Quarta-feira, 4 de Setembro de 2013

Almeirim inova!







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Quarta-feira, 7 de Novembro de 2012

Três anos de prisão para homem que abusou de adolescente

Defesa pedia pena mais leve por arguido e ofendida serem ciganos

 

O Tribunal da Relação do Porto confirmou a condenação a três anos de prisão de um homem que abusou de uma adolescente, indeferindo assim o recurso da defesa, que pedia uma pena mais leve por arguido e ofendida serem ciganos.

 

No recurso, a defesa alegava que, na fixação da medida da pena, e ao contrário do que diz ter acontecido na primeira instância (no caso, o Tribunal da Maia), «não pode de forma alguma ser pura e simplesmente esquecida a circunstância de arguido e ofendida pertencerem à etnia cigana».

 

«Efetivamente e não querendo de forma alguma, com tal consideração, fazer tábua rasa do princípio da igualdade consagrado na Constituição da República Portuguesa, certo é que existem alguns chamados regimes de exceção, que analogicamente e no caso em concreto não podem deixar de ser chamados à colação», acrescentava o recurso.

 

Sublinhava que na etnia cigana as pessoas «casam muito cedo» e que, no caso presente, para o arguido não era «minimamente relevante» a idade da ofendida, «já que, para os elementos da comunidade dele, a partir do momento em que uma mulher possa ter filhos, já está em idade de casar».

 

O recurso sustentava-se ainda no relatório médico-legal junto aos autos, que refere que a adolescente «continua a não se sentir ofendida, a não referir medo do arguido e a não querer nenhum castigo para o mesmo».

 

A adolescente tem uma debilidade mental de grau moderado.

 

O arguido foi condenado por dois crimes de atos sexuais com adolescentes, praticados em fevereiro de 2011, uma vez em Ermesinde e outra na Maia, na pena única de três anos de prisão efetiva.

 

No recurso, a defesa pediu uma pena não superior a 18 meses de prisão, substituída por trabalho a favor da comunidade, ainda que eventualmente sujeita a regras de injunção, nomeadamente, acompanhamento educacional pelo Instituto de Reinserção Social.

 

No entanto, a Relação manteve a pena da primeira instância, lembrando que, segundo a Constituição da República, «ninguém pode ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual».

 

Sublinha ainda que a questão dos 14 anos da vítima é, de algum modo, uma falsa questão, considerando que o determinante «é o aproveitamento da inexperiência, via sedução».

 

«Os costumes da etnia cigana, em termos de idade núbil, até podem estar conformes com o direito justinianeu ou mesmo com o Direito Canónico! Seguramente, porém, já não será conforme aos próprios costumes da etnia cigana, a sedução que explora e aproveita a inexperiência sexual de uma menor de 14 anos para com ela manter cópula», acrescenta o acórdão.

 

 

 POr TVI24/CM

in IOL TVI 24

 

 

 

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Terça-feira, 6 de Novembro de 2012

Livro denuncia “ciganofobia generalizada” na sociedade portuguesa

Apresentação em Lisboa


Livro denuncia “ciganofobia generalizada” na sociedade portuguesa

 

 
 A pobreza entre ciganos é maior que noutras minorias (Foto: Adriano Miranda)

O desconhecimento e os preconceitos em Portugal em relação aos ciganos portugueses continuam a ser uma constante e representam mesmo uma “ciganofobia generalizada”. Esta é uma das principais ideias transmitidas pelo livro Portugueses ciganos e ciganofobia em Portugal, organizado pelo antropólogo José Gabriel Pereira Bastos, e que será apresentado nesta segunda-feira, em Lisboa.

 

Esta colectânea de dez investigações etnográficas sobre as mudanças relacionadas com ciganos registados após a revolução de 1974 permite, segundo explicou ao PÚBLICO José Gabriel Pereira Bastos, perceber que as condições de vida dos ciganos em todo o país continuam a ser “incomensuravelmente piores” em todas as variáveis do que as das restantes minorias éticas.

A compilação conta, ainda, com uma análise do também professor da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa sobre alguns dos sentimentos e expressões associados à expressão “ciganos em Portugal”, quando se introduz esta pesquisa na Internet. José Gabriel Pereira Bastos refere uma “pulsão genocida e homicida” na quase totalidade dos comentários. “É um verdadeiro napalm, é racismo em estado puro”, descreve o investigador, acrescentando que se há casos em que “acordar sem ciganos é descrito como uma fantasia” outras situações há em que o apelo à violência e à exterminação são muito mais evidentes.

Aliás, para o investigador a persistência das discrepâncias é de tal forma gritante que afecta até o poder político. E dá como exemplo uma proposta que fez no recente Congresso da Alternativas, no sentido de aprovar uma discriminação positiva dos ciganos para ser possível recuperar o tempo perdido, e que foi rejeitada de pé pela esmagadora maioria dos presentes.

O livro tem, ainda, como objectivo “contribuir para reduzir o desconhecimento e os preconceitos que ocultam essa distanciação em vias de agravamento e para expor a negação sistemática de quanto esse atraso se deve a uma ciganofobia generalizada, indo do aparelho de Estado e Municipal às polícias e às populações locais que se opõem à integração de famílias ciganas, impedem o seu realojamento social e a sua contratação no mercado de trabalho”, lê-se no texto de apresentação do mesmo.

O trabalho do investigador em relação aos ciganos começou no final da década de 1990, altura em que começou a analisar alguns dos dados disponíveis sobre as condições sociodemográficas desta comunidade e, posteriormente, os resultados escolares dos mesmos. Em ambos os casos, comparativamente com comunidades como a africana ou timorense, a situação dos ciganos era sempre pior em indicadores como saneamento, alimentação, etc., e as taxas de insucesso e abandono escolar eram também muito superiores. José Gabriel Pereira Bastos venceu mais tarde, em 2005, um concurso para um trabalho sobre os ciganos em Sintra.

O livro, editado pela Colibri e CEMME/CRIA e recomendado pela Amnistia Internacional e pelo SOS Racismo, é apresentado nesta segunda-feira na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.

 

Por Romana Borja-Santos

in Público

 

Comentários (Efectuados no site do Público):

 

Pedro Gonçalves . 05.11.2012 18:36 Via Facebook
Ao contrário das outras minorias
Os ciganos esforçam-se para não pertencer, esforçam-se por serem diferentes. Tem direito de manter as suas tradições, mas não quando essas atentam contra os direitos do Homem. Não deixam os filhos estudar, perseguem ciganos(as) que se casem forem da etnia, casam os filhos quando ainda são menores etc.. Muitos ciganos ainda vivem na era medieval e não podem pois este país tem regras, se não querem viver com as "nossas" regras, mudem-se. Existe muito racismo em Portugal contra os ciganos, bem mais do que contra qualquer outra minoria, pois ao contrário das outras minorias, além disso existe um grande sentimento de medo em relação a essas comunidades, dado que são muitas vezes focos de violência e/ou tráfico de drogas.

 

R. , Porto. 05.11.2012 21:14
Chamaram-me um dia cigano e maltês
Os comentários anteriores só dão razão a este estudo. Ninguém admite que um investigador que se dedica a este tema desde os anos 90 possa ter um pouco de razão? Este estudo não lhes agrada, querem outro que seja "sério". Não admitem nada, não há discriminação, ou pior é aceitável discriminar!

 

joao , braga. 05.11.2012 21:00
Desconhecimento?
Não há desconhecimento nenhum em relação ao ciganos! Todos os conhecem muito bem.

 

Anónimo , Portugal. 05.11.2012 20:28
...
Existem muitos e fundamentados motivos para esse preconceito... Mas pronto, é sempre bonito "denunciar" este tipo coisas, especialmente quando se tem um livrinho para vender.

 

Pedro , Barreiro. 05.11.2012 19:52
Deveres e direitos
A diferença é feita por eles, eles são os próprios a demonstrar que tem mais direitos que qualquer cidadão e nenhum dever perante a sociedade. eles recebem para nao fazerem nada, o estado da-lhes casa que eles acabam por vender, não pagam impostos, recebem cheques do estado (pagos por todos nós), só para manterem os filhos na escola e vão levantar esses cheques "montados em mercedes ou bm`s. ocupam os terrenos que querem e bem lhes apetece, vendem sem factura e ninguem lhes faz nada, roubam, traficam, ameaçam, etc e nós é que somos ciganofobos??? eu se for ao hospital e quiser entrar com um acompanhante, barram-lhe a entrada e eles tem a familia toda la dentro e nem pagam taxas moderadoras. o que fazem eles em pról da sociedade??? nadinha... muito pelo contrario, custam milhoes a todos nos

 

Anónimo , porto. 05.11.2012 19:37
ciganos e a sociedade
este nosso país é pródigo em especialistas de tudo...é vê-los na tv a darem entrevistas, a discursarem sobre qualquer assunto, feitos donos da verdade...os fatos comprovam que quando vão/assumem um cargo governativo, são um descalabro (nuno crato é um belo exemplo ) borram a escrita toda...em relação aos ciganos, lamento que ñ sejam feitos estudos sérios e profundos ... porque ñ se integramem na sociedade? porque preferem viver do roubo? que fizeram para que a sociedade os alimente, depois de roubarem essa mesma sociedade? droga, roubo, porcos, racistas...é o que eles são...

 

Anónimo , Porto. 05.11.2012 19:14
Exclusão?
Tal como está expresso no comentário anterior, há ciganofobia no mundo inteiro. Há países onda rejeição é quase doentia, muito pior do que em Portugal. Se calhar os problemas não estão exatamente em quem se diz ser "ciganofóbico". Essa fobia pode ter uma génese justificada pelo facto de a maioria desta comunidade (não todos) ter desprezo pela lei geral, apenas a utilizando quando esta pode ser usada em seu próprio benefício. Na maioria dos casos (falo com conhecimento próprio) o abandono escolar é voluntário e não "forçado" pela condição social. A procura de subsídio-dependência é quase institucionalizada nesta comunidade, com graves casos de ameaça a funcionários da segurança social. Esta comunidade auto-exclui-se, salvo raras exceções, do contributo para o bem comum.

 

Anónimo , Chile. 05.11.2012 18:25
Na sociedade Portuguesa??!!
Diga-se antes no Mundo todo.. E se calhar com alguma razão, não? Ou somos todos malucos e eles e os seus costumes é que fazem sentido?

 

 

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Quinta-feira, 6 de Setembro de 2012

Ciganos discriminados no aluguer de casa para férias

Ciganos discriminados no aluguer de casa para férias
Empresa que aluga casas para férias no Algarve pede cauções entre cinco mil e dez mil euros para clientes ciganos. SOS Racismo já apresentou queixa.

 

Uma empresa de aluguer de apartamentos e moradias de férias no Algarve está a cobrar cauções diferentes a clientes ciganos. O valor máximo, que é vinte vezes superior ao previsto para outros clientes, pode atingir os 10 mil euros e está explicitado nos Termos e Condições na página de Internet.

O SOS Racismo, que denunciou a situação, já apresentou queixa na Comissãopara a Igualdade e Contra a Desciminação Racial (CICDR). "A discriminação racial no sector do turismo e da habitação não é nova; porém, esta é uma das raras situações em que uma empresa afirma publicamente e por escrito, uma prática discriminatória incluindo-a no clausulado dos contratos que celebra com os seus clientes", refere a associação, em comunicado.

A polémica está no ponto 4 das cláusulas, onde pode le-se: "Para clientes de etnia cigana, o valor do depósito para um apartamento é de no mínimo 5.000 (cinco mil) euros e para uma vivenda: 10.000 (dez mil) euros". De acordo com a empresa,o valor da caução para qualquer outro cliente pode variar entre os 100 e os 500 euros.

Ao Expresso, o gerente da Silmar, Fernando Rebelo, alega que não existe qualquer descriminação. "Não se trata de uma questão de raça, mas de risco. Há dois anos, os sócios da empresa decidiram-se por esta exigência, depois de, em casas alugadas a clientes de etnia cigana, terem desaparecido todos os eletrodomésticos e até os cortinados", refere.

"Nós não temos qualquer cláusula que impeça o aluguer a clientes ciganos. Mas temos uma, de que ninguém fala, que nos reserva o direito de não alugarmos a grupos de jovens até aos 30 anos. O problema é o mesmo: o risco. As casas não são nossas, mas somos nós que temos de pagar todos os estragos causados no fim das férias", alega Fernando Rebelo.

José Falcão, do SOS Racismo, recusa os argumentos da empresa. "Não faz qualquer sentido a teoria do risco. O que há é uma generalização dos ciganos. Ou seja, a de que todos os ciganos roubam e que por isso as cauções têm de ser superiores". 

"Para quê? O que é que a polícia ia fazer? Nada", diz Fernando Rebelo



Ler mais: http://expresso.sapo.pt/ciganos-discriminados-no-aluguer-de-casa-para-ferias=f751167#ixzz25gY8BOUb

 

 

 

Por Ricardo Marques

in Expresso

 

Comentários pertinentes:

 

jbooo, ontem às 15:05
meu caro a isso chama-se análise de risco. Se fores fazer um seguro para um carro pagas mais consoante o carro, consoante a idade do condutor, consonate o seu histórico etc.
Se fores pedir um empréstimo ao banco a mesma coisa.
Aonde é que está a dúvida'
That s business..

 

(Professor.com.muita., ontem às 19:00)
Aliás, a SOS racismo luta contra esta grave discriminação feita aos ciganos.
E quem luta pelos jovens com menos de 30 anos, que lá porque nas viagens de finalistas destroem os apartamentos não deviam ser alvo de "idadismo"
Ou os doentes ao fazer seguros não deviam entãao ser vítimas de "Doencismo".
Vou contar uma história que me contou um amigo que trabalha na mercedes.
Eles têm um preço de viatura estabelecido elevado e depois fazem generosos descontos que chegam a mais de 5000€. Porém, não fazem descontos a ciganos. E porquê? Ao que parece os ciganos compram um mercedes S ou E novo ou quase novo, e andam com ele em cima de qualquer piso ou picada sempre a açapar, rebentando com as suspensões, e com as partes de baixo dos corros e até ás vezes com os apoios do motor, depois aparecm muito zangados no stand a protestar,a ccionando a garantia e ameaçando violência por lhes terem vendido um carro estragado. Se for vocÊ a fazer o mesmo ao stand mandam-no bugiar e se vcÊ for mostrar o carro à justiça riem-se de si.
Ao cigano eles mandam compor o popó todo porque senão aparecem uns 30 a fazer barulho e acoisa descamba.
Assim os 5 ou 6000€ dão para compor o carro.

 

(Professor.com.muita. ontem às 19:19)
O josé rachão não protesta?
Nos hospitais manchester não se aplica a ciganos (já vi 2 ou 3 vezes). Nem ordem de chegada.
Entra uma família de ciganos e ao fim de 5 minutos à espera começa a peixeirada colectiva. O pessoal do hospital após alguns enxovalhos passa-os à frente de toda a gente, e quem está à espera nem protesta, por muito doente que esteja. foram atendidos e saíram antes de eu sequer ter sido chamdao embora já lá estivesse à 1 ou 2 h (aconteceu acho que por 3 vezes com intervalo de meses e em urgências após o jantar, 21h 22h por aí)

 

(turno da meia noite, hoje às 3:18)
Fazem essas peixeiradas em todo o lado, a última que vi foi na Loja do Cidadão.
É só direitos e deveres nada?
Dá vontade de perguntar...afinal quem é racista?

 

(Mamaevovo, hoje às 10:40)
Exactamente!
Racistas são eles e não é pouco!
Já vivi num apartamento que os vizinhos de cima eram ciganos, ninguém queira saber os problemas que tive!
Uma vez juraram-me de morte só porque refilei quando me atiraram o lixo de casa deles para a minha varanda!
Deitavam o lixo todo pela janela sem sequer terem consideração nem pelos vizinhos, nem pelo logradouro ajardinado do prédio; desde fraldas a restos de comida ia tudo pela borda fora.
O nosso mal é sermos um país de brandos costumes pois se fossemos um pouco mais agressivos não faziam de nós parvos!

 

carlos-carlos, ontem às 15:11

São notícias destas que alimentam as pessoas de sentimentos mais extremistas.
É que o copo enche e depois acontece como na Suécia...
Porque motivo os senhores do SOS racismo, não vivem junto de ciganos?
Porque motivo eles não emprestam o carro ou um quarto aos ciganos?
Para ficarem bem com a sua consciência de burgueses, criam e militam estas ONG (com dinheiro nosso) e limitam-se a falar para a TV.
Os ciganos continuam a auto-marginalizarem-se, e esses senhores da SOS Racismo, não tem uma atitude pedagógica para eles se integrarem.
Eles também não querem, porque assim é a forma de receberem subsídios (dos nossos impostos) e ainda temos pena deles.
Há muita gente a estudar Maquiavel!

 

CãodaRosa , ontem às 21:53
Á luz dos princípios tudo os que se indignaram com a notícia tem razão, mas meus senhores tem de cair na realidade, tem de se deixar de ver as coisas só por esse prisma e a triste realidade é que os membros da etnia cigana, na generalidade, não cumprem com a suas obrigações, não respeitam as regras, fazem da extorsão um modo de vida e isso tem de acabar um dia, se calhar vai terminar de forma violenta, mas ninguém pode continuar a suportar os abusos dessa gente. Na província, algo impensável aqui há uns anos, exisem ciganos que vivem da extorsão que fazem aos comerciantes, conheço uma cidade onde desperados alguns já encerraram e todos os dias vejo entrar alguns para um estabelecimento onde almoçam e não pagam, é o preço para não partirem aquilo tudo. Coisas destas as pessoas calam para não serem vítimas do SOS Racismo e porque se falassem eram acusadas de tudo, mas estão a cavar a sua ruína. Quanto às casas de férias o SOS Racismo pode criar um programa para pagar os prejuízos a quem arrendar casas a ciganos e a destruição que eles provocam. Deixem-se de paternalismos bacocos, a violência não tarda vai estourar e quem é culpado é quem ajudou esta gente a pôr o freio nos dentes.

 

CDMN1 , ontem às 14:59
"Há dois anos, os sócios da empresa decidiram-se por esta exigência, depois de, em casas alugadas a clientes de etnia cigana, terem desaparecido todos os eletrodomésticos e até os cortinados"
Qual é a duvida? Acho que estão mais do que no seu direito.
É tão discriminatorio como qualquer seguradora ou banco, etc
A unica coisa "chocante" é a empresa ter de chegar a este ponto...

 

Silva4591 , ontem às 15:26
Eu vi o que uma família de ciganos fizeram a um apartamento, durante 15 dias na Fuzeta.
O espectáculo era indescritível de destruição.
No fim, o "chefe" da matilha ainda ameaçou de morte o proprietário se fosse queixar-se à GNR.
Os prejuízos ascenderam a largas dezenas de milhar de Euros!

Marco de Salvaterra , ontem às 15:35
Pois fiquem sabendo que vamos comprar um terreno na Quinta do Lago para montarmos a nossa feira e estacionarmos as nossas roulotes para fazer férias.
Comunidade cigana

 

JTcS , ontem às 15:44
...Bem se vê o quê que a Sociedade pensa dos Ciganos!
Agora pergunto, esta ideia foi construída porquê?
Resposta: Porque de facto os ciganos não contribuem em NADA para a sociedade, apenas servem para criar disturbios em todos os sítios por onde passam, só criam crianças mal educadas e ladras (coitadas não têm culpa, mas são fruto do meio onde crescem) e no fim somos nós que os andamos a sustentar quando eles, na sua maioria, vivem bem acima das possibilidades de grande parte dos portugueses.
E já que estamos numa de contas "estorias", aqui vai...
No Monte da Caparica, Almada, uma família de ciganos não pagava renda há 3 anos, o senhorio armado em racista expulsa-os de casa. Final da história... a família de ciganos muito agradecida, pega lume à casa antes de ir embora.

 

 

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Domingo, 12 de Agosto de 2012

Sentença inédita de juíza: ciganos são «traiçoeiros» e «subsídio-dependentes»

No acórdão que exarou a propósito do julgamento de cinco elementos de etnia cigana que agrediram militares da GNR em Felgueiras, a juíza Ana Gabriela Freitas referiu-se de forma surpreendente, para o que é a norma corrente nestes casos, à etnia cigana como «pessoas mal vistas socialmente, marginais, traiçoeiras, integralmente subsídio-dependentes de um Estado a quem pagam desobedecendo e atentando contra a integridade física e moral dos seus agentes».
Ana Gabriela Freitas generalizou ainda os comentários a toda a comunidade ciagana, afirmando que «está em causa o desrespeito da autoridade e, por arrastamento, a própria administração da Justiça» como o demonstram «os recentes acontecimentos da Cova da Moura, Azinhaga do Besouro, Quinta da Fonte e ainda culminando com a agressão selvática dos agentes da PSP em Felgueiras».
A magistrada do Tribunal de Felgueiras condenou os cinco elementos de etnia cigana acusados de agredir militares da GNR , aplicando-lhes penas de prisão efectiva e ao pagamento de indemnizações.
Na sentença, deu como provado que, durante os acontecimentos, os cinco homens agrediram os militares, e «as mulheres e as crianças guincharam selvaticamente, bateram e chamaram nomes» aos guardas. A juíza escreveu no processo que as condições habitacionais dos ciganos «são fracas, não por força do espaço físico em si, mas pelo estilo de vida da sua etnia (pouca higiene)». 
O acórdão termina com a juíza a assumir não vislumbrar «a menor razão para acolher a rábula da ‘perseguição e vitimização dos ciganos, coitadinhos!»
Relativamente aos réus que condenou, salientou que são «todos conhecidos dos agentes da GNR de Felgueiras por serem ‘clientes’ do posto e aí se deslocarem em virtude de desacatos, desordens, e ilícitos de variada natureza».

Ao comentar esta inédita sentença, o criminalista e antigo inspector da PJ,  Barra da Costa, sublinhou na sua página no facebook :«Não é só um bandalho, bem escudado nas dependências da presidência do conselho de ministros e no bloco, vir dizer/escrever há três ou quatro dias que o Ministro dos Negócios Estrangeiros, Dr. Paulo Portas, gosta de homens fardados! E que ainda que gostasse! 
Perguntem também a essa canalhada, que envergonha não só a raça deles, como a dos outros, aonde é que eles estavam e o que fizeram quando esta juíza «falou» o que acabaram de ler. E já foi no século XXI. Pois, mas é uma juíza! E se calhar é daquelas que até faz a história recuar umas décadas. Cobardes! Vendidos por um prato de lentilhas, quente e a horas! 
Na altura eu escrevi e publiquei, mas isso fui eu, que sou racista. Mas eu também sei que é sempre mais fácil atirar a pedra e esconder a mão, colocando-se por detrás de quem os apoia, para depois receberem o dinheirinho que os faz viajar até Israel, por exemplo, para aplaudir abertamente o extermínio dos palestinos e depois, às escondidas, por cá, com Rosário nas mãos, abençoarem a humilhação dos portugueses a que, hipócritas, dizem pertencer. Cobardes, pois claro. Assim como nós, que permitimos isto. Até ver!».
Ass. Com toda a estima do Barra da Costa

Também assinamos por baixo este comentário de Barra da Costa. Já é altura de acabar com a situação privilegiada em que vegetam  estes subsídio-dependentes do Estado (sejam ciganos ou outras raças e credos) sugando a sociedade sem nada produzirem de útil… para além de «mamarem» os subsídios sociais, muitos «engordam» à custa da vida marginal, têm bons carros ( basta fazer uma visita a alguns bairros limitrofes de Lisboa), e ainda se permitem agredir agentes  da autoridade que os querem pôr na ordem…Aplauda-se a medida do Governo de cortar regalias sociais a quem tenha cometido crimes e obrigar a trabalhar em prol da comunidade quem aufira o Rendimento Social de Inserção…já era tempo de pôr alguma ordem neste sector, que continuava impune porque essa gente dava votos em épocas eleitorais.Uma Justiça fraca,com pruridos ideológicos, incapaz de chamar os «bois pelos nomes» e de actuar em conformidade quando está em causa o desrespeito das autoridades, não é digna de um Estado de Direito.Esta sentença da juíza de Felgueiras não deixa de ser um «grito» no deserto…mas é um caminho que importa relevar.

 

Por Lucas Carré

in Blog "Crime digo eu"

 

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Terça-feira, 8 de Maio de 2012

Porque não dizem a verdade!?

Coruche: Desacatos em partida de futebol

Grupo espanca militar em jogo

O jogo de futebol entre o Coruchense e a União Desportiva Abrantina decorria anteontem em ambiente ameno, em Coruche, até ao momento em que dois jogadores foram expulsos. Da calma à confusão bastaram alguns segundos: após ameaças a um atleta, 30 adeptos invadiram o campo e tentaram agredir os três militares da GNR presentes. Um deles – ao proteger a arma que tinha caído no chão – acabou por ser pontapeado no rosto e foi ontem operado devido aos traumatismos.

 

Os três guardas, do posto de Coruche, encontravam--se a fazer o policiamento habitual neste tipo de jogos. Com as expulsões, os ânimos exaltaram-se e um jogador da equipa visitante foi ameaçado, já nos balneários. "Anda cá que eu desfaço-te", afirmou um dos adeptos.

Inicialmente, apenas dois homens invadiram o campo. Mas, ao serem imobilizados pelos militares, deu-se a invasão.

Rodeados por cerca de três dezenas de adeptos, um dos guardas acabou por perder o cinturão onde tinha a arma. Ao perceber que um dos agressores se preparava para a agarrar, atirou-se para o chão para o evitar. Foi nesse momento que o agrediram a pontapé, ficando a esvair-se em sangue. O grupo fugiu para parte incerta.

 

Por:Joana Domingos Sá

in Correio da Manhã

 

Porque não referem a etnia dos agressores? Esta agressão nada teve a ver com adeptos!

 

Eis o que refere o Jornal O Mirante (Link para a notícia):

 

"Segundo fonte que presenciou a cena, indivíduos de etnia cigana invadiram o terreno de jogo para agredirem um jogador da equipa visitante. No momento que os guardas presentes tentaram algemar um dos indivíduos, o militar foi agredido na cara tendo fracturado o nariz."

in O Mirante

 

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Segunda-feira, 12 de Março de 2012

Violência para ter rendimento social

Segurança: Técnicos vivem em sobressalto com agressões

 

 
Em Setúbal cinco associações prestam apoio aos utentes do RSI. Os casos de violência ocorrem em praticamente todos os bairros, sendo o da Bela Vista (na foto) um dos mais inseguros

Armas, insultos, viaturas e instalações vandalizadas e ameaças à integridade física, tudo vale para ameaçar os técnicos da Segurança Social e tentar manter o Rendimento Social de Inserção (RSI). As equipas que analisam e contactam com as famílias que pedem o subsídio, e de outros serviços de acção social, trabalham sem rede, nos bairros de pior reputação.

 

Para breve, segundo fonte do Governo, as ameaças a técnicos da Segurança Social vão levar à suspensão da atribuição dos subsídios.

Em Setúbal, por exemplo, nas associações que prestam o serviço de apoio ao RSI o medo é permanente. "Já tivemos técnicos, a quem lhes foi pedido para esperar, e acabaram com uma pistola na mesa", conta um técnico. Muitos dos casos são de beneficiários de RSI que, com a mudança das regras de atribuição do subsídio, acabam por perder o dinheiro. "É uma violência que resulta do desespero. É a sobrevivência de famílias que perdem a única fonte de rendimento", comenta Nuno Oliveira, assistente social da Associação de Professores e Amigos das Crianças do Casal das Figueiras (APACCF), Setúbal. Num trabalho anterior, no bairro das Marianas (Carcavelos, Cascais), Nuno recorda um jovem com uma arma: "Estava desesperado e pediu-me para desaparecer com a arma, pois tinha medo de fazer asneira".

 

 

Por:André Pereira / B.E.

in Correio da Manhã

 

 

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Quarta-feira, 15 de Fevereiro de 2012

Homicídio de camionista de novo em julgamento

Três jovens suspeitos de crime em área de serviço da A23

 

 
Emanuel Candeias já havia sido condenado a 18 anos e nove meses de cadeia

O Tribunal da Relação de Évora deu provimento ao recurso do Ministério Público e remeteu para novo julgamento o processo que envolve três jovens, um condenado e os outros absolvidos, por homicídio qualificado de um camionista na A23.

 

Fonte judicial adiantou hoje à Agência Lusa que os juízes desembargadores do Tribunal da Relação decidiram, na terça-feira, "negar o recurso do arguido", mas "dar provimento ao recurso do Ministério Público", reenviando o processo para novo julgamento para "reapreciação da prova". O teor do acórdão, com as justificações da decisão do tribunal, ainda não foi divulgado.

A Lusa contactou o advogado do arguido que foi condenado neste caso, e que também tinha apresentado um recurso, mas o causídico remeteu para "mais tarde" eventuais declarações, visto que ainda não conhece o acórdão.

Este caso já foi julgado no Tribunal de Abrantes (distrito de Santarém), que em Abril do ano passado condenou o arguido Emanuel Candeias a 18 anos e nove meses de prisão por homicídio qualificado. Contudo, o mesmo tribunal de primeira instância absolveu os outros dois arguidos, Ulisses e David, do crime de co-autoria de homicídio qualificado.

Os três jovens estavam acusados pelo Ministério Público de homicídio qualificado pelo assassinato de Nelson Ferreira, 41 anos, numa área de serviço da A23, perto de Abrantes, em Junho de 2010.

A vítima, camionista de profissão, parou naquela área de serviço para fazer uma pausa e tomar um café, mas um olhar para a mesa onde estavam os arguidos terá originado uma cena de violência, com murros e bofetadas.

A situação estendeu-se ao exterior do estabelecimento e culminou numa facada no coração, a qual se viria a revelar fatal para o camionista. 

 

 

 

in Correio da Manhã

 

 

Existem duas coisas que me impressionam:

 

1 - A primeira é o facto de não se poder referir na notícia de que etnia são os agressores. Deviam! Porque situações destas são recorrentes. Isto para muitos elementos da etnia que não pode ser referida é um acto de bravura o que torna o autor digno de respeito! As pessoas necessitam ter conhecimento desta faceta para que estejam prevenidas e para que, numa situação destas evitem contacto com pessoas deste "grau de sensibilidade" que não suportam um olhar!

 

2 - A segunda é o facto do rosto do réu confirmar exactamente aquilo que é referido. Morreu um Homem, pai de família, a acusação é grave e este jovem parece que vem agora a sair de uma sala de cinema da Lusomundo! Vai ser coroado? Não! Vai a julgamento por ter assassinado um ser humano. Para mais um ser humano indefeso que em momento algum mexeu uma palha que fosse para prejudicar qualquer um dos agressores!

publicado por portuga-coruche às 07:07
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Segunda-feira, 6 de Fevereiro de 2012

Administrador do BES expulso de Moçambique

BES. Administrador expulso por insultar moçambicanos

Pinto Ribeiro foi impedido de trabalhar em Moçambique por ter maltratado
 trabalhadores do Moza Banco, o parceiro do banco de Ricardo Salgado naquele país africano

 

“Porra, pretos de merda, vocês não sabem nada, seus amadores, incompetentes, vocês não têm perfil para trabalhar neste Banco, eu aqui mando, vão para a rua”. Esta frase, reiteradamente proferida por José Alexandre Maganinho Pinto Ribeiro ao longo de meses, acabou por ser fatal ao administrador português do Moza Banco, parceiro do grupo BES em Moçambique, e custar--lhe quer o lugar no banco quer o direito de trabalhar naquele país africano de expressão portuguesa.

Pinto Ribeiro foi “convidado” a deixar Maputo pelo executivo liderado por Guebuza por maus tratos aos seus subordinados e com base na violação do princípio do “direito à honra, bom nome e integridade moral” bem como do “direito ao trabalho” emanado da Constituição moçambicana.

Segundo um despacho da ministra do Trabalho, Maria Helena Taípo, a que o i teve acesso, datado de 18 de Janeiro, ao “trabalhador estrangeiro”, como é designado Pinto Ribeiro no documento oficial, “foi-lhe proibido, com efeitos imediatos, o exercício do direito ao trabalho” na República de Moçambique “em virtude do respectivo comportamento na relação com os trabalhadores violar os princípios plasmados” na lei fundamental moçambicana.

O comportamento do administrador do Moza Banco foi denunciado por vários trabalhadores da instituição parceira do banco de Ricardo Salgado, tendo desencadeado uma acção inspectiva por parte da Direcção do Trabalho de Maputo. Na sequência desta fiscalização, os inspectores constataram que “os trabalhadores têm sofrido maus tratos perpetrados pelo trabalhador estrangeiro”.

Ainda segundo o despacho, os colaboradores do banco eram sistematicamente obrigados a trabalhar até às duas horas da madrugada, “sem direito a descanso nem remuneração”. Enquanto isto, José Alexandre Pinto Ribeiro insultava-os, berrando-lhes várias palavras ofensivas que a ministra do Trabalho fez questão de reproduzir no documento que fundamenta a sua proibição de continuar a trabalhar no país.

Após a saída do administrador, no mês passado, alguns dos trabalhadores moçambicanos entretanto afastados do quadro da direcção, “visando a integração de estrangeiros” foram reconduzidos.

Em comunicado emitido no seu site, o banco reconhece que foi notificado por algumas irregularidades laborais detectadas no âmbito da inspecção levada a cabo pelo Ministério do Trabalho. E informa que estão a ser tomadas medidas legais adequadas, em fóruns competentes, tendo em vista a defesa dos interesses da instituição. Mas garante que a notificação em nada afecta o seu normal funcionamento nem o processo de expansão e modernização em curso, que passa pela abertura de novas agências em todo o território.

 

 

Por Margarida Bon de Sousa

in iOnline

 

publicado por portuga-coruche às 07:10
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Segunda-feira, 26 de Dezembro de 2011

Cinco feridos em acidentes causados por rixa entre 40

Confusão começou junto a uma rulote na EN251, em Couço, Coruche

 

Um grupo de 40 pessoas envolveu-se, anteontem à noite, numa rixa junto a uma rulote na EN251, em Couço, Coruche, o que viria a causar dois acidentes, de que resultaram cinco feridos, dois dos quais em estado grave.

 

A rixa envolveu homens de etnia cigana e romenos, alguns dos quais estavam armados e fizeram vários disparos para o ar, sem atingirem ninguém.

Alguns dos envolvidos, ao fugirem da rixa, sofreram um acidente, que causou três feridos, um deles grave. O condutor fugiu e mais tarde deu entrada, pelos seus próprios meios, no Hospital de Santarém.

Um condutor que ia a passar naquela altura e parou para assistir os feridos foi atropelado por uma outra viatura, ficando em estado grave.

 

Por:I.J./J.T.

in Correio da Manhã

 

 

---> ACTUALIZAÇÃO - 28 DEZEMBRO - ACTUALIZAÇÃO - 28 DEZEMBRO <--- 

 

Infelizmente, as notícias não são as melhores, segundo notícia o Correio da Manhã:

 

"ATROPELADO MORRE NO BLOCO OPERATÓRIO

O jovem de 18 anos que foi atropelado na EN251, em Couço, Coruche, no sábado à noite, ao parar para assistir os feridos noutro acidente morreu ontem no Hospital de São José, em Lisboa, no bloco operatório. "Era um ferido muito grave, ainda o reanimámos, mas no limite", disse o comandante dos Bombeiros de Coruche. João vivia em Queluz e estava com a mãe e o tio Manuel Croca, funcionário da Carris. Iam passar a noite de Natal ao Vimieiro, Arraiolos, com familiares."

 

Leia a notícia completa no Correio da Manhã

 

 

Infelizmente é assim! Por causa de uma rixa, entre ciganos e romenos dá-se um acidente, um jovem com bom coração e numa perspectiva de auxiliar quem estava em dificuldades, quando circulava nessa estrada dá com o acidente, prontifica-se de imediato a socorrer as vítimas e ao deslocar-se para o acidente é colhido por outra viatura, falecendo na flor da vida. Os meus sentimentos aos familiares.

 

 

 

publicado por portuga-coruche às 07:10
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