Quinta-feira, 25 de Outubro de 2012

Professora bateu mais de cem vezes em crianças durante 30 minutos

 Foram mais de 100 as agressões, entre bofetadas e pontapés, que uma professora infligiu a crianças de 5 e 7 anos, num infantário ilegal, situado no Norte da China. A educadora foi detida e o estabelecimento encerrado. Veja o vídeo (as imagens podem chocar os leitores mais sensíveis).

As imagens das agressões foram capturadas por uma câmara colocada no interior de uma sala do jardim de infância Blue Sky, em Taiyuan, na província chinesa de Shanxi, no Norte do país.

Nas imagens, vê-se a professora, Li Zhuqing, agredir uma criança de 5 anos, a quem causou, alegadamente, lesões nos olhos, avança a Imprensa local, e mais três crianças de 7 anos.

O pai de da menina que ficou com lesões oculares disse ao jornal "China Daily" que Li Zhuqing "além de bofetadas, deu pontapés com força". Agora, o encarregado de educação exige uma indemnização de mais de 60 mil euros. "Ela não devia ser professora. É um monstro", classificou.

 

 

 

ATENÇÃO: IMAGENS PODEM SER CHOCANTES

 

 

 

A educadora agrediu a criança depois de a menina lhe dizer que não sabia qual era o resultado da soma de dez mais um. Quando chegou a casa, com a cara inchada e hematomas, o pai exigiu ver as imagens das aulas e o caso foi denunciado.

 

Entretanto, a polícia deteve a professora e encerrou a escola, que funcionava sem licença. A Blue Sky acolhia um total de 43 crianças que foram reencaminhadas para outros infantários.

O caso levou as autoridades a avançar com uma inspeção mais profunda sobre os infantários locais e foram descobertos cerca de 200 a funcionar ilegalmente.

Um dos responsáveis pela pasta da Educação na província de Shanxi, Wang Shuhong, admitiu que não existem infantários legais suficientes para todas as crianças.

 

in Jornal de Notícias

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Domingo, 27 de Maio de 2012

Acreditas? Eu não!

Castro Daire: Criação de aluno

Autarquia retira Passos da forca

 
O espantalho enforcado que satiriza Passos Coelho levantou polémica

Uma exposição de trabalhos feitos por crianças está a gerar polémica em Castro Daire. Um dos alunos da escola básica criou um espantalho que satiriza o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, enforcado e a segurar uma lista de dívidas. Os responsáveis da escola acusam a autarquia de ter, entretanto, mandado retirar o boneco, o que indignou professores e alunos.

A exposição de espantalhos feitos pelos alunos dos 7º e 8º anos da EB 2,3 de Castro Daire, com materiais reciclados, está a enfeitar a praça central da vila. Mas foi o enforcado que atraiu as atenções.

O professor Paulo Carvalho estranha a polémica: "A exposição é uma sátira política normalíssima, qualquer desfile carnavalesco faz sátira aos políticos e não levanta esta polémica."

O docente afirma ainda não perceber porque é que as "pessoas se insurgem" com um trabalho feito por crianças.

A autarquia considerou que não era um bom exemplo, e o boneco desapareceu. Havia quem achasse que era "chocante". O boneco vai voltar à praça, mas sem a corda à volta do pescoço.

 

in Correio da Manhã

 

Não sou só eu que o defendo, é Piaget, Oliver Reboul (é a família que constitui a moral da criança), Piletti (Essas regras e valores estabelecem-se com base nas experiências infantis, entre as quais sobressaem o clima psicológico que os pais propiciaram à criança e, geralmente, as atitudes básicas em relação a outras pessoas e em relação à vida....), Moreno e Cubero, etc..

"Desmontado" um pouco a situação basta referir que uma criança só tem uma perspectiva da realidade política e social se assim for formada em casa. Normalmente, tem interesses relacionados com brincadeiras e actividades lúdicas nunca a preocupação com o estado do país nem com quem é primeiro ministro.

O enforcamento, mesmo satírico também só entra no imaginário da criança depois desta conhecer a sua existência e utilidade.

Portanto, esta demonstração satírica nada mais é do que o reflexo daquilo que a criança assiste no seu meio famíliar, quer nas preocupações quer nas sugestões.

Os país não dizem abertamente aquilo que falam em casa mas as crianças não tem impedimento de o fazer. 

Isto é um exemplo real do momento que vivemos política e economicamente. É também um alerta para outros descontentamentos sociais que poderão ocorrer mais tarde ou mais cedo.

Um pequeno alerta também para os pais: Cuidado com aquilo que dizem em casa. Vocês tem um papel importantíssimo na formação da personalidade de um ser humano, cuidado com o ódio que incutem nos vossos filhos. Ensinem-nos a procurar soluções positivas. Ensinem-nos a viver e procurar o equilíbrio emocional.

A virtude esta em ajudar os mais fracos e em aceitar os outros com os defeitos que eventualmente possam ter. De que vale tentarmos mudar o mundo se nem conseguimos mudar-nos a nós próprios? A mudança tem de começar em nós, a crítica tem de começar em nós, nós somos a solução.

Do mesmo modo as mudanças políticas começam também sempre em nós. Se temos este ministro foi porque o elegemos! Este governo é o reflexo do povo que o elegeu. Se procedermos a uma mudança profunda, uma mudança em cada um de nós, o reflexo governativo também mudará.

Meses atrás assistimos a crianças norte coreanas a chorar pelo seu "querido líder", embora as situações sejam antagónicas no sentido de uns supostamente amarem tanto o líder que choram a sua perda e outros deejarem que o seu seja enforcado, são igualmente demonstrativos de uma alienação nada saudável.

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Quarta-feira, 18 de Janeiro de 2012

Pais estranham refeições mais baratas nas escolas

 
A Confederação de Associação de Pais estranha que os preços das refeições das escolas sejam cada vez mais baixos e pede aos pais para que estejam atentos ao que é colocado nos pratos dos filhos.

«Nós hoje temos preços de refeição mais baratos do que existiam há quatro anos», revela à Lusa o presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap), Albino Almeida, contrabalançando esta realidade com o aumento do custo de vida.

Para Albino Almeida, a descida de preços está relacionada com o desejo das empresas em conseguir ganhar os concursos. «Só isso é motivo suficiente para estarmos atentos à qualidade e à qualidade dos alimentos», defende.

À Confap chegam várias vezes histórias de escolas onde a comida não agrada aos pais por ser de má qualidade ou parecer «manifestamente insuficiente».

Sem identificar os estabelecimentos de ensino, Albino Almeida exemplificou com um caso em que foi servida uma sopa aos alunos «sem qualidade» e outro em que «as doses da carne eram manifestamente insuficientes». O responsável diz que ainda hoje guarda as fotografias tiradas às refeições colocadas nos pratos dos alunos.

Contactado pela agência Lusa, o vice-presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses, António José Ganhão, garante que a qualidade das refeições tem vindo a melhorar nos últimos anos e que as denúncias das associações de pais se referem a casos pontuais, que as escolas tentam resolver no momento.

O presidente da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas, Adalmiro Fonseca, acredita que a descida de preços é conseguida com cortes no pessoal contratado, mas «nunca com cortes na comida».

Apesar de minimizar as críticas das associações de pais, Adalmiro Fonseca alerta para o facto de um número inferior de empregados na cantina poder corresponder a refeições menos saborosas: «Já me queixei disso na minha escola. Cortaram nos funcionários e o serviço obviamente ficou pior, porque a comida não era servida com a rapidez necessária e esfriava».

Já Manuel Esperança, do Conselho das Escolas, defende que a qualidade das refeições «depende» das empresas fornecedoras e que a garantia da qualidade é uma responsabilidade das direcções regionais e das escolas.

«Se uma escola vir que a comida que está a ser dada aos miúdos não tem qualidade ou que a quantidade não cumpre as normas do caderno de encargos é obrigada a denunciar a situação à direcção regional», lembra Manuel Esperança.

A Lusa questionou o Ministério da Educação e Ciência (MEC) sobre o número de queixas que anualmente chegam às direcções regionais de educação, mas a tutela optou por explicar os procedimentos seguidos: «Todas as queixas que chegam às Direcções Regionais, independente do motivo (qualidade, quantidade, diversidade, higiene, número de trabalhadores adstritos ao serviço) são tratadas com as empresas fornecedoras através de contactos directos, designadamente reuniões».

O MEC garantiu que «as Direcções Regionais de Educação mantêm um contacto permanente com os Agrupamentos/Escolas, intervindo junto das empresas fornecedoras sempre que lhe são relatados problemas de qualquer índole, de forma a ultrapassar as eventuais deficiências detectadas».

Albino Almeida reconhece que, sempre que foram feitas queixas, «a qualidade da comida melhorou substancialmente».

Para a Confap, a forma de contornar eventuais problemas era permitir às associações de pais «total acesso» às cantinas e aos contratos de concessão celebrados com as empresas.

«A vigilância tem um objectivo, que é garantir a qualidade e a quantidade. Os pais têm o direito de conferir que aquilo que o Estado está a pagar é aquilo que chega aos pratos dos nossos filhos», defendeu Albino Almeida.

Lusa/SOL

 

 

in SOL

 

 

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Sexta-feira, 8 de Julho de 2011

Cuidado com os ovos

Suspeita de intoxicação alimentar

Santarém: Onze das 15 crianças já tiveram alta

Onze das quinze crianças que foram esta quinta-feira transportadas para o Hospital de Santarém com suspeitas de intoxicação alimentar já tiveram alta e apenas quatro permanecem sob observação, disse fonte hospitalar à Agência Lusa.

 

 

As crianças tinham sido levadas ao final da tarde à unidade hospitalar por apresentarem sintomas de mal-estar e vómitos que se suspeita terem tido origem nos alimentos que ingeriram ao almoço.  

As vítimas faziam parte de um grupo de 60 crianças e jovens, com idades entre os cinco e os 16 anos, que foram em excursão, de Rio Maior, para as piscinas de Santarém.  

Na origem do mal-estar poderá ter estado, segundo as autoridades, um dos menus do almoço - ovos mexidos com salsichas - que foi servido às crianças pela organização da excursão.  

Os bombeiros e os médicos do Instituto de Emergência Médica optaram por fazer no local a despistagem dos casos mais graves, que foram depois sendo encaminhados para o hospital para uma análise mais detalhada.

 

in Correio da Manhã

 

 

Como saber se os ovos estão frescos

 
Se não sabe há quanto tempo seus ovos estão no frigorifico, estes testes simples vão dizer se eles ainda são frescos.

 

Agitar

Agite o ovo. Se você ouvir o som da gema a bater contra a casca, isso indica que a célula de ar já está bastante grande e a clara aguada. Quando o ovo não é fresco, a gema movimenta-se no interior.

Partir

Parta o ovo num prato. O ovo fresco tem a gema arredondada envolta por um anel de clara. A gema achatada e a clara esparramada significam que o ovo já tem algum tempo e precisa ser muito bem cozinhado (para matar a bactéria salmonela, por exemplo, é necessário cozinhar os ovos em uma temperatura acima de 70ºC).

Flutuar

Coloque o ovo dentro de um copo alto cheio d´água. Os ovos muito frescos descem para o fundo do copo. Ovos com cerca de sete dias começam a subir para a superfície, com a parte arredondada voltada para cima. Se o ovo flutuar na superfície da água, isso significa que tem pelo menos 21 dias. A célula de ar já está suficientemente grande para fazer o ovo subir.

Teste da luz

Coloque o ovo contra luz forte. Os ovos crus frescos são translúcidos. Se girar o ovo em várias direções e a gema permanece no centro. À medida que o tempo passa, a gema começa a se deslocar

 

 

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Quinta-feira, 14 de Abril de 2011

Creche transportou crianças sem condições de segurança

A creche de uma instituição dirigida pelo presidente da Comissão de Protecção de Crianças e Jovens (CPCJ) de Santarém transportou crianças com menos de 3 anos em condições de segurança muito precárias.

Durante cerca de um mês, os meninos percorreram diariamente cerca de 25 quilómetros entre Santarém e o Verdelho, duas vezes por dia, numa carrinha com 13 anos, onde os cintos de segurança não permitiam prender as costas das cadeirinhas de bebé, o que é um risco acrescido em caso de acidente.

Chegou ao conhecimento do nosso jornal um caso em que as crianças quase caíram para o chão quando o condutor foi obrigado a fazer uma travagem brusca, para não embater num carro que parou de repente antes de uma passadeira na Avenida do Brasil, junto à rodoviária.

“Reparei que as crianças ficaram praticamente penduradas nos bancos. Não caíram por mera sorte”, refere uma testemunha, que pede reserva de identidade.

Eliseu Raimundo, presidente da CPCJ e da Associação para o Desenvolvimento Social e Cultural de Santarém, que gere a creche “Pim Pam Pum”, no Verdelho, reconhece que a situação “não foi a ideal”, mas frisa que a viatura “cumpre todos os requisitos legais em vigor”.

“Foi uma solução de recurso porque a carrinha com que prestamos este serviço avariou e está a ser reparada”, explica o responsável. Sobre o episódio relatado em concreto, diz não ter chegado ao seu conhecimento.

O transporte colectivo de crianças é regulado pela Lei nº 13/2006, que obriga as viaturas a “dispor de cintos de segurança com três pontos de fixação ou subabdominais”, o que não acontece neste caso, em que as cadeirinhas vão apenas presas ao nível da cintura.

Segundo Eliseu Raimundo, as instituições particulares de solidariedade social não estão obrigadas ao cumprimento de todos os artigos, tal como o são as empresas privadas.

“A carrinha está devidamente inspeccionada e legalizada para o serviço temporário que está a efectuar, apenas até a outra estar arranjada”, garante.

Entretanto, desde terça-feira, 12 de Abril, o transporte começou a ser feito numa viatura mais pequena, de apenas três lugares.

Os pais das crianças desconheciam a falta de condições de segurança da carrinha.

“Ninguém da creche nos avisou de nada, nem sequer que a outra carrinha tinha avariado”, disse a mãe de um dos meninos.

A entrega das crianças às famílias ocorre entre as 17h30 e as 18h30, mas a maioria dos meninos é entregue aos avós, que têm menos sensibilidade para reparar nas condições do veículo.

 

in O Ribatejo

 

 

 

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Sexta-feira, 17 de Setembro de 2010

Pais violentos agridem docente

Samora Correia: Casal detido e vítima tratada no centro de saúde

 

Uma mulher de 31 anos e um homem de 48 bateram numa professora desta escola, que os impediu de entrar

Os pais de uma criança que frequenta o Centro Educativo de Samora Correia agrediram ontem de manhã, violentamente, uma professora com cerca de 50 anos que lecciona naquele estabelecimento de ensino.

 

Por:Isabel Ramos/Miguel Curado

 

A vítima foi conduzida ao Centro de Saúde de Benavente, onde recebeu assistência, e os agressores foram detidos no local.

Ao que o Correio da Manhã apurou, o casal - a mulher com 31 anos e o homem com 48 - recusou-se a obedecer à regra que determina a permanência dos pais na zona da entrada da escola, entregando os filhos a uma funcionária, que posteriormente os conduz às salas de aula.

Em vez de deixarem o filho aos cuidados da funcionária, os pais do menor resistiriam a qualquer argumento e acabaram por forçar a entrada na escola. Quando uma professora, que chegava naquele momento, tentou impedi-los, foi ameaçada e agredida com violência.

As ameaças e ofensas à integridade física ocorreram junto ao portão do Centro Escolar de Samora Correia. Elementos do Núcleo Escola Segura de Coruche e militares da GNR de Samora Correia assistiram às agressões, detendo de imediato o casal que as efectuou.

 

 

in Correio da Manhã

 

 

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Sexta-feira, 14 de Maio de 2010

Câmara de Coruche abre concurso para fornecimento de refeições em escolas

A Câmara de Coruche decidiu rescindir contrato com a empresa que confecciona as refeições para alunos das escolas EBI/JI do Couço, EB 2/3 Dr. Armando Lizardo, em Coruche, e noutras cinco escolas de primeiro ciclo do concelho, além da Escola Profissional de Coruche.

 

 

De acordo com a vereadora com o pelouro da educação, Fátima Galhardo (PS), o contrato com a empresa está a chegar ao fim e a autarquia entendeu que é melhor rescindir o vínculo e abrir um concurso público internacional, com o objectivo de melhorar o serviço prestado.

 

 

“Não aceitamos que a confecção da comida não seja feita no próprio dia para todos os alunos e queremos qualidade e não apenas quantidade. Quem vier a ganhar o concurso terá de servir bem e melhor”, explicou Fátima Galhardo.

 

 

A vereadora da CDU, Ortelinda Nunes, concordou com a decisão camarária, recordando que no caso das refeições servidas na escola e jardim de infância do Couço, muitos pais e encarregados de educação optaram por outras soluções do que ter os filhos a comerem nas refeições servidas no refeitório escolar. “Está em causa a qualidade da alimentação”, acrescentou.

 

in O Mirante

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Terça-feira, 13 de Abril de 2010

Escola sem condições

■■■ “Encontrei uma oportunidade de trabalho através do Centro de Emprego, que acrescenta 200 euros ao meu subsídio de desemprego. Estou a trabalhar num jardim de infância, uma vaga que veio da Câmara, e estou a adorar!
Só me entristece que o espaço físico exterior não tenha condições. Quando há chuva,o jardim fica um lodaçal; e quando há sol não existem sombras senão de umas árvores magrinhas. O chão transforma-se num inimigo das crianças, furando as bolas de futebol, os ténis e os joelhos em qualquer queda, por pequena que seja. É pena as entidades responsáveis não verem o sorriso que transborda em cada criança. É que apesar destas condições e dos seus poucos recursos, ainda inventam um castelo feito com pedrinhas do recreio, com montes de janelinhas que um dia gostariam de poder abrir para verem coisas diferentes, sobretudo um mundo melhor! Quem me dera que esta escola com crianças tão bonitas tivesse um chão decente, uma dezena de sobreiros e um par de pneus para balouçarem ao vento! O resto deixem comigo! Sei que esta escolinha um dia vai estar tão linda como as crianças que aqui habitam!”
CLÁUDIA MARQUEZ
TIRES

 

 

in "Cartas dos Leitores"  do GlobalNotícias n.º 590 

 

 

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Quinta-feira, 8 de Abril de 2010

Criança morre, conhece bisavó e ressuscita

 

Na Alemanha

CM
Menino diz que conheceu a bisavó no Paraíso

Uma criança alemã de três anos foi dada como clinicamente morta durante três horas, mas voltou à vida afirmando que conheceu a sua bisavó “no Paraíso”.

O pequeno Paul que estava a brincar no jardim da casa dos avós, caiu ao lago e quando foi encontrado pelo avô já não respirava.

Levado para o hospital de Buch, Paul esteve três horas e dezoito minutos clinicamente morto quando de repente o seu coração voltou a bater.

O director clínico do hospital, Dr. Lothar Schweigerer, disse ao jornal ‘Bild’ que nunca tinha assistido a uma recuperação de uma criança desta forma. Segundo ele, as crianças que passam demasiado tempo dentro de água raramente conseguem voltar ao estado consciente.

Quando acordou, o pequeno Paul disse aos pais que tinha conhecido a bisavó “no Paraíso” e que ela o tinha mandado regressar à Terra.




P.M.C.
 
 
in Correio da Manhã
 
Eis uma foto do menino que encontrei no site Bild (Alemão):
 
in Bild
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Segunda-feira, 5 de Abril de 2010

“Há crianças que ainda são retiradas à família por pobreza”

Entrevista

 

Olga Fonseca, directora do Centro de Emergência Social da Fundação Cebi 

A pobreza separa muitos pais dos filhos, diz a directora do Centro de Emergência Social da Fundação Cebi, Olga Fonseca. Os casos de maus-tratos e abusos sexuais são uma realidade e nestas situações agir é a atitude mais correcta para a presidente da Comissão de Protecção de Crianças e Jovens em risco de Vila Franca de Xira. Para evitar que os meninos gastem a infância nos corredores das instituições Olga Fonseca defende a agilização do processo de adopção. Não ao ritmo das convicções de magistrados, mas no tempo da criança.

 

 

Quantas crianças acolhe o Centro de Emergência Social da Fundação Cebi?

Neste momento 31 crianças. Existe um acordo com a Segurança Social para 30, mas temos uma ou outra cama extra e sempre que há possibilidade de acolher mais alguém fazemo-lo. Não deixamos ninguém na rua.

 

As crianças que estão no Centro podem ser adoptadas?

Depende. As crianças trazem uma medida de acolhimento institucional. A lei prevê que sejam períodos de seis meses que podem ser repetidos três vezes. E durante este período de acolhimento é trabalhado o projecto de vida da criança. Pode ser o retorno à família biológica ou, no caso de não ser possível, a adopção. Há crianças que podem ser imediatamente adoptadas por consentimento dos pais. Há outras em que é durante o tempo do período do acolhimento institucional que se percebe que o projecto de vida tem que ser desenhado no sentido da adopção. Nessa altura, juntamente com as entidades competentes, faz-se a petição de confiança judicial ao tribunal para que se inicie o processo de adopção.

 

E esse tempo chega para resolver as situações?

Infelizmente aquilo que é habitual é que se excedam enormemente os prazos estabelecidos. Tenho cá crianças há dois, três anos. Quando o prazo dos 18 meses de aplicação de medida já foi excedido.

 

Os meninos que ficam mais tempo na instituição entram em processo de adopção?

Nem todos. No ano passado saíram 16 para a sua família biológica e oito para adopção. Consideramos que foi uma média boa. Há muitas crianças que têm processos de adopção a correr... Autênticas maratonas.

 

As crianças estão cá por que razões?

O que é mais frequente, não só no centro de emergência, mas ao nível da Comissão de Protecção de Crianças e Jovens em risco, são situações de negligência parental. Seja a nível físico ou emocional. Depois existem as situações de maus-tratos e incapacidade parental por questões socio-económicas.

 

De pobreza.

Diz-se que nenhuma criança deve ser afastada da sua família por motivos da dita pobreza, mas isto ainda é teoria. As crianças ainda são retiradas da família por pobreza e falta de condições.

 

Defende que assim seja?

Não, de todo. Retirar uma criança que não sofre maus-tratos ou negligência só porque os pais não têm condições socio-económicas é uma violência que se faz à criança e aos pais. O Estado tem a obrigação de ajudar as pessoas a ter condições mínimas para que as famílias não sejam separadas.

 

Aconteceu, como tem conhecimento, a retirada de três meninos em Foros de Salvaterra que entretanto já regressaram à família.

É uma situação complexa que não era da minha comissão. O que acontece hoje - sem querer particularizar sobre processos em que não participei - é que se as crianças estão numa situação de perigo e se intervém quem intervém é acusado de ter intervido por excesso. Se não intervém é acusado de não ter intervido e por isso a criança ficou em perigo. Retirar uma criança em situação de perigo é quase um acto de coragem. É pôr a cabeça no cepo. No entanto o que está em causa é o superior interesse da criança. Há que remar contra todas as marés. Se uma criança está em risco de ficar em perigo então há muitas entidades com a obrigação de ajudar as famílias.

 

É aceitável que crianças sejam retiradas durante a noite?

Não posso falar desse caso. O que lhe posso dizer é que já tive aqui no centro uma situação de uma criança cuja retirada teve que ser feita precisamente durante a noite com acompanhamento policial porque não havia forma de fazê-lo. No entanto a criança estava sempre com a mãe. É dos actos mais violentos que há para todas as pessoas envolvidas. Para a mãe, para o pai e para um técnico ou agente da autoridade. Por trás das fardas estão pessoas. O ideal não existe. É que não fosse necessário fazê-lo.

 

E a solução para os casos de pobreza?

É preciso discutir a pobreza. Por uma pessoa viver numa situação de pobreza não significa que não tenha condições para ter a criança. Posso entrar numa casa de uma pessoa riquíssima e achar que têm lá crianças em perigo. E depois entrar numa casa miserável e as crianças serem tratadas com todo o carinho. Não podemos aplicar a bitola daquilo que achamos que as famílias devem ter.

 

Mas alguns técnicos poderão ter dúvidas ao entrar numa casa pobre.

Os técnicos estão sobrecarregados. Sabe o que são 900 casos da comissão para oito pessoas? Ninguém melhor do que os técnicos tem noção de que é preciso cuidado. Estou a lembrar-me de um caso. Dois técnicos de entidades diferentes fazem uma visita domiciliária a uma casa na serra com tijolos e telhado em madeira onde vive um pai e uma filha. No único canto onde não chove está um colchão sobre tábuas. Esse pai não maltrata a criança, mas a criança deve ficar a morar ali? Se calhar não. Pai e filha deveriam ser dali retirados e integrados numa instituição para não ser separados. Se isso não for possível, e se o pai estiver de acordo, que se promova o acolhimento temporário da criança. Muitas vezes é a forma dos pais terem mais disponibilidade para procurar soluções para a sua vida.

 

 

O tempo da criança não é o tempo dos magistrados

 

São muitos os especialistas que defendem que é preciso que alguma coisa mude para que os processos de adopção sejam agilizados, reduzindo o tempo das crianças na instituições. O que defende concretamente?

Alguma coisa já foi mudando, mas os processos são lentos. Continua a haver um factor que é determinante na morosidade de alguns processos e que tem que ver com os decisores envolvidos. Pode ter que ver com técnicos que propõem tardiamente. Muitas vezes tem a ver com o magistrado que está à frente do processo. Se for um magistrado pró-adopção o processo será mais rápido, se for um magistrado pró-família biológica será mais complexo. Isto é delicado de se dizer, mas é a realidade. Há questões culturais que precisam de ir mudando em prol daquilo que é o superior interesse da criança. Na minha opinião muitas vezes continua a prevalecer o interesse dos pais e não o da criança. Compreendo que um não está necessariamente dissociado do outro. As crianças vão ficando à espera que os pais recuperem, que os pais mostrem que têm já capacidade, que venham relatórios daqui e dali provar que os pais afinal já podem tomar conta dos filhos. Há situações em que as crianças voltam para casa e meses estão cá novamente.

 

Quer dizer que dificilmente se consegue ultrapassar isso?

Não digo que isso é impossível porque não sei se há impossíveis. Mas muitas vezes é irrealista pensar-se que determinadas famílias com determinada história de vida vão conseguir reunir condições para ter a criança - pelo menos no tempo oportuno - que é o tempo da infância. Esse tempo passa. Por muito boa que seja uma instituição não é uma família. Não é justo que uma criança passe a infância numa instituição à espera que os pais mostrem que têm condições.

 

Na sua opinião isso deveria demorar quanto tempo?

Tudo o que seja mais de um ano para mim é muito tempo.

 

Um ano é suficiente para a família provar se tem condições ou não.

Há muitas situações em que os três meses de abandono ou desinteresse comprovado chegam. Porque é que uma criança que vem de uma maternidade em situação de perfeito abandono tem que ficar meses à espera numa instituição? Porque não vai logo para uma família? Não entendo.

 

Há a ideia de que os processos de adopção são muito morosos.

Uma coisa é o curso do processo de adopção em tribunal. Outra coisa é o tempo de espera de uma criança para ser adoptada. Imagine que um processo de adopção demorou dois anos. A criança já pode ser adoptada. Depois imagine que essa criança fica quatro à espera que apareça uma família.

 

Então não é no tribunal que está o principal problema?

São dois problemas principais. São dois volumes da mesma história. No tribunal ainda existem problemas. Depende da formação moral dos magistrados. E depois há a outra questão que é o tempo de espera por uma família.

 

E o que querem as famílias?

Querem crianças pequenas - muitas vezes de uma forma irrealista. Há famílias até com idades avançadas a dizer que querem crianças bebés ou até dois, três anos. As crianças não param no tempo. Crescem. Uma criança com cinco anos não é pior que uma criança com dois anos.

 

Como psicóloga pode explicar porque é que as pessoas têm essa preferência?

Não faço juízos de valor. Entendo perfeitamente que nas suas fantasias parentais queiram reproduzir o processo todo de maternidade ou paternidade que é ter um bebé e vê-lo crescer. Entendo isso, mas a adopção não é uma solução para os casais que não podem ter filhos, mas uma solução para as crianças que não podem ter pais. Também entendo que as pessoas têm uma fantasia acerca do que é ter uma criança. Pensam que uma criança pequena não traz vícios e memórias. Isto é um estereótipo.

 

Não corresponde à realidade?

Temos experiências de crianças adoptadas crescidas que são um sucesso. As crianças pedem para ser adoptadas. Pedem uma família. Perguntam: quando é que vêm uns pais para mim? A Segurança Social agora já faz formação aos candidatos a adopção. Esperemos que essa formação venha a modificar algumas expectativas dos candidatos à adopção que pensam que há instituições com prateleiras onde se vão escolher crianças.

 

Há tendência para procurar meninos brancos e saudáveis?

Se me perguntar sobre os requisitos que pedem as pessoas que se inscrevem para adopção digo-lhe que é muito raro encontrar alguém que diga que é indiferente a cor e a raça. A maior parte quer crianças brancas, pequenas e sem problemas de saúde.

 

E têm muitas crianças com problemas de saúde?

Tínhamos uma criança com problemas de saúde que ficou em situação de adopção. Ninguém queria a criança porque também era negra. Supostamente nunca iria falar ou andar. Entretanto uma das nossas famílias amigas apaixonou-se e aceitou ficar com a tutela. Ainda há dias a família vieram visitar-nos. Não calcula a emoção. Puxa pela perna das calças ao pai e chama-o. Diz como é que o gato faz. Corre tudo de um lado para o outro. Uma criança que supostamente nunca iria fazer nada disto. O que o amor faz. É um caso paradigmático.

 

Há casos de crianças retiradas a famílias adoptivas?

Existem algumas situações de devolução de crianças, o que é lamentável. Para mim todas essas situações deveriam ser consideradas situações de abandono. É o mesmo que abandonar um filho.

 

 

Quando o medo fica estampado nos olhos de uma criança

 

É presidente da Comissão de Protecção de Crianças e Jovens (CPCJ) do concelho de Vila Franca de Xira. Concorda com a autonomia das comissões?

As CPCJ's têm uma autonomia relativa. A retirada de uma criança é sempre em consonância com o Ministério Público. Só é aplicada uma medida de acolhimento institucional com o consentimento dos pais. Se os pais não dão consentimento para o acolhimento institucional a CPCJ encaminha o processo para o Ministério Público.

 

Mas a opinião da CPCJ tem muito peso.

A opinião da CPCJ tem peso porque avalia em várias vertentes e normalmente nunca sozinha, mas com outros parceiros.

 

E em caso de dúvida?

Na dúvida peque-se por excesso. Imagine que telefonam durante a noite. Há um bebé a chorar e ninguém em casa. Na dúvida leve-se para onde está em segurança.

 

Há muitos casos desses? Bebés deixados sozinhos em casa?

Há alguns. O que não quer dizer que depois não se possa trabalhar com a família no sentido educacional. Explicar que é perigoso. Por exemplo, no caso do abuso sexual (ultimamente é moda nos casos de litígios de divórcios os cônjuges acusarem-se um ao outro no âmbito do abuso sexual dos filhos, o que quanto a mim deveria ser criminalizado), havendo uma dúvida consistente há que agir. Defendo que tudo tem que ser feito de forma cirúrgica com pinça e bisturi porque estamos a tratar da vida de pessoas.

 

O que é que leva um pai ou mãe a deixar um bebé sozinho em casa?

Desespero. Imagine alguém que está numa situação socio-económica desesperante. Perde a consciência do que é manter a segurança dos filhos. Uma pessoa alcoólica pode sair e deixar uma criança em casa. Quase sempre envolve questões sociais delicadas. Patologias.

 

O abuso sexual é a situação que mexe mais consigo?

Sempre que vejo o medo estampado nos olhos de uma criança considero isso gravíssimo. Os maiores medos que já vi espelhados nos olhos das crianças foram situações de abuso sexual e violência por maus-tratos físicos. Violência violenta...

 

A que nível?

Queimaduras no corpo. Espancamento. Arrancar cabelos. Facas quentes encostadas no corpo. Cigarros. Ferro eléctrico.

 

 

A estudante de psicologia que foi mãe a tempo inteiro

 

Foi mãe aos 19 anos e acabou um curso superior já com um filho. Essa experiência ajuda-a na percepção de algumas situações?

As nossas experiências de vida ajudam-nos sempre se quisermos aproveitar alguma coisa delas. Mas não defendo que para se ter sensibilidade em relação a certas coisas seja preciso passar por dificuldades. Há pessoas que mesmo não sendo mães têm tanta ou mais sensibilidade para estes temas pela educação que tiveram. Tirei o meu curso todo já com o meu filho. Não foi fácil. Digamos que tinha a matéria para estudo em casa quando se tratava do desenvolvimento da criança (risos).

 

Como se defende da crueza das situações com que se depara?

Ando nisto há muitos anos e fui aprendendo a defender-me. É inevitável aprender a distinguir o lado pessoal e o lado profissional. Se nos envolvemos do ponto de vista emocional é difícil tomar decisões racionais mais sensatas.

 

Os meninos estão aqui 24 horas. Passa cá ao fim de semana?

Tenho uma equipa excelente a trabalhar comigo. Temos uma escala de serviço. As pessoas da minha equipa vêm cá ao fim de semana alternadamente. Venho raramente. Os meninos vêem-me mais como a directora, mas adoram mimos e vir para o colo.

 

Alguma vez pensou exercer a profissão numa instituição deste tipo?

O meu estágio curricular foi feito no Cebi. Mas ainda eu era miúda – o presidente da fundação lembra-se disso – e já tinha esta queda para andar a ajudar os outros. Ajudei a formar um grupo ecológico e depois um outro grupo de apoio às pessoas mais desfavorecidas na zona de Alverca.

 

De que forma faziam isso?

Fazíamos recolha de alimentos ou íamos a casa de pessoas que sabíamos que vivam muito mal e ajudávamos a fazer limpeza ou arranjos na casa. Foram experiências interessantes.

 

 

Politicamente incorrecta

 

Os dias de Olga Fonseca são pincelados regularmente em tons de cinza. As histórias dos meninos acolhidos no Centro de Emergência Social da Fundação Cebi, em Alverca, estão longe de ser cor-de-rosa, mas para contrastar a directora do centro de acolhimento temporário mantém um intocável azul-tranquilidade no olhar. É a pintura, escape de fins-de-semana, que permite manter um perfil que todos lhe reconhecem. Tem 46 anos, é psicóloga de profissão, presidente da Comissão de Protecção de Crianças e Jovens em risco do concelho de Vila Franca de Xira, ediadora familiar e ainda se desdobra como psicoterapeuta numa clínica privada.

Tem dois filhos. Um já formado em psicologia e outro, na área das artes, a caminho do ensino superior. Foi mãe aos 19 anos, mas conseguiu  conciliar os estudos com o apoio dos pais, sogros e do ex-marido, professor de educação física. Sempre que pode refugia-se perto do mar. Gosta de caminhadas, de pincéis, de estar sozinha. A escrita e a poesia são outros dos sítios secretos da autora de “A Cegonha Angustiada”, reflexão sobre as dificuldades que enfrenta no dia a dia. Os primeiros quatro anos de vida foram passados em Loulé, no Algarve, mas é natural de Alverca, onde vive.

Defende os afectos e por isso não é contra a adopção por parte dos casais homo sexuais. É pela capacidade de amar e recusa questões de género. Desassombrada, frontal e directa. Politicamente incorrecta. Capaz de criticar tudo e todos. Em nome do interesse superior da criança. Do tempo da criança. Que corre a um ritmo diferente do tempo dos homens que decidem.

 

in O Mirante

 

 

publicado por portuga-coruche às 07:10
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