Sábado, 10 de Novembro de 2012

O QUE PAGAMOS NA FACTURA DA ELECTRICIDADE

 

 

 - 7% de Taxa para a RDP e RTP (para que Malatos, Jorge Gabrieis, Catarinas Furtados e outras que tais possam receber 17.000 e mais €/mês);

- 3% são a harmonização tarifaria para os Açores e Madeira, ou seja, é um esforço que o país (TODOS NÓS) fazemos pela insularidade, dos madeirenses e açorianos, para que estes tenham electricidade mais barata. Isto é, NÓS já pagamos durante 2011, 75 M€ para os ilhéus terem a electricidade mais barata !!!

- 10% para rendas aos Municípios e Autarquias. Mas que m... vem a ser esta renda? Eu explico: a EDP (TODOS NÓS) pagamos aos Municípios e Autarquias uma renda sobre os terrenos, por onde passam os cabos de alta tensão. Isto é, TODOS NÓS, já pagamos durante 2011, 250 M€ aos Municípios e Autarquias por aquela renda.

- 30% para compensação aos operadores. Ou seja, TODOS NÓS, já pagamos em 2011, 750 M€ para a EDP, Tejo Energia e Turbo Gás.

- 50% para o investimento nas energias renováveis. O Kw é pago aos operadores eólicos aos triplo do preço, como incentivo ao investimento neste sector, resumindo, pagamos mais 1.250 M€.

- 7% de outros custos incluídos na tarifa, ou sejam 175 M€. Que custos são estes? São Custos de funcionamento da Autoridade da Concorrência, custos de funcionamento da ERSE (Entidade Reguladora dos Serviços Eléctricos), planos de promoção do Desempenho Ambiental da responsabilidade da ESE e planos de promoção e eficiência no consumo, também da responsabilidade da ERSE.

Estão esclarecidos? Isto é uma vergonha. NÓS TODOS pagamos tudo !

Pagamos para os açorianos e madeirenses terem electricidade mais barata, pagamos aos Municípios e Autarquias, para além de IMI's, IRS's, IVA's em tudo que compramos e outras taxas... somos sugados, chupados, dissecados...


publicado por portuga-coruche às 10:11
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Segunda-feira, 22 de Outubro de 2012

Saiba o que é a Perella

Conheça melhor a empresa que foi escolhida, por ajuste direto, para assessorar aprivatização da EDP e da REN e o que levou José Maria Ricciardi (presidente do BESI) a protestar junto de vários membros do Governo.


A história da escolha do banco de investimento anglo-saxónico Perella Weinberg para assessorar o Caixa Banco de Investimento (CaixaBI) e o Estado nas privatizações da EDP, REN suscitou dúvidas sobre quem contratou quem.

O banco de investimento da Caixa reclama a paternidade do contrato com a Perella e diz que já está a trabalhar com a empresa, cujo rosto tem sido o português Paulo Pereira. "O CaixaBI acertou as condições com a Perella, com quem desde então está a colaborar de forma muito satisfatória", afirmou fonte oficial do banco. E esclarece: "A relação contratual é necessariamente entre o CaixaBI e a Perella".

A polémica sobre a origem da contratação estalou porque a Perella não constava da lista das entidades pré-qualificadas para a realização de operações públicas de venda (privatização da EDP e da REN). Não podendo por isso ser contratada diretamente pelo Ministério das Finanças, como se admitiu (na imprensa) ter acontecido. A questão terá sido levantada por quem ficou de fora do negócio, colocando sobre escrutínio a escolha da Perella.

  

Como nasce a Perella 

Constituída em 2006 por ex-quadros de topo da Morgan Stanley, Goldman Sachs e Merril Lynch, a Perella é uma instituição reputada com base em Londres e Nova Iorque. A empresa conta com a assessoria de mais de €280 mil milhões em transações no sector energético.

Tem 28 partners na área da assessoria estratégica - a que está a assessorar o CaixaBI - entre os quais Paulo Pereira, que trabalhou 20 anos na Morgan Stanley.Fundou a Perella juntamente com duas estrelas da alta finança: Joseph Perella, ex-vice-chairman da Morgan Stanley, e Peter Weinberg, ex-CEO Goldman Sachs International.

Paulo Pereira não é um desconhecido em Portugal, assessorou a Sonaecom na oferta pública de aquisição (OPA) sobre a Portugal Telecom. E participou na compra da espanhola Hidrocantábrico pela EDP. Tem no seu curriculum profissional transações concluídas com sucesso no valor de €450 mil milhões.Formado em Economia na Católica e com MBA do INSEAD, foi aluno do social-democrata e líder do departamento europeu do FMI António Borges, de quem se tornou amigo.




Por Anabela Campos e Isabel Vicente

in Expresso

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Sexta-feira, 3 de Fevereiro de 2012

O assalto mensal

 
 
Se somos todos nós - os roubados - que votamos, como é possível deixarmos acontecer uma coisa destas?!
Se são os eleitos por todos nós que decidem impunemente uma anormalidade destas, porque continuamos a votar neles?
O estado deveria zelar pelos interesses dos cidadãos e certamente não o está a fazer! Não é esse o objectivo daqueles que foram eleitos.
 
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Sexta-feira, 6 de Janeiro de 2012

Eu pensava que era públicidade!

Empresa já removeu os autocolantes

Anónimos mudam o nome às estações de Metro

 Pedro Catarino / Correio da Manhã

Várias estações do Metro de Lisboa viram o seu nome mudado, por anónimos, para EDP, Repsol, Banco BIC ou mesmo FMI

Várias estações do Metro de Lisboa 'ganharam' novos nomes no início deste ano, como EDP, Repsol, Banco BIC ou mesmo FMI. A empresa já removeu os autocolantes que associavam logótipos às paragens, colocados por anónimos nos mapas da rede.

 

Em Setembro, a estação da Baixa-Chiado passou a chamar-se Baixa-Chiado PT Bluestation, no seguimento de um patrocínio daquela empresa de telecomunicações portuguesa. Assim, nos diagramas da rede do metro, junto à referência Baixa-Chiado foram colados autocolantes com o símbolo da PT e o nome da parceria, para identificar a sua nova designação.

Com o novo ano, outras estações 'ganharam' uma marca associada ao seu nome: 'Restauradores Repsol', 'Marquês de Pombal EDP', 'São Sebastião Banco BIC’, 'Campo Grande Zon Multimédia' e 'Oriente Vodafone'.

No Marquês de Pombal existe a sede da EDP, no Oriente a da Vodafone e no Campo Grande está a ser construída a sede da Zon Multimédia.

Por sua vez, junto ao nome da estação do Terreiro do Paço, onde se encontra o Ministério das Finanças, foi colocado um autocolante com o logótipo do FMI (Fundo Monetário Internacional). Os autocolantes foram colados nos diagramas de rede de todas as carruagens do Metro.

Contactada pela Agência Lusa, fonte do Metro de Lisboa explicou que "assim que os autocolantes foram detectados", a empresa "imediatamente levou a cabo as medidas necessárias para a remoção dos mesmos com a maior rapidez possível".

Para "não afectar a normal circulação dos comboios", foi necessário "efectuar a limpeza em ambiente oficinal, o que obrigou à retirada gradual das carruagens". Na passada quinta-feira ao final do dia, a empresa afirmava que já todos os autocolantes tinham sido retirados.

 

in Correio da Manhã

 

 

Notícia em primeira mão publicada no Blog Política Portugal, neste link no dia 4 de Janeiro: http://politicaportugal.com/autocolantes-diagramas-metro-lisboa/

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Segunda-feira, 12 de Dezembro de 2011

"Ocupar" EDP afinal até é um favor.....!!! Preparem-se para o "Assalto".

 

Financial Times avança que os dois dirigentes falaram recentemente e que a E.On está disponível para transferir renováveis para Portugal

Merkel alertou Passos para vantagens da entrada da E.On na EDP

A chanceler alemã Angela Merkel falou recentemente com o primeiro ministro português Passos Coelho sobre a proposta da E.On na privatização da EDP, realçando os benefícios e vantagens da entrada da empresa alemã na eléctrica nacional, avança o Financial Times, citando fontes próximas do processo.

De acordo com a mesma publicação, a E.on está disponível para transferir para Portugal os seus negócios de energias renováveis, o que tanto a E.On como o Governo alemão consideram que poderia ajudar o país tendo em conta a situação económica que atravessa.

As parcerias na área das renováveis são uma das apostas da E.on para a EDP e que terá sido incluída na proposta apresentada na sexta-feira à Parpública. 

A holding que gere as participações do Estado terá até terça-feira para apresentar um parecer sobre qual a proposta vencedora. 

 

 

in Dinheiro Vivo

 

"....alertou para vantagens......."!!!!

Vantagem? Que vantagem? Só se for para os imperialistas alemães! Uma empresa estratégica e essencial para a independência portuguesa, construída com o dinheiro de todos nós, ou quem pensam que contribuiu para as barragens, desde território, obras e tudo o mais, até pagamos as eólicas e depois continuamos a pagar a energia que produzem ao dobro do preço do mercado.....

Quer dizer, eles transferem para cá uns gabinetes e passam a fazer na EDP o que fazem na UE, certo? Não queriam mais nada..... a mim é que não me enganam pá, infelizmente quem decide já sabe que será aumentado e ainda o espera um cargo dos grandes quando sair do estado como acontece com todos aqueles que conseguiram trocar o que era dos portugueses para bem do seu próprio futuro.....

 

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Quarta-feira, 9 de Março de 2011

Os Teóricos

 

 

As pessoas que pensem: em vez de consumirmos electricidade mais barata como fazem países mais desenvolvidos do que nós, pagamos a grandes grupos empresariais, com ligações internacionais, o desenvolvimento de projectos que por si só seriam incapazes de se implantarem no terreno.

 

 

1. Aquecimento global: lembram-se das previsões catastróficas de há uns anos que previam ondas de calor e de frio, de mudanças radicais no clima?


Pois bem, está comprovado que os alegados cientistas e políticos manipulavam os dados para acentuarem a neura mundial em relação ao Aquecimento Global, ao que se chamou “Climategate”, como uma grande farsa, com intuitos obscuros, mas organizados.

 
O que é certo é que o escândalo decorrente da manipulação comprovada de dados pseudo-cientifícos não é transmitida à opinião pública, antes pelo contrário continuamos a ser intoxicados pela teoria do Aquecimento Global.

2. Vem isto a propósito do preço da electricidade que consumimos, e a que propósito é que Portugal, país pobre e periférico, apostou nas chamadas energias renováveis (solar, eólica, entre outras).


Cerca de metade do valor que pagamos pela electricidade destina-se aos cofres do Estado que depois os canaliza para os empresários que se lançaram nessa indústria das energias renováveis.
As pessoas que pensem: em vez de consumirmos electricidade mais barata como fazem países mais desenvolvidos do que nós, pagamos a grandes grupos empresariais, com ligações internacionais, o desenvolvimento de projectos que por si só seriam incapazes de se implantarem no terreno.
Consumimos, pagamos mais caro, metade entra nos cofres das empresas que se dedicam ao negócio das energias renováveis, em vez de termos energia mais barata pagamos mais.


Isto dá para entender?


Eu pergunto porque motivo é que a comunicação social não faz um trabalho isento, dando as várias vertentes da questão, permitindo que uns e outros defendam as suas teses, mas explicando tudo o que se passa por cá e no estrangeiro.


Se somos pobres, a experiência vai ser feita cá e às custas dos portugueses? Porque motivo é que os ricos (EUA, Alemanha, França, etc) não põem os seus cidadãos a pagarem os custos desses investimentos?
Somos sim uns parvos:


- compramos os equipamentos a esses países desenvolvidos que continuam - compramos os equipamentos a esses países desenvolvidos que continuam com a energia barata;


- nós pagamos esses equipamentos com energia cara.


Diria: brilhante.



3. A dita esquerda e aqueles que professam a isenção, a independência e a imparcialidade não aceitam outras opiniões.
É assim e acabou.


Não se assumem politicamente, são do contra, opinam a torto e a direito, mas não dão soluções.
Queixam-se dos políticos pelas opções assumidas, mas a pergunta impõe-se: o que foram, o que são e o que querem?
O que defendem baseia-se em estudos científicos ou limitam-se a disparatar tipo treinador de bancada?
Eu creio que todos nós só ganharíamos se soubéssemos respeitar as opiniões, fossem elas quais fossem, e não nos baseássemos no politicamente correcto, naquilo a que alguma comunicação social quer nos impor como a verdade absoluta.


Pessoalmente tenho as minhas opiniões, mas não posso impô-las, a não ser que esteja convicto delas e só após ter estudado os prós e contras das mesmas. E para chegar a uma resposta, tenho de saber ouvir todas as opiniões.
O que me chateia é ver para aí pseudo-cientistas, fascistas, nazistas, comunistas, socialistas, e outros, todos juntos sem que se lhes conheça soluções, e alguns a darem-lhes abraços e apoios (indirectos) esquecendo-se da palavra gratidão e de uma outra solidariedade que apregoam para os contra, julgando que ganham para o futuro, esquecendo-se de onde vieram e como chegaram aí.


Eu volto a perguntar: vivemos em democracia, temos eleições, quem manda tem legitimidade e baseia-se em estudos e projectos. Então os que não têm coragem de se apresentar a eleições, os que perdem é que vão ditar os nossos destinos?


Há uns anos atrás quando tínhamos que encontrar soluções para os aterros o que diziam? Criar aterros artificiais no mar nem pensar, na serra muito menos, então onde? Nas suas casas?
Agora que veio tudo para cá abaixo, o que querem, levar para cima, mas para aonde, deslocar mas a que custos?
Esqueceram-se das polémicas com o Toco em que a Câmara Municipal se empenhou e que acabou por desistir devido às leis deste País? E agora querem o quê, o Toco de volta, gastando-se fortunas com o transporte marítimo, sem se saber o que aí aconteceria por serem inexistentes quaisquer estudos nessa área?
Não sou ninguém com conhecimentos na matéria, mas sou um dos 249.000 que não deu as mãos por algo que desconheço. E tenho o direito, como esses 1000 cidadãos têm o direito de opinarem pelo nada e pela não solução, de me interrogar sobre essa postura de quererem pôr em causa tudo.


Insisto:
- o que defendiam para os aterros necessários há uns anos? Nada, eram contra os aterros. Mas então quais eram as soluções?


- quem elabora os projectos e faz os estudos para o efeito, não são especialistas? E depois quem deve decidir, os políticos eleitos, ou os especialistas em nada?


- qual a solução que defendem para o aterro? Quanto custa? Deixar lá para se ir tirando como defendeu Costa Neves?
Bem que gostaria de ver o caos que resultaria a acção (ou omissão) desses anarquistas da opinião que dizem respeitar em teoria as dos outros mas que na prática só toleram as suas e as dos que lhes abanam a cabeça.
Lembro-me do discurso de Obama, do “yes, we can”, e do que resultou quando se deu mais do que se devia, com a extrema-direita americana a ganhar força com as facilidades e cedências concedidas.


Há quem se esqueça facilmente do passado e da história, mas seria bom que pelo menos tentassem reflectir.
É isso, reflexão, que lhes falta. Ouvir e respeitar.



Por: COITO PITA (Advogado)

In Jornal da Madeira

 

Ora aí está! O Estado decidiu unilateralmente que deveriam ser as "abastadas" famílias portuguesas a pagar aos fulanos que são donos das ventuinhas que povoam as serras e montes para beneficiar quem se cada vez a energia é mais cara? Sem dúvida que não é quem paga.

Um plano governamental e nacional destes deveria começar por beneficiar quem o Estado representa e não me refiro aos partidos, porque sabemos que os eleitos políticos são eleitos por nós mas depois quem manda são os partidos.

Deveriam começar por beneficiar os Portugueses e isso passa por reduzir os custos das energias, apoiando projectos com feedback real e muitas vezes com projectos que dariam autonomia energética.

O que se passa noutros países que sabem aproveitar o sol?

Vamos ver, por exemplo Israel onde cada disco destes é utilizado para satisfazer plenamente as necessidades de 25 famílias:

 

 

 

 
Disco Solar  - Centro nacional de Energia Ben Gurin, Israel

 

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Quarta-feira, 8 de Dezembro de 2010

Ladrões!

Energia: Governo manda cobrar outros serviços

Metade da factura não é energia

O presidente da EDP, António Mexia, explicou ontem que a empresa é "agente cobrador" de outras entidades, ficando com apenas 48 euros por cada 100 que cobra ao cliente. Com efeito, na factura da EDP é cobrado o consumo energético propriamente dito mas também vários custos associados ao uso da rede e outros denominados de "interesse geral", que se destinam a subsidiar as energias renováveis, por exemplo.

  

Por:Raquel Oliveira

 

 

 

EDP explica que factura inclui muitos custos que se prendem com as políticas governamentais

Este esclarecimento da EDP surge na sequência da petição lançada pela Deco que defende o corte de custos na factura de electricidade. Recorde-se que a Entidade Reguladoras dos Serviços Energéticos (ERSE) propõe em aumento de tarifa de 3,8% para o próximo ano.

Nesse sentido, a EDP quer deixar claro que há um conjunto de custos que cobra na factura que se prendem com a política energética definida pelo Governo e não com a vontade da empresa. Por outro lado, se esses custos não aparecem discriminados na factura também não é por decisão da empresa, já que é a ERSE que define o que deve constar daquele documento.

António Mexia fez ainda questão de sublinhar que a EDP já ganha mais dinheiro fora de Portugal do que no País, nomeadamente devido aos investimentos em Espanha e nos Estados Unidos.

 

AJUSTAMENTOS NAS EMPRESAS

Carlos Zorrinho, secretário de Estado da Energia, afirmou ontem ao ‘Jornal de Negócios’ desconhecer a proposta da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) que prevê aumentos de electricidade de dez por cento para as grandes empresas (alta tensão) e de quatro por cento para as pequenas e médias (média e baixa tensão). Mas manifestou-se disponível para ajustamentos, apesar de nada ter que ver com a definição dos aumentos, garantindo ser uma tarefa do regulador. Com efeito, o preço da tarifa da electricidade é fixado anualmente pela ERSE, depois de ouvidos os vários agentes que operam no sector. Os grandes consumidores, e até alguns clientes domésticos, podem comprar energia a outros produtores (sem ser a EDP) no chamado mercado liberalizado, nomeadamente aos espanhóis.

 

in Correio da Manhã

 

publicado por portuga-coruche às 10:00
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Quinta-feira, 25 de Novembro de 2010

Conhece os «extras» que paga na factura da electricidade?

DECO lança petição online para alertar consumidores para o que pagam a mais e impedir aumentos previstos

  

  

Por Redacção  VC

 

 

 

A DECO lançou esta quinta-feira uma petição on-line que visa alertar os consumidores para «os extras» que pagam nas facturas de electricidade. Extras que, segundo defende, poderiam ser reduzidos o suficiente para os preços da luz baixarem.

A campanha teve início hoje às 07:00 e visa assim «sensibilizar e alertar os consumidores para aquilo que pagam nas suas facturas de electricidade», nomeadamente os extras.

Mas também pretende «sensibilizar o Governo e a Assembleia da República para a necessidade de introduzir medidas que sejam adequadas a uma formação justa dos preços da electricidade», disse à Lusa a porta-voz da Associação de Defesa de Consumidores.

Pagamos investimento nas energias renováveis

Na factura da electricidade são incluídas três parcelas: 31% relativas aos custos de produção, 27% ao uso das redes de distribuição e 42% a custos de interesse geral, revela um comunicado da DECO.

Esta última (que é a maior) está relacionada com os custos do fomento das energias renováveis - «algumas já estão em velocidade de cruzeiro» -, com as rendas pagas aos municípios e com a amortização do défice tarifário.

Estes custos de interesse geral têm registado um crescimento «constante e exponencial». Prevê-se, em 2011, «algo como 2,5 mil milhões de euros, um aumento de mais de 30% face a 2010». São custos às vezes até «sem relação directa com a produção e a distribuição de energia eléctrica».

Daí que, para a DECO, seja «indispensável e urgente repensar a política de taxas e sobrecustos que recai nas nossas facturas»

Pagamos todos ou só alguns?

Pior ainda: «São os consumidores domésticos que pagam quase exclusivamente [o] fomento às energias renováveis» e «este custo deveria ser partilhado por todos os consumidores».

Se as alterações propostas pela DECO não vierem a realizar-se a estimativa da associação é de que «para o ano que vem, o aumento que está proposto de 3,8% será agravado para um aumento superior a 10%, algo «manifestamente insustentável, uma vez que se trata de um serviço público essencial».

Segundo uma simulação efectuada pela associação, «se estes custos fossem reduzidos em 10%, em vez de termos um aumento de 3,8%, teríamos uma redução de 5%», revela a o mesmo comunicado.

Para conhecer de perto a petição clique aqui

 

in Agencia Financeira

 

 

 

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publicado por portuga-coruche às 22:22
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Terça-feira, 9 de Novembro de 2010

Cemitério também paga taxa audiovisual

Autarca indignado questiona-se se «será humor negro»

 

 

Oliveira do Hospital : até o cemitério paga taxa de audiovisual

 

 

O presidente de uma pequena freguesia do concelho de Oliveira do Hospital interrogou-se esta segunda-feira se será para as «sessões da meia-noite» a cobrança de taxa de audiovisual pela EDP numa ligação eléctrica para o cemitério.

 

«Taxa de audiovisual» no Cemitério. Será humor negro, engano ou é mais um «roubo institucionalizado», questionou em comunicado o autarca de Vila Franca da Beira, João Dinis, de acordo com a Lusa.

«É um absurdo, uma coisa insólita. É um roubo institucionalizado», sustentou o presidente da junta de freguesia, frisando que a situação assume maior relevância num momento em que a autarquia se vê confrontada com um corte de 8,6 por cento na transferência do Orçamento de Estado para 2011.

João Dinis admite que possa haver algum cemitério, nomeadamente em Lisboa, que tenha uma sala de recepção com televisor, mas não o de uma pequena freguesia do interior, como a sua, com cerca de 500 eleitores.

 

in IOL Diário

 

É caso para perguntar: Onde é que foram "desenterrar" uma taxa destas......

 

 

 

publicado por portuga-coruche às 07:10
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Segunda-feira, 18 de Outubro de 2010

Subida na factura da luz chega aos 4,7% para financiar a RTP

Orçamento do Estado

por Ana Suspiro
 

 

 

Em 2011, haverá um duplo aumento na factura mensal da electricidade. À subida de 3,8% no preço é preciso juntar o agravamento em quase 30% da contribuição audiovisual, prevista na proposta de Orçamento do Estado
Sexta-feira foi anunciado um aumento de 3,8% nas tarifas da electricidade. É mais um euro e meio por mês para uma factura mensal média de 40,6 euros, nas contas da proposta da ERSE (Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos) para 2011. Só que horas depois, a proposta de Orçamento do Estado dava a conhecer um aumento de 29% na contribuição audiovisual.

A antiga taxa de televisão, que é paga nas facturas da electricidade, passa de 1,74 euros para 2,25 euros por mês. Um aumento que, assume o governo no Orçamento do Estado, dará oportunidade à revisão em baixa da indemnização compensatória prevista para a RTP. Ou seja, para reduzir a factura do Estado, o governo eleva a factura dos consumidores.

Juntando os aumentos, os 3,8% da electricidade e os 29% da contribuição audiovisual, a factura média vai subir cerca de dois euros/mês. Isto significa que o aumento será de 4,7% em relação à factura mensal média estimada pela ERSE para uma família, que em 2010 é de 40,6 euros sem a contribuição audiovisual.

A nova contribuição vai ainda penalizar os consumidores mais frágeis que o governo colocou na tarifa social de electricidade. As cerca de 670 mil famílias com rendimentos mais baixos foram poupados ao aumento da electricidade de 3,8% em 2011, beneficiando de um tecto de 1% para a actualização tarifária.

Taxa apanha tarifa socialNo entanto, esta intenção pode vir a ser contrariada pela subida da contribuição audiovisual que, pela informação disponível, continuará a ser paga por estes consumidores. Neste caso, o aumento da factura passa dos 20 cêntimos previstos pela ERSE, para mais 71 cêntimos, ou seja um acréscimo superior a 3% em relação à factura mensal média de 20,9 euros destes clientes, que representam pouco mais de um milhão de consumidores.

A contribuição audiovisual garante uma receita da ordem dos 100 milhões de euros ao grupo RTP, onde se incluem os serviços públicos de televisão e rádio. Com a subida prevista no OE 2011, o acréscimo de receita supera os 30 milhões de euros. A este valor somam-se as indemnizações compensatórias e aumentos de capital que o Estado tem feito anualmente na RTP no quadro do processo de reestruturação e saneamento assinado em 2003 por Durão Barroso.

Em 2009, o grupo RTP recebeu 205 milhões de euros em indemnizações compensatórias e aumentos de capital, Em 2010, e até ao terceiro trimestre, as transferências do Estado chegavam já aos 197 milhões de euros.
 
 
 
Eu que nem tenho sinal livre em casa do Canal 1 (Tenho Zon na sala e na cozinha tenho uma antena interior que não recebe o Canal1) sou um entre tantos otários que paga para ver televisão e para sustentar a RTP. Existem alguns que, como é o caso de agricultores e proprietários de pecuárias que realmente é caricato pagarem a referida taxa, mas, como já referi num post anterior, confirma-se que a República não veio libertar o país da posse monárquica veio alterar a posse do país. Dantes eram os condes e marqueses, hoje são doutores e engenheiros, uns da maçonaria outros por outra qualquer razão, continuam a distribuir tachos e cunhas, influências e mealheiros.
Cambada de sanguesugas......
publicado por portuga-coruche às 07:35
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