decretos regulamentares publicados em Diário da República.

Quando tal acontecer, a aposta do comando da UEP será, apurou o CM, juntar nas mesmas equipas de intervenção, por exemplo, especialistas em operações especiais, inactivação de explosivos e manutenção da ordem pública. De acordo com os objectvos da missão, requisitada ao comando da Unidade pelos comandos distritais da PSP, dependerá a constituição de cada equipa chamada a intervir. Está para já estabelecido que os grupos empenhados nas missões serão, na maior parte dos casos, constituídos por oito a dez agentes.

Cenários de sequestros com tomadas de reféns, detecção de explosivos, detenção de suspeitos considerados perigosos e segurança a outras forças policiais são exemplos de situações concretas que a UEP vai enfrentar. Dependendo das exigências, cada equipa terá a presença de elementos de cada uma das subunidades da UEP. O GOE, por exemplo, está a apurar o treino de atiradores furtivos (snipers) de apoio a elementos do Corpo de Segurança Pessoal em situações de impasse envolvendo altas individualidades. Este tipo de intervenção começou já a ser testado e, soube o CM, com sucesso. Na área da Divisão de Sintra, a Direcção Nacional da PSP criou Equipas de Reacção Táctica, que juntam em patrulha agentes do GOE e do CI.

DIVISÃO DE SINTRA FOI EMBRIÃO

O aumento da criminalidade no concelho de Sintra levou a Direcção Nacional da PSP a apostar no reforço da unidade responsável pelo patrulhamento na zona. Assim, e por determinação do novo director nacional, superintendente-chefe Oliveira Pereira, foram criadas as Equipas de ReacçãoTáctica (ERT) – unidades com, no máximo, dez agentes. Os elementos das ERT foram escolhidos a partir do efectivo do Grupo de Operações Especiais (GOE) e do Corpo de Intervenção (CI). Começaram a patrulhar várias freguesias do concelho de Sintra na época da Páscoa. O êxito, ao que o CM apurou, foi imediato. A dissuasão de crimes de furto, roubo por esticão e assaltos à mão armada levaram à redução dos índices de criminalidade no concelho. Inicialmente pensadas só para a época da Páscoa, as ERT mantêm--se a patrulhar o concelho de Sintra. Estas equipas deverão, em breve, passar a patrulhar também o concelho da Amadora.

in Correio da Manhã online

no site existem alguns comentários que merecem destaque:

07 Abril 2008 - 17.53h | polic
Nao é por acaso que muitos operacionais do GOE querem deixar o GOE por saber que o novo comandante da uep será o comandante que fez com que muitos de lá saissem. O comandante ideal seria o intendente lucas esse sim um grande COMANDANTE. É o desejado de todos, mas dizem que nao lambe botas e por isso vai corrido para a madeira

 

07 Abril 2008 - 15.44h | Pedro
As ERT já existem ha alguns anos. O CI sempre prestou serviço na rua e para o cidadão. O novo CMDT da UEP não é a melhor opção, senão veja-se o ambiente deixado por ele no GOE. O GOE anda a reboque do CI, para demonstrar que faz alguma coisa e no essencial são desnecessários nas ERT. Perdeu-se a oportunidade de ter um Oficial completo na UEP (Intendente Lucas).

 

 

publicado por portuga-coruche às 12:44
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Prostituta fala sobre a orgia nazi com Mosley

Uma semana depois de o ‘News of the World’ ter tornado público que o presidente da Federação Internacional de Automobilismo, Max Mosley, esteve envolvido num escândalo sexual, com motivos nazi, uma das cinco prostitutas que participaram na orgia confirmou a história ao tablóide britânico.

Segundo a jovem, Mosley pediu-lhe que usasse um uniforme nazi e que o chicoteasse com força, até sangrar. 'É um verdadeiro sadomasoquista, pois mais tarde foi ele que assumiu o papel de dominador', conta. Enquanto a orgia decorria, uma câmara de vídeo, colocada propositadamente pelo patrão da FIA na janela, filmava as raparigas vestidas com uniformes.

'Antes de ir ter com ele contaram-me que ia haver temáticas nazis, inspecções corporais humilhantes e duas raparigas vestidas como prisioneiras de um campo de concentração', disse a prostituta, que assegura que Mosley pagou cerca de quatro mil euros pela orgia.

 

in Correio da Manhã online

 

O Sexo Heterosexual estará fora de moda ?

Incrivel o modo como os media tratam isto. Uma fantasia sadomasoquista e o homem é conotado como nazi. Deveriam criar um código de ética para as prostitutas. Todos temos direito às nossas fantasias. É baixo o que estão a fazer a Max Mosley confundirem sexo e fantasias sexuais com política.

Ser gay é o que está na moda, possivelmente até se premeia e elogia quem o assume publicamente ou anda a passear em eventos com o parceiro. Ser "sadomasoquista" ou alinhar numa "brincadeira" e passa-se a tarado......

Entre as fantasias sexuais mais exploradas, encontram-se a de professor(a), Enfermeira(o), Ginecologista e piloto de aviador(a). Na area "sado" existe semre o dominador que é ligado a uma figura autoritária, como o/a professor(a), o/a soldado nazi, etc....

publicado por portuga-coruche às 11:03
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Sexta-feira, 4 de Abril de 2008

GNR deteve suspeito de roubo e agressão a idosa

Três assaltantes continuam a monte

A GNR de Alenquer deteve um homem com cerca de 30 anos por ser suspeito de participação num roubo violento na madrugada de terça-feira em Vila Nova da Rainha Azambuja. O arguido, que vivia num acampamento cigano na zona industrial de Azambuja, já foi condenado por homicídio e roubo e estava referenciado pelas autoridades. Agora é suspeito da prática de um crime de roubo e sequestro de uma idosa e do seu filho em co-autoria com mais três homens que continuam a monte.

Alice Bento, 73 anos, ainda tem as marcas das agressões no rosto. Foi agredida com um pau e com socos por dois dos indivíduos. A idosa suspeita que um dos agressores tinha uma pistola na mão que não chegou a apontar à vítima. O filho da idosa, Álvaro Bento foi poupado das agressões porque estava de canadianas a recuperar de uma intervenção cirúrgica ao joelho e pediu clemência aos assaltantes que arrombaram a porta com violência para entrar na habitação.

Os quatro homens, que a vítima descreve como tendo idades entre os 30 e os 40 anos, estiveram na casa 40 minutos e destruíram tudo o que tinham à mão. Levaram 130 euros, dois telemóveis, um relógio, os óculos da idosa e alguns objectos pessoais.

O assalto está a ser investigado pela Polícia Judiciária. Idosa e filho já foram assaltados quatro vezes. Vivem numa zona erma onde a casa mais próxima dista 600 metros. Os assaltantes sabem disso e as vítimas temem pela sua segurança.

 

 

in O Mirante online

 

Se isto fosse noutros tempos já o referido acampamento tinha sido levantado e corrido dali, e, na proxima vez já não albergariam semelhante criminoso para não ter semelhante sorte, mas nos dias de hoje, possivelmente, quando os apanharem ainda lhes dão um subsídio.   Um criminoso destes e anda em liberdade. Mesmo que seja preso por algum tempo voltará novamente a fazer das suas porque o estado também zela pelos seus interesses.

publicado por portuga-coruche às 23:00
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Solange F. “Gostava de ter um ‘talk show’ gay”

O rosto da rebeldia do formato ‘Curto Circuito’ quer quebrar tabus e gosta de pôr as pessoas à prova

Que balanço faz destes quatro anos a apresentar o ‘Curto Circuito’?

Tenho entrevistado pessoas de todo o tipo e conhecido gente de várias áreas. O facto de o programa ser transmitido em directo é uma grande aprendizagem e não gostaria que fosse de outra forma. Contudo, acho que teria a mesma espontaneidade se fosse gravado (provavelmente era censurada mais vezes...). Mas uma das coisas mais importantes para mim é o facto de o programa me permitir ouvir as opiniões dos outros e aprender a respeitá-las. Lembro-me que quando debatemos o tema do aborto comecei por dizer que era contra e, no final, depois de ouvir vários telespectadores, comecei a pensar de outra forma. Só espero que isso não aconteça só comigo.

Qual tem sido o ‘feedback’ dos jovens que assistem ao programa?

Eles encaram-nos como um grupo de amigos. O programa não é apenas um espaço onde se partilha opiniões mas também desabafos. Eles sabem que nos podem contar tudo sem o risco de serem criticados. E depois há aquela palhaçada toda com a qual não se aprende nada...

Mudava alguma coisa no formato?

Sim. Já teve várias alterações e vai continuar a adaptar-se aos interesses do público. Na minha opinião, acho que o programa podia ter uma componente lúdica mais interactiva, em que os jovens pudessem ganhar prémios. Além disso, gostava que eles também pudessem estar em estúdio para debater os temas. O ideal seria ter duas pessoas com opiniões diferentes.

Desde o início, a Solange tem sido o rosto da irreverência do ‘Curto Circuito’...

Não é defeito, é feitio. Desde miúda que sou contestatária e reclamo sempre quando os meus direitos não são respeitados. Por isso gosto quando o programa aborda temas polémicos, pois posso colocar as pessoas à prova. O facto de estas perceberem que existem outras opiniões e que estas devem ser respeitadas já é um passo à frente para mudar mentalidades.

Gosta de provocar?

Eu provoco naturalmente. A verdade é que nem gosto muito de dar nas vistas (é claro que este cabelo não ajuda!). Gosto, sobretudo, de pessoas que me excitam a nível intelectual, que tenham ideias diferentes.

A representação continua em ‘stand by’?

Infelizmente, sim. Mas também tenho muito pouco tempo. Estou a tirar o curso de Psicologia Clínica de manhã e à tarde tenho o programa. É claro que gostava de voltar ao teatro e encontraria certamente energias para subir aos palcos todas as noites, mas a verdade é que não tem havido oportunidades.

Gostava, por exemplo, de participar numa próxima telenovela?

Como é que hei-de responder de uma forma politicamente correcta?... Nunca se diz 'desta água não beberei'. Contudo, essa não é propriamente a minha ‘praia’. Depende do projecto.

E de apresentar um programa só seu?

Já tive várias ideias de programas mas a verdade é que sou preguiçosa de mais para apresentar um projecto. Gostava de ter um programa à semelhança dos que são transmitidos no Pink TV, o canal francês dedicado à comunidade homossexual. A ideia era ter um espaço assumidamente gay mas não exclusivamente gay. Um talk show, com entrevistas, discussão de temas e divulgações de eventos, até porque os gay gostam de determinados tipos de roupa, marcas, música e literatura. Também me lembrei de fazer um programa do género do ‘Curto Circuito’ mas onde se falasse de sexo para um público mais novo. A maioria das pessoas julga que existe muita informação nesta matéria e os jovens estão muito esclarecidos mas isso não é verdade.

Ou seja, dois temas tabu. Acredita que o facto de ter assumido em público a sua homossexualidade vai ajudar a mudar as mentalidades dos portugueses?

Nunca pensei nisso até agora. Tenho recebido um ‘feedback’ muito positivo e sei, pelas mensagens que recebo, que a minha revelação ajudou muitas pessoas de maneiras diferentes. Se calhar temos de começar com estes pequenos passos. Na minha opinião, os pais deviam falar mais sobre este tema com uma certa normalidade, de forma a perceberem que ser gay não é uma opção mas uma orientação. Daí que este tipo de programas sejam importantes. Talvez o Nuno Santos se lembre de criar um espaço inovador na SIC Radical.

Acredita que a mudança deve começar no seio familiar?

Claro que sim. Conheço muitos casos de jovens que não assumem a sua homossexualidade por causa da família. Conheço outros que, ao fazerem-no, foram expulsos de casa. É horrível ter de esconder a sua verdadeira identidade, de não ter o direito a ser livre e feliz só porque muita gente é homofóbica sem saber porquê. As pessoas têm de tirar esse peso de cima e dizer: 'O meu filho é gay. E depois? Deixem lá o miúdo em paz!'

 

HOMOSSEXUALIDADE HÁ MUITO QUE ESTAVA ASSUMIDA: REVELAÇÃO POLÉMICA

Solange F. assumiu publicamente a sua homossexualidade numa reportagem especial do semanário ‘Expresso’ em que participavam outras mulheres. Ela, porém, era a única figura pública. 'Sou lésbica. E depois?', diz a apresentadora de ‘Curto Circuito’. 'Não fiz esta revelação por mim, pois há muito que assumi a minha homossexualidade. A única diferença é que agora as pessoas que não conheço de lado nenhum também sabem. Se choquei alguém não o fiz gratuitamente. Apenas espero que isto possa ajudar alguém ou fazer ver as coisas de uma forma diferente.'

 

PERFIL: ACTRIZ DE TEATRO

A apresentadora de ‘Curto Circuito’ nasceu a 28 de Dezembro de 1976 em Lisboa. Tem o curso superior de Actor e estuda Psicologia Clínica. Aos 20 anos estreou-se nos palcos da Cornucópia, pela mão de Luís Miguel Cintra. Os palcos continuam a ser a sua paixão.

 

Sónia Dias

 

in Correio da Manhã online

publicado por portuga-coruche às 15:18
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Ministra já conhecia dados sobre violência com armas

A ministra da Educação disse já conhecer os dados sobre violência com armas nas escolas que foram avançados pelo Procurador-geral da República. Maria de Lurdes Rodrigues disse que esses dados tinha sido compilados e divulgados pelo próprio seu ministério.

A ministra da Educação já tinha conhecimento dos dados sobre violência praticada com armas nas escolas revelados pelo Procurador-geral da República, que falou em 140 alunos armados nas escolas.

No final de um colóquio sobre educação no Porto na quinta-feira à noite, Maria de Lurdes Rodrigues revelou que este «são casos que o ministério conhece, apoia, ajuda a resolver, reporta, compila e fornece em dados agregados».

«Portanto é possível saber que no último ano lectivo houve 140 ocorrências de jovens aluno no interior ou imediações das escolas que foram detectados como sendo portadores de armas», acrescentou a ministra, que não tem dados relativos ao presente ano lectivo.

Entre estes casos estão, segundo Maria de Lurdes Rodrigues, alunos com canivetes, alguns que utilizaram «armas a fingir» e outros que «levam espingardas do pai, que é caçador».

A ministra considerou que este tipo de problemas configura um «conjunto de casos muito variado» e que a «maior destes dos casos são nas imediações da escolas, mas não no seu interior».

Questionada pelos jornalistas sobre se o Procurador-geral da República tinha sido alarmista quando falou sobre estas situações e se concordava com a criminalização destas situações a ministra preferiu não comentar.

Já quanto ao que o Ministério da Educação pensa fazer em relação a estas questões, Maria de Lurdes Rodrigues recordou que o ministério que lidera já faz combate este problema «há muito tempo».

A ministra esclareceu que um dos alvos do seu ministério é «melhorar o sistema de observação que permite hoje ter um conhecimento muito próximo, quase diria, no momento, das coisas que estão a acontecer nas escolas, podendo evidentemente apoiá-las na solução desses problemas».

in TSF online

 

 

Isto já satura ! Então não é que só agora toda a gente "acordou" e descobriu que a autoridade dos professores e das escolas estava comprometida ?! Isto já acontece à muitos anos, meus senhores.... Percebo que andaram "noutras escolas" mas isto sempre foi assim. Não havia era o "tube".

 

Começo a acreditar - e desde já faço um apelo - que se começarem a aparecer imagens dos assaltos na linha de sintra no "youtube" o estado cria uma força qualquer para acabar com isso.

 

Enquanto só aparecerem reformados a queixarem-se que foram humilhados, que levaram tudo o que tinham na altura ou que lhes bateram eles não fazem nada. Tem que ver no "tube", depois perguntam aos shouferes se os jornais falam muito nisso, o que será sinal que entre a partida de golf e a casa do algarve ainda cabe naqueles pensamentos algo sobre a realidade do país.,....

 

Nas escolas sempre existiu violência e faltas de respeito. As "bouquinhas" sempre  foram toleradas e alguns alunos até se especializaram no "abandalhar" os professores. Alguns foram mais longe e não só transforam a possibilidade de ensinar numa missão impossivel como passaram a ver as aulas como uma sessão em que o professor é o "palhaço", o aluno um brilhante comediante e os colegas a assistencia que hora se ri hora lhes presta homenagem depois ne recreio pelas investidas brilhantes e geniais.

 

Actualmente, sei que os professores não só não tem qualquer autoridade como ainda por cima os pais os veem como a origem de todos os problemas dos filhos.

 

É cada vez maior o número de professores que são ameçados e agredidos por terem "ousado" repreender os filho ou filha do agressor. Os meninos podem fazer tudo e dizer tudo, mesmo sendo avisados dezenas de vezes que depois o professor terá que se calar pois a sua autoridade acaba ali, na palavra e mesmo assim cuidado, porque à pais que não habituaram os filhos a ouvir um "não".

 

Uma escola não necessita de ter um regime militar. Mas necessita de ser tratada com dignidade e respeito. Como um lugar em que se estuda e trabalha com o objectivo de adquirir conhecimentos. Ferramenta essencial no futuro profissional, pessoal para não falar no desenvolvimento do país.

publicado por portuga-coruche às 10:58
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Quinta-feira, 3 de Abril de 2008

Voos da CIA: ONG ameaça processar Portugal

REPRIEVE tem «zero dúvidas» de que houve colaboração lusa

 

O director da organização de direitos humanos britânica REPRIEVE ameaçou esta quinta-feira processar o governo português se este não colaborar voluntariamente no apuramento do envolvimento de Portugal na transferência de presos para a base de Guantanamo, refere a Lusa.

Clive Stafford Smith, que falava em conferência de imprensa na Ordem dos Advogados, em Lisboa, reafirmou haver «zero dúvidas de que houve cumplicidade do governo português e envolvimento no transporte de presos suspeitos de terrorismo».

A REPRIEVE divulgou em Janeiro um relatório de acordo com o qual mais de 700 presos foram ilegalmente transportados para a base norte-americana de Guantanamo, em Cuba, «com a ajuda de Portugal» e, pelo menos, 94 voos passaram por território português, entre 2002 e 2006.

O responsável daquela organização não governamental (ONG) é advogado de vários detidos em Guantanamo e pretende que as autoridades portuguesas lhe forneçam dados que ajudem na defesa dos mesmos.

«Não estou aqui para acusar ninguém do governo, mas é uma obrigação de todos cooperarem quando se enfrenta a pena de morte, sobretudo num sítio como Guantanamo», declarou.

«Há duas formas para o fazer: a simpática, de colaboração voluntária com o nosso inquérito e dando os esclarecimentos necessários, e a não tão simpática, é processarmos o governo e aí é obrigado a responder», explicou.

Questionado sobre se isso significava que a REPRIEVE poderia processar o governo português, Clive Smith respondeu: «Sim».

in PortugalDiário

 

"0" (Zéro) Dúvidas

 

Pois é! Agora qualquer um pode chegar aqui e pedir satisfação ao estado português. Haaa estava-me a esquecer, o homem é de inglaterra!! Se calhar se tivesse perdido famíliares nos ataques terroristas não tava agora a pedir que se tratem terroristas como se fossem meninos de couro. Está a ser pago para os defender ? Porreiro. Se calhar até está a ser pago pela Al Caeda. Possivelmente também existem pessoas em Portugal que tem "0" (zero) dúvidas sobre isso. Hitler quando invadiu a Russia tinha "0" (zero) dúvidas de que iria ganhar. Se o nosso governo zelasse pelos nossos interesses em vez do relatório pedido ofereciam-lhe mas era umas férias em Guantanamo.

 

publicado por portuga-coruche às 15:42
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Quarta-feira, 2 de Abril de 2008

Alunos tentam agredir professora com facas e tubos

EUA: crianças estavam com «raiva» de docente, que tinha ralhado com uma delas

 

Um grupo de estudantes norte-americanos de 8 a 9 anos planeava agredir a sua professora, levando para a sala de aula facas de cortar carne, algemas e tubos de canalização conspirava.

Segundo a polícia, a conspiração foi feita por nove rapazes e raparigas de uma escola do sul da Geórgia e foi considerada uma séria ameaça. «Não ouvimos ninguém a dizer que eles [os estudantes] tencionavam matá-la [a professora]. Mas não poderiam eles matá-la acidentalmente? Sim», sublinhou o chefe da polícia da cidade de Waycross, Tony Tanner.

Crianças tinham dividido «tarefas»

O esquema implicava a divisão de «tarefas»: um dos estudante cobria as janelas da sala de aulas para que o grupo não fosse visto do exterior e outro era susposto limpá-las depois do ataque ao docente.

Os alunos estavam aparentemente com raiva da professora por esta ter ralhado com um deles, que se encontrava em pé numa cadeira.

Um magistrado do Ministério Público apontou que as crianças são muito novas para serem acusadas de um crime, segundo a legislação do Estado da Geórgia.

A professora, uma veterana na profissão, dava aulas a uma turma considerada problemática, com défice de atenção, atraso de desenvolvimento e hiperactividade.

 

JF

 

in DiárioDigital

 

publicado por portuga-coruche às 15:47
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Ciúme leva a matança

Um empresário de Paços de Brandão, Feira, matou ontem a tiro a mulher e o cunhado e suicidou-se. Na origem do crime estarão motivos passionais. Carlos Gomes da Silva não aceitou o pedido de divórcio e não perdoou ao cunhado por apoiar a irmã que, segundo ele, teria um caso amoroso com o cozinheiro do seu restaurante.

"Uma desgraça. Como é que ele teve coragem?", questionavam incrédulos os muitos populares que se concentraram em frente ao restaurante Grelha da Brevias na Zona Industrial de Paços de Brandão, propriedade de Carlos Silva, de 46 anos, e da mulher, Maria Adelina Belinha Rodrigues, de 40.

Os mesmos populares contam que Carlos já tinha ameaçado que "um dia iria haver mortes", mas ninguém o levou a sério. Ontem de manhã, o empresário muniu-se de uma caçadeira de canos serrados e cerca das 10h25 entrou no seu restaurante. Foi ter com o cozinheiro, apontou-lhe a arma e disparou.

O homem, em pânico, conseguiu baixar-se e evitar ser atingido. Carlos Silva não se apercebeu e, pensando que o tinha assassinado, foi ao encontro da mulher que estava na oficina de automóveis, nas traseiras do restaurante.

Aqui, apesar da presença de um tio de Maria Adelina e de um cliente, alvejou-a com um tiro na cabeça. "Chegou à porta e disparou logo um tiro que passou entre mim e o cliente, acertando na cabeça da minha sobrinha", contou, entre soluços, o tio Lourenço.

Assustado, Lourenço deu um pontapé na porta, fechando-a e impedindo que o homicida também os alvejasse. "Penso que a seguir ia disparar contra mim", disse. Carlos Silva ainda tentou forçar a porta, mas desistiu e saiu em direcção ao restaurante Rambóia, no centro da freguesia, propriedade do cunhado, António Belinha Rodrigues, de 38 anos. Entrou no estabelecimento e num tiro certeiro atingiu o irmão da mulher na cabeça. Sem perder a calma e sem se intimidar com os populares que passavam na rua, saiu, com a arma na mão.

Um popular, José Coimbra, que passava nesse momento e ouviu o tiro ao cruzar-se com Carlos Silva, perguntou-lhe: "Que se passou". Com um olhar gélido, o empresário fez-lhe um aviso muito claro: "Não é nada contigo. Cala a boca ó palhaço, senão ainda sobra para ti..." José Coimbra viu-o então entrar na carrinha, uma Peugeot, e arrancar.

O homicida conduziu durante 600 metros até á rua da Quinta de Baixo. Estacionou, abriu a porta da viatura, meteu o cano da caçadeira na boca e disparou, pondo fim à vida. Fátima Santos, que passava naquela altura, viu "um homem estendido no chão e, pensando que era alguém que se teria sentido mal", parou para o auxiliar.

Foi quando um outro condutor, que também parou, lhe aconselhou: "Não lhe toque, que ele deu um tiro na cabeça".

FILHOS COM APOIO PSICOLÓGICO

As relações entre Carlos Silva e o cunhado, António Belinha Rodrigues, tinham-se degradado há cerca de dois anos quando desfizeram a sociedade que tinham no restaurante Rambóia, levando o casal a abrir o restaurante Grelha das Brevias. No entanto, contam familiares e amigos do casal, "as coisas entre o Carlos e a ‘Lina’ já andavam mal. Ele batia-lhe e ela pediu o divórcio". Esse terá sido o tema da conversa entre Maria Adelina, o cozinheiro Paulo Jorge Soares, um empregado e os dois filhos do casal, um rapaz de 12 anos e uma rapariga de 17, que domingo à noite jantaram no Rambóia. Os dois filhos do casal e o filho de António Rodrigues, de 12 anos, foram levados para a GNR de Lamas para serem acompanhados por psicólogos.

"PENSOU QUE ME TINHA MATADO"

Paulo Jorge Soares – o cozinheiro – não vai esquecer "nunca" o dia em que escapou à caçadeira do patrão, para quem trabalhava há cerca de dois anos, tantos quantos tem o restaurante Grelhas da Brevia. As imagens do terror de quem escapou à morte quase o sufocam. "Foi tudo muito rápido. Estava a trabalhar na cozinha quando o vi apontar-me a arma e a disparar", recorda. "Como me baixei e fiquei no chão, ele pensou que me tinha matado e foi embora", acrescentou. Apavorado, o cozinheiro saiu pela porta da cozinha e foi bater aos portões das fábricas em frente ao restaurante para pedir socorro, mas já era tarde para Maria Adelina. A GNR chegou quase de imediato ao local, mas o homicida já ia a caminho do restaurante Rambóia, onde matou o cunhado. "Há três semanas tinha-me ameaçado, a mim e à mulher, de morte, em frente ao advogado que estava a tratar do divórcio", lembrou, acrescentando que, ao contrário do que dizem, Carlos Silva "não era nada pacífico. Era um bicho, porque só um bicho pode fazer uma coisa destas."

PORMENORES

TRÊS LOCAIS

As três mortes ocorreram em três locais distintos. A mulher no restaurante do homicida, o cunhado no restaurante deste e, a cerca de 600 metros, consumou-se o suicídio. Esta situação levou à mobilização de um grande aparato de socorro, em que participaram os Bombeiros de Lourosa, Feira e Esmoriz, para além das equipas de paramédicos do INEM.

COMENTÁRIOS

A tragédia foi amplamente comentada em Paços de Brandão e freguesias em redor, uma vez que os protagonistas, vítimas e homicida eram muito conhecidos na região.

REVOLTA

Os filhos de Carlos Silva e Maria Adelina, de 12 e 17 anos, não perdoam a atitude do pai, com quem estão revoltados. Ontem, muito perturbados, contaram com ajuda psicológica para lidar com o choque.

 

 

in Correio da Manhã online

 

 

Então este senhor não sabia que existem muitas mulheres ? Arranjava uma ou uma duzia se uma não chegasse. Agora isto ?! Desgraçou a família, os filhos perderam a mãe, o tio e o pai ?! O nosso sistema judicial não está preparado ainda para dar apoio devido á vítima de violência doméstica, senão esta senhora a esta hora e seu irmão estariam vivos.

 

Ninguem tem direito sobre outro ser humano desta maneira, a um homem ou mulher que agride o seu semelhante quando a sua obrigação é dar-lhe apoio deveria-se chamar de animal e afastar da civilisação.

 

Não só acabou com a vida de dois irmãos, como com a vida da pessoa com quem ele estava comprometido a construir uma vida, como desperdiçou essa oportunidade. Tentava de novo, mas, como não era lá grande coisa ainda foi desgraçar a vida dos filhos....

 

 

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publicado por portuga-coruche às 14:12
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