Segunda-feira, 16 de Janeiro de 2012

A mentira do aquecimento global (Republicação)

Dr. Jarl R. Ahlbeck, engenheiro químico na Universidade Abo Akademi da Finlândia:

“Até agora, as medições do mundo real não dão base para se preocupar com um aquecimento catastrófico futuro.”

Dr. Kiminori Itoh, físico-químico ambientalista, membro do IPCC:

“Os temores espalhados sobre o aquecimento global constituem o pior escândalo científico da história... Quando o público perceba a verdade, vai se sentir decepcionado com a ciência e com os cientistas”.

Dr. Arun Ahluwalia, geólogo da Universidade de Punjab , diretor do International Year of the Planet

“Atualmente, o IPCC virou um circuito fechado: não ouve os outros... Não tem abertura mental. Estou deveras surpreso pelo fato de o Prêmio Nobel da Paz ter sido outorgado [a Al Gore e ao IPCC] com base em conclusões cientificamente incorretas.”

Prof. Paul Reiter, Instituto Pasteur, Paris:

"Nós achamos que vivemos numa era de razão, e o alarme pelo aquecimento global parece ciência; mas não é ciência, é propaganda."

Prof. Ian Clark, Departamento das Ciências da Terra, Universidade de Otawa:

"Não podemos dizer que o CO2 vá dirigir as mudanças climáticas, certamente nunca o fez no passado."

Patrick Moore, Co-fundador da Greenpeace.

"O movimento ambientalista tornou-se a maior força que impede o desenvolvimento dos países subdesenvolvidos."

Prof Ivar Giaever, Premio Nobel de Fisica 1973:

"Eu não acredito no aquecimento global... ele transformou-se numa nova religião".

Philip K. Chapman, geofísico, engenheiro astronáutico, ex-astronauta, físico do M.I.T.

“Todos esses que exigem inverter a curva do aquecimento global com urgência precisam desligar o pisca-pisca e apresentar algum pensamento sobre o que nós deveríamos fazer se, em lugar do aquecimento global, nós estivéssemos enfrentando um esfriamento global”.

Timothy Ball, ex-professor de climatologia da Universidade de Winnipeg, Canadá:

“O CO2 (dióxido de carbono) não é um gás poluente. Ele tem conseqüências positivas, na verdade. Quanto maior sua concentração na atmosfera, maior o crescimento das plantas. A atividade do Sol é o principal fator que afeta o clima no planeta, mas quase não é mencionada. (... ) Eles [os especialistas] têm medo de falar, são acusados de receber dinheiro da indústria do petróleo. Eu mesmo já fui alvo de ataques pessoais”.

Dr Evaristo Eduardo de Miranda, chefe-geral da unidade de monitoramento por satélite da EMBRAPA:

“O ambientalismo não entendeu o conceito de desenvolvimento sustentável . (...) outra tendência perigosa é tratar o assunto de maneira apocalíptica. Só se prevêem coisas ruins com as mudanças climáticas. É preciso trazer outros pontos de vista. Por exemplo, o desaparecimento da calota polar vai gerar uma economia de combustível inacreditável, porque vai encurtar caminhos na navegação. É preciso lançar um pouco de racionalidade à questão, sobretudo quando se trata de hipótese inverificável. É curioso como os cientistas, senhores da razão e ateus, adotam nessa hora uma linguagem totalmente religiosa. Eles falam de toda a teologia do fim dos tempos, das catástrofes, do homem vitimado e castigado com o dilúvio, como Noé”.

Stanley B. Goldenberg, meteorologista da NOAA - National Oceanic and Atmospheric Administration:

“Há uma mentira ovante que está sendo espalhada pela mídia e que faz acreditar que só uma franja de cientistas não acredita no aquecimento global provocado pelo homem”. (Stanley B. Goldenberg é especialista em furacões na NOAA )

Prof David S Gee, professor emérito de Ciências da Terra, Universidade de Uppsala, Suécia:

“Durante mais quantos anos o planeta deverá ainda esfriar para que comecemos a ouvir que o planeta não está aquecendo? Durante mais quantos anos deverá continuar o atual esfriamento?”

Dr. Vaclav Klaus, Presidente da República Checa

“Como uma pessoa que viveu sob o comunismo na maior parte de sua vida eu me sinto obrigado a dizer que a maior ameaça à liberdade, à democracia, à economia de mercado e à prosperidade hoje em dia é o ambientalismo, não o comunismo. A ideologia ecologista quer substituir o livre e espontâneo desenvolvimento da humanidade com uma espécie de planificação central que agora é chamada de global”.

Freeman Dyson, da US National Academy of Sciences e professor emérito de Física de Princeton:

“O mundo real é turvo, complicado e cheio de coisas que nós não entendemos ainda. É muito mais fácil para um cientista se sentar num prédio com aquecimento e fazer rodar modelos de computador do que se vestir com roupas de inverno e sair a medir o que realmente está acontecendo do lado de fora nos pântanos e nas nuvens. É por isto que os expertos em modelos climáticos acabam acreditando nos seus próprios modelos...” Freeman Dyson é membro da U.S. National Academy of Sciences e professor emérito de Física do Institute for Advanced Study da Universidade de Princeton.

R.Austin e W.Happer, professores de Física em Princeton; L.Gould , em Hartford; R.Lindzen (MIT) etc:

“O céu não está caindo, a Terra vem se esfriado há dez anos. O presente esfriamento NÃO foi predito pelos modelos de computador alarmistas. Os melhores meteorologistas do mundo não podem predizer o clima com duas semanas de antecipação, e nem ousam predizer o resto do século. Pode Al Gore? Pode John Holdren? Estamos sendo inundados de afirmações de que as provas são claras, de que o debate está encerrado e de que devemos agir imediatamente, mas de fato NÃO EXISTEM ESSAS PROVAS, NÃO EXISTEM.”

Prof. Nils Axel Mörner, ex-presidente da Comissão Internacional para os Câmbios do Nível do Mar:

“O mar não está crescendo e não cresceu nada nos últimos 50 anos”

Richard Keen, climatologista do Department of Atmospheric and Oceanic Sciences, Colorado Univ

“A Terra vem se esfriando desde 1998, em desafio às predições do IPCC da ONU... A temperatura global em 2007 foi a mais fria numa década e a mais fria do milênio... tal vez seja por isso que o “aquecimento global” está sendo chamado de “cambio climático”.

Dr. Pal Brekke, físico solar, do Norwegian Space Centre em Ohio:

“Quem quer que pretenda que o debate está encerrado e que as conclusões são definitivas pratica uma abordagem fundamentalmente anti-científica numa das questões mais nevrálgicas da nossa época”.

Luiz Carlos Baldicero Molion, Prof. de Meteorologia da Universidade Federal de Alagoas:

“Quando eu digo que muito provavelmente estamos num processo de resfriamento, eu faço por meio de dados. (...) eu já vi esse filme antes, na época do discurso da destruição da camada de ozônio pelos CFCs, os compostos de clorofluorcarbonos. (...) inventaram a história de que esses compostos estavam destruindo a camada de ozônio. Começou exatamente com a mesma fórmula de agora. (...) um terrorismo climático como é esse aquecimento global.”

Bob Carter, professor de geologia na Universidade James Cook, Austrália

“Ao longo dos últimos anos vem sendo registrados sinais climáticos mais frios do habitual em todo o mundo, levando muitos cientistas a questionar a moda, já muito desatualizada, do alarmismo com o aquecimento global”.

Fonte: http://ecologia-clima-aquecimento.blogspot.com/


in Pravda
 
Republicação: Públicado anterioremente neste blog em 13 de Agosto de 2009
 
 
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Quinta-feira, 5 de Janeiro de 2012

Da "pornografia climática"

É sempre bom encontrar ambientalistas que mantêm relações cordiais com a realidade e, sobretudo, com um tom de voz baixo. Walker e King são dois exemplares dessa espécie rara, o ambientalista-que-não-grita. Sim, ok, Hot Topic não escapa por completo aos tiques habituais da tribo: a pressão apocalíptica (do estilo "se não fizermos nada nos próximos vinte anos, estamos perdidos"), a tendência para falar em "civilização humana" (como se existisse uma Humanidade una e indivisível à espera do consenso científico uno e indivisível) e a sugestão de soluções que abririam a porta a um controlo absurdo sobre as pessoas (ex.: "cartão de crédito de carbono", no qual seria apontado o carbono emitido por cada cidadão). Sim, Hot Topic tem isso tudo, mas também tem uma dose assinalável de sensatez e de tacto político. E isso salva o livro.

Para começar, os dois autores têm noção que o Ocidente não pode aparecer nas Cimeiras de Copenhaga com a atitude quero-posso-e-mando. Não vale a pena ficar a gritar contra a insensibilidade de chineses e indianos em relação ao ambiente, porque os líderes asiáticos têm uma preocupação constante em cima das suas pobres cabeças, a saber: continuar a retirar milhões de pessoas da pobreza mais abjecta. Portanto, convinha que os ocidentais mostrassem alguma sensibilidade social a par da sensibilidade ambiental. Neste sentido, Walker e King criticam uma posição anti-China muito comum: "sim, a China é o maior emissor a nível global e um dos países em crescimento mais rápido. Mas mesmo assim liberta menos gases efeito estufa per capita do que todo o mundo desenvolvido". Mais: até à data, a China "foi responsável por uma parte muito pequena do problema". A industrialização da China começou apenas em 1979. Portanto, "para terem uma hipótese de persuadir os países em desenvolvimento", os países ocidentais terão de controlar as suas próprias emissões per capita.

A par desta sensibilidade política e humana (os ursos polares são importantes, sim senhora, mas os seres humanos, parecendo que não, também merecem atenção), King e Walker atacam aquilo que apelidam de "pornografia climática", isto é, os ambientalistas histéricos que poluem o espaço público com o beneplácito dos média. Esta dupla britânica desfaz, por exemplo, aquelas patranhas que passam por ciência, a começar pelo argumento de filme de domingo à tarde. Depois, Walker e King criticam a típica arrogância ambientalista. E ainda bem que o fazem. Porque já não há paciência para a atitude "eu sou mais verde do que tu". É essa presunção de superioridade que torna o ambientalista numa personagem, digamos, um pouco chatinha. 



Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/da-pornografia-climatica=f697714#ixzz1iZgq7gGi

Por Henrique Raposo

in Expresso

 

 

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Terça-feira, 18 de Outubro de 2011

Previsão do Tempo até dia 22 Outubro

Nem acredito que sábado chova..... caramba......

Verão: Fica só mais uns mesitos pá! Eu quero lá frio e chuva!

 

 

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Quinta-feira, 17 de Fevereiro de 2011

A Terra estará a viver a sexta extinção em massa por causa das alterações do clima



Foto: Daniel Rocha (arquivo)
As espécies do Sul da Europa deverão migrar cada vez mais para norte

Qual vai ser o impacto das alterações climáticas na árvore da vida, no final do século XXI? Pela primeira vez, um artigo, publicado amanhã, quinta-feira, pela equipa do biólogo Miguel Araújo na revista Nature, avaliou os efeitos das alterações do clima na árvore da vida. A Terra pode estar a viver a sexta extinção em massa, desta vez pela mão humana, se não forem travadas as emissões de gases com efeito de estufa.

 

 

Já houve cinco momentos de desaparecimento maciço de biodiversidade, causados por fenómenos geológicos catastróficos — como a colisão de um asteróide com a Terra há 65 milhões de anos, que ficou famosa porque, entre os desaparecidos, estavam os dinossauros. Agora, devido às alterações do clima pela acção humana, há a tese de que a Terra estará a viver a sexta extinção em massa.

Mas uma vaga de desaparecimentos tem de cumprir quatro condições para ser uma extinção em massa, explica Miguel Araújo, coordenador do pólo na Universidade de Évora do Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos: tem de ocorrer de forma generalizada em todo o mundo; num período de tempo geológico curto; envolver grandes quantidades de espécies; e afectar espécies de um leque vasto de grupos biológicos.

Por exemplo, se as extinções afectarem muitas espécies só de algumas partes da árvore da vida, as extinções serão dramáticas, com impacto nos ecossistemas, mas não será a sexta extinção em massa, diz Araújo, titular da cátedra Rui Nabeiro em Biodiversidade, a primeira criada em Portugal com fundos privados (cem mil euros anuais, por cinco anos).

À procura de resposta, a equipa do biólogo, que inclui Wilfried Thuiller, entre outros cientistas da Universidade Joseph Fourier, em França, reconstruiu as relações evolutivas de grande número de espécies de aves, mamíferos e plantas, estudando o caso da Europa. Nestas relações evolutivas, a equipa projectou depois as conclusões para o risco de extinção das espécies. Teve em conta quatro cenários de alterações climáticas, consoante estimativas distintas de emissões de gases de estufa, até 2080, e usando modelos que reproduzem o clima da Terra.

Para estudar como as alterações climáticas actuais poderiam afectar a evolução da árvore da vida, foi ainda necessário distinguir as extinções causadas pelas mudanças do clima das que ocorreriam ao acaso. Para tal, a equipa removeu aleatoriamente “ramos” exteriores da actual árvore da vida, para ver até que ponto as extinções modeladas na sequência das alterações climáticas seriam diferentes de aleatórias. “Se não diferisse — é o nosso resultado —, estaríamos perante um padrão de extinções não selectivo, que afectaria a totalidade da árvore”, explica Araújo, também do Museu Nacional de Ciências Naturais de Madrid. “As alterações climáticas previstas afectam os ramos da vida de forma uniforme, tornando-os menos densos e farfalhudos com o tempo”, diz.

“Outros estudos têm demonstrado que as ameaças humanas afectam determinados ramos concretos da árvore da vida, por exemplo espécies grandes, especializadas em determinados tipos de comida ou habitats, ou anfíbios”, diz. “O nosso artigo demonstra que as alterações climáticas terão tendência a afectar todos os ramos da árvore.”

O estudo não permite dizer, porém, qual o número de espécies que irá desaparecer. E a estes impactos há que juntar outros de origem humana, como a destruição de habitats, a caça e pesca excessivas, a propagação de espécies invasoras e de agentes patogénicos, que afectam mais uns troncos da árvore do que outros. “Como os impactos se adicionam uns aos outros, o futuro poderá reservar-nos um aumento generalizado de espécies ameaçadas que afectará quase todos os ramos da árvore da vida.”

Portanto, as alterações climáticas poderão alterar as contas actuais sobre a extinção das espécies. A Terra está então viver a sexta extinção em massa? “No caso de haver impactes de grande magnitude que afectem um grande número de espécies, o padrão de extinções modelado por nós assemelha-se ao que se esperaria numa extinção em massa, já que estas não afectaram ramos particulares da árvore da vida, mas a sua quase totalidade”, responde Miguel Araújo.

Perdas no Sul da Europa

Outra conclusão é que as espécies do Sul da Europa, que perde biodiversidade, deverão deslocar-se para o Norte. Já hoje, aliás, as alterações do clima estão a empurrar mais para norte espécies de aves e borboletas.

É também provável que espécies do Norte de África entrem no Sul da Europa — “o que já está a verificar-se com algumas aves e insectos”. Os recém-chegados tanto podem trazer mais biodiversidade, como acentuar a perda de espécies por competição ou novas doenças. “É difícil prever as consequências destas colonizações. Mas, havendo um mar entre os dois continentes, só espécies capazes de o atravessar podem colonizar a margem Norte, o que limita a diversidade de colonizadores.”

 

por Teresa Firmino

in Público - Ecosfera

 

 

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in Público - Ecosfera

 

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Segunda-feira, 20 de Dezembro de 2010

Cronologia do nascimento de um tornado

Eram 10h30 de 7 de Dezembro quando Paulo Pinto, da Divisão de Observação Remota do Instituto de Meteorologia (IM), detectou nas imagens do radar meteorológico no Algarve o início de um fenómeno anómalo. Ainda não sabia – nem podia saber só por essas imagens – que via a semente do que, quatro horas depois, seria um tornado que afectou Tomar, Ferreira do Zêzere e Sertã.

Uma coisa, pelo menos, o meteorologista suspeitava: o radar na serra do Caldeirão, perto de Loulé, estava a detectar um fenómeno que podia vir a ser perigoso. Estava no mar, a 180 quilómetros a sudoeste de Lisboa e a 220 do radar. Um dos parâmetros obtidos pelo radar é a reflectividade, que é mais elevada quanto maior for o diâmetro das partículas na atmosfera (o granizo reflecte mais que as gotas de chuva, e estas que o chuvisco). Ora o fenómeno tinha valores de reflectividade muito elevados, o que fazia supor que podiam estar a formar-se condições meteorológicas severas.
Na imagem das 10h30 foi quando surgiu a semente do tornado, um ponto a amarelo ao largo de Sines (e não a mancha vermelha mais acima). De dez em dez minutos, iam chegando imagens do radar do Algarve, o único a funcionar agora em Portugal continental. Essa sequência de imagens ia dando ideia da evolução do fenómeno. A mancha inicialmente mais encarnada acabou por se desvanecer. E aquela que agora se sabe ser a génese do tornado ficou maior e foi-se deslocando para terra.
Pelas 12h50, essa mancha vermelha entrava em terra sobre a zona do cabo da Roca. Só a partir desta altura foi possível dizer que aquela estrutura era uma supercélula – nuvens em rotação, que podem originar precipitação intensa, granizo, um tornado ou outro fenómeno severo. Foi então que o IM contactou a Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC), como é costume quando se detectam estas estruturas e quando a sua progressão vai fazer-se sobre o território português. "Neste caso, a ANPC recebeu o aviso por parte do IM com cerca de uma hora de antecedência do tornado", conta Sérgio Barbosa, o coordenador da Divisão de Observação Remota do IM.
"Ainda que a previsão de tornados não seja possível, sabe-se que as supercélulas são sempre responsáveis por mau tempo, mesmo que não tenham associada a ocorrência de qualquer tornado, produzindo chuva forte, granizo ou saraiva, trovoada e vento forte horizontal", explica Paulo Pinto. "Olhando só para as imagens de radar, não podemos dizer que é um tornado. Podemos dizer que é um fenómeno meteorológico perigoso que vai afectar uma região e que justifica a intervenção de mecanismos de protecção civil. Mas dizer que é um tornado, com base nesta informação, é quase impossível", acrescenta Sérgio Barbosa.
 
Podia ter havido informação sobre a velocidade dos ventos se o radar de Coruche, mais perto do fenómeno, não estivesse avariado há duas semanas (o alcance para os ventos só vai até aos 100 quilómetros).
 
Mesmo assim, não poderia garantir-se que se desenvolveria um tornado, diz Barbosa.
Já sobre terra, a supercélula continuou a mover-se para nordeste e às 13h30 passava sobre a região de Torres Vedras. Ainda não era um tornado, o que quer dizer que o turbilhão de vento não tinha atingido o solo. Foi antes de Tomar que o fenómeno se tornou um tornado. E houve um pouco de tudo: chuva intensa e granizo, além dos ventos fortes. Pelas 14h30, o tornado chegou a Tomar. Passou ainda por Ferreira do Zêzere e Sertã e, pelas 15h30, saía do alcance do radar do Algarve, a 300 quilómetros. Atrás de si, deixava 50 quilómetros de rasto.
Entre 1927 e 2009, há o registo de 55 tornados em Portugal, segundo dados do IM. Um deles, em 1954, em Castelo Branco, fez cinco mortos e 220 feridos e nos outros houve um morto e 50 feridos. "As varandas ficaram torcidas", alguém disse do tornado de 1954. Ou, em 1995, na Ribeira da Ladeira, Estarreja: "As vacas apareceram embrulhadas nas silvas."
Teresa Firmino
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Fonte: PÚBLICO
 
in Blog Gerotempo
 
Está explicada a situação do Radar de Coruche....
 
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Terça-feira, 7 de Dezembro de 2010

Aquecimento global pode ser balela

 

Membros da ONU e do governo mexicano em mesa da conferência climática de Cancún

José Luiz Teixeira
De São Paulo

 

Só consigo dormir embalado pelo som do rádio no meu criado-mudo, ouvindo emissoras que transmitem notícias ao vivo a noite inteira.

Às vezes, uma ou outra informação me tira o sono, mas, geralmente, me acalma saber que estou confortável e protegido sob meu cobertor, enquanto o mundo pega fogo ou se afoga lá fora.

Imagino que isso funcione como as histórias para criança dormir: mesmo com bruxas e violência, fazem-nas pegar no sono rapidamente.

Tirante os recorrentes casos policiais, muitos assuntos interessantes são abordados a fundo no éter durante a madrugada.

Como a entrevista que ouvi noite dessas, do climatologista Luiz Carlos Molion, a propósito da conferência da ONU sobre mudança climática que está sendo realizada este ano em Cancún.

O cientista brasileiro, representante da América Latina na Organização Meteorológica Mundial, vem acusando os países do Primeiro Mundo de manipular a questão do aquecimento global.

Segundo ele, ao defender a diminuição da emissão de CO2, os mais ricos querem refrear o desenvolvimento industrial dos países emergentes.

Com isso, pretendem garantir para si, no futuro, as reservas dos recursos energéticos fósseis.

O cientista garante que não é o gás carbônico a causa do aquecimento global.

Diz mais: a Terra não está se aquecendo, isso é balela; ao contrário do que se propaga, o planeta estaria entrando em um período de esfriamento.

Seus argumentos e justificativas técnicas me convenceram.

Para quem gosta de teorias de conspiração, como eu, a entrevista foi um prato cheio.

Lembrei-me dos relatórios do serviço secreto americano, indicando que o Iraque produzia armas químicas, para justificar a invasão de seu território.

Finda a guerra, essas informações revelaram-se falsas.

Mas, daí, a segunda maior reserva de petróleo do Oriente Médio já estava devidamente dominada.

 

in Terra Magazine

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Segunda-feira, 9 de Agosto de 2010

Anda tudo trocado

As alterações climáticas não param de nos supreender e se por um lado a Russia "está em brasa" no Brasil, Bolicia e Peru nunca caiu tanta neve, tendo já morrido centenas de crianças no Peru de frio, na Bolivia e devido ao frio já morreram 6 milhões de peixes....

Seguem-se algumas notícias com os respectivos créditos e referências:

 

 

Rússia: onda de calor sem precedentes nos últimos mil anos

por Agência Lusa

O diretor dos Serviços Meteorológicos russos, Alexandre Frolov, declarou hoje que o país nunca conheceu uma onda de calor tão intenso durante os mil anos da sua história.

“Desde o momento da formação do nosso país, ou seja, num período de mil anos, nada de semelhante aconteceu do ponto de vista do calor. Nem nós, nem os nossos antepassados fixámos tal coisa”, disse em conferência de imprensa.

"Trata-se de um fenómeno absolutamente único, não há nada igual nos arquivos das observações”, frisou.

Frolov sublinhou que este fenómeno não confirma, nem desmente a hipótese do “aquecimento global”.

“Se nos próximos 30 anos a situação se repetir, então estaremos perante o aquecimento global”, acrescentou.

O Ministério para Situações de Emergência russo informou que continuam ativos 557 focos de incêndios numa área de 174 mil hectares. Nalgumas regiões, os bombeiros conseguiram estabilizar a situação e o número de novos incêndios é inferior aos apagados: 239 e 247 respetivamente.

No verão de 2010, a Rússia registou 26 mil fogos florestais numa área de 750 mil hectares. No combate às chamas participam mais de 160 mil bombeiros, apoiados por 26 meios técnicos, incluindo 42 aviões e helicópteros.

Países como a Ucrânia, Cazaquistão, Arménia, Azerbaijão, Polónia, França e Alemanha enviaram homens, aviões e helicópteros para ajudar no combate às chamas.

 

PAISAGEM BRANCA (5/8/2010)

Neva em 15 cidades do Sul do Brasil

São Paulo - Quinze cidades de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul registraram ontem queda de neve. Duas rodovias na serra catarinense chegaram a ser interditadas por causa do acúmulo de flocos de gelo.

Em Santa Catarina, nevou em nove cidades. Seis delas não registravam o fenômeno havia 11 anos, de acordo com o Ciram (Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia).

Em São Joaquim, nevou continuamente das 11h45 até as 18h, segundo o serviço meteorológico MetSul.

Já no Rio Grande do Sul, nevou em seis cidades. Cambará do Sul, que na terça-feira teve a primeira neve do ano, registrou ontem a menor temperatura do País: -3,6ºC, segundo dados do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia).

As cidades de Vacaria e Gramado, na serra gaúcha, registravam ocorrência de neve na madrugada desta quarta-feira. Na última segunda (2) já tinha nevado em Cambará do Sul, também na região de serra do Rio Grande do Sul.

Em Vacaria o fenômeno durou cerca de 10 minutos e começou por volta das 4h50. Já em Gramado, a neve aconteceu por volta das 5h30. A queda de neve durou aproximadamente 50 minutos na cidade, mas às 7h os moradores disseram que ainda era possível ver os flocos de neve derretendo.

O meteorologista Gil Russo, do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), afirmou que a madrugada foi uma das mais frias do ano em algumas áreas da região Sul.

A previsão é de geada para grande parte dos dois Estados e temperaturas baixas até o fim da semana.

 

in Diário do Nordeste

 

Peru declares state of emergency amid plunging temperatures

Hundreds die from extreme cold in remote mountain villages also struggling with severe poverty

 

Annie Kelly The Observer

A doctor checks a child in Lima, where temperatures have also plunged and a vaccination project is now under way. Photograph: Enrique Castro-Mendivil/Reuters

Peru has declared a state of emergency after hundreds of children died from freezing conditions that have seen temperatures across much of the South American country plummet to a 50-year low. In 16 of Peru's 25 regions, temperatures have fallen below -24C.

Reports from the country say 409 people, most of them children, have already died from the cold, with temperatures predicted to fall further in coming weeks.

Worst hit are Peru's poorest and most isolated communities, which are already living on the edge of survival in remote Andean mountain villages more than 3,000 metres above sea level.

Although those living at such high-altitude would expect temperatures to drop below zero at this time of year, NGOs and government officials say many are unable to withstand the extreme cold which they are now experiencing.

"Over the past three or four years we have seen temperatures during the winter months get lower, and people are unable to survive this," said Silvia Noble, from Plan Peru, an NGO. "This cold weather is now extending into areas that never saw these low temperatures before and children and elderly people are especially at risk as they are not physically strong enough to last month after month of sub-zero conditions."

Last December, Observer reporters visited farming communities living at more than 3,000 metres above sea level in Huancavelica – one of the areas worst hit by the current cold snap – to find families already struggling with rising child mortality fuelled by malnutrition, poverty and what they say are increasingly erratic and unreliable weather patterns.

Seven months on, local NGOs say these mountain villages are now racked with pneumonia, chronic respiratory illnesses and hunger.

The freeze is also killing hundreds of alpaca. Farmers are struggling to keep livestock alive due to frozen water points and a lack of food, which could have severe repercussions on the ability of families to see out the winter.

The declaration of a state of emergency means authorities in affected states can get emergency funds to provide medicine, blankets and shelter to those most at risk.

 

in The Guardian/ The Observer

 

 

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Segunda-feira, 19 de Julho de 2010

Saber na Net o estado do tempo em 307 cidades

Instituto de Meteorologia disponibiliza a partir de hoje, segunda-feira, na sua página na Internet, a informação do estado do tempo em 307 cidades de Portugal para até dez dias.

Anteriormente, o IM disponibilizava apenas informação para as capitais de distrito, podendo o utilizador escolher a previsão para três, cinco ou dez dias, como agora continua a acontecer.

Na informação disponibilizada pelo IM consta o estado do tempo, temperatura, probabilidade de precipitação, vento, estado do mar, temperatura da água, índice ultra violeta e avisos meteorológicos.

O IM alerta que a "previsão é gerada de forma automática a partir dos resultados dos modelos numéricos de previsão e desta forma devem ser interpretadas como tendências prováveis de evolução do estado do tempo".

 

 

in Jornal de Notícias

 

Pois é, a previsão para Coruche também já aparece no site do IM.

 

 

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Quarta-feira, 7 de Julho de 2010

Coruche atinge os 42º

Entrevista a Teresa Abrantes

"Temperatura tão alta à noite quanto a máxima durante o dia"

por RITA CARVALHO

 

 

Teresa Abrantes, meteorologista da Instituto de Meteorologia.

 

As temperaturas de 40 graus são normais para esta altura do ano?

Não é uma situação normal, pois as temperaturas em Julho costumam ser mais baixas. Por exemplo, em Lisboa, a média da temperatura máxima é de 27 graus, e, ontem, na Amareleja, em Alcácer do Sal e em Coruche passou dos 42 graus. Contudo, também não se pode dizer que é uma situação excepcional, pois já aconteceu noutros anos, por exemplo, em 2003, quando a Amareleja atingiu 47,4 graus.

Nisto do tempo, as pessoas tendem a ter a memória fraca...

Quando vivemos dias como estes, temos tendência para achar que são sempre os mais quentes. Mas para confirmar estas informações, temos de consultar os arquivos se para ver se os valores são ou não normais.

O calor vai continuar?

Sim. Mas na quinta-feira a temperatura já começa a baixar.

Pode considerar-se, então, que estamos perante uma onda de calor?

Tecnicamente não estamos em onda de calor, pois são necessários cinco dias seguidos com temperaturas de cinco graus acima da média. Mas o cidadão comum tem a sensação de que é uma onda de calor, porque a temperatura está muito elevada para esta época do ano. Por exemplo, no domingo à noite, em Portalegre e em Castelo Branco, a temperatura foi tão alta quanto a máxima que, em média, se regista durante o dia nesta altura do ano.

Vamos ter um Verão sempre assim, tão quente?

Neste momento, não temos dados que nos permitam dizer isso. Há muitos cenários, e as várias previsões apontam situações diferentes que não são conclusivas.

As previsões das alterações climáticas para o nosso país apontam para a existência de mais ondas de calor e de mais dias muito quentes. É a isso que já estamos a assistir?

Não podemos dizer com segurança que tal se deve às alterações climáticas, pois estes fenómenos fazem parte da variabilidade do clima, e acontecem tal como no passado já aconteceram.

Apesar dos avisos da meteorologia, as pessoas continuam a ir parar às urgências dos hospitais com problemas devido ao calor. O sistema ainda não é 100% eficaz?

O sistema de avisos e de alertas tem evoluído muito nos últimos tempos devido à coordenação entre as várias entidades. Através da Internet e da comunicação social são difundidos os avisos meteorológicos, devendo a população, as autoridades de saúde e a Protecção Civil depois tomar as devidas precauções. Mas, se calhar, a informação ainda não chega às pessoas mais vulneráveis, como são, por exemplo, os idosos.

 

in Diário de Notícias Portugal

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Terça-feira, 29 de Junho de 2010

O "Aquecimento Global" é uma plataforma política e econômica

Doutor em meteorologia garante que aquecimento global não é influenciado pelo homem

Luiz Carlos Moilon diz que a terra está passando por um processo de resfriamento

 

 

Molion afirma que o aquecimento é uma plataforma política e econômica
Foto:Susi Padilha

Ao contrário do que afirma a grande maioria dos pesquisadores e meteorologistas, o professor da Universidade Federal de Alagoas, Luiz Carlos Molion, garante que o homem não é capaz de influenciar no clima global, e que a terra não está esquentando, e sim, passando por um processo de resfriamento.


Molion contraria o argumento principal defendido pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), cujo consenso prega que a ação humana intensifica as mudanças climáticas no planeta.

Além de afirmar que o homem e suas emissões de carbono não causam o aquecimento global, que já serviu de pano de fundo para filmes e documentários, ele vai além e denuncia que as medições dos níveis de carbono são manipuladas para atender a interesses econômicos.

O buraco da camada de ozônio também está na mira do especialista. Para ele, o rombo não passa "de balela". 

Representante da América do Sul na Comissão de Climatologia da Organização Meteorológica Mundial (OMM), Molion tem mais de 40 anos de experiência em estudos do clima. Paulista, é formado em Física pela Universidade de São Paulo (USP) e com pós-doutorado em Meteorologia na Inglaterra. 

O pesquisador conversou com a reportagem do Diário Catarinense sobre a influência do homem no aquecimento global, derretimento das geleiras, entre outros.

Diário Catarinense — Enquanto o mundo tenta frear as emissões de carbono, o senhor diz que o aquecimento global não existe e que a Terra está esfriando. Por quê?
Luiz Carlos Molion — Ao contrário do que se diz, o homem não é capaz de influenciar no clima global. Por isso, as emissões de carbono não influenciam na temperatura da Terra. O Sol, fonte principal de energia do sistema climático, causa as variações repetitivas. A cada 90 anos, o astro alterna períodos de atividade máxima e mínima. Registros apontam que o Sol esteve em baixa atividade, em 1820, no final do século 19 e início do século 20. Desde 2008, entramos nesse pico que deve se estender pelos próximos 22, 24 anos.

DC — Até lá, a temperatura da Terra vai diminuir?
Molion — Sim, a radiação que chega vai diminuir e favorecer a queda da temperatura em até 0,3ºC. O clima global também será afetado pela queda de temperatura da água dos oceanos. Teremos invernos mais rigorosos com muita geada em Santa Catarina. O sistema Argo, 3.200 boias espalhadas pelos oceanos para medir a temperatura e salinidade, mostrou a perda de calor. Como os oceanos fazem parte de 71% da superfície terrestre, eles são fundamentais para o clima do planeta. Só o Pacífico ocupa 35% da superfície e está resfriando desde 2000.

DC — O resfriamento do Pacífico contraria a elevação da temperatura média da Terra divulgada pelos relatórios oficiais do IPCC. Como o senhor explica?
Molion — O problema é que os termômetros estão instalados em cidades muito urbanizadas que registram uma diferença de 3ºC do campo. Outro fator é que os dados colhidos são ajustados para mostrar um falso aquecimento. Manipulam para que os invernos fiquem mais amenos e os verões mais quentes. Hackers invadiram o sistema de um dos braços direitos do IPCC e perceberam as modificações feitas de propósito. O aquecimento, a exemplo do "buraco da camada de ozônio" é balela. Deixaram a ciência de lado para se tornarem um negócio para empresas que querem expandir os lucros.

DC — Qual o interesse em manipular dados sobre a temperatura?
Molion — O aquecimento, agora, é uma plataforma política e econômica. Reduzir as emissões de carbono é reduzir a geração da energia elétrica, base do desenvolvimento em qualquer lugar. Como existem países que têm a sua matriz calcadas nos combustíveis fósseis, não há como diminuir a geração de energia elétrica sem reduzir a produção. Os países em desenvolvimento, como o Brasil, seriam os mais afetados, como sempre. Os ricos, mesmo não tendo mais recursos naturais disponíveis poderiam reduzir. Mas para não morrer de frio precisariam consumir mais energia e também seriam afetados pelo resfriamento.

DC — A redução de CO2 proposta na Conferência de Copenhague é válida para algo?
Molion — O CO2 é o gás da vida! Não é poluente, como é divulgado. Ele é o gás das plantas e está provado que quando se dobra a produção de CO2, se dobra também a produção das plantas. Melhor para a atmosfera e para nós! A redução poderia beneficiar porque os combustíveis fósseis são poluentes por causa do enxofre e de outros elementos. Quando liberados, eles se combinam com a umidade do ar e viram gotículas de enxofre, que atacam o sistema pulmonar das pessoas.

DC — O senhor contesta qualquer influência do homem na mudança de temperatura da Terra?
Molion — Os fluxos naturais dos oceanos, vulcões e vegetação somam 200 bilhões de emissões por ano. A incerteza que temos desse número é de 40 bilhões para cima ou para baixo. O homem coloca apenas 6 bilhões, portanto a emissões humanas representam 3%. Se os países reduzirem pela metade, não vai mudar absolutamente em nada no clima.

DC — Se não há aquecimento global porque as geleiras estão derretendo?
Molion — Essa afirmação é fantasiosa. Na realidade, as geleiras não estão derretendo. Pedaços de gelo flutuante, que ficam na superfície da água, estão se desprendendo do iceberg, corpo de gelo com mais de 90% submerso. Esses pedaços flutuam no mar e não aumentam o nível dele. É mentira dizer que o mar está avançando.

 

in Diário Catarinense

publicado por portuga-coruche às 07:00
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