Quarta-feira, 26 de Setembro de 2012

Nos fóruns das rádios e das televisões o povo exprime a sua cólera

Esta fotografia do primeiro-ministro na capa do Público de hoje é bem a imagem do País.

 

 

De olhos no Além, quase em transe, mãos em gesto tímido de oração, rosto cavado e sofrido, o primeiro-ministro parece um homem perdido… Só Deus lhe poderá acudir porque os portugueses já o abandonaram….

Nos fóruns das rádios e das televisões o “povo” acorre a dizer o que pensa…e ouvem-se “gritos” de revolta, de sofrimento e de desesperança….nem uma voz se ouve a defender o Governo! Nem Sócrates no final do mandato teve coisa assim…

Mas já não é só o “povo” anónimo e iletrado, que não percebe de economia mas sabe como estão as suas finanças, a acorrer a esses espaços para  exprimir a sua cólera. Esta manhã, no programa Antena Aberta, da Antena 1, o professor Abel Fernandes, catedrático de Economia da  Universidade do Porto, explicou em palavras simples como  o Governo ao ir além da troika, “descalibrou” o Memorando e tornou impossível o seu cumprimento.

O “povo” que o ouvia agradeceu e um dos participantes que falou a seguir pediu ao professor que desse uma “aula” a Passos e Gaspar para lhes explicar o que tão magistralmente tinha exposto na antena. Porque, dizia, “eles ainda não perceberam o que estão a fazer ao País”.

 

Publicado em Setembro 25, 2012 por estrelaserrano@gmail.com

in Blog VAI E VEM

 

publicado por portuga-coruche às 07:07
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Coruche – Suspeitos de burla a idosos identificados

O Destacamento Territorial de Coruche, em conjunto com militares dos Postos Territoriais de Salvaterra de Magos, Marinhais e do Núcleo de Investigação Criminal, identificou dois indivíduos, ontem de manhã (dia 20), por suspeita de burla a idosos. 

Após a Guarda ter sido alertada para o facto de dois indivíduos, com idades compreendidas entre os 40 e os 70 anos, se encontrarem a burlar idosos naquela zona, foi montado um dispositivo de forma a intercetar os suspeitos. A ação da Guarda foi concretizada, em Marinhais, quando os indivíduos tentavam uma nova burla. Para a prática do ilícito os burlões usavam como argumento que iriam abrir uma loja e que desejavam fotografar peças em ouro que estivessem em poder das vítimas. Em troca seriam oferecidos relógios. Nesta altura aproveitavam e furtavam os objetos em ouro. Prestaram Termo de Identidade e Residência.


Data de Inserção: 21/Set/2012
Fonte: DCRP

in GNR

publicado por portuga-coruche às 07:00
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Terça-feira, 25 de Setembro de 2012

Um momento alto

Palácio de Belém, Lisboa


Vigília durante o Conselho de Estado


21 Setembro 2012

 

in Blog "Entre as brumas da memória"

 

publicado por portuga-coruche às 07:00
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Terça-feira, 18 de Setembro de 2012

Gylfi Zoega: Portugal deve investigar quem do Governo e banca está na origem do alto endividamento

O membro do Banco Central da Islândia Gylfi Zoega considera que Portugal deve investigar quem está na origem do elevado endividamento do Estado e bancos, e porque o fez, e que "foi uma bênção" Portugal estar no euro.

“Temos de ir aos incentivos. Quem ganhou com isto? No meu país eu sei quem puxou os cordelinhos, porque o fizeram e o que fizeram, e Portugal precisa de fazer o mesmo. De analisar porque alguém teve esse incentivo, no Governo e nos bancos, para pedirem tanto emprestado e como se pode solucionar esse problema no futuro”, diz o responsável.

O economista, que também participou no documentário premiado com um Óscar “Inside Job – A verdade sobre a crise”, disse em entrevista à Agência Lusa que Portugal beneficiou muito de estar no euro nesta altura, porque para além do apoio dos seus parceiros da união monetária, terá de resolver os seus problemas estruturais ao invés de recorrer, como muitas vezes no passado, à desvalorização da moeda.

“Talvez para Portugal estar no euro nesta altura seja uma bênção, porque apesar de não conseguir sair do problema de forma tão fácil como antes, através da depreciação [da moeda], vocês têm de lidar com os problemas estruturais que têm”, disse.

A Islândia, na sequência da grave crise económica que sofre desde 2008, derivada do colapso do seu sistema financeiro (que chegou a ser 10 vezes maior que a economia islandesa), também teve de recorrer ao Fundo Monetário Internacional para resolver os seus problemas de financiamento, mas neste caso a experiência não é nada mal vista.

“Penso que o FMI é útil neste sentido, porque é uma instituição que pode ajudar a coordenar as acções. Existem coisas impopulares que têm de ser feitas, e pode ser utilizada como um bode expiatório para essas medidas impopulares, que teriam de ser aplicadas de qualquer forma. Ajuda os políticos locais a justificar aquilo que podiam não conseguir fazer por eles próprios”, diz.

O responsável diz mesmo que a experiência do seu país tem sido “muito boa” e que a instituição tem feito um grande esforço de coordenação para garantir que as medidas têm os efeitos desejados.

“A experiência com o FMI acabou por ser muito boa, porque actualmente têm uma tendência para serem muito pragmáticos, para encontrar soluções que funcionem. Tiveram algumas medidas pouco ortodoxas, como os controlos de capital e outras para reduzir o défice, e ajudaram a garantir que o programa estava no caminho certo, visitando todos os ministérios, o banco central. Tem sido um esforço em grande cooperação”, explica.

No entanto, recorrer a ajuda externa tem as suas consequências e a principal tem sido a falta de confiança dos mercados, explica ainda Gylfi Zoega, acrescentando que ainda não existe previsão para quando ou se a Islândia vai conseguir voltar a financiar-se nos mercados.

“[A Islândia] Não tem qualquer acesso aos mercados de capitais actualmente, e é uma questão em aberto. Quanto tempo demorará? Se os mercados ficarão completamente fechados? Se olham para isto como um problema isolado que podem perdoar ou se olham e pensam nisto como algo mais crónico. Portanto, nós não sabemos como vai ser o nosso acesso ao mercado no futuro”, afirma.
por LUSA
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Ponto Electrão Outdoor recolhe equipamentos eléctricos

Projecto pioneiro na Europa é instalado em três localidades portuguesas

Após Oeiras e Vilamoura, Coruche é a terceira localidade a abrigar o projecto-piloto da Amb3E - Associação Portuguesa de Gestão de Resíduos para instalar um Ponto Electrão Outdoor, um contentor subterrâneo para a deposição de resíduos de equipamentos eléctricos e electrónicos (REEE).

Ponto Electrão Outdoor

No Ponto Electrão Outdoor podem ser depositados varinhas mágicas, computadores, telemóveis, rádios, impressoras, entre muitos outros equipamentos, à exceção de lâmpadas. Estes serão recolhidos e encaminhados para valorização através do Sistema de Gestão Integrada de REEE, gerido pela Amb3E.
A estrutura tem um sistema de limitação de altura da queda que amortece os REEE durante a mesma, encontra-se completamente isolada e protegida quer das condições atmosféricas, quer de eventuais tentativas de furtos.

O principal objectivo é “facilitar aos cidadãos o acesso a contentores adequados para a deposição deste fluxo de resíduos, garantindo uma maior protecção e segurança”, afirma Jorge Vicente ao Ciência Hoje.

Segundo o diretor-geral da Amb3E, “numa conjuntura de crise como a que vivemos actualmente, será expectável o crescimento de um ‘mercado paralelo’ de encaminhamento ilegal, para efeitos de extracção dos componentes com valor. Estudos europeus referem que apenas 20 a 30 por cento do peso dos equipamentos colocados no mercado é reciclado. Esta estrutura mantém os resíduos protegidos de eventuais tentativas de furto evitando assim, que possam ser desviados do sistema de gestão da Amb3E e desmantelados sem qualquer respeito pelo ambiente”.

Jorge Vicente é diretor-geral da Amb3E



A Amb3E pretende colocar os equipamentos em localidades rurais onde não existam grandes superfícies comerciais para a instalação do ponto electrão não subterrâneo. A estrutura pode, em algumas dessas localidades, ser a única ou melhor opção de encaminhamento dos resíduos eléctricos e electrónicos. Outro aspecto a salientar é o facto de se localizar integrado em ilhas ecológicas pressupondo uma maior adesão por parte do consumidor, no âmbito dos comportamentos já adoptados para os restantes fluxos de resíduos.

Uma vez que a quantidade de resíduos produzidos tem aumentado nos últimos anos, “é preciso não esquecer que este tipo de resíduos constituem uma importante fonte de obtenção de matérias-primas”, salienta Jorge Vicente.

 

Por Susana Lage

in Ciência Hoje

 

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Coruche – Detidos por furto de metais

Militares do Núcleo de Investigação Criminal e do Posto de Coruche detiveram, na noite do dia 11, na localidade de Azervadinha, dois indivíduos por furto de material em cobre. 

Os suspeitos, de 16 e 46 anos, foram surpreendidos quando faziam um primeiro carregamento de material furtado pelo que ficaram detidos até serem presentes a tribunal. O furto ocorreu numa fábrica, alvo de outros assaltos em dias anteriores.

 


Fonte: DCRP
in GNR
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Quarta-feira, 12 de Setembro de 2012

"No dia 15 de Setembro, quem ficar calado não tem razão"

Cibernautas marcam manifestação para sábado

 

"No dia 15 de Setembro, quem ficar calado não tem razão"

"É Preciso Gritar. No dia 15 de Setembro, quem ficar calado não tem razão". O apelo é do escritor José Luís Peixoto, que se junta ao coro de vozes de um grupo de personalidades que decidiu criar no Facebook - e também num blog - um evento de protesto contra a troika e as medidas de austeridade actualmente impostas ao país.

 

A página no Facebook chama-se “Manifestação: Que se lixe a troika! queremos as nossas vidas!” e o protesto está marcado para vários pontos do país já no próximo sábado, dia 15 de Setembro, às 17h. Em Lisboa, o ponto de encontro será na Praça José Fontana.

 

Estão também previstos protestos, à mesma hora, no Porto, Braga, Funchal, Guarda, Coimbra, Loulé, Faro, Vila Real, Covilhã, Portimão, Leiria, Aveiro e Marinha Grande, havendo uma página de Facebook para o evento em cada uma destas localidades.

E até mesmo no Brasil. O evento, com o mesmo nome, foi agendado pelos “portugueses no Brasil” e a ideia é manifestarem-se em frente aos consulados portugueses, coincidindo com a passagem por aaquele país do ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas. Para já, está marcada concentração em Fortaleza, Estado do Ceará.

 

Na rede social, o evento conta neste momento com perto de 26.000 participantes. A ideia é que o número continue a crescer – e desde o discurso do ministro Vítor Gaspar, esta tarde, já se inscreveram mais de 1.000 pessoas – e que possa ser significativo, tal como aconteceu no ano passado, quando a Geração à Rasca juntou mais de 200.000 pessoas em Lisboa e cerca de 500.000 em todo o país.

"Quero olhar o meu filho nos olhos e dizer-lhe.... 'Eu lutei por ti e para ti...'", diz um dos participantes. "Dia 15 não há praia! Temos um país para salvar", atira outro participante. E a cada "refresh", há novas pessoas a dizer que sim, que no sábado lá estarão.

 

“É preciso fazer qualquer coisa de extraordinário. É preciso tomar as ruas e as praças das cidades e os nossos campos. Juntar as vozes, as mãos. Este silêncio mata-nos. O ruído do sistema mediático dominante ecoa no silêncio, reproduz o silêncio, tece redes de mentiras que nos adormecem e aniquilam o desejo. É preciso fazer qualquer coisa contra a submissão e a resignação, contra o afunilamento das ideias, contra a morte da vontade colectiva. É preciso convocar de novo as vozes, os braços e as pernas de todas e todos os que sabem que nas ruas se decide o presente e o futuro. É preciso vencer o medo que habilmente foi disseminado e, de uma vez por todas, perceber que já quase nada temos a perder e que o dia chegará de já tudo termos perdido porque nos calámos e, sós, desistimos”, diz a descrição do evento.

 

E prossegue: “O saque (empréstimo, ajuda, resgate, nomes que lhe vão dando consoante a mentira que nos querem contar) chegou e com ele a aplicação de medidas políticas devastadoras que implicam o aumento exponencial do desemprego, da precariedade, da pobreza e das desigualdades sociais, a venda da maioria dos activos do Estado, os cortes compulsivos na Segurança Social, na educação, na saúde (que se pretende privatizar acabando com o SNS), na cultura e em todos os serviços públicos que servem as populações, para que todo o dinheiro seja canalizado para pagar e enriquecer quem especula sobre as dívidas soberanas. Depois de mais um ano de austeridade sob intervenção externa, as nossas perspectivas, as perspectivas da maioria das pessoas que vivem em Portugal, são cada vez piores”.

 

“A austeridade que nos impõem e que nos destrói a dignidade e a vida não funciona e destrói a democracia. Quem se resigna a governar sob o memorando da troika entrega os instrumentos fundamentais para a gestão do país nas mãos dos especuladores e dos tecnocratas, aplicando um modelo económico que se baseia na lei da selva, do mais forte, desprezando os nossos interesses enquanto sociedade, as nossas condições de vida, a nossa dignidade. Grécia, Espanha, Itália, Irlanda, Portugal, países reféns da troika e da especulação financeira, perdem a soberania e empobrecem, assim como todos os países a quem se impõe este regime de austeridade”, sublinha este apelo à união “contra a inevitabilidade desta morte imposta e anunciada”, repetindo que “é preciso fazer qualquer coisa de extraordinário”.

 

“É necessário construir alternativas, passo a passo, que partam da mobilização das populações destes países e que cidadãs e cidadãos gregos, espanhóis, italianos, irlandeses, portugueses e todas as pessoas se juntem, concertando acções, lutando pelas suas vidas e unindo as suas vozes. Se nos querem vergar e forçar a aceitar o desemprego, a precariedade e a desigualdade como modo de vida, responderemos com a força da democracia, da liberdade, da mobilização e da luta. Queremos tomar nas nossas mãos as decisões do presente para construir um futuro”.

 

“Este é um apelo de um grupo de cidadãos e cidadãs de várias áreas de intervenção e quadrantes políticos. Dirigimo-nos a todas as pessoas, colectivos, movimentos, associações, organizações não-governamentais, sindicatos, organizações políticas e partidárias que concordem com as bases deste apelo para que se juntem na rua no dia 15 de Setembro. Dividiram-nos para nos oprimir. Juntemo-nos para nos libertarmos!”, conclui o manifesto, assinado por Ana Carla Gonçalves, Ana Nicolau, António Costa Santos, António Pinho Vargas, Blandina Vaz, Bruno Neto, Chullage, Diana Póvoas, Fabíola Cardoso, Frederico Aleixo, Helena Pato, Joana Manuel, João Camargo, Luís Bernardo, Magda Alves, Magdala Gusmão, Marco Marques, Margarida Vale Gato, Mariana Avelãs, Myriam Zaluar, Nuno Ramos de Almeida, Paula Marques, Paulo Raposo, Ricardo Morte, Rita Veloso, Rui Franco, Sandra Monteiro, São José Lapa, Tiago Rodrigues.

 

O grupo, que criou também o apelo no blog http://www.queselixeatroika15setembro.blogspot.pt/, adverte ainda que a manifestação de 15 de Setembro é pacífica. “As armas que levamos são as nossas vozes e a nossa presença. Não serão, pois, bem vindos ao protesto ou à página quaisquer apelos à violência. Na impossibilidade de darmos a esta página atenção permanente dada a concentração de esforços em sermos muitos milhares no próximo Sábado, demarcamo-nos de comentários notoriamente racistas, xenófobos ou fascistas assim como de perfis com o propósito de insultar os participantes”.

 

 

in Jornal de Negócios  Online - negocios@negocios.pt

 

Próximo de Coruche temos também Évora (80 Km), encontro às 17H00 na Praço do Giraldo. 

Neste dia vamos despir as cores partidárias e sindicais. Se estás a sofrer, se te sentes indignado, junta-te aqueles que estão como tu.


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Sexta-feira, 7 de Setembro de 2012

Criada conta para ajudar Nuno Carvalho

 
 Nuno Carvalho tem 26 anos

O Grupo de Forcados Amadores do Aposento da Moita continua a multiplicar-se em esforços para ajudar Nuno Carvalho, 26 anos, que deve ficar paralisado na sequência das lesões sofridas na pega de há uma semana, durante a Corrida TV do Campo Pequeno. Desta vez, criou-se uma conta no BPI (NIB: 0010 00004861967000 104), que "está aberta de forma a que qualquer cidadão possa contribuir com o seu donativo".

 

Em comunicado, o grupo refere que a conta não está filiada a nenhuma associação, mas que este é um objectivo: "Esperamos com a maior brevidade poder constituir essa mesma associação de forma a que este projecto de recuperação ganhe formas credíveis e mais eficazes".
Internado nos Cuidados Intensivos do Hospital Santa Maria, Nuno Carvalho apresenta-se estável. Porém, o relatório médico definitivo ainda não foi revelado.

 

Por:R.P.V.

in Correio da Manhã

 

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Quinta-feira, 6 de Setembro de 2012

Wikileaks: assessor de Relvas foi informador da "CIA privada"

O esquerda.net teve acesso aos emails revelados pela Wikileaks sobre a empresa de espionagem Stratfor. Um dos informadores é português e foi parar ao Governo pela mão de Miguel Relvas. Quando o assessor informou a Stratfor da sua nomeação e se disse disponível para a ajudar no que fosse preciso, a "CIA privada" promoveu-o no ranking de confiabilidade.

 

Há poucas semanas, a organização de Julian Assange disponibilizou ao esquerda.net o acesso ao motor de pesquisa dos emails da Stratfor. Eles revelam a troca de correspondência entre um alto responsável da empresa e um assessor do ministro Miguel Relvas. Trata-se de Diogo Noivo, que antes de entrar no círculo governamental era investigador do Instituto Português de Relações Internacionais e Segurança (IPRIS). O IPRIS é dirigido por Paulo Gorjão, um dos apoiantes de Passos Coelho à presidência do PSD logo em 2008, quando perdeu a eleição para Manuela Ferreira Leite.

 

 

Assessor do Governo continuou disponível para a Stratfor


Aos 28 anos de idade, Diogo Noivo foi nomeado assessor de Miguel Relvas logo após a vitória do PSD nas eleições de junho de 2011. O despacho de nomeação publicado em Diário da República diz que o jovem investigador iria "realizar estudos e prestar apoio técnico no âmbito da respectiva especialidade, com um vencimento bruto de 3.069,33 euros, acrescido de despesas de representação", com efeito a partir do dia 22 de junho.

A entrada para o gabinete de Relvas aconteceu três meses depois de ter sido diretamente contactado pela Stratfor, por iniciativa do seu diretor para a África Subsariana, Mark Schroeder. A 23 de agosto, já com Noivo instalado no Governo, Mark Schroeder retomou o contacto com a sua fonte portuguesa para o correio eletrónico do IPRIS, desta vez agradecendo a ajuda de Noivo ao seu relatório sobre a Al-Quaeda do Magrebe (AQIM) e pretendendo recolher informações sobre os protestos dos jovens em Angola contra Eduardo dos Santos. Segundo as informações já recolhidas pela Stratfor, os protestos estariam a ser empolados a partir de Portugal, através da internet.

Na resposta, Noivo indicou o contacto de um investigador especialista em Angola, que ainda hoje pertence aos quadros do Instituto dirigido por Paulo Gorjão. Após informar Schroeder das suas novas "responsabilidades governamentais", o assessor de Relvas colocou-se ao dispor da Stratfor para futuros contactos. "Caso eu possa ajudar nalguma coisa, não hesite em contactar-me", rematou Diogo Noivo no email enviado ao responsável da Stratfor pela região da África Subsariana a 24 de agosto, dois meses depois de nomeado para o gabinete do ministro.

Na lista de fontes atualizada a 21 julho de 2011, Diogo Noivo era identificado como o informador PT050 e tinha o estatuto de "activo" e o grau C de confiabilidade. Na lista atualizada em Setembro, duas semanas após ter informado o seu contacto na Stratfor da presença no gabinete do Governo, foi promovido ao grau B. No ranking interno com que a Stratfor avalia a "confiabilidade" dos seus informadores, a escala vai de A (mais confiável) a F (nada confiável).

 

 

O que é a Stratfor?

 

No fim de fevereiro, a Wikileaks revelou mais de cinco milhões de emails da empresa de "inteligência global" Stratfor, com sede no Texas, produzidos entre julho de 2004 e dezembro de 2011. Entre os clientes desta empresa estão o Departamento de Segurança Interna dos EUA, a Agência de Inteligência de Defesa e a Marinha norte-americana, fabricantes de armamento e grandes multinacionais como a Dow Chemical, Lockheed Martin ou a Coca Cola, que recorreram aos serviços da Stratfor para vigiar ONG's e grupos críticos dessas empresas.

Mas nem só de serviços de vigilância para clientes especiais vive esta empresa do Texas. Os boletins mensais que a empresa produz são enviados a clientes assinantes do serviço, onde se incluem os principais grupos de comunicação social em todo o mundo, incluindo Portugal. Mas não só: por exemplo, o Instituto de Estudos Superiores Militares do exército português é um dos assinantes deste serviço, pelo qual pagou 2.500 dólares por uma assinatura anual que expira no fim de novembro.

 

Apesar da forte procura, a qualidade do serviço prestado é questionada entre os jornalistas. "A Stratfor é como a Economist, mas chega uma semana mais tarde e é centenas de vezes mais cara", brincava Max Fischer, editor da revista norte-americana Atlantic, em fevereiro, quando os emails foram divulgados pela Wikileaks, considerando a empresa "uma anedota". Nem de propósito, quinze dias depois a Stratfor anunciou a contratação de Robert D. Kaplan, um dos jornalistas históricos da Atlantic e considerado um dos escribas mais influentes do planeta sobre política internacional, para seu Analista-Chefe de Geopolítica.

 

 

Emails continuam a dar que falar


Apesar da projeção mediática do lançamento dos Global Intelligence Files - o nome que a Wikileaks deu aos emails da Stratfor a que o grupo de hackers Anonymous teve acesso - ter sido menor que os emails das embaixadas norte-americanas, eles são vistos como estando na origem dos ataques aos servidores da Wikileaks nas últimas semanas, reivindicados por um grupo autointitulado Antileaks.

Em causa podem estar emails que falam acerca de um sistema de videovigilância que está a ser posto em marcha em várias cidades norte-americanas e é considerado muito mais eficaz que os sistemas de reconhecimento facial existentes. Trata-se do programa "Trapwire", levado a cabo pela empresa Arbaxas, que conta nos seus quadros com antigas figuras de topo do Pentágono e da CIA. Segundo os criadores deste programa, o sistema detecta padrões de comportamento utilizados em operações de vigilância na preparação de atentados terroristas e em seguida classifica o grau de ameaça.

 

Na prática, quem for apanhado nas câmeras de vigilância a tirar fotografias ou a medir distâncias fará disparar um alerta no sistema. A ideia de um sistema que "prevê" a atividade criminosa tem levantado grande debate nas últimas semanas na internet, como muita gente a duvidar da sua eficácia, entre muitas citações do filme "Relatório Minoritário". Segundo a revista Newsweek, a Stratfor também ganhou com este negócio, ao assinar com a Abraxas um acordo que lhe dá 8% das vendas que recomende à sua extensa e milionária base de dados de clientes. O negócio data de 2009 e a newsletter da Stratfor já gabou esta "revolução no mercado da vigilância" várias vezes desde então, sem nunca referir a sua fatia no negócio.

 



 

 

in Esquerda.net 

in Wikileaks Discussion Forum

publicado por portuga-coruche às 07:07
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Ciganos discriminados no aluguer de casa para férias

Ciganos discriminados no aluguer de casa para férias
Empresa que aluga casas para férias no Algarve pede cauções entre cinco mil e dez mil euros para clientes ciganos. SOS Racismo já apresentou queixa.

 

Uma empresa de aluguer de apartamentos e moradias de férias no Algarve está a cobrar cauções diferentes a clientes ciganos. O valor máximo, que é vinte vezes superior ao previsto para outros clientes, pode atingir os 10 mil euros e está explicitado nos Termos e Condições na página de Internet.

O SOS Racismo, que denunciou a situação, já apresentou queixa na Comissãopara a Igualdade e Contra a Desciminação Racial (CICDR). "A discriminação racial no sector do turismo e da habitação não é nova; porém, esta é uma das raras situações em que uma empresa afirma publicamente e por escrito, uma prática discriminatória incluindo-a no clausulado dos contratos que celebra com os seus clientes", refere a associação, em comunicado.

A polémica está no ponto 4 das cláusulas, onde pode le-se: "Para clientes de etnia cigana, o valor do depósito para um apartamento é de no mínimo 5.000 (cinco mil) euros e para uma vivenda: 10.000 (dez mil) euros". De acordo com a empresa,o valor da caução para qualquer outro cliente pode variar entre os 100 e os 500 euros.

Ao Expresso, o gerente da Silmar, Fernando Rebelo, alega que não existe qualquer descriminação. "Não se trata de uma questão de raça, mas de risco. Há dois anos, os sócios da empresa decidiram-se por esta exigência, depois de, em casas alugadas a clientes de etnia cigana, terem desaparecido todos os eletrodomésticos e até os cortinados", refere.

"Nós não temos qualquer cláusula que impeça o aluguer a clientes ciganos. Mas temos uma, de que ninguém fala, que nos reserva o direito de não alugarmos a grupos de jovens até aos 30 anos. O problema é o mesmo: o risco. As casas não são nossas, mas somos nós que temos de pagar todos os estragos causados no fim das férias", alega Fernando Rebelo.

José Falcão, do SOS Racismo, recusa os argumentos da empresa. "Não faz qualquer sentido a teoria do risco. O que há é uma generalização dos ciganos. Ou seja, a de que todos os ciganos roubam e que por isso as cauções têm de ser superiores". 

"Para quê? O que é que a polícia ia fazer? Nada", diz Fernando Rebelo



Ler mais: http://expresso.sapo.pt/ciganos-discriminados-no-aluguer-de-casa-para-ferias=f751167#ixzz25gY8BOUb

 

 

 

Por Ricardo Marques

in Expresso

 

Comentários pertinentes:

 

jbooo, ontem às 15:05
meu caro a isso chama-se análise de risco. Se fores fazer um seguro para um carro pagas mais consoante o carro, consoante a idade do condutor, consonate o seu histórico etc.
Se fores pedir um empréstimo ao banco a mesma coisa.
Aonde é que está a dúvida'
That s business..

 

(Professor.com.muita., ontem às 19:00)
Aliás, a SOS racismo luta contra esta grave discriminação feita aos ciganos.
E quem luta pelos jovens com menos de 30 anos, que lá porque nas viagens de finalistas destroem os apartamentos não deviam ser alvo de "idadismo"
Ou os doentes ao fazer seguros não deviam entãao ser vítimas de "Doencismo".
Vou contar uma história que me contou um amigo que trabalha na mercedes.
Eles têm um preço de viatura estabelecido elevado e depois fazem generosos descontos que chegam a mais de 5000€. Porém, não fazem descontos a ciganos. E porquê? Ao que parece os ciganos compram um mercedes S ou E novo ou quase novo, e andam com ele em cima de qualquer piso ou picada sempre a açapar, rebentando com as suspensões, e com as partes de baixo dos corros e até ás vezes com os apoios do motor, depois aparecm muito zangados no stand a protestar,a ccionando a garantia e ameaçando violência por lhes terem vendido um carro estragado. Se for vocÊ a fazer o mesmo ao stand mandam-no bugiar e se vcÊ for mostrar o carro à justiça riem-se de si.
Ao cigano eles mandam compor o popó todo porque senão aparecem uns 30 a fazer barulho e acoisa descamba.
Assim os 5 ou 6000€ dão para compor o carro.

 

(Professor.com.muita. ontem às 19:19)
O josé rachão não protesta?
Nos hospitais manchester não se aplica a ciganos (já vi 2 ou 3 vezes). Nem ordem de chegada.
Entra uma família de ciganos e ao fim de 5 minutos à espera começa a peixeirada colectiva. O pessoal do hospital após alguns enxovalhos passa-os à frente de toda a gente, e quem está à espera nem protesta, por muito doente que esteja. foram atendidos e saíram antes de eu sequer ter sido chamdao embora já lá estivesse à 1 ou 2 h (aconteceu acho que por 3 vezes com intervalo de meses e em urgências após o jantar, 21h 22h por aí)

 

(turno da meia noite, hoje às 3:18)
Fazem essas peixeiradas em todo o lado, a última que vi foi na Loja do Cidadão.
É só direitos e deveres nada?
Dá vontade de perguntar...afinal quem é racista?

 

(Mamaevovo, hoje às 10:40)
Exactamente!
Racistas são eles e não é pouco!
Já vivi num apartamento que os vizinhos de cima eram ciganos, ninguém queira saber os problemas que tive!
Uma vez juraram-me de morte só porque refilei quando me atiraram o lixo de casa deles para a minha varanda!
Deitavam o lixo todo pela janela sem sequer terem consideração nem pelos vizinhos, nem pelo logradouro ajardinado do prédio; desde fraldas a restos de comida ia tudo pela borda fora.
O nosso mal é sermos um país de brandos costumes pois se fossemos um pouco mais agressivos não faziam de nós parvos!

 

carlos-carlos, ontem às 15:11

São notícias destas que alimentam as pessoas de sentimentos mais extremistas.
É que o copo enche e depois acontece como na Suécia...
Porque motivo os senhores do SOS racismo, não vivem junto de ciganos?
Porque motivo eles não emprestam o carro ou um quarto aos ciganos?
Para ficarem bem com a sua consciência de burgueses, criam e militam estas ONG (com dinheiro nosso) e limitam-se a falar para a TV.
Os ciganos continuam a auto-marginalizarem-se, e esses senhores da SOS Racismo, não tem uma atitude pedagógica para eles se integrarem.
Eles também não querem, porque assim é a forma de receberem subsídios (dos nossos impostos) e ainda temos pena deles.
Há muita gente a estudar Maquiavel!

 

CãodaRosa , ontem às 21:53
Á luz dos princípios tudo os que se indignaram com a notícia tem razão, mas meus senhores tem de cair na realidade, tem de se deixar de ver as coisas só por esse prisma e a triste realidade é que os membros da etnia cigana, na generalidade, não cumprem com a suas obrigações, não respeitam as regras, fazem da extorsão um modo de vida e isso tem de acabar um dia, se calhar vai terminar de forma violenta, mas ninguém pode continuar a suportar os abusos dessa gente. Na província, algo impensável aqui há uns anos, exisem ciganos que vivem da extorsão que fazem aos comerciantes, conheço uma cidade onde desperados alguns já encerraram e todos os dias vejo entrar alguns para um estabelecimento onde almoçam e não pagam, é o preço para não partirem aquilo tudo. Coisas destas as pessoas calam para não serem vítimas do SOS Racismo e porque se falassem eram acusadas de tudo, mas estão a cavar a sua ruína. Quanto às casas de férias o SOS Racismo pode criar um programa para pagar os prejuízos a quem arrendar casas a ciganos e a destruição que eles provocam. Deixem-se de paternalismos bacocos, a violência não tarda vai estourar e quem é culpado é quem ajudou esta gente a pôr o freio nos dentes.

 

CDMN1 , ontem às 14:59
"Há dois anos, os sócios da empresa decidiram-se por esta exigência, depois de, em casas alugadas a clientes de etnia cigana, terem desaparecido todos os eletrodomésticos e até os cortinados"
Qual é a duvida? Acho que estão mais do que no seu direito.
É tão discriminatorio como qualquer seguradora ou banco, etc
A unica coisa "chocante" é a empresa ter de chegar a este ponto...

 

Silva4591 , ontem às 15:26
Eu vi o que uma família de ciganos fizeram a um apartamento, durante 15 dias na Fuzeta.
O espectáculo era indescritível de destruição.
No fim, o "chefe" da matilha ainda ameaçou de morte o proprietário se fosse queixar-se à GNR.
Os prejuízos ascenderam a largas dezenas de milhar de Euros!

Marco de Salvaterra , ontem às 15:35
Pois fiquem sabendo que vamos comprar um terreno na Quinta do Lago para montarmos a nossa feira e estacionarmos as nossas roulotes para fazer férias.
Comunidade cigana

 

JTcS , ontem às 15:44
...Bem se vê o quê que a Sociedade pensa dos Ciganos!
Agora pergunto, esta ideia foi construída porquê?
Resposta: Porque de facto os ciganos não contribuem em NADA para a sociedade, apenas servem para criar disturbios em todos os sítios por onde passam, só criam crianças mal educadas e ladras (coitadas não têm culpa, mas são fruto do meio onde crescem) e no fim somos nós que os andamos a sustentar quando eles, na sua maioria, vivem bem acima das possibilidades de grande parte dos portugueses.
E já que estamos numa de contas "estorias", aqui vai...
No Monte da Caparica, Almada, uma família de ciganos não pagava renda há 3 anos, o senhorio armado em racista expulsa-os de casa. Final da história... a família de ciganos muito agradecida, pega lume à casa antes de ir embora.

 

 

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publicado por portuga-coruche às 07:00
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