Quarta-feira, 23 de Janeiro de 2013

RVS - Autárquicas de 2013 - Entrevista de Abel Matos Santos a Marcelo Mendes

publicado por portuga-coruche às 10:41
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Segunda-feira, 14 de Janeiro de 2013

Polaco violava a mulher

Imigrante vai ter de cumprir seis anos e meio por violência doméstica em Coruche

Rejeita pena por na Polónia violar mulher não ser crime

Um polaco vai cumprir seis anos e meio de prisão efetiva pelos crimes de violação, violência doméstica e maus tratos, cometidos sobre a mulher em Coruche, onde o casal residia desde 2003. O arguido tinha recorrido da pena a que foi condenado em primeira instância, alegando razões culturais, uma vez que o sistema penal da Polónia não sanciona a violação conjugal.

 

Considerando-o extemporâneo, o Tribunal da Relação de Évora recusou o recurso do arguido e confirmou a decisão do Tribunal de Coruche.

Tendo vivido no seu país até aos 38 anos, o arguido argumentou que não tinha consciência da gravidade dos atos que cometeu, acrescentando que os praticava porque a mulher se recusava a manter relações sexuais.

 

 

Por:J.N.P.

in Correio da Manhã

 

publicado por portuga-coruche às 07:00
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Sexta-feira, 4 de Janeiro de 2013

O TEXTO QUE ESTÁ A "INCENDIAR" ESPANHA !

Cito"Nada disso conta para a economia financeira ou para o terrorista económico que acaba de pôr o dedo sobre o mapa, sobre um país - este, por acaso -, e diz "compro" ou "vendo" com a impunidade com que se joga Monopólio e se compra ou vende propriedades imobiliárias a fingir."
Joe Wolf

O TEXTO QUE ESTÁ A "INCENDIAR" ESPANHA !

O seguinte texto foi publicado recentemente no “El País”, tendo-se tornado absolutamente viral em Espanha. Reflecte sobre o terrorismo financeiro e a captura económica. Chama as coisas pelos seus nomes e faz uma análise sobre o capitalismo actual que está a incendiar não só Espanha como todo o mundo. O título é "Um canhão pelo cu", e é escrito por Juan José Millas.

UM CANHÃO PELO CU !

Se percebemos bem - e não é fácil, porque somos um bocado tontos -, a economia financeira é a economia real do senhor feudal sobre o servo, do amo sobre o escravo, da metrópole sobre a colónia, do capitalista manchesteriano sobre o trabalhador explorado. A economia financeira é o inimigo da classe da economia real, com a qual brinca como um porco ocidental com corpo de criança num bordel asiático.

Esse porco filho da puta pode, por exemplo, fazer com que a tua produção de trigo se valorize ou desvalorize dois anos antes de sequer ser semeada. Na verdade, pode comprar-te, sem que tu saibas da operação, uma colheita inexistente e vendê-la a um terceiro, que a venderá a um quarto e este a um quinto, e pode conseguir, de acordo com os seus interesses, que durante esse processo delirante o preço desse trigo quimérico dispare ou se afunde sem que tu ganhes mais caso suba, apesar de te deixar na merda se descer.

Se o preço baixar demasiado, talvez não te compense semear, mas ficarás endividado sem ter o que comer ou beber para o resto da tua vida e podes até ser preso ou condenado à forca por isso, dependendo da região geográfica em que estejas - e não há nenhuma segura. É disso que trata a economia financeira.

Para exemplificar, estamos a falar da colheita de um indivíduo, mas o que o porco filho da puta compra geralmente é um país inteiro e ao preço da chuva, um país com todos os cidadãos dentro, digamos que com gente real que se levanta realmente às seis da manhã e se deita à meia-noite. Um país que, da perspetiva do terrorista financeiro, não é mais do que um jogo de tabuleiro no qual um conjunto de bonecos Playmobil andam de um lado para o outro como se movem os peões no Jogo da Glória.

A primeira operação do terrorista financeiro sobre a sua vítima é a do terrorista convencional: o tiro na nuca. Ou seja, retira-lhe todo o caráter de pessoa, coisifica-a. Uma vez convertida em coisa, pouco importa se tem filhos ou pais, se acordou com febre, se está a divorciar-se ou se não dormiu porque está a preparar-se para uma competição. Nada disso conta para a economia financeira ou para o terrorista económico que acaba de pôr o dedo sobre o mapa, sobre um país - este, por acaso -, e diz "compro" ou "vendo" com a impunidade com que se joga Monopólio e se compra ou vende propriedades imobiliárias a fingir.

Quando o terrorista financeiro compra ou vende, converte em irreal o trabalho genuíno dos milhares ou milhões de pessoas que antes de irem trabalhar deixaram na creche pública - onde estas ainda existem - os filhos, também eles produto de consumo desse exército de cabrões protegidos pelos governos de meio mundo mas sobreprotegidos, desde logo, por essa coisa a que chamamos Europa ou União Europeia ou, mais simplesmente, Alemanha, para cujos cofres estão a ser desviados neste preciso momento, enquanto lê estas linhas, milhares de milhões de euros que estavam nos nossos cofres. E não são desviados num movimento racional, justo ou legítimo, são-no num movimento especulativo promovido por Merkel com a cumplicidade de todos os governos da chamada zona euro.

Tu e eu, com a nossa febre, os nossos filhos sem creche ou sem trabalho, o nosso pai doente e sem ajudas, com os nossos sofrimentos morais ou as nossas alegrias sentimentais, tu e eu já fomos coisificados por Draghi, por Lagarde, por Merkel, já não temos as qualidades humanas que nos tornam dignos da empatia dos nossos semelhantes. Somos simples mercadoria que pode ser expulsa do lar de idosos, do hospital, da escola pública, tornámo-nos algo desprezível, como esse pobre tipo a quem o terrorista, por antonomásia, está prestes a dar um tiro na nuca em nome de Deus ou da pátria.

A ti e a mim, estão a pôr nos carris do comboio uma bomba diária chamada prémio de risco, por exemplo, ou juros a sete anos, em nome da economia financeira. Avançamos com ruturas diárias, massacres diários, e há autores materiais desses atentados e responsáveis intelectuais dessas ações terroristas que passam impunes entre outras razões porque os terroristas vão a eleições e até ganham, e porque há atrás deles importantes grupos mediáticos que legitimam os movimentos especulativos de que somos vítimas.

A economia financeira, se começamos a perceber, significa que quem te comprou aquela colheita inexistente era um cabrão com os documentos certos. Terias tu liberdade para não vender? De forma alguma. Tê-la-ia comprado ao teu vizinho ou ao vizinho deste. A atividade principal da economia financeira consiste em alterar o preço das coisas, crime proibido quando acontece em pequena escala, mas encorajado pelas autoridades quando os valores são tamanhos que transbordam dos gráficos.

Aqui se modifica o preço das nossas vidas todos os dias sem que ninguém resolva o problema, ou mais, enviando as autoridades para cima de quem tenta fazê-lo. E, por Deus, as autoridades empenham-se a fundo para proteger esse filho da puta que te vendeu, recorrendo a um esquema legalmente permitido, um produto financeiro, ou seja, um objeto irreal no qual tu investiste, na melhor das hipóteses, toda a poupança real da tua vida. Vendeu fumaça, o grande porco, apoiado pelas leis do Estado que são as leis da economia financeira, já que estão ao seu serviço.

Na economia real, para que uma alface nasça, há que semeá-la e cuidar dela e dar-lhe o tempo necessário para se desenvolver. Depois, há que a colher, claro, e embalar e distribuir e faturar a 30, 60 ou 90 dias. Uma quantidade imensa de tempo e de energia para obter uns cêntimos que terás de dividir com o Estado, através dos impostos, para pagar os serviços comuns que agora nos são retirados porque a economia financeira tropeçou e há que tirá-la do buraco. A economia financeira não se contenta com a mais-valia do capitalismo clássico, precisa também do nosso sangue e está nele, por isso brinca com a nossa saúde pública e com a nossa educação e com a nossa justiça da mesma forma que um terrorista doentio, passo a redundância, brinca enfiando o cano da sua pistola no rabo do sequestrado.

Há já quatro anos que nos metem esse cano pelo rabo. E com a cumplicidade dos nossos."

(Juan José Millas; notícia dinheiro vivo)


publicado por portuga-coruche às 07:00
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Quarta-feira, 2 de Janeiro de 2013

"Peço a Deus que me livre de Deus’ - Mestre Eckhart

"Peço a Deus que me livre de Deus’, pedia Mestre Eckhart

Muitas vezes a "representação" que fazemos de Deus acaba por identificar-se com "Deus em si mesmo". Ou seja, identificamos nossa representação "imanente" com o Deus "transcendente", escreve José María Castilloteólogo espanhol, no seu blog, Teología sin censura, 20-10-2010. A tradução é do Cepat.

Eis o texto.

"Peço a Deus que me livre de Deus". Isto é o que pedia a Deus o Mestre Eckhart, um dos maiores místicos queIgreja já teve ao longo de sua história. Este homem, que nasceu em 1260 (Hochheim - Alemanha) e morreu em 1327 (Avignon - França), foi um dominicano que ocupou cargos de governo e ensino em sua Ordem Religiosa e na Universidade de Paris. Em 1326, o arcebispo de Colônia iniciou um processo contra os ensinamentos de Eckhartem seus sermões. O assunto chegou ao Papa João XXII que residia em Avignon. Mas o místico dominicano se submeteu, de antemão à decisão que pudesse tomar o Pontífice. Eckhart viajou para Avignon para se defender diante do papa, mas antes de poder apresentar a sua defesa, morreu inesperadamente.

Não pretendo expor aqui a doutrina do Mestre Eckhart, ensinamento complexo e nem sempre fácil de interpretar que se fundamenta no mais fundo radicalismo evangélico, em idéias filosóficas que tem sua origem em Plotino, e no "Guia dos Perplexos", deMaimônides. Como é lógico, tudo isto não cabe em um post de um blog tão simples como este. Dito isto, o que eu quero dizer é que o tema de Deus, que deveria servir para unir os humanos, com frequência serve ao contrário. Porque é um fato que a Deus em si mesmo ninguém o viu e nem pode ver (Jo 1, 18). Por isso cada povo, cada cultura, cada religião, cada grupo humano e cada indivíduo "representa-o" como pode. Ou quem sabe como convém ou interessa a cada um.

O problema não está em que aquele que acredita invente o "seu próprio Deus", de acordo com suas particulares conveniências. Não se trata disso. O problema radica no fato de que as pessoas que acreditam em Deus - por isso mesmo - têm a tendência (inconsciente) a relacionar determinados aspectos de usa vida e sua conduta, não com Deus em si, mas sim com a "representação de Deus" que cada qual faz. Ou quem sabe com a "representação de Deus" que lhe impuseram no ambiente religioso em que cresceu, em que vive e ao qual acaba se submetendo. Sobretudo, quando o crente de uma determinada religião está persuadido de que essa religião foi "revelada" por Deus mesmo. Inclusive – o que é ainda mais complicado – quando o crente pensa e aceita. Com isso, o que acontece é que a "representação" que fazemos de Deus acaba por identificar-se com  "Deus em si mesmo". Ou seja, identificamos nossa representação "imanente" com o Deus "transcendente".

E aqui, no processo íntimo (que se vive na intimidade do espírito) que acabo de destacar, aí é onde começa o perigo. O enorme e assombroso perigo que, sem dúvida, intuiu o Mestre Eckhard. É verdade que o pensamento do grande místico alemão ia muito mais longe, até a idéia de Deus mesmo. Mas eu não estou falando disso agora. Estou falando de nossos comportamentos. E bem sabemos que há aspectos de nossa conduta – de nossas idéias até nossos hábitos de vida – que, explicamos a partir de uma suposta vontade absoluta de Deus e por isso mesmo o fazemos de forma tão absoluta, intocável, indiscutível. Acaba que por detrás de posturas tão férreas, tão intransigentes, tão agressivas e até tão violentas, posturas (tão absolutamente intolerantes), tem-se um "deus intolerante", quem sabe um "deus violento". Por isso, às vezes, acontece que as posturas mais profundamente irracionais são, no fundo, posturas profundamente religiosas.

Muitas vezes, ao ver como se comportam ou falam algumas pessoas, me pergunto: "Em que deus acredita esse homem, ou que deus tem em sua cabeça esta mulher"? Eu me coloco muitas vezes essa pergunta por que não me cabe na cabeça que Deus, que é o Deus-Pai de todos os mortais, possa estar legitimando, justificando, impelindo ou promovendo o insulto, a palavra humilhante, a falta de respeito, a intolerância, a dureza de coração… Para não falar da ofensa descarada, do abuso e de tantas outras situações que causam dor, mal-estar, divisão e outras coisas que dá até vergonha em falar.

Quando penso nessas coisas e nesse tipo de situações, não posso deixar de lembrar de numerosos textos dos quatro evangelhos, nos quais Jesus afirma e insiste que quem "recebe", "acolhe", "escuta" ou "rejeita" a um ser humano, ainda que seja o ser humano mais frágil, uma criança, é a Jesus e a Deus a quem "recebe", "acolhe", "escuta" ou "rejeita" (Mt 10, 40; Mc 9, 37; Mt 18, 5; Lc 10, 16; 9, 48; Jo 13, 20). Mais ainda, no juízo definitivo que Cristo, o Senhor, fará de todas as nações da terra, o critério determinante é o que cada um fez ou deixou de fazer com qualquer ser humano (Mt 25, 31-45). Porque a dignidade de todo ser humano é tanta que se identifica com a dignidade do próprio Deus.

O Mestre Eckhart soube extrair dos ensinamentos de Jesus, o mais profundo que seguramente há nesses ensinamentos: a Deus o encontramos no "outro", O encontramos ou o depreciamos nos "outros". O perigo e o horror das religiões consiste em que podemos chegar a "divinizar" nossos sentimentos mais turvos e nossos ressentimentos mais baixos. Quando, em nome da defesa da fé em Deus privamos alguém de sua dignidade, de sua liberdade ou de seus direitos, incorremos em uma autêntica idolatria de blasfêmia. Até o extremo de que, por defender a "deus", desprestigiamos ou ofendemos ao verdadeiro Deus, o Deus que está em cada ser humano.

O problema está em que, para viver isto, não baste tê-lo na cabeça. O absolutamente necessário é o que o mesmoEckhart denominava de "despojamento de todo interesse, de todo desejo de possessão, de todo apego", que nos afaste ou nos coloque frente ao outro, seja quem seja. Nesse caso, a "espiritualidade" se converte em "identidade" do espírito humano como a divindade. Assim, e apenas assim, superamos a religião e a metafísica, a divisão do divino e do humano, o sagrado e o profano, e centramos nossa vida na honradez, no respeito, na bondade sem limites e na sinceridade sem fronteiras.

 

in Blog Instituto Humanitas Unisinos

publicado por portuga-coruche às 07:33
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Coruche inaugura novo Núcleo Escolar em Lamarosa



A Câmara de Coruche inaugura, no próximo dia 5 de janeiro, o Núcleo Escolar da Lamarosa que é constituído pela Escola Básica do 1º Ciclo com Jardim de Infância.
Esta obra incluiu a requalificação e ampliação do edifício original, de arquitectura do período do Estado Novo, e acrescentou às duas salas já existentes um novo edifício com capacidade para ter em funcionamento 3 salas de aulas destinadas aos alunos do 1º ciclo (cerca de 72 alunos com idades compreendidas entre os 6 e os 10 anos) e duas salas de atividades destinadas ao pré-escolar (cerca de 50 crianças com idades entre os 3 e os 5 anos).
Este núcleo escolar conta ainda com uma sala polivalente, sala de recursos, sala de professores e educadores e ainda de um refeitório. No exterior foram requalificadas as zonas de atividades lúdicas tornando-as em zonas de recreio cobertas e descobertas. A obra teve um investimento total de 807 756,64 euros e um investimento elegível de 711 988,91 euros. Os alunos vão poder estrear estas novas instalações já no início do 2 º período letivo que agora se inicia.


Por Bruno Oliveira

in O Ribatejo



publicado por portuga-coruche às 07:12
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William shakespeare

Há certas horas, em que não precisamos de um Amor...
Não precisamos da paixão desmedida...
Não queremos beijo na boca...
E nem corpos a se encontrar na maciez de uma cama...

Há certas horas, que só queremos a mão no ombro, o abraço apertado ou mesmo o estar ali, quietinho, ao lado...
Sem nada dizer...

Há certas horas, quando sentimos que estamos pra chorar, que desejamos uma presença amiga, a nos ouvir paciente, a brincar com a gente, a nos fazer sorrir...

Alguém que ria de nossas piadas sem graça...
Que ache nossas tristezas as maiores do mundo...
Que nos teça elogios sem fim...
E que apesar de todas essas mentiras úteis, nos seja de uma sinceridade inquestionável...

Que nos mande calar a boca ou nos evite um gesto impensado...
Alguém que nos possa dizer:

Acho que você está errado, mas estou do seu lado...

Ou alguém que apenas diga: Sou seu amor! E estou Aqui!

 

William shakespeare

 

publicado por portuga-coruche às 07:07
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É Você - Marisa Monte

É você
Só você 
Que na vida vai comigo agora 
Nós dois na floresta e no salão
Nada mais
Deita no meu peito e me devora 
Na vida só resta seguir 
Um risco, um passo, um gesto rio afora 
É você 
Só você
Que invadiu o centro do espelho 
Nós dois na biblioteca e no saguão 
Ninguém mais 
Deita no meu leito e se demora 
Na vida só resta seguir 
Um risco, um passo, um gesto rio afora
Na vida só resta seguir 
Um ritmo, um pacto e o resto rio afora...



publicado por portuga-coruche às 07:07
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Depois - Marisa Monte

Depois de sonhar tantos anos,

De fazer tantos planos
De um futuro pra nós
Depois de tantos desenganos,
Nós nos abandonamos como tantos casais
Quero que você seja feliz
Hei de ser feliz também

 

Depois de varar madrugada
Esperando por nada
De arrastar-me no chão
Em vão
Tu viraste-me as costas
Não me deu as respostas
Que eu preciso escutar
Quero que você seja melhor
Hei de ser melhor também

 

Nós dois
Já tivemos momentos
Mas passou nosso tempo
Não podemos negar
Foi bom
Nós fizemos histórias
Pra ficar na memória
E nos acompanhar
Quero que você viva sem mim
Eu vou conseguir também

 

Depois de aceitarmos os fatos
Vou trocar seus retratos pelos de um outro alguém
Meu bem
Vamos ter liberdade
Para amar à vontade
Sem trair mais ninguém
Quero que você seja feliz
Hei de ser feliz também
Depois

 

publicado por portuga-coruche às 07:00
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