Segunda-feira, 25 de Outubro de 2010

Mais de 50 mil assinam petição pela tourada

Poucos minutos passavam das 17 horas de ontem quando toda a praça de touros de Santarém se levantou para aplaudir efusivamente Francisco Moita Flores, logo após o anúncio oficial de que a petição lançada pelo presidente da Câmara tinha ultrapassado as 50 mil assinaturas.

 

Última corrida do fim-de-semana voltou a esgotar a Monumental Celestino Graça, que teve quatro espectáculos

 

Por:João Nuno Pepino

 

Foi a prova definitiva de que o festival taurino tinha excedido as expectativas iniciais mais optimistas. "Este movimento não vai parar", garantiu ao CM Carlos Anjos, porta-voz dos peticionários da petição ‘Em Defesa da Festa Brava’. O passo seguinte, disse, será "criar um movimento semelhante com presidentes de Câmara defensores das tra-dições taurinas". A primeira reunião deverá ocorrer na Moita, em Novembro, com cerca de 50 autarcas de concelhos, "onde as actividades ligadas aos touros tenham grande importância económica e social".

 

Seguem-se, numa terceira fase, "os artistas e intelectuais apoiantes da Festa Brava", afirmou Carlos Anjos. "Parte do movimento artístico representa bem os valores que defendemos", assinalou o responsável, antevendo que esta ideia "possa resultar numa grande exposição de dimensão nacional".

 

Em dois dias, e com a petição de Moita Flores como pretexto, passaram por Santarém mais de 50 mil aficionados.

 

A Monumental Celestino Graça (com lotação para 12 380 lugares) esgotou três vezes em quatro corridas, tendo passado pela praça de Santarém 24 cavaleiros, 15 grupos de forcados, cinco novilheiros e um matador de touros.

Os artistas actuaram graciosamente e os criadores ofereceram os touros para as lides, em touradas com bilhetes simbólicos ao preço de um euro.

 

SECRETÁRIA DE ESTADO ASSINA

Segundo Carlos Anjos, porta--voz dos peticionários, um evento da dimensão do festival taurino do último fim-de-semana pode vir a repetir-se "caso a petição que visa proibir as actividades taurinas seja discutida na Assembleia da República". "Vamos esperar até Abril de 2011. Se chegar a plenário, vamos mostrar a nossa força novamente", garantiu o porta-voz do movimento de defesa da Festa Brava.

 

O secretário de Estado da Cultura, Elísio Summavielle, esteve presente ontem na praça ribatejana, onde assistiu ao encerramento do festival taurino, e também assinou a petição de Moita Flores. Conhecido aficionado da Festa Brava, o representante do Governo foi homenageado durante a corrida.

Na corrida da noite de sábado, o momento mais emocionante aconteceu na ‘pega’ dos Forcados Amadores de Coruche, liderados por João Bruno Peseiro, de 18 anos, sobrinho do treinador de futebol, José Peseiro.

 

 

in Correio da Manhã

 

Estive para ir com a familia, acontece que circulou a informação de que os/as bilhetes/entradas estariam totalmente esgotados, por isso, não fomos. Como eu, muita gente com quem falei me disse o mesmo, que tinha ouvido dizer que já estavam esgotados todos os bilhetes e que na semana anterior havia grandes filas e pessoas a comprarem aos 50 bilhetes. Pode ser verdade ou não, certo é que eu, como alguns conhecidos aqui de Coruche só não fomos por causa disso.

publicado por portuga-coruche às 07:15
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Sexta-feira, 15 de Outubro de 2010

Festival taurino em Santarém em defesa da festa brava

Quatro corridas de toiros em dois dias para tentar recolher mais 15 mil assinaturas para petição lançada por Moita Flores

 

 As entradas para as corridas de toiros vão ter o preço simbólico de um euro.


Santarém vai ser nos dias 23 e 24 de Outubro a capital da festa brava, com a realização de quatro corridas de toiros na Monumental Celestino Graça com bilhetes a 1 euro. A intenção da organização do festival taurino é recolher pelo menos mais 15 mil assinaturas para a petição em defesa da festa brava, promovida pelo escritor e presidente da Câmara de Santarém Francisco Moita Flores.

“É uma jornada organizada por aficionados para aficionados, que conta com a generosidade de muita gente que se ofereceu para este combate para afirmação dos valores que alguns, uma pequena minoria que se arma em dona da moral, querem destruir sem respeito nem pela História, nem pela Cultura, nem pela sobrevivência de milhares de homens e mulheres cujo sustento depende da criação de touros e cavalos”, diz Moita Flores numa comunicação dirigida “aos amigos da festa brava”.

Os participantes no festival, como toureiros, forcados ou bandarilheiros, não vão cobrar qualquer cachê. Esse é um ponto de honra, como afirmou em conferência de imprensa na segunda-feira o porta-voz da organização Carlos Anjos. Os ganadeiros vão também ceder os toiros graciosamente. Haverá ainda picarias, largadas e entradas de toiros na zona envolvente à praça de toiros. A organização espera que o estado do tempo seja favorável.

Na mesma conferência de imprensa, realizada na Casa do Campino e onde participaram representantes de várias entidades envolvidas na organização, o vereador da Câmara de Santarém garantiu também que a autarquia não terá qualquer despesa com esta iniciativa. A bilheteira servirá para pagar os custos associados ao festival, que deverão andar entre os 32 e os 36 mil euros, relacionados com seguros, segurança e impostos, entre outros.

 

Os cartazes das quatro corridas

Para sábado, 23 de Outubro, estão marcadas três corridas. A primeira, pelas 11h30, terá como protagonistas os jovens cavaleiros Marco José, Pedro Salvador, Filipe Gonçalves, Joana Andrade, Gonçalo Fernandes e Tiago Lucas, o novilheiro Nuno Casquinha e os forcados do Ribatejo, S. Manços, Azambuja, Portalegre, Moura e Beja.

Pelas 16h00, actuam os cavaleiros Manuel Jorge de Oliveira, Paulo Caetano, Joaquim Bastinhas, António Telles, Francisco Palha e Tomás Pinto, o matador Luís Procuna e os forcados de Santarém, Montemor e Alcochete.

Ainda no sábado, pelas 21h30, vão estar na arena os cavaleiros Rui Salvador, Luís Rouxinol, José Manuel Duarte, Vítor Ribeiro, Sónia Matias e Ana Batista. O novilheiro Parrita e os forcados de Coruche, Chamusca e Aposento da Moita completam o cartaz.

O programa encerra no domingo, com uma corrida marcada para as 16h00. Brito Paes, Manuel Lupi, Manuel Telles Bastos, João R. Telles Jr., Duarte Pinto, Salgueiro da Costa vão estar na lide a cavalo, actuando a pé os novilheiros Manuel Dias Gomes, João Augusto Moura e Gonçalo Montoya. Nas pegas vão estar os forcados de Lisboa, Évora e Aposento da Chamusca. Os toiros para as quatro corridas são cedidos por “prestigiadas ganadarias.

A organização refere que não haverá reservas de entradas e que os bilhetes estarão à venda nos locais habituais. Os grupos de forcados participantes também terão ingressos para vender.

“Propomo-nos recolher 15 mil assinaturas durante os dois dias e, por isso vos convidamos a estar presentes, assistindo às manifestações que vão ocorrer pela cidade e também às quatro corridas do festival taurino ao preço simbólico de um euro por entrada. Traga consigo quem não assinou a petição. Traga consigo quem defende os valores da liberdade, da tolerância, do respeito pelos homens e pelos animais”, apela Moita Flores.

 

Manifestações anti-tourada seriam de “muito mau gosto”

O festival taurino que vai ter Santarém como palco durante dois dias pretende mostrar à classe política que a festa brava tem uma ampla base social e que é uma importante actividade económica, sobretudo no Ribatejo e Alentejo. A petição em defesa da festa brava promovida por Moita Flores surgiu como resposta a uma petição que pretende a abolição das manifestações tauromáquicas e que deverá ser apreciada na Assembleia da República na próxima Primavera.

A organização do festival taurino não acredita que as organizações anti-touradas aproveitem esses dois dias para virem manifestar-se em Santarém, considerando que isso seria visto como um acto provocatório. “Seria uma atitude provocatória e não quero acreditar nisso. Acredito que não vai acontecer nada em Santarém que manche uma festa que é pacífica”, disse Carlos Anjos.

O porta-voz da organização referiu que as pessoas anti-touradas “têm todo o direito de noutra data qualquer, inclusivamente em Santarém, fazer outra iniciativa qualquer”, mas diz que nesse dia isso seria um acto de “muito mau gosto”. E acusou essas organizações de intolerância. “Eles é que não nos reconhecem o direito democrático de gostar de toiros”, sublinhou Carlos Anjos.

 

 

in O Mirante

 

Também o jornal "O Ribatejo" noticia o evento

 

 

Mega festival taurino em Santarém para defender festa brava

 

 

Autor Bruno Oliveira

 

A praça de toiros de Santarém recebe, nos dias 23 e 24 de Outubro, quatro festivais taurinos organizados por um grupo de apoiantes da petição de Francisco Moita Flores em defesa da festa brava. Carlos Anjos, porta-voz dos peticionários “Em Defesa da Festa Brava”, apresentou o programa esta semana e afirmou que estas quatro corridas de toiros são organizadas com o objetivo de apoiar a petição lançada pelo escritor e presidente da câmara de Santarém, Moita Flores, e de “demonstrar ao poder político que existe uma grande comunidade em Portugal que defende a festa brava”.
Durante estes dois dias, sábado e domingo, vão acontecer quatro corridas de toiros com a presença de 24 cavaleiros tauromáquicos, de cinco novilheiros e de 1 matador de toiros. Na praça de Santarém, a “Monumental Celestino Graça”, vão também estar 15 grupos de forcados de todo o país.
Segundo Carlos Anjos todos os intervenientes nas quatro corridas de toiros “vão participar de forma gratuita nesta jornada” e os toiros também serão disponibilizados “de forma graciosa” à organização.
Também o vereador António Valente garantiu que a câmara municipal não vai disponibilizar verbas para esta iniciativa e que se limita a ser “parceira” na promoção do evento. A mesma disponibilidade para apoiar gratuitamente esta causa foi demonstrada pelos representantes da empresa organizadora, a Aplaudir, e da Santa Casa da Misericórdia de Santarém, proprietária da praça.
Carlos Anjos frisou que a organização deste evento pretende responder desta forma à petição lançada recentemente por organizações anti-tourada, nomeadamente o PPA – Partido Pelos Animais e o MATP – Movimento Anti-Touradas de Portugal. “A petição anti-tourada pretende proibir esta actividade levando o assunto à Assembleia da República”, disse ainda Carlos Anjos, referindo que, na sua opinião, “é importante que o poder político conheça as razões daqueles que defendem esta tradição e que saiba a importância desta actividade para a economia do país, sobretudo da Lezíria e do Alentejo”, salientou ainda Carlos Anjos.
Também o vereador António Valente destacou a importância da tauromaquia para a região, afirmando que esta petição de Moita Flores tem também o objectivo de “defesa de famílias que dependem da criação de toiros e de cavalos”. Para o autarca, “a prioridade das prioridades é estar em Santarém nestes dois dias sem nada que divida os aficionados”. António Valente disse ainda que o objectivo deste festival é também o de recolher, pelo menos, cerca de 15 mil assinaturas de apoio à petição lançada por Moita Flores. “Até ao próximo Verão esperamos ter cerca de 100 mil assinaturas”, acrescentou.
Durante os dois dias vão haver algumas actividades no exterior da praça de toiros, designadamente, largadas e entradas de toiros, demonstrações equestres e desfiles de campinos pelas ruas da cidade de Santarém. A petição lançada por Moita Flores conta com cerca de 7500 assinaturas.

Bilhetes a 1 euro

Os bilhetes para as corridas custam 1 euro, um valor que é considerado “simbólico” pela organização e que, segundo António Valente, servirá apenas para custear algumas despesas de funcionamento da praça e do espectáculo. Quem adquirir um bilhete tem direito a entrar no Festival Nacional de Gastronomia por 1,5 euros.

 

in O Ribatejo

 

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