Sábado, 25 de Agosto de 2012

A aldeia andaluza que faz tremer o governo de Espanha

Marinaleda tem 2800 habitantes. Vive do trabalho comunitário e não aceita a troika nem a austeridade

 

Todos os caminhos parecem ir dar a Marinaleda. A localidade andaluza permanece calma e aparentemente indiferente, no pico do sol abrasador da tarde. Estão mais de 40 graus, são poucas as pessoas que se aventuram nas ruas. A toponímia da terra cruza a Avenida da Liberdade com a Rua Ernesto Che Guevara. O que fez esta terra de 2800 habitantes para de repente estar nas bocas do mundo e invadida de equipas de televisão que vão desde a chinesa e da poderosa Alemanha à omnipresente Al Jazira?

Há dias, os activistas do Sindicato Andaluz dos Trabalhadores (SAT), capitaneados pelo alcaide de Marinaleda, Juan Manuel Sánchez Gordillo, entraram em dois supermercados da região, carregaram uma dezena de carrinhos com bens de primeira necessidade e saíram sem pagar. Os produtos foram entregues a famílias que passam fome. A acção pretendia denunciar, segundo os seus autores, o facto de as grandes superfícies deitarem fora os produtos que não vendem numa altura que o desemprego na região é superior a um milhão e 200 mil pessoas e a fome atinge quase dois milhões e 200 mil espanhóis, segundo os sindicalistas.

Os activistas foram detidos pela polícia, posteriormente libertados e acusados judicialmente. O presidente da câmara de Marinaleda e deputado no parlamento regional da Andaluzia pela Esquerda Unida, Sánchez Gordillo, declarou aos media que desejava abdicar da sua imunidade parlamentar para receber o mesmo tratamento que os outros.

São 20 horas. Perto da Casa do Povo, portas meias com a sede do sindicato, as pessoas concentram-se. Está convocada uma assembleia, a forma que em Marinaleda se resolvem todos os assuntos. Durante a tarde, os carros com megafones convocaram as pessoas. Agora, à porta, estão uma centena de homens a fumar. Dentro da sala abafada pelo calor já se encontram sentadas cerca de 200 mulheres de todas as idades. Muitas delas abanam leques. As portas da Casa do Povo têm sobre as arcadas as inscrições, em letras de metal: “Um outro mundo é possível” e “Utopia”.

Esperam pacientemente Gordillo, que foi a Madrid, para discutirem as marchas convocadas para a manhã seguinte. Depois da prisão dos sindicalistas foi organizada uma “marcha de trabalhadores” que percorrerá várias regiões da Andaluzia para conseguir espalhar como um vírus as acções directas do sindicato. Esta é, segundo nos dizem os habitantes de Marinaleda, uma “assembleia de luta” – existem outras para discutir trabalho comunitário, investimentos da autarquia e todos os assuntos que interessam aos habitantes. Esperanza del Rosario Saavedra, teniente alcalde em Marinaleda – uma espécie de vice-presidente da câmara –, diz-nos que a situação na Andaluzia está mal. “Há 30 anos que a situação no mundo rural é má. Com a crise e a mecanização da agricultura, o trabalho tornou-se ainda mais precário e ainda há mais desemprego. A terra concentrou-se nas mãos dos grandes proprietários, que têm como objectivo ganhar dinheiro, e não garantir emprego”. No município vizinho de Marinaleda, Rubio, são visíveis grandes campos de girassóis a secarem ao sol, sem terem sido aproveitados. Na terra explicam-nos que são frequentes: são culturas subsidiadas pela União Europeia que quase não precisam de trabalho humano e que os proprietários recebem à cabeça, sem mesmo precisarem de colher o que foi semeado. Uma fraude proveitosa. Diferente é a vida aqui: desde o ano de 91 que, devido a um longo processo de luta, a população de Marinaleda tem a gestão comunitária de 1200 hectares de terra. Nesta povoação, todas as famílias têm trabalho nas terras e nas fábricas que foram construídas para transformar os produtos agrícolas. “Esta cooperativa e a terra são o sonho de muitas gerações de trabalhadores que, numa dada altura, tiveram a coragem de lutar por elas e de as conseguir”, garante Esperanza.

À sala da Casa do Povo chega finalmente Gordillo, com uma hora de atraso. Fala da marcha de amanhã e da importância de muitos estarem presentes. “Para evitar provocações que possam difamar o carácter pacífico do protesto, é preciso que esteja muita gente.” O presidente garante que há gente que se sente ameaçada “por os trabalhadores terem tocado no ponto da sacrossanta propriedade privada”. Revela ter recebido várias “ameaças de morte”. As intervenções na assembleia são práticas, como se temessem dar demasiadas informações aos órgãos de comunicação social presentes. Este antigo professor de História, presidente da câmara há mais de 30 anos, vestido de negro e, normalmente, de lenço palestiniano, vai assentando num caderno as pessoas que amanhã às sete horas vão apanhar as camionetas para a marcha, que começará por volta das oito no recinto da feira de Homachuelos. Terminada rapidamente a assembleia, a sala fica deserta, com as suas inscrições na parede, entre as quais a citação do ideólogo da independência de Cuba, José Martí: “Quem não tem a coragem de se sacrificar, deve ter pelo menos o pudor de se calar perante aqueles que se sacrificam” – uma estranha frase para encimar uma sala de discussão. Em Marinaleda, a participação é o critério da democracia.

Às sete da manhã – é ainda noite frente à sede do ayuntamento, mas a temperatura está nuns sufocantes 30 graus –, os mais de 150 inscritos já fazem filas para as três camionetas. Com 30 minutos de atraso, arrancam os veículos. Perto de mim vai Ruben. Vive em Marinaleda há seis anos, apaixonou-se por uma rapariga da terra. Como 90% da população da terra, é jornaleiro. Ao seu lado viaja a namorada do irmão, Cristina, desempregada, que é da Catalunha. Quando chegamos pelas 8.30 da manhã já lá estão 200 activistas do sindicato da zona. Com uma hora de atraso, menos de 400 pessoas iniciam uma marcha pelas estradas. Tirando a passagem de algum camião ou carro, ou alguns jornalistas que estão em locais de passagem, a caminhada decorre numa espécie de deserto que é a paisagem da Andaluzia entre povoações. A solidão dos marchantes não impede o grito das palavras de ordem. “Não somos banqueiros, não somos marqueses, somos andaluzes, somos jornaleiros”, é a mais repetida nas horas do caminho. O sol vai-se tornando impiedoso. As pessoas da carrinha da frente vão pousando garrafas de água na estrada, que todos compartilham com alguma sofreguidão. Depois de 12 quilómetros de marcha passa-se por uma propriedade com um portão de metal encimado por brazões. Um forte dispositivo da Guarda Civil está junto à entrada. É anunciado que, devido ao calor, faremos um descanso à sombra de umas laranjeiras, 500 metros mais à frente. A que se seguirá uma assembleia. A propriedade segue paralela à estrada e a concentração de todos faz-se frente a uma estação que está antes do portão da propriedade. Quando a marcha arranca, passa-se outra vez frente a ele. A Guarda Civil, amolecida por uma hora de sol, encontra-se mais longe. Como por magia, é dado um grito de ocupação. Cerca de metade dos marchantes corre para os portões e passa por uma zona ao lado cuja vedação tem um providencial buraco. Rapidamente, dezenas de pessoas entram. Atravessam um enorme jardim. E detêm-se em frente ao Palácio de Moratalla. Aí toma a palavra o porta-voz do SAT, Diego Cañamero (ver entrevista ao lado), que denuncia que a propriedade, de uma nobreza que viveu à sombra do franquismo, estava a ser transformada em hotel de luxo e que os seus proprietários deviam dinheiro aos trabalhadores e empresas que tinham feito as obras.

“Vamos estar aqui pacificamente. Não tocaremos em nada. Isto não nos pertence ainda e, se fosse nosso, também não tocaríamos”, garantiu. Sánchez Gordillo toma de seguida a palavra para explicar que esta ocupação simbólica serve para denunciar que, enquanto mais de um milhão de andaluzes não têm trabalho, “os nobres, a classe mais inútil de Espanha, continuam a deter grandes propriedades, grande parte delas sem dar trabalho às pessoas da região”. Passados dez minutos chega a Guarda Civil, que proíbe os jornalistas de fotografar o dispositivo militar, dizendo que incorrem no crime de desobediência. Informa os sindicalistas de que cercam a propriedade, que não entrará mais ninguém e que toda a gente que sair será identificada para futuro procedimento criminal. Acrescenta que espera uma ordem do juiz para desalojar os ocupantes e que eles se “tinham metido com gente importante”. Começa uma longa espera que acabará com a desocupação voluntária do palácio na manhã seguinte. Os jornaleiros vão circulando à volta do complexo, admirando as luxuosas instalações. Os mais novos encontram uma piscina e banham--se. Os mais de 40 graus convidam ao mergulho. Pouco a pouco, até os mais velhos perdem a prudência e entram na água. Os fotógrafos e as televisões registam este momento simbólico da ocupação em que os mais pobres se banham nas águas de um hotel de luxo. O porta-voz do sindicato resiste, talvez ciente das leituras menos católicas do acto. Indiferente ao possível aproveitamento está uma mulher de quase 70 anos. Até há pouco, foi uma das ocupantes de uma herdade da Junta da Andaluzia que o governo regional quer privatizar. Os jornaleiros do SAT estão em guerra, neste momento, por essa propriedade de 500 hectares e uma herdade do exército com 1200 hectares. Defendem que deviam ser entregues aos trabalhadores porque estão subaproveitadas. Junto à porta do palácio, Antonio posa para a fotografia ao lado da bandeira da República. Já com uma certa idade, ostenta uma tatuagem de uma unidade militar. Diz-me que estas acções são úteis. “Há três anos marchámos pelos caminhos privados até Madrid, para termos o direito a utilizar essas estradas. Levámos pancada forte da Guarda Civil, mas chegámos a Madrid e a lei foi alterada”, afiança o jornaleiro.

Ao sair da propriedade ocupada no início da noite, sou identificado pela Guarda Civil. Os locais saem mais abaixo, escapando ao registo. Explicam-me que quem é identificado é condenado a pagar uma multa de 300 euros. Trinta ocupantes voltam de camioneta para Marinaleda. No dia seguinte, a marcha começará às seis da manhã para quem sair da vila, e partirá do palácio, que a assembleia decidiu desocupar às oito da manhã. O objectivo da marcha será atingir a localidade de Pousada ao início da tarde. Na véspera, a delegada do governo PP de Madrid na Andaluzia pediu ao governo regional que pusesse Gordillo na ordem, “para pôr fim à absurda palhaçada que causa dano à imagem da região e de Espanha”.

Converso na tarde seguinte com alguns dos jovens que participaram na marcha. Ruben e Encarnación conheceram-se numa reunião sobre ensino público na vila. Há seis anos que ele veio viver para a terra. A sua casa, como a de grande parte da população, foi construída com apoio da câmara. Paga, como toda a gente, 15 euros por mês. Quando acabarem de pagar o que custou, a casa será deles. “Ao valor que a gente pagou foi abatida a nossa participação no trabalho de construção”, informa Ruben. Toda a gente tem trabalho na terra. Dantes vinha gente das aldeias vizinhas trabalhar a Marinaleda; agora, com a crise na construção, o trabalho concentra-se na terra e nas fábricas da cooperativa, mas é distribuído por todos. Ensino e habitação são apoiados pela câmara. Tudo é decidido por assembleia e nenhum dos eleitos da câmara recebe ordenado. Manolo é irmão de Ruben. São naturais de uma localidade próxima em que as tradições sindicais também são fortes. O pai é dirigente sindical. Manolo namora com Cristina, originária da Catalunha, que está desempregada. Com a crise e a luta das populações de Marinaleda, “as pessoas, mesmo de longe, começaram a ter conhecimento de que há formas diferentes de fazer as coisas”, afirma. Nem sempre isso é garantia da consciencialização de que há uma alternativa, esclarece Manolo. “Sou empregado num estabelecimento turístico de cinco estrelas. O meu patrão acha que toda a gente de Marinaleda é ladra. O problema é que, muitas vezes, o ponto de vista do patrão influencia os empregados”, diz. Encarnación garante que o modelo de Marinaleda funciona, exige é muito trabalho e participação. “Não há mais povoações a fazer, neste momento, o que nós fazemos porque não conseguiram ocupar as terras. Quando começámos, diziam que éramos loucos, mas os loucos conseguiram fazer coisas. Mas não é fácil, porque a luta dá muito trabalho.”

 

in iOnline

 

publicado por portuga-coruche às 12:21
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Sexta-feira, 24 de Agosto de 2012

EUA emitem alerta para "tempestade solar do século"

 Fotografia © www.nasa.gov

O Congresso dos Estados Unidos alertou os norte-americanos para a necessidade de se prepararem para uma forte tempestade solar, após alerta da NASA.

O Congresso dos Estados Unidos fez um alerta aos norte-americanos para estes se prepararem para aquilo que está a ser denominado como a "tempestade solar do século". Num documento elaborado pelos parlamentares, foi pedido às comunidades locais para se precaverem com os recursos necessários de modo a poderem abastecer as populações com um mínimo de energia, alimentos e àgua em caso de emergência. De igual modo, é destacada a importância de tomar medidas de prevenção adequadas a este tipo de fenómenos, articuladas entre as comunidades vizinhas, uma vez que é necessária uma boa coordenação entre todos.
Segundo avança o jornal espanhol "ABC", o texto do Congresso também cita várias informações elaboradas pela Protecção Civil, pelo regulador de energia eléctrica e pelo Departamento de Segurança Nacional dos Estados Unidos, explicando a forma de atuar perante estes fenómenos. O objectivo é incentivar as práticas preventivas, bem como definir a natureza da ameça, de forma a que os cidadãos possam estar preparados.
Espanha, Alemanha, França e Reino Unido, são alguns dos países que, tal como os Estados Unidos, já estão a tomar "importantes medidas ao nível da prevenção".
Este mês a NASA alertou para que, em 2013, o Sol chegará a uma fase do seu ciclo onde grandes explosões e tempestades solares serão mais prováveis e deverão afetar o nosso planeta.
O Sol tem ciclos solares com média de 11 anos e atualmente estamos numa fase de aumento da atividade, o que se traduz em maior número de manchas na superfície da estrela. É possível que haja outros ciclos mais longos, mas só existem registos das manchas solares desde meados do século XVIII. Por isso, é difícil fazer previsões sobre a atividade da nossa estrela.
Teme-se sobretudo uma tempestade electromagnética semelhante à de 1859, conhecida por Evento Carrington. Essa erupção foi tão intensa, que os sistemas de telégrafo, na altura incipientes, foram seriamente afetados. Se houvesse redes eléctricas, elas teriam sido destruídas. As auroras boreais foram visíveis em latitudes muito a sul, nomeadamente em Roma.

 

 

Por Luis Manuel Cabral

in DN Ciência

 

publicado por portuga-coruche às 07:07
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EUA: Dispara sobre a mulher após falar com os gatos

Marido de polícia reformada ficou furioso quando ela recebeu fotos de genitais de outros homens

Um norte-americano de 61 anos foi condenado a dez anos de prisão depois de disparar na direcção da mulher, uma tenente da polícia de Oregon City, sete anos mais nova, que acabara de pedir a reforma. Acabou por falhar o tiro, que alegou ser "só para acordar", mas a juíza não ficou convencida. "Não se acorda ninguém com armas de fogo", disse.

 

Thomas Lee Nunes também recebeu um pedido de divórcio

O incidente ocorreu na madrugada de 23 de Junho, após uma saída nocturna do casal. Lisa Nunes estivera a conversar com outro homem num bar e, depois de este sair do local, começou a enviar-lhe fotografias dos genitais para o telemóvel.

Quando Thomas Lee Nunes viu as imagens ficou furioso e voltou de imediato para casa, consultando o perfil da mulher no Facebook em busca de provas de infidelidade.

De seguida, nas suas próprias palavras, fumou marijuana e falou durante 20 minutos com os gatos para tentar acalmar-se e "delinear um plano". Plano esse que envolveu entrar no quarto de hóspedes ao amanhecer, quando a mulher estava a dormir profundamente, e disparar um tiro que passou a apenas 30 centímetros do seu corpo.

Durante o julgamento, Thomas Lee sublinhou o quanto se sentiu traído ao aperceber-se da troca de mensagens de carácter sexual mesmo ao seu lado. "Tenho 54 anos e a relação que mantenho com o meu marido é inexistente. Flirtar com um homem mais novo estava a ser excitante, mas não era nada especial", retorquiu Lisa Nunes, que entretanto deu entrada com um processo de divórcio.

Uma das agravantes na condenação do homem de 61 anos, que tinha no cadastro uma troca de tiros com um agente da polícia, foi o facto de ter entrado numa esquadra de polícia com a pistola escondida nas calças. Alegadamente, queria entregá-la.

 

 

Por:L.R.

in Correio da Manhã

 

 

Estou mesmo a "ver" aquela conversa com os gatos...:

"O que é que vocês acham? vamos limpar a gaja? Olhem que isso significa mais 1 litro de leite por dia! Digam-me um  "miau" para despacha-la, dois "miaus" para desistir!

Os gatos: MIAU!

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Quarta-feira, 22 de Agosto de 2012

Vandalizam 80 automóveis no final das festas

Viaturas em exposição para venda também foram danificadas
 

 

 
Dezenas de carros danificados 

Cerca de 80 carros foram danificados na sequência de uma onda de vandalismo que ocorreu em Coruche, segunda-feira de madrugada, após o encerramento oficial das festas em honra de Nossa Senhora do Castelo.
Dois dos lesados são profissionais do ramo automóvel, que encontraram riscos profundos na pintura, pneus despejados e espelhos laterais partidos em várias viaturas que estiveram para venda naquele certame.
O cenário de vandalismo estendeu-se a outros carros que se encontravam estacionados em ruas próximas.
A GNR está a investigar e aconselha todos os lesados a formalizarem a participação para apurar ao certo o número de veículos que sofreram danos.

 

 

Por:J.N.P.

in Correio da Manhã

 

 

 

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Segunda-feira, 13 de Agosto de 2012

Agrupamento de Escolas Febo Moniz atacada

O site do agrupamento de Escolas Febo Moniz está a ser alvo de um ataque informático.

Os Piratas informáticos dizem: "Nós apenas queremos transmitir uma mensagem  da Síria. Pare de Mentir sobre o que realmente está acontecendo na Síria.!  Síria está enfrentando o terrorismo, mas você está cego da verdade  Estamos sofrendo com o terrorismo representado pela Irmandade Muçulmana ea Al-Qaeda Nosso exército é o exército sírio grande árabe é aquele que nos protege esses grupos Sírios Love Them Leader "Bashar Alassad"

 

 

in O Almeirinense

 

 

Pergunto eu, que sou de Coruche:

Mas que raio tem um agrupamento de escolas a ver com os meios de comunicação?

Com atitudes destas devem pensar que vão ganhar a guerra? Isso! Agora em Almeirim ninguém se mete convosco...... se aparecer alguém a pedir uma caralhota ou uma sopa de pedra e tiver cara de terrorista não vai ter sorte nenhuma, é que a malta anda cheia de medo pá.....

publicado por portuga-coruche às 07:17
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PJ apanha gangue que explodia multibancos

Oito homens foram detidos. São suspeitos de vários assaltos em várias zonas do país

 

A Polícia Judiciária apanhou e desmantelou um grupo que se dedicava ao assalto de caixas multibanco através de explosivos. Foram detidos oito homens na zona de Setúbal, mas os crimes ocorreram na Grande Lisboa, Aveiro, Setúbal e Coruche.

Vão ficar em prisão preventiva por decisão do juiz Carlos Alexandre, do Tribunal Central de Instrução Criminal, em Lisboa, devido a perigo de fuga e de continuação de atividade criminosa.

A operação da Unidade Nacional Contra-Terrorismo ocorreu em articulação com o DCIAP, «na sequência de uma complexa e laboriosa investigação». A associação criminosa dedicava-se a este tipo de assaltos com recurso à utilização de gases altamente explosivos colocados no interior das caixas multibanco, independentemente de se encontrarem ou não junto a locais de habitação.

As fortes explosões por si deflagradas causaram elevada destruição em todas as áreas envolventes, originando elevados riscos para todos aqueles que se encontrassem nas proximidades. Foram subtraídas elevadas quantias e causados prejuízos superiores a um milhão de euros.

A PJ conseguiu apreender, nas residências e garagens que tinham arrendadas em Setúbal, os materiais com que realizavam os assaltos, designadamente «kits» completos de bombistas com garrafas de gás, mangueiras, cabos de eletricidade, baterias de automóveis, além dos gorros e luvas.

Segundo fonte disse à agência Lusa, a PJ recuperou também a viatura, que foi roubada à mão armada, utilizada no último assalto a ATM feito pelo grupo em Aveiro, há cerca de 15 dias.

 

in TVI24

 

publicado por portuga-coruche às 07:10
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Trajes de tourear em exposição em Coruche

 

"Linhas Toureiras - A arte de Manuel & Margarida Marques" é o tema de uma interessante exposição que pode visitar a partir de 15 de Agosto no Museu Municipal de Coruche.
Iniciativa do Núcleo Tauromáquico do Museu, com o apoio da Câmara Municipal, esta mostra de trajes de toureiros da autoria dos alfaiates locais Manuel e Margarida Marques ficará patente ao público até ao próximo dia 7 de Outubro.
A não perder.

 

 

Foto D.R.

in Blog "Farpas"

publicado por portuga-coruche às 07:07
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NEOEN vai construir parque fotovoltaico com 70 hectares no concelho de Coruche

 

Franck Woitiez, administrador da empresa NEOEN, revela a O Ribatejo que a construção do parque fotovoltaico com 70 hectares em Coruche vai iniciar-se ainda no primeiro trimestre de 2013, e o início da produção de energia antes do final de 2013.

“A NEOEN ganhou o concurso público de adjudicação de mais de 40% da potencia de injeção de eletricidade na rede, disponibilizada durante o Concurso Publico fotovoltaico de 2010, promovido pela DGEG. Sendo assim, a NEOEN é o maior promotor de projectos fotovoltaicos em desenvolvimento em Portugal hoje em dia”, afirma Franck Woitiez.

Segundo o administrador da empresa, a NEOEN pagou uma contrapartida ao Ministério da Economia de um valor de 42 milhões de euros, para a atribuição definitiva dos direitos de produção de eletricidade no regime bonificado durante 20 anos. Isto para uma quantidade de 58 MegaWatts, que representa varias instalações na área da Grande Lisboa, incluindo um parque fotovoltaico com uma área de 70 hectares na zona de Coruche.

Este parque fotovoltaico terá uma potencia de 16 MW, que permite abastecer quase 10.000 fogos, e evitar a produção de mais de 10400 toneladas de Co2.

Este parque poderá criar até 60 postos de trabalhos durante a fase de construção e alguns postos na fase de exploração (20-25 anos).

As várias etapas do licenciamento estão em via de ser acabadas, a central encontra-se licenciada pela DGEG, e o projecto de Arquitectura foi aprovado em Janeiro de 2012 pela Câmara de Coruche.

“A NEOEN esta neste momento a desenvolver todos os seus esforços para obter um financiamento para iniciar a construção, tarefa muito complicada dado as turbulências na zona Euro”, afima Franck Woitiez, adiantando que a empresa conta poder iniciar as obras no primeiro trimestre de 2013, e o início da produção de energia antes do final de 2013.

O valor total do investimento a realizar pela NEOEN no Parque Fotovoltaico de Coruche ronda os 40 milhões de euros.

A escolha dos equipamentos não esta ainda fechada, pelo que mantém-se em aberto a possibilidade dos equipamentos da central poderem incorporar alguma tecnologia ou componentes de fabrico português.

A NEOEN é uma empresa francesa, criada em 2008, dedicada à produção de electricidade “verde”. A NEOEN é um produtor independente de energia, que desenvolve, financia, constroi e opera centrais de produção de energia renovável (biomassa, eólico, solar e eólico offshore).

A NEOEN terá no final de 2012 mais de 150 MW em operação ou construção, e tem como objetivo atingir os 1000 MW em 2015. Suportado por acionistas robustos, a NEOEN está desenvolver a sua atividade fora de França, tendo aberto a sua primeira subsidiária em Portugal em 2010.

 

Por João Baptista

in O Ribatejo

 

 

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Domingo, 12 de Agosto de 2012

Sentença inédita de juíza: ciganos são «traiçoeiros» e «subsídio-dependentes»

No acórdão que exarou a propósito do julgamento de cinco elementos de etnia cigana que agrediram militares da GNR em Felgueiras, a juíza Ana Gabriela Freitas referiu-se de forma surpreendente, para o que é a norma corrente nestes casos, à etnia cigana como «pessoas mal vistas socialmente, marginais, traiçoeiras, integralmente subsídio-dependentes de um Estado a quem pagam desobedecendo e atentando contra a integridade física e moral dos seus agentes».
Ana Gabriela Freitas generalizou ainda os comentários a toda a comunidade ciagana, afirmando que «está em causa o desrespeito da autoridade e, por arrastamento, a própria administração da Justiça» como o demonstram «os recentes acontecimentos da Cova da Moura, Azinhaga do Besouro, Quinta da Fonte e ainda culminando com a agressão selvática dos agentes da PSP em Felgueiras».
A magistrada do Tribunal de Felgueiras condenou os cinco elementos de etnia cigana acusados de agredir militares da GNR , aplicando-lhes penas de prisão efectiva e ao pagamento de indemnizações.
Na sentença, deu como provado que, durante os acontecimentos, os cinco homens agrediram os militares, e «as mulheres e as crianças guincharam selvaticamente, bateram e chamaram nomes» aos guardas. A juíza escreveu no processo que as condições habitacionais dos ciganos «são fracas, não por força do espaço físico em si, mas pelo estilo de vida da sua etnia (pouca higiene)». 
O acórdão termina com a juíza a assumir não vislumbrar «a menor razão para acolher a rábula da ‘perseguição e vitimização dos ciganos, coitadinhos!»
Relativamente aos réus que condenou, salientou que são «todos conhecidos dos agentes da GNR de Felgueiras por serem ‘clientes’ do posto e aí se deslocarem em virtude de desacatos, desordens, e ilícitos de variada natureza».

Ao comentar esta inédita sentença, o criminalista e antigo inspector da PJ,  Barra da Costa, sublinhou na sua página no facebook :«Não é só um bandalho, bem escudado nas dependências da presidência do conselho de ministros e no bloco, vir dizer/escrever há três ou quatro dias que o Ministro dos Negócios Estrangeiros, Dr. Paulo Portas, gosta de homens fardados! E que ainda que gostasse! 
Perguntem também a essa canalhada, que envergonha não só a raça deles, como a dos outros, aonde é que eles estavam e o que fizeram quando esta juíza «falou» o que acabaram de ler. E já foi no século XXI. Pois, mas é uma juíza! E se calhar é daquelas que até faz a história recuar umas décadas. Cobardes! Vendidos por um prato de lentilhas, quente e a horas! 
Na altura eu escrevi e publiquei, mas isso fui eu, que sou racista. Mas eu também sei que é sempre mais fácil atirar a pedra e esconder a mão, colocando-se por detrás de quem os apoia, para depois receberem o dinheirinho que os faz viajar até Israel, por exemplo, para aplaudir abertamente o extermínio dos palestinos e depois, às escondidas, por cá, com Rosário nas mãos, abençoarem a humilhação dos portugueses a que, hipócritas, dizem pertencer. Cobardes, pois claro. Assim como nós, que permitimos isto. Até ver!».
Ass. Com toda a estima do Barra da Costa

Também assinamos por baixo este comentário de Barra da Costa. Já é altura de acabar com a situação privilegiada em que vegetam  estes subsídio-dependentes do Estado (sejam ciganos ou outras raças e credos) sugando a sociedade sem nada produzirem de útil… para além de «mamarem» os subsídios sociais, muitos «engordam» à custa da vida marginal, têm bons carros ( basta fazer uma visita a alguns bairros limitrofes de Lisboa), e ainda se permitem agredir agentes  da autoridade que os querem pôr na ordem…Aplauda-se a medida do Governo de cortar regalias sociais a quem tenha cometido crimes e obrigar a trabalhar em prol da comunidade quem aufira o Rendimento Social de Inserção…já era tempo de pôr alguma ordem neste sector, que continuava impune porque essa gente dava votos em épocas eleitorais.Uma Justiça fraca,com pruridos ideológicos, incapaz de chamar os «bois pelos nomes» e de actuar em conformidade quando está em causa o desrespeito das autoridades, não é digna de um Estado de Direito.Esta sentença da juíza de Felgueiras não deixa de ser um «grito» no deserto…mas é um caminho que importa relevar.

 

Por Lucas Carré

in Blog "Crime digo eu"

 

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Segunda-feira, 6 de Agosto de 2012

As festas estão quase, quase....

Ana Moura, Azeitonas, toiros e muita animação nas festas de Coruche de 14 a 19 de agosto

 

Ana Moura é a cabeça de cartaz das Festas em Honra de Nossa Senhora do Castelo em Coruche que vão ter ainda espetáculos com os Azeitonas, inúmeras atividades taurinas, e muita animação, entre os dias 14 e 19 de agosto.
O programa das festas foi apresentado no sábado, no Observatório do Sobreiro e da Cortiça, pelos dirigentes da comissão de festas e da Irmandade de NS do Castelo de Coruche, a vereadora da Câmara de Coruche Fátima Galhardo.
A festa popular começa na noite de 14 de agosto com o fogo de artifício, no rio Sorraia. A vertente religiosa da festa continua bem enraizada e terá com ponto alto a Procissão em Honra de Nossa Senhora do Castelo, que se realiza no dia 15 de Agosto às 18h00. Outro momento alto das festas é o Cortejo Etnográfico e do Trabalho que, ao dia 17, percorre as ruas da vila, com centenas de participantes das várias freguesias e coletividades do concelho a representarem os hábitos e tradições dos tempos antigos.
 
A festa brava vai estar em grande destaque nesta edição das festas. As touradas à corda, típicas dos Açores, e as largadas de toiros vão trazer muita animação às ruas do centro histórico da vila nos dias 14, 16 e 18.
A praça de toiros de Coruche recebe dois espetáculos taurinos nos dias 17 e 19 de agosto.
No dia 17 de agosto Coruche receberá “um cartel de competição” com os cavaleiros António Telles, Rouxinol e Salgueiro, e os forcados amadores de Coruche. No dia 19 a corrida é focada num “cartel de futuro”. Os cavaleiros Gilberto Filipe, Manuel Ribeiro Telles, Moura Caetano e Tomás Pinto e os praticantes Salgueiro da Costa e João Branco disputam o lugar de melhor cavaleiro em praça. A corrida conta com a participação dos forcados de Coruche e do Aposento da Moita.

 

Por João Baptista

in O Ribatejo

 

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