Terça-feira, 7 de Fevereiro de 2012

Cidade alemã está a contratar em massa

Cidade alemã que procura portugueses já recebeu duas mil candidaturas

Madalena Queirós  
(07/02/12)

 

Scwäbisch Hall recebeu duas mil candidaturas desde que o Económico publicou o artigo "A cidade alemã que quer contratar portugueses."

O Instituto de Emprego da cidade alemã de Scwäbisch Hall recebeu mais de duas mil candidaturas para as vagas de emprego, depois da publicação na segunda-feira no Suplemento Universidades & Emprego da reportagem "A cidade alemã que quer contratar portugueses".

As autoridades avisam que ficaram com a caixa de ‘email' cheia e admitem que poderão vir a receber muito mais candidaturas de emprego. Mas as autoridades avisam que "as respostas podem demorar algum tempo, pedindo por isso alguma paciência a quem enviou candidaturas", afirma Petra Fischer, responsável pela imprensa da região Heilbronn-Franken do estado de Badeb-Würtemberg.

Dadas as dificuldades em encontrar mão-de-obra, o presidente da Câmara de Schwäbisch Hall convidou o Diário Económico a visitar a cidade e a conhecer as oportunidades de emprego nas empresas da região. Nesta iniciativa inédita está a convidar portugueses a candidatarem-se aos mais de 2.700 empregos que estão disponíveis. A três horas de avião de Lisboa, a cidade tem 37 mil habitantes e fica a duas horas de carro de Estugarda.

Na Alemanha há mais de 400 mil empregos à espera de candidatos. Os engenheiros estão no topo de lista das profissões mais procuradas, mas há um sem número de sectores a precisar de quadros qualificados.

O salário médio é de 3.500 euros brutos e um engenheiro pode ganhar entre seis a oito mil euros. Nesta cidade em que os empregos correm atrás das pessoas, a taxa de desemprego jovem é de 2%, quinze vezes menor que o valor registado em Portugal.

 

 

in Económico

 

 

Eis a notícia:

Conheça a cidade alemã que quer contratar portugueses

Há uma cidade no Sul da Alemanha com três mil novos empregos disponíveis todos os meses e onde o salário médio é de 3.500 euros.

Há uma cidade alemã a três horas de avião de Lisboa que precisa desesperadamente de trabalhadores qualificados. Numa iniciativa inédita, está a convidar portugueses a candidatarem-se aos mais de 2.700 empregos que ficam disponíveis todos meses. Chama-se Schwäbisch Hall, tem 37 mil habitantes e fica a duas horas de carro de Estugarda. Para lidar com esta falta de trabalhadores qualificados, o presidente da câmara da cidade, Hermann-Joseph Pelgrim, decidiu promover uma iniciativa inédita: convidar jornalistas de países europeus com elevado desemprego (Portugal, Espanha, Itália e Grécia) para conhecerem as oportunidades de trabalho e para as divulgarem nos seus países. O Diário Económico foi o jornal português escolhido para trazer a boa nova de empregos para Portugal.

Na Alemanha há mais de 400 mil empregos à espera de candidatos. Os engenheiros estão no topo de lista das profissões mais procuradas, mas há um sem número de sectores a precisar de quadros qualificados.

O salário médio é de 3.500 euros brutos e um engenheiro pode ganhar entre seis a oito mil euros. Nesta cidade em que os empregos correm atrás das pessoas, a taxa de desemprego jovem é de 2%, quinze vezes menor que o valor registado em Portugal.

Há hipóteses para quem fala inglês, mas na maioria das ofertas falar alemão é essencial. Ainda assim, falar português também pode ser uma vantagem. "Dominar o português é um factor importante porque temos negócios no Brasil e em Angola", afirma Herr Christian Meyer, director de recursos humanos da Voith Turbo, uma empresa com mais de 1,5 mil milhões de euros de volume de negócios e mais de cinco mil trabalhadores.

Mas muitas das multinacionais que procuram pessoas estão disponíveis para pagar o curso de alemão e até a arranjar lugar onde ficar, emprego para o cônjuge e escola para os filhos. Mais: nesta cidade, os jardins de infância têm pessoal especializado para apoiar no ensino da língua a crianças que vieram de outros países para que quando entrem na escola primária não tenham qualquer dificuldade com a língua.

A escola é gratuita e se tem crianças pequenas saiba que pagará 85 euros por mês no jardim de infância. Se quiser um horário prolongado de dez horas, a factura sobe para os 240 euros. A Universidade aboliu as propinas este semestre, uma iniciativa do primeiro-ministro do Estado, o único do partido "Os Verdes" eleito na Alemanha.

Na cidade, a renda de uma casa com dois quartos ronda os 450 euros por mês. A representante económica da região fala do "big five" para convidar os estrangeiros a vir para esta latitude e não poupa nos elogios: "empresas internacionais e líderes de mercado, numa cidade sem engarrafamentos nas horas de ponta, numa região limpa segura e com um ambiente familiar, cheia de vida e actividades culturais e com comida saudável, é o cenário que pode encontrar na região", diz Elke Schweig, responsável pela Câmara de Comércio de Heilbronn-Franken.

Com cidadãos de mais de 110 países e uma intensa actividade cultural, apesar de ser uma pequena cidade localizada no mundo rural, Schwäbisch Hall acolhe algumas das maiores empresas, líderes mundiais de mercado nos sectores em que trabalham. Talvez por isso, quase 99% da população da região não trabalha na agricultura. Com esta operação de charme para atrair mão-de-obra qualificada pretendem garantir que as empresas continuam na região e não partem para outras paragens onde é mais fácil conseguir trabalhadores.

"Temos que convidar jovens europeus a vir para a Alemanha", afirmou Guido Westerwelle, ministro federal para os negócios Estrangeiros na sua apresentação no "Congresso de Líderes do Mercado Global" que, pelo segundo ano, trouxe à cidade algumas das maiores companhias alemãs.

O presidente da câmara diz que quase 70% das empresas foram criadas e continuam a ser geridas por famílias, o que significa que "têm grandes preocupações com a sustentabilidade futura da companhia e não apenas com o lucro rápido" para satisfazer os accionistas. No seu entender, esse é um dos segredos do sucesso da indústria alemã. A verdade é que não se ouve falar de crise, cortes nos salários ou subida do desemprego.

E o frio? Não é um problema "porque as casas estão muito mais preparadas", revela Liliana Henriques, a portuguesa de 33 anos que em breve vai começar a trabalhar em Estugarda como ‘project manager', cargo para o qual vai receber o dobro do que lhe pagariam em Portugal.

E os alemães não são muito fechados? Para acabar com o mito, Liliana Henriques diz que "são muito prestáveis, simpáticos e acessíveis".

"Aparentemente são mais distantes e frios, mas são pessoas com as quais se pode contar", afirma. "Funcionam muito bem. São como um relógio", sublinha.

Se está interessado, basta enviar o seu currículo em inglês para SchwaebischHall.Arbeitgeber@arbeitsagentur.de. A agência de emprego da cidade promete fazer tudo para lhe arranjar um lugar.

Bade - Vurtemberga

Uma região com sete mil vagas
Situada na região de Heilbron Franken, no Sul do país, o estado federal de Bade-Vurtemberga conta com quase oito mil empregos disponíveis nas 35 mil empresas existentes, que exportam mais de 50% da sua produção. Na região procuram diplomados nos sectores de Organização e Gestão, Investigação e Desenvolvimento e Aconselhamento, Educação e Comunicação. Quanto a competências procuram pessoas comunicativas , que saibam trabalhar em equipa, organizadas e com competências interculturais. Com 147 empresas que ocupam os três primeiros lugares em termos de percentagem de mercado que detêm. Quase 70% são propriedade familiar.


Algumas empresas que querem contratar portugueses

Ziehl-Abegg
A multinacional líder na construção de motores Ziehl-Abegg convida estudantes internacionais de Engenharia Mecânica e Eléctrica, de Gestão de Empresas e MBA a candidatarem-se. Basta enviar um currículo em inglês para career@ziehl-abegg.de. Dominar o inglês neste caso é essencial, já o alemão "é um plus, mas não um must", explica Ramona Blankenstein, responsável pelo recrutamento internacional. Ou seja, a empresa está disponível para financiar os estudos da língua. A estas vagas poderão candidatar-se alunos ainda na universidade que poderão receber bolsas de estudo.

Würth
Com quase dez mil milhões de euros de volume de negócios, em 2010, e 400 filiais em 84 países, a empresa especialista na entrega de ferramentas Würth tem mais de seis mil trabalhadores. "Precisamos sempre de pessoas", mas no sector das vendas falar alemão é essencial. Tem entre 100 a 150 vagas, das quais 15 a 20 são para engenheiros e arquitectos. A maioria é para o sector das vendas e, nestes casos, tem que dominar alemão. Carmen Hilkert, responsável pelos recursos humanos, está neste momento em Espanha a contratar pessoas.

Optima Group
É muito provável que tenha na sua cozinha ou casa-de-banho produtos embalados por esta multinacional. Chama-se Optima Group e é a maior empresa do sector situada na região de Bade-Vurtemberga, que é conhecida como "packaging valey" e que tem uma facturação de 12 mil milhões de euros. Mais de 60% dos seus empregados são engenheiros. Pretendem "pessoas que estejam interessadas em comunicar com outras culturas" e estão abertos "a contratar pessoas de outros países", diz Hans Buhler, o CEO da empresa.

Sonnenhof Arche
Hospitais e serviços de cuidados de pessoas e crianças com necessidades educativas especiais é a principal actividade de Sonnenhof Arche. O hospital é o 2º principal empregador da cidade com 1.300 postos de trabalho, 130 dos quais são médicos. Tem dificuldade em encontrar pessoas para preencher as vagas e quer atrair "jovens talentosos" para trabalhar ou estagiar. É importante que falem alemão, mas é dado apoio para que o obstáculo da língua possa ser ultrapassado. O hospital precisa de 10 médicos e 10 pessoas para outros sectores.

Voith Turbo
"Dominar o português é um factor importante porque temos negócios no Brasil e Angola", afirma Herr Christian Meyer, director de recursos humanos da Voith Turbo, uma empresa com mais de 1,5 mil milhões de euros de volume de negócios e mais de cinco mil trabalhadores. Oferece um salário médio bruto de seis mil euros. Também a Bem-papst GMBH & CO tem 10 a 20 vagas para engenheiros a que pode candidatar-se através do site www.ebmpapst.com. Já a Robert Bosch Gmbh Packaging precisa de 50 a 60 engenheiros mecânicos ou eléctricos.

 

Madalena Queirós (06/02/12)

in Económico

 

 

Leiam também a entrevista ao Presidente da Câmara e o seu convite aos portugueses no Económico

 

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Quinta-feira, 26 de Janeiro de 2012

Se pretendes emigrar isto interessa-te!

 

Os países que estão a contratar portugueses, por profissões (via IEFP).

Há 11 países sedentos de talento e onde há muitas oportunidades de emprego para os profissionais portugueses. Segundo o presidente do IEFP, Octávio Oliveira, os destinos naturais para os talentos portugueses são o Reino Unido, França, Suécia, Finlândia, Noruega, Brasil, Suíça, Bélgica, Holanda, Espanha e Alemanha.

O responsável revela que os profissionais devem procurar empresas que estejam a apostar no mercado da exportação: “Os sectores com um perfil exportador serão aqueles que estarão menos vulneráveis à retracção do mercado interno e onde a geração de postos de trabalho vai acontecer. E que, à partida, apresentarão melhor potencial”, explicou o responsável.

Em relação às áreas de procura, Octávio Oliveira mencionou seis principais: profissionais de Tecnologias de Informação; Enfermeiros; Psicólogos Clínicos; Construção Civil e Obras Públicas; Animação Turística, Desportiva e Hotelaria e Arquitectos e Engenheiros

“Os serviços públicos de emprego dos Estados-membros têm o programa EURES, que, neste momento, tem apresentado interessantes realizações neste domínio. O objectivo é que, nos próximos anos, seja efectivamente um instrumento importante de consagração da mobilidade de trabalhadores em países europeus”, revelou Octávio Oliveira.

Através dos centros de emprego e da rede EURES, o IEFP tem concretizado situações em intercâmbio com outros serviços públicos de outros Estados-membros.

Em entrevista à EVT, e respondendo ao apelo do primeiro-ministro português, Pedro Passos Coelho, para os professores emigrarem, o responsável revelou que uma “fatia significativa de inscritos nos ficheiros dos centros de emprego” são professores, e que há hoje um conjunto de países, “como Angola e Moçambique, que podem apresentar oportunidades para essas pessoas”.

“A atitude deve ser de inovação de todos nós. Por parte dos serviços públicos de emprego em encontrar novas soluções que facilitem o ingresso no mercado de emprego. Também da parte das pessoas que estão desempregadas deverá haver uma perspectiva inovadora do confronto dos seus requisitos, um diagnóstico de pontos fortes e fracos e o estabelecimento de uma estratégia de inovação na qual o serviço de emprego pode e deve ajudar.

Octávio Oliveira explicou ainda que terá de haver pró-actividade por parte do desempregado. “Tem que ser o próprio a ter uma atitude activa e a enfrentar a solução, não é só inscrever-se no centro de emprego, isso é pouco”.

Finalmente, o responsável disse que o Brasil “tem um grande conjunto de oportunidades ao nível das arquitecturas e engenharias”, muito por causa dos próximos eventos desportivos que lá se realizarão”.

Haverá ainda uma franja de jovens diplomados que “devem tornar-se empreendedores. A criação de empresas não é uma varinha mágica que resolve os problemas, mas deve resultar de uma avaliação de diagnóstico”.

Leia a entrevista na íntegra.

Para estes, o IEFP tem programas de apoio à criação de empresas. A “muito curto prazo”, por outro lado, haverá mais iniciativas destas

 

Áreas de procura

 

Profissionais de Tecnologias de informação
Reino Unido, França, Suécia, Finlândia, Noruega, Brasil.

 

Enfermeiros
Reino Unido, França, Noruega e Suíça.

 

Psicólogos clínicos
Noruega.

 

Construção civil e obras públicas
Brasil, França, Bélgica e Holanda.

 

Animação Turística, desportiva e Hotelaria
Espanha, França.

 

Arquitectos e Engenheiros
Brasil e Alemanha.

 

 

 

in Greensavers

 

É notório que neste momento a emigração de portugueses é muito diferente das anteriores. Noutras alturas emigrava-se e havia oferta não qualificada, ou seja, havia empregos para os quais não era necessário ter qualquer tipo de formação, bastava que o trabalhador se adaptasse e se sujeitasse a fazer o que lhe apresentavam. Neste momento, mesmo nos países do terceiro mundo as necessidades são de pessoas qualificadas: engenheiros, médicos, enfermeiros. Quem não tiver qualificação está lixado! Nem aqui, nem lá fora!

 

 

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Terça-feira, 25 de Janeiro de 2011

Agora é que o país vai "avançar"!

Despedir passa a custar no máximo 12 meses de salário

Denise Fernandes  

Novo tecto para as indemnizações só afecta novos contratos de trabalho. Na prática, significa que só daqui a 18 anos produz efeitos.

O Governo vai reduzir o valor das indemnizações a pagar em caso de despedimento dos actuais 30 dias por cada ano de trabalho para 20 dias. Além disso, o valor da compensação, que até agora não tinha qualquer limite, passa a ter um tecto máximo de 12 meses de salário.

A proposta do Governo, que foi ontem apresentada aos parceiros sociais na concertação social, é válida apenas para os novos contratos de trabalho, sejam eles contratos permanentes ou a prazo.
Quanto aos contratos a prazo por cada mês de trabalho, a pessoa que for despedida terá direito apenas a 1,66 dias de trabalho, quando actualmente recebe dois ou três dias por cada ano (ver texto ao lado). Recorde-se que o patronato defendia mesmo o fim das compensações nos contratos a termo.[CORTE_EDIMPRESSA]

É ainda fixado um limite ao valor das indemnizações, que não poderá exceder 12 meses de salário base mais diuturnidades (benefício por antiguidade no posto de trabalho). Por exemplo, um funcionário com 20 anos de casa tem actualmente direito a uma indemnização correspondente a 20 meses de salário. Com a proposta do Governo, passará então a existir um limite de 12 meses no pagamento desta compensação. Este era, aliás, o tecto proposto pelas confederações patronais.

 

in Económico

 

 

Regras

Saiba o que vai mudar nos despedimentos

Cristina Oliveira da Silva  

O Governo quer alterar as regras das indemnizações por despedimento e o debate já está lançado na concertação social.

A proposta inicial, do Executivo, defende alterações na fórmula de cálculo, a introdução de um tecto máximo e o fim do limite mínimo dos meses que têm de ser pagos. A isto soma-se a criação de um fundo que pretende financiar parcialmente os despedimentos. Tudo isto sem alterar o conceito de justa causa de despedimento. Saiba o que pode mudar no actual regime.


1. As indeminizações por despedimento vão mudar?
Sim. O Governo quer alterar as compensações no caso de despedimento. Hoje o trabalhador tem hoje direito a 30 dias por cada ano de casa (mais diuturnidades). Mas o Executivo quer reduzir o cálculo para 20 dias, acrescido de diuturnidades.


2. E nos contratos a termo?
Aplica-se a mesma regra. Hoje, os trabalhadores têm direito a três dias de salário-base e diuturnidades por cada mês de trabalho, se o contrato durar menos de seis meses. Se durar mais, tem direito a dois dias. Com as novas regras, passa a estar em causa o pagamento de 1,66 dias por mês. Ou seja, se agora, um contrato de cinco meses dá direito a compensação igual a 15 dias de trabalho, com as novas regras, dará direito apenas a 8,3 dias de trabalho.


3. Haverá um limite máximo?
Sim, o Governo propõe ainda a fixação de um tecto de 12 meses nas compensações. Ou seja, o máximo que o trabalhador pode receber corresponde a 12 vezes a sua retribuição-base acrescida de diuturnidades. [CORTE_EDIMPRESSA]


4. E o limite mínimo?
Desaparece. Actualmente, os trabalhadores despedidos têm sempre direito, no mínimo, a três meses de salário-base e diuturnidades. Mas o Governo quer retirar essa opção.


5. Quem é abrangido?
Tanto no caso das alterações às compensação como na criação do fundo, estão em causa apenas os novos contratos.


6. Para que serve o fundo?
O Governo quer criar um fundo, financiado pelas empresas e com "cariz obrigatório", para ajudar a pagar os despedimentos. Assim, com cada nova contratação é criada uma conta individual em nome da empresa. Ainda não se sabe o montante da contribuição, que terá a ver com a percentagem de indemnização que vier a ser suportada pelo fundo.


7. Quem gere o fundo?
A gestão do fundo deverá ser entregue a uma entidade pública e, "simultaneamente a três ou quatro entidades do sector privado, seleccionadas mediante concurso público".

 

in Económico

 

Então e para os políticos? Ninguém faz leis para os "meter a andar"? Haaaa ..... pois, tinha-me esquecido que são eles os "génios" que fazem as leis.....

 

 

 

 

 

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Terça-feira, 18 de Janeiro de 2011

Acorda Portugal

Ao passar por esta preciosidade que ilustra realmente o nosso consumismo antipatriótico e a razão porque existem e crescem as economias chamadas "emergentes", para além de revelar a hipocrisia que existe na origem do desemprego (veja-se o que se passa em Coruche, em que dois supermercados estão literalmente a arruinar centenas de negócios que se dedicam ao comércio tradicional) , não "resisti" em partilhar convosco este texto que li no Blog "Zé do Cão":

 

Made in Portugal

 

 

 

 

O Zé, depois de dormir numa almofada (made in Egipt) começou o dia bem cedo, acordado pelo despertador (made in Japan) às 7 da manhã.
Depois de um banho com sabonete (made in France), e enquanto o café (importado da Colômbia) misturado com leite (vindo das Astúrias) aquecia numa máquina (made in Chech Republic), barbeou-se com a máquina eléctrica (made in China).
Vestiu uma camisa (made in Sri Lanka), jeans de marca (made in Singapure) e um relógio de bolso (made in Swiss).
Depois preparou as torradas de trigo (produced in USA) na sua torradeira (made in Germany), e enquanto tomava o café numa chávena (made in Spain), pegou na máquina de calcular (made in Koreia) para ver quanto é que poderia gastar nesse dia. Consultou a internet no seu computador (made in Thailand) para ver as previsões meteorológicas.
Depois de ouvir as notícias pela rádio (made in India), bebeu ainda um sumo de laranja (produced in Israel), entrou no carro Volvo (made in Sweden) e continuou à procura de emprego.
Ao fim de mais um dia frustrante, com muitos contactos feitos através do seu telemóvel (made in Finland), e após comer uma pizza (made in Italy), o Zé decidiu relaxar por uns instantes.
Calçou suas sandálias (made in Brazil), sentou-se num sofá (made in Denmark) serviu-se de um copo de vinho (produce in Chile), ligou a TV ( made in Indonesia) e pôs-se a pensar porque é que não conseguia encontrar um emprego em Portugal.
Chamo a esclarecida atenção dos meus visitantes, para informar que o barro e a arte de fazer a família, que ilustra este texto, é Made in Caldas da Rainha.
Texto de autor desconhecido

 

in Blog Zé do Cão

 

 

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Segunda-feira, 20 de Dezembro de 2010

CP deixa 815 sem trabalho

Empresa prevê gastar 26 milhões em rescisões

 

A CP vai rescindir contratos de trabalho com 815 funcionários em 2011. A medida faz parte do plano de austeridade da empresa e prevê que gaste 26 milhões de euros com o processo de rescisões. Segundo o documento, vão existir supressões, estando previsto o fim de todos os comboios da linha de Cáceres e entre Setil e Coruche, assim como entre Beja e Funcheira. Os horários do Sud Express para França e do Lusitânia para Espanha também vão sofrer alterações.

 

in Record

 

 

 

 

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Quinta-feira, 16 de Dezembro de 2010

"Morçelas" aplaudem as 50 "metidas" a Portugal

Bruxelas aplaude as 50 medidas de Portugal

 
Economia
 
A Comissão Europeia congratulou-se hoje, em Bruxelas, com as 50 medidas anunciadas por Lisboa que podem ajudar a "aliviar a tensão dos mercados" e fazer o "mercado laboral funcione de uma forma mais ágil".

 

"A Comissão Europeia saúda o anúncio do Governo português sobre as 50 medidas para apoiar a competitividade da economia portuguesa e um maior emprego", disse à Agência Lusa o porta-voz do executivo comunitário para a Economia.

 

Para Amadeu Altafaj i Tardio "estes esforços são muito importantes", e melhorar a competitividade da economia "é realmente o ponto-chave que deveria ajudar a recuperar a confiança dos mercados na economia portuguesa e aliviar as tensões que conhece actualmente nesses mercados".

 

O porta-voz também defendeu que as medidas anunciadas "vão na boa direcção também em termos de agilizar um pouco mais o mercado do trabalho".

 

O Governo aprovou ontem um conjunto de 50 medidas para melhorar a competitividade e promover o emprego, em torno de cinco eixos essenciais: competitividade da economia e apoio às exportações; simplificação administrativa e redução dos custos de contexto para as empresas; competitividade do mercado de trabalho; reabilitação urbana e dinamização do mercado de arrendamento; e combate à informalidade, fraude e evasão fiscal e contributiva.

 

"Acreditamos que estas medidas podem aumentar o crescimento económico do país e respondem a alguns dos obstáculos maiores que encontrou a economia portuguesa nos últimos anos", resumiu Amadeu Altafaji Tardio.

 

A Comissão Europeia sublinha que "estes esforços são muito importantes", assim como o cumprimento do objectivo "de fazer o que for possível para alcançar o objectivo" de acabar 2011 com um défice orçamental de 4,6% do PIB.

 

O porta-voz é da opinião de que se trata "de um passo na boa direcção" e que Bruxelas irá agora "fazer um estudo mais detalhado de todas estas medidas que acabam de ser anunciadas".

 

in Jornal Oje

 

 

Exacto pá! Aqui nós os portugas estamos preparados man! Se for preciso morre gente de fome e tudo pá, mas o número aí nos papéis vai descer!

 

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Viva a política social do Estado Português!

Dizia em em post anterior, que os políticos não servem os interesses de quem os elege, do povo e de Portugal, afinal estava enganado, conforme comprova mais uma grande vitória para o povo de Português.

Qual é a vitória? Vai, a partir de agora ser mais barato ser despedido. Fantástico! Que bom para nós e, especialmente para todos os tansos que votaram no Socrates e que para além do desemprego e incerteza de futuro vão ainda ficar com menos dinheiro para enfrentar a realidade incontornável de uma sociedade que exige quase tudo aos seus membros para depois cada vez os beneficiar menos.

Não interessa tudo aquilo que aquele ser humano fez por aquela empresa durante anos, interessa apenas o hoje, o aqui e o agora....

Desculpem, estou a ser picuinhas, afinal isto é uma grande medida para combater a crise! Os desempregados presentes e futuros vão ficar mais felizes por saber que estão a contribuir para o país.

Pergunto: Se assim é, porque não acabam com as indmenizações, pre-avisos e afins?! Criavam a lei do "pontapé no cu" e pronto! Algum patronato que achasse que estava a ter prejuizo escolhia dois ou três ou meia dúzia de trabalhadores e dizia: "vocês estão despedidos, lamento, mas é a crise! Vocês compreendem não é?"

 

Eis a notícia do Correio da Manhã:

 

Trabalho

José Sócrates recebeu em São Bento os parceiros sociais para discutir as medidas apresentadas momentos antes por Helena André

Despedir vai ficar mais barato

Governo introduz tectos máximos às indemnizações.Portugal deverá seguir exemplo espanhol e cortar 33 por cento no valor das indemnizações e obrigar a desconto de 0,4% para o fundo.

 

in Correio da Manhã

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

no Económico:

 

Futuros despedimentos serão pagos com desconto nos salários

Margarida Peixoto   
  

 

Reduzir os custos dos despedimentos é uma das metas do pacote de medidas que Bruxelas avalia hoje.

O Governo quer as empresas criem um fundo para financiar os despedimentos que será alimentado através de um desconto na massa salarial, anunciou ontem a ministra do Trabalho. No final de uma reunião do Conselho de Ministros especialmente longa - durou cerca de seis horas - o Executivo apresentou um pacote de medidas para tornar a economia mais competitiva, sem deixar para trás o objectivo de cortar o défice orçamental.

Quatro dos ministros responsáveis pelas pastas com mais peso político - Finanças, Trabalho, Economia e Presidência - juntaram-se ontem para anunciar ao país mais dois planos de intenções, que serão apresentados no Conselho Europeu entre hoje e amanhã. Um dos pacotes tem em vista a dinamização do crescimento, a principal dúvida que os mercados levantam em relação a Portugal. O outro visa garantir que, apesar destes incentivos, o buraco das contas públicas será mesmo reduzido para 4,6% do PIB.

A ministra do Trabalho, Helena André, trouxe a solução mais esperada pelos observadores externos: a flexibilização do mercado laboral. Depois de pressões várias (tanto da parte da Comissão Europeia, como do Fundo Monetário Internacional) para agilizar os despedimentos, o Governo apresentou três medidas que vão tornar o processo mais barato.

 

in Económico

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Segunda-feira, 13 de Dezembro de 2010

Autoridades continuam a dormir na formatura!

RAR DESPEDE FUNCIONÁRIOS OPTANDO POR IMPORTAR…

 

Existe falta de açúcar no mercado internacional. O preço do açúcar tem vindo a aumentar, segundo a RAR, exponencialmente. Objectivamente, seria de esperar que a RAR incrementasse o refinamento de açúcar de forma a dar resposta ao mercado: i) porque há procura adicional, e,  ii) o preço está a subir, logo favorável aos produtores (curva da oferta explica esta nossa dedução).

Constata-se no entanto, que a RAR está num processo oposto, isto é, tem vindo a abandonar o refinamento de açúcar em Portugal (despedindo os trabalhadores excedentários) em prol da sua importação (segundo informações do Sindicato do sector). Para quem leu ontem a notícia do Jornal de Noticias, encontrou uma das razões pelas quais os actuais gestores têm destruído emprego e diminuído a capacidade produtiva no nosso país.

Temos vindo a chamar à atenção para o que consideramos práticas gestoras destruidoras da riqueza em Portugal, não podendo deixar de dar ênfase à opção estratégica da RAR. Como é óbvio e RAR é livre de fazer as suas opções estratégicas e optar pelas soluções que considera serem adequadas aos interesses dos seus legítimos donos.

Em termos de consequências dessa decisão para a nossa actividade económica, e, recorrendo-nos da notícia de ontem do JN (da qual transcrevemos vários excertos), iremos comentar algumas situações que nos parecem nefastas para a economia portuguesa:

1º Excerto:  “…uma vez que os países produtores de rama de cana-de-açúcar qualificados para vender para a UE não conseguiram atingir as quantidades suficientes para fazer face às necessidades de abastecimento estimadas pela Comissão Europeia”-  Isto quer dizer que Portugal poderia estar a produzir internamente açúcar para consumo (interno e externo) – matéria prima com bastante procura a nível mundial.  

 2º Excerto: “…o preço do açúcar no mercado mundial aumentou exponencialmente nos últimos meses para mais do dobro dos seus valores históricos, perdendo o mercado da UE o estatuto de destino preferencial” – parece-nos que existe procura doutros mercado que não a UE para o açúcar, e uma vez que a oferta é insuficiente, o preço tem vindo a aumentar. Então a RAR poderá estar a sacrificar emprego e vendas!

3º Excerto: Questões que explicam o cenário descrito ao JN pelo Sindicato dos Trabalhadores da Indústria da Alimentação do Norte. “Desde finais de Outubro que a RAR não refina açúcar. Tem importado já refinado e só embala”. Esta diminuição da produção é a razão “descrita nas cartas para o despedimento – para já são 15 -, mesmo aos que chegaram a acordo com a empresa”, frisou o sindicato. Esta situação aponta para substituição de mão-de-obra interna por subcontratação externa, prejudicando: emprego, volume de negócios e aumentando as importações. Será este tipo de gestão que o governo português pretende incentivar facilitando ainda mais os despedimentos em Portugal? Nenhuma empresa portuguesa tem actualmente dificuldade em despedir qualquer trabalhador. Mais, as empresas podem apresentar várias razões para justificar os despedimentos colectivos e a formalização é cada vez mais célere, impessoal e até desmaterializada – neste campo Portugal está na linha da frente. Abandonar produção em Portugal de bens que têm procura e preço compatível à manutenção de postos de trabalho, não deveria ser analisado e questionado?

Enfim, os nossos políticos e gestores continuam a tomar as decisões “erradas” apresentando, sem pudor, aos que produzem, a factura do insucesso e perda de oportunidades para o país em termos globais.

Por fim, ressalvamos que tal como a RAR, muitas empresas deslocalizaram na última década capacidade produtiva para o exterior, tendo contribuído para a deterioração das condições económicas do país. São os tais custos da globalização. Embora caiba aos gestores de cada empresa procurar os meios de produção que melhor se coadunam com os objectivos estratégicos preconizados pelos seus detentores de capital, também não podemos deixar de evidenciar os efeitos nocivos que algumas dessas práticas de gestão têm contribuído para a actual crise económica que se instalou no nosso país, cujo maior e preocupante flagelo, é precisamente o desemprego.

Na actual conjuntura, a mão-de-obra portuguesa está concorrencial, sendo difícil de entender a facilidade com que continuamente se destrói a riqueza dum país.

 

 

in Apoios Financeiros

 

 

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Segunda-feira, 10 de Maio de 2010

Queres ser bombeiro?

Curso de Bombeiro 2010

 

FICHA DE INSCRIÇÃO

 

in Site da Câmara Municipal de Coruche

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Quinta-feira, 29 de Abril de 2010

Empresa quer investir 770 mil euros e criar dez postos de trabalho em Coruche

Uma empresa quer instalar em Coruche uma unidade de concentrado de peixe marinho com o objectivo de recolher óleos, entre os quais ómega 3. Na reunião de câmara de dia 28, o executivo aprovou a alienação dos lotes 61 e 62 da zona de expansão da Zona Industrial do Monte da Barca por 6730 euros, para uma área de cerca de 13.430 metros quadrados. A empresa Depsiextratcta – Tecnologias Biológicas, Lda., com sede em Canha (Montijo) compromete-se a fazer um investimento de 770 mil euros e a criar dez postos de trabalho.

 

in O Mirante

publicado por portuga-coruche às 07:00
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