Quarta-feira, 30 de Novembro de 2011

Activistas atacam site da Assembleia da República

O site do Parlamento tem estado intermitentemente indisponível ao longo da noite de terça-feira depois do colectivo LulzSecPortugal ter anunciado um ataque à página da AR.

«Abram fogo: parlamento.pt», escreveu o LulzSecPortugal no twitter cerca das 20h. «Tango down» (alvo eliminado), era anunciado momentos depois.

O ataque contra a página do Parlamento consistiu num DDoS, uma acção coordenada que visa entupir o acesso a um site, e é o mais recente numa série de acções que o colectivo tem levado a cabo no último mês. Recorde-se que a 7 de Novembro o LulzSec tornou inacessível vários sites ligados ao PSD e ao Ministério da Justiça. Portal das Finanças, Ministério da Educação, JSD, Parque Temático da Madeira, RTP, SAPO, Câmara de Serpa e Câmara de Lagos foram outra entidades visadas.

Esta semana, foi a vez da Polícia de Segurança Pública ver dados de vários dos seus agentes serem divulgados pelo grupo em represália por alegados actos de violência policial à margem da manifestação dos indignados a 24 de Novembro em Lisboa.

Uma segunda conta no twitter citada pelo LulzSecPortugal anunciou também esta terça-feira que está em preparação uma acção de grande envergadura que terá início a 1 de Dezembro.

SOL

 

 

publicado por portuga-coruche às 07:00
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Terça-feira, 29 de Novembro de 2011

Ruína na produção de pinhão

 
Insecto é responsável por quebra de 85 % da produção de pinhão

Floresta: Quebra de 85 porcento reduz dos 5 milhões de quilos para 720 mil

 

Os produtores de pinhão estão desesperados com a quebra de 85 por cento da produção, em 2011, devido à destruição do miolo por uma praga do insecto Leptoglossus occidentalis que atacou as principais manchas de pinhal do País. Se em 2010 o sector gerou uma receita de 84 milhões de euros – 95 por cento desse valor em exportações – este ano está previsto um encaixe de 12,6 milhões de euros.

 

"É a ruína do sector dado o avultado prejuízo nas receitas. Estão também em causa milhares de postos de trabalho durante a campanha, que começa em Dezembro, e na transformação", disse ao CM Hélio Cecílio, presidente Associação de Industriais do Miolo de Pinhão (AIMP).

Na campanha de 2010 foram produzidos 120 milhões de quilos de pinhas, com um preço médio de 70 cêntimos o quilo. No total, geraram perto de cinco milhões de quilos de pinhão. Com o aparecimento desta praga, os industrias prevêem uma redução, em 2011, para 720 mil quilos.

Sem pinhões no mercado, certo é que o apreciado fruto será alvo de uma forte inflação. "Não se pode prever o preço do mercado. Este ano ainda vai haver, mas em 2012 a produção de pinhão será zero", avisa o dirigente e produtor na zona de Coruche, que já reuniu com o ministério da Agricultura para apresentar as dificuldades do sector. As soluções para combater esta praga, oriunda da América do Norte e que chegou à Europa em 1999, destruindo o sector em Itália, serão discutidas na quarta-feira entre investigadores italianos, espanhóis e portugueses.

 

in Correio da Manhã

 

 

publicado por portuga-coruche às 08:00
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CDS/PP tem novos responsáveis concelhios em Coruche

Vasques Freitas Gomes é o novo presidente da comissão política concelhia do CDS/PP de Coruche.

O novo líder, eleito na sexta-feira, 25 de Novembro, terá José António Silva como vice-presidente, João Doutor como secretário, e António Oliveira e José Nunes como vogais.

Esta comissão política “assume o combate autárquico com o seu objectivo primordial”, segundo um comunicado de imprensa desta estrutura, para quem “urge encontrar soluções que, não agravando a situação financeira, aproveitem os parcos recursos disponíveis para promover o desenvolvimento, o emprego e a melhoria das condições de vida das populações mais desfavorecidas”.

Para a mesa da assembleia concelhia, foram eleitos Abel Santos como presidente, Mariana Caçador como vice-presidente, e Susana Silva como secretária.

A Juventude Popular (JP) foi também a votos, sendo agora liderada por Bernardo Caçador, que tem Mariana Caçador como vice-presidente, João Balhé como secretário-geral, e António Ferreira e Vítor Silva como vogais.

 

in O Ribatejo

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"Perigoso Alemão" afinal é estudante Erasmus!

Segundo fontes ligadas ao processo o jovem alemão detido que a imprensa se apressou a reputar do “monstro” e que tinha um mandado de detenção da interpol e estava fichado pela polícia alemã, é um simples estudante de Erasmus. Para edificação dos leitores e para que conheçam as mentiras de um Estado ...

Polícia inventa perigoso alemão com mandado de captura da Interpol

A polícia e alguma imprensa apressaram-se a divulgar depois dos incidentes junto ao parlamento que o jovem alemão detido era conhecido como o “monstro”, tinha um mandado de detenção da interpol e estava fichado pela polícia alemã. Segundo fontes ligadas ao processo nada disso é verdade. Para edificação dos leitores e para que conheçam as mentiras de um Estado crescentemente policial, aqui fica o comunicado das pessoas que prestam apoio aos acusados:

 

COMUNICADO SOBRE OS ACONTECIMENTOS DO DIA DA GREVE GERAL DE 24 DE NOVEMBRO DE 2011

 

Considerando a manifestação de 24 de Novembro em Lisboa, dia de greve geral, os momentos de brutalidade policial que aí ocorreram, a difusão mediática destes acontecimentos e a natureza das acusações formuladas contra os manifestantes, sentimo-nos obrigados a reclamar o “direito de resposta” para impedir a calúnia gratuita e a perseguição política.

 

Acreditamos, por aquilo que vemos, ouvimos e lemos todos os dias, que a televisão e os jornais são poderosos meios de intoxicação, de controlo social e de propagação da ideologia e do imaginário capitalista. A maioria das vezes recusamo-nos a participar no jogo mediático. Desta vez a natureza e gravidade das acusações impele alguns de nós a escrever este comunicado. A leitura que fazemos da realidade e daquilo que é dito sobre os acontecimentos do dia da greve geral tornam evidente que:

 

I. Está em curso acelerado a mais violenta banalização de um estado policial com recurso a agentes infiltrados, detenções arbitrárias, espancamentos, perseguições, bem como a justificação política de detenções e a construção de processos judiciais delirantes sustentados em mentiras.

 

II. Sobe de escala a montagem jornalístico-policial que visa incriminar, perseguir e reprimir violentamente – veremos mesmo se não aprisionar – pessoas que partilham um determinado ideário político, pelo simples facto de partilharem esse ideário. A colaboração entre jornalistas e polícias na construção de um contexto criminalizante tem o seu expoente máximo nas narrativas delirantes da admirável Valentina Marcelino do Diário de Notícias e das suas fontes, como José Manuel Anes do Observatório de Segurança, Criminalidade Organizada e Terrorismo.

 

III. A participação na construção deste discurso por parte de inúmeras instâncias de poder, desde sindicatos e partidos até ao mais irrelevante comentador de serviço, cria o clima ideal para que o anátema lançado sobre os “anarquistas” ou os “extremistas de esquerda” ajude a legitimar a montagem de processos judiciais, a invasão de casas, as detenções sumárias. Ao contrário do que a maioria pensa, são realidades com as quais convivemos há já algum tempo.

 

Por isso mesmo, vimos deste modo dar a nossa versão do que aconteceu no dia 24 de Novembro. Sendo que acreditamos que estamos especialmente bem colocados para falar do que aconteceu porque criámos um “Grupo de Apoio Legal”, que acompanhou a manifestação e está a procurar defender judicial e publicamente os detidos nesse dia por forças da ordem pública.

 

Fazemo-lo não por se tratar de companheiros “anarquistas”. Aliás, não só nenhum deles se conhecia entre si antes de ser detido, como nenhum de nós conhecia previamente nenhum dos detidos – a própria polícia será testemunha de que nem sabíamos os seus nomes.

 

Fazemo-lo porque – ao contrário dos sindicatos – consideramos que é nossa responsabilidade, enquanto indivíduos lúcidos, activos e organizados, apoiar e mostrar solidariedade com todas as pessoas que se juntam a uma greve que nós também convocámos. Sobretudo para com aqueles que foram vítimas de repressão e perseguição na sequência desse dia.

 

Temos por isso acesso aos processos e estamos neste momento a reunir provas e testemunhos que possam repor a “verdade legal” que, sabemos já, chegará tarde de mais para ser atendida pelos ritmos e critérios jornalísticos. Sobre o que aconteceu no dia 24 Novembro em São Bento temos testemunhos, vídeos e fotos que documentam o seguinte:

 

_Não sabemos exactamente o que aconteceu nos segundos de agitação em que as grades de contenção foram derrubadas. Infelizmente não estávamos no local e não pudemos participar. Sabemos apenas que, na sequência dessa confusão, um grupo de três polícias infiltrados apontou um alvo, num canto oposto a onde se deu o derrube (na rampa junto à Calçada da Estrela). Esse alvo era um rapaz de 17 anos, estudante no Liceu Camões. Poucos minutos depois, já fora da manifestação e em plena Calçada da Estrela, os três homens não identificados abordaram o rapaz e enfiaram-no num carro sem anúncio prévio de detenção. Várias pessoas, entre elas alguns colegas e professores, manifestaram-se contra essa detenção, aparentemente injustificada. Mais tarde, outro homem com cerca de 30 anos é detido de forma idêntica.

 

_Pode-se ainda observar claramente em vários vídeos que as três detenções que tiveram lugar no local onde as barreiras policiais foram derrubadas foram levadas a cabo por agentes não identificados que entraram no corpo da manifestação para deter, arrastar e algemar sem qualquer aviso os manifestantes. Segundo as leis que os próprios dizem defender, qualquer detenção com estas características tem um nome: sequestro.

 

_Já no fundo da Calçada da Estrela, três jovens dirigiam-se ao Minipreço da Rua de S. Bento quando um grupo de quatro homens que não se identificaram como agentes policiais, agarrou um deles e o encostou à parede. Enquanto um dos agentes à paisana afastava os outros dois, um rapaz com 21 anos de origem alemã era agredido brutalmente, como foi testemunhado por várias pessoas e registado em vídeo. Tudo indica que o agente que a polícia diz ter sido ferido se magoou na sequência desta detenção ilegal no momento em que o rapaz alemão procurava resistir a uma agressão sem sequer perceber ainda o que lhe estava a acontecer. A polícia veio mais tarde justificar a sua acção pelo facto de o rapaz ser perigoso e procurado pela Interpol.

 

Parece-nos da ordem do fantástico que todos os jornalistas e comentadores que se pronunciaram sobre o sucedido pareçam acreditar que um juiz de instrução possa libertar imediatamente alguém procurado pela INTERPOL.

 

O que para nós fica claro, após os acontecimentos descritos, é que se preparam novos métodos de contenção social e se assiste a uma escalada na repressão de qualquer gesto de contestação.

 

Neste contexto, o anúncio de que o ataque às montras de repartições de finanças foi obra de “anarquistas extremistas” é o corolário de uma operação que visa marginalizar e criminalizar toda a dissidência e toda a oposição activa ao regime que se procura impor. Não é apresentada nenhuma prova, nenhum indício que sustente sequer uma suspeita, quanto mais uma acusação.

 

Tornou-se uma evidência nestes anos de crise que os Estados e os seus gabinetes de finanças, têm em curso um roubo organizado das populações, através de impostos que servem em grande medida para cobrir os grandes roubos nas altas esferas do poder e da economia. Neste sentido, a criminalização dos anarquistas, e a sua identificação como o inimigo interno, serve sobretudo para isolar esses acontecimentos do crescente sentimento de revolta e da tomada de consciência social que atravessa a sociedade no seu todo.

 

Dito isto, é preciso salientar que um “anarquista” é, antes de tudo, um defensor da liberdade individual, da autonomia e da organização horizontal e igualitária; Que, não existindo nenhum partido ou organização central que emita uma posição correspondente àquilo que “todos os anarquistas” pensam, este comunicado é apenas uma visão parcial de alguns indivíduos que partilham um património filosófico e social que são as ideias anarquistas. Uma versão naturalmente sujeita a críticas e discussão por parte dos nossos amigos e companheiros.

 

Por fim, gostávamos apenas de recordar a todas as pessoas que lutam para manter a sua lucidez, que o regime implantado no dia 28 de Maio de 1926 começou precisamente por se justificar com a necessidade de combater a anarquia e de reprimir os anarquistas, que nessa altura se organizavam em torno da Confederação Geral do Trabalho. Hoje é fácil perceber a natureza desse regime, nessa altura não o era.

 

Ontem como hoje, cada um de nós tem que decidir individualmente se toma posição activa contra o que está a acontecer ou se, com a sua passividade, colabora com o estado de coisas.

 

Grupo de Apoio Legal para o 24N

Lisboa, 28 de Novembro de 2011

 

Por Nuno Ramos de Almeida

in Blog Cinco Dias

 

 

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Mário Soares: "Se a Europa não muda, terá de haver uma revolução"

 

"Se a Europa não muda, terá de haver uma revolução"

 

Mário Soares diz estar preocupadíssimo com a situação na Europa e admite que podemos estar em vésperas de “uma revolução”.

Em entrevista ao jornal 'i', Mário Soares diz que "a Europa está numa crise profundíssima, está à beira do abismo" e "a União Europeia está desorientada", lembrando que "dantes era constituída por duas grandes famílias políticas: os socialistas e os democratas-cristãos, que seguiam a doutrina social da Igreja. Hoje não há democratas-cristãos, ou quase não há, porque já não seguem a doutrina social da Igreja, seguem o neoliberalismo, tendo o dinheiro como principal valor. Estas duas famílias políticas foram colonizadas pelo neoliberalismo". E aponta um dos culpados pela actual situação da Europa: "O senhor Blair teve uma importância maléfica nisto tudo, porque convenceu bastantes partidos socialistas europeus a converterem-se à 'terceira via'".

Considerando "grave" a nomeação de primeiros-ministros não eleitos, como aconteceu em Itália e na Grécia, o histórico socialista defende que, para subsistir, a Europa "não pode deixar de ser uma federação democrática". E se o actual estado de coisas no Velho Continente não mudar "vai ser terrível. Não só para nós, europeus, mas para o resto do mundo. E não sabemos onde podemos parar". Assim sendo, conclui: "terá de haver uma revolução. As revoluções às vezes são rupturas e resolvem os problemas. Tenho alguma esperança numa revolução pacífica, não violenta, mas na ruptura profunda. Não gostaria de uma revolução violenta no meu País. Seria terrível para todos".

Na mesma entrevista, o ex-Presidente da República criticou ainda o comportamento da 'troika'. "A troika, como diz, bem, o presidente do BPI, é um conjunto de tecnocratas de quinta ou sétima linha, que julgam poder governar por nós. Alguém aceitará que tecnocratas estrangeiros, de várias procedências, governem o nosso País? Mas por que carga de água?", disse. E o mal, frisou Mário Soares, é os conselhos da troika estarem a ser "acolhidos pelo Governo. Como se fossem ordens. Ora nós estamos a cortar tudo e não estamos a construir nada para obter maior crescimento económico e para reduzir o desemprego. Se assim continuar, daqui a um ano vamos estar pior do que estamos hoje".

 

in Económico

 

 

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Segunda-feira, 28 de Novembro de 2011

Plataforma 15 de Outubro «repudia violência policial»

Para esta terça-feira, está marcada uma conferência de impresa, frente ao Ministério da Administração Interna

 

A Plataforma 15 de Outubro, que integra o movimento dos indignados,vai dar uma conferência de imprensa,na terça-feira, junto ao Ministério da Administração Interna, para «repudiar a violência policial» exercida sobre cidadãos que participaram na manifestação da passada quinta-feira.

Segundo a Plataforma 15 de Outubro, elementos policiais, fardados e à civil, estiveram presentes na manifestação realizada no dia da greve geral, entre o Marquês de Pombal e a Assembleia da República, a «incitaram à violência por palavras e acções», escreve a Lusa.

Na tarde de quinta-feira, alguns manifestantes tentaram, durante o protesto que decorreu em frente à Assembleia da República, subir as escadarias do edifício, o que motivou a intervenção policial e resultou em sete detidos e um agente ferido.

Entretanto, a PSP anunciou a abertura de um inquérito interno de averiguações sobre o vídeo das agressões a um jovem alemão após a manifestação.

O ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, elogiou o trabalho da polícia, considerando que a PSP deu a resposta «ponderada, sensata e competente da PSP».

A Plataforma 15 de Outubro contesta as declarações do ministro e considera a acção policial «ilegítima» e «ilegal», sublinhando que também os piquetes de greve «foram claramente atacados por elementos da polícia armadas com caçadeiras e metralhadoras».

Para esta plataforma, o Governo pretende «criminalizar e julgar em praça pública os movimentos sociais e sindicais em luta conjunta contra as políticas de retrocesso social e histórico» em dia de greve geral.

O movimento diz ainda que o Governo adoptou «práticas típicas de regimes autoritários e repressivos, como o emprego de agentes provocadores entre manifestantes pacíficos, utilização indiscriminada de violência contra cidadãos de forma absolutamente avulsa, desproporcionada e ilegítima, ataque a piquetes de greve e detenção indiscriminada de transeuntes e manifestantes pacíficos».


Por: Redacção / PP
in TVI24

 

 
 Foto de Agente Infiltrado
Após a agressão (Dá para ver que tem braços e peito de "gorila", possivelmente treinado para estas intervenções mais "musculadas")

Fotos in Blog Cinco Dias

 

Com acções como estas a nossa "democracia" desceu para o mesmo nível da Turquia.....

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A especulação financeira «vai arrasar tudo»

Louçã defende que dívidas públicas devem ser retiradas «das garras do capital financeiro»

 

 

O líder do Bloco de Esquerda defendeu este domingo em Santarém que as dívidas públicas sejam retiradas «das garras do capital financeiro», passando o Banco Central Europeu a financiar os Estados, «exactamente como acontece nos Estados Unidos e em Inglaterra».

Francisco Louçã referia-se às notícias que dão conta de um «gigantesco plano de resgate» da Itália por parte do FMI, da ordem dos 600.000 milhões de euros, para frisar que «é toda a Europa, todo o euro, todos os europeus que estão a ser atingidos pelo capital financeiro».

No seu entender, se não for o BCE a financiar os Estados, «o euro será destroçado por esta via gananciosa, liberal, agressiva» que, afirmou, tem vindo a ser imposta pela chanceler alemã, Angela Merkel.

Para o coordenador do BE, a especulação financeira «vai arrasar tudo», considerando que a decisão da Alemanha que esta semana retirou emissão de dívida pública prova que a pressão financeira já se faz sentir «no centro dos mais ricos, dos mais poderosos».

Segundo Louçã, «a ser verdade o que diz imprensa italiana, de que vai ser necessário um plano de resgate para Itália, para o qual não há dinheiro, ou então Espanha, para o qual também não há dinheiro, é porque o plano do FMI e da Comissão Europeia destruiu de tal modo a economia europeia que não há alternativa».

Francisco Louçã defendeu a existência de «um plano B», que deve passar pela emissão de eurobonds, de políticas europeias para o emprego e por mais cooperação económica.

«É decisivo saber se vai haver ou não intervenção do BCE para retirar a dívida pública dos mercados financeiro. Se o fizer, o euro salva-se, se não, o euro entra em colapso em pouco tempo», advertiu.

Para o líder bloquista, a saída de Portugal do euro «não é uma boa alternativa», já que uma nova moeda seria de imediato desvalorizada, com todo o impacto nos salários, nos impostos, nos preços.

 

in Agência Financeira

 

 

publicado por portuga-coruche às 07:05
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"Ajudinha" vai custar 34.400 milhões de euros!

Portugal vai pagar 34.400 milhões de euros em juros pelos empréstimos da troika, dizem Finanças

 

 

Portugal vai pagar um total de 34.400 milhões de euros em juros pelos empréstimos do programa de ajuda da troika (Comissão Europeia, Banco Central Europeu e Fundo Monetário Internacional), segundo dados do Governo.

 

Este valor foi apresentado pelo Ministério das Finanças em resposta a uma questão de Honório Novo, deputado do PCP.

O total do crédito oferecido a Portugal no âmbito do programa de assistência da troika é 78 mil milhões de euros.

Durante o debate parlamentar do Orçamento Rectificativo para 2011, no final de Outubro, o deputado comunista pelo Porto perguntou: "Quanto é que serão os juros globais desta ajuda? Quanto é que Portugal pagará só em juros para nos levarem pelo mesmo caminho que a Grécia, ao empobrecimento generalizado do país?".

A resposta do Ministério das Finanças, 34.400 milhões de euros, corresponde ao valor total a pagar ao longo do prazo dos empréstimos.

Isto presumindo que Portugal recorre integralmente ao crédito disponível. Ou seja, que "é utilizado na totalidade" o montante destinado às empresas do sector financeiro - os 12 mil milhões de euros reservados para a recapitalização da banca.

Na resposta do Ministério das Finanças a Honório Novo nota-se ainda que as condições dos empréstimos concedidos por instituições europeias são bastante mais favoráveis que as dos créditos do FMI.

Os empréstimos do Fundo Europeu de Estabilização Financeira (FEEF) ou do Mecanismo Europeu de Estabilidade (MEE) têm uma maturidade (duração) média de 12 anos, a uma taxa de juro média de 4%.

Já os empréstimos do Fundo têm uma maturidade média de sete anos e três meses, e uma taxa de juro média de 5% - mas neste caso "a taxa de juro é variável, à qual acresce um 'spread' [diferencial] que depende do montante em dívida e pode chegar a perto de 400 [pontos base] depois dos três primeiros anos", lê-se no documento das Finanças.

Contactado pelo Negócios, o Ministério não quis fazer qualquer comentário à notícia.

 

Por Lusa

in Negócios Online

 

 

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Sábado, 26 de Novembro de 2011

As primeiras "desculpas" .....

Desordem na Calçada da Estrela, Lisboa

Bastonadas da PSP foram resposta a espancamento (COM VÍDEO)

 Detenção foi gravada e partilhada nas redes sociais

As agressões da PSP a um jovem radical alemão de 21 anos, filmadas por um telemóvel ao princípio da noite de quinta-feira na Calçada da Estrela, em Lisboa, e enviadas por email para as redacções dos órgãos de comunicação social, vão ser alvo de um inquérito interno por parte da Direcção-Nacional desta força de segurança. Fonte oficial da Polícia prometeu conclusões para a próxima semana, mas o CM sabe que o uso excessivo de força por parte dos agentes à civil filmados foi encarado como último recurso para parar a vaga de violência do militante anarca.

 

O jovem, que segundo várias fontes policiais disseram ao CM está ‘fichado' na Alemanha pelos crimes de participação violenta em rixas públicas, atacou sem razão aparente um dos vários agentes de investigação criminal que a PSP espalhou pelos arredores da Assembleia da República. O polícia, pertencente à Divisão de Investigação Criminal de Lisboa, foi espancado a murro e pontapé. O agressor teve até "requintes de malvadez", ao enfiar dois dedos nos olhos da vítima. Sem capacidade de resposta perante a maior envergadura física do jovem alemão, o polícia chegou a desmaiar por alguns segundos.

Vários colegas do agente espancado aperceberam-se da gravidade da situação e, de imediato, intervieram. No entanto, nem quando se viu suplantado em número pela PSP o jovem alemão cedeu. Resistiu violentamente, e só à bastonada foi possível detê-lo.

A Polícia, no entanto, viu-se obrigada a deixá-lo em liberdade, notificando-o para se apresentar na sexta-feira de manhã no Tribunal de Pequena Instância Criminal. O julgamento do detido acabou por ser adiado para 6 de Dezembro, e a PSP não tem agora quaisquer garantias que o jovem alemão se apresente perante a justiça portuguesa.

Depois das manifestações de violência da greve geral de quinta-feira, a PSP tem a atenção redobrada a uma série de alvos de movimentos anarquistas. O ataque com cocktails molotov da madrugada de quinta-feira a três repartições de finanças de Lisboa estava previsto há semanas. De resto, por se tratar perante a lei de crimes de dano, a PSP assumiu a investigação dos mesmos. E trabalha já para evitar novas situações.

 

 

Por: Miguel Curado

in Correio da Manhã

 

No vídeo vê-se bastante bem que antes das bastonadas o jovem já se encontrava controlado no chão, podem ver o vídeo no post anterior. Afinal onde ficamos?

Existe também, divulgado por várias fontes, polícias infiltrados que usaram técnicas de "contra-fogo" de modo a poderem intervir, prender e agredir sempre que consideraram necessário. Quem ordenou este tipo de actuação? Afinal a polícia existe para segurança e protecção do povo ou para o tratar como uma ameaça e à bastonada? Afinal de quem é o país?

Se as autoridades, eleitas por nós, povo português, acham que isto aqui é o "come, cala e não bufes", estão bem enganados! E não sou eu que sou uma ameaça à democracia nem à segurança do país, são "eles", é a polícia, nomeadamente aqueles que em vez de procurarem garantir a democracia a abulem, obedecendo a ordens superiores ou simplesmente por acharem que sendo representantes da autoridade são a lei! "Eles" também tem filhos e terão netos. Esta "terra queimada" será aquilo que lhes deixarão de herança. Cada vez que um polícia abusa do poder não atenta só contra a liberdade das suas vítimas imediatas, atenta contra a sua própria dignidade e contra o respeito que todos deveríamos ter pela polícia. Para nós, nessas alturas, deixa de haver polícias e passam a existir jagunços. 

Já sei, qualquer dia bate-me a PIDE à porta! Não tenho medo, afinal quem vê o mal e não o condena é como se o tivesse ordenado. Prefiro dormir de consciência tranquila numa prisão do que me calar e não conseguir dormir a trasandar a cobarde. E tu? vais-te calar? Quem é que preferes ver de manhã quando olhas para o espelho? um cobarde ou alguém de quem te orgulhas?

O fruto que plantarmos hoje será aquele que os nossos filhos terão para colher amanhã.

 

Comentário Interessante:

 

Comentário feito por: Anónimo

HÁ AGENTES INFILTRADOS NAS MANIFESTAÇÕES , NA SUBIDA PARA A ESCADARIA DA ASSEMBLEIA ESTAVAM AGENTES AGITADORES COM TECNICAS USADAS NOS TREINOS DO CORPO DE INTERVENÇÃO

 

 

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Sexta-feira, 25 de Novembro de 2011

Jagunços nas forças de segurança

"Jagunço ou capanga é o nome que se dá, no nordeste brasileiro, ao indivíduo que, usando-se de armas, prestava-se ao trabalho paramilitar de proteção e segurança às lideranças políticas." 

in Wikipedia

 

 

 

 

 

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