Segunda-feira, 31 de Outubro de 2011

O descaramento dos políticos não tem limites!

As verdadeiras reformas de alguns políticos não são as que aparecem nos jornais

 

Andamos todos a falar das reformas vitalícias dos políticos. Assunto interessante e simbolicamente revelador da ausência de ética de uma parte (e não de toda) da nossa classe política. Mas, se me é permitido, acho que se falha no ponto. E que esta indignação compreensível pode acabar por servir como cortina de fumo para esconder o que realmente nos devia escandalizar. Não é no que os políticos recebem em reformas - medido em poucos milhares de euros - que encontramos o assalto feito ao Estado e aos seus recursos. É nas políticas que estes políticos impõem ao país. No preço que pagamos por elas. E na recompensa que os decisores recebem por desprezar de forma tão grosseira o interesse público.

 

Aconselho, por isso, a leitura de "Como os políticos enriquecem em Portugal", do jornalista António Sérgio Azenha e prefaciado por Henrique Neto. Pego aqui apenas nos números recolhidos junto do Tribunal Constitucional e reproduzidos neste trabalho de investigação. Deixo para um outro texto a análise mais pormenorizada do envolvimento destes ex-governantes em decisões concretas que podem explicar o interesse do sector privado por eles. Pego em apenas seis exemplos dos 15 analisados.

 

Joaquim Pina Moura ganhava, em 1994, 23 mil euros por ano. Entrou no governo e os seus rendimentos mais do que duplicaram. Natural, as suas responsabilidades também. Mas foi depois de sair da política que mudou de vida. Em 2003, um ano depois de sair do governo, ainda só recebia 172 mil euros por ano. Mas, em 2006, já como presidente da Iberdrola (depois de ter a pasta da economia, onde tomou decisões fundamentais para as empresas de energia), os seus rendimentos anuais eram de 700 mil euros por ano. Em doze anos aumentaram 2956%.

 

Jorge Coelho recebia 41 mil euros por ano, em 1994. Quando ocupou cargos executivos, passou a receber menos do dobro. Saiu em 2001 do governo. No início, a coisa não se sentiu muito. Só mais cinquenta mil euros por ano. Mas, passados uns anos, em 2009, já recebia 710 mil euros por ano, à frente da Mota-Engil. Isto, depois de ter sido ministro do Equipamento Social. O ministério que tratava dos negócios com as construtoras. Em 14 anos, o seu rendimento aumentou 1604%.

 

Armando Vara recebia 59 mil euros por ano em 1994. No governo, aumentou um pouco. Chegou aos cem mil euros em 2000. Saiu do governo e, inicialmente, ficou a perder. Mas só no primeiro ano. Subiu um pouco até 2004. Em 2007, já recebia 240 mil. Em 2009, 520 mil. E em 2010, como administrador do BCP - depois de estar, por nomeação política, na administração do banco do Estado -, 822 mil euros. Em 16 anos, os seus rendimentos aumentaram 1282%.

 

Não se sabe quanto recebia Dias Loureiro antes de ocupar cargos governativos. Não era, na altuea, obrigatória essa declaração. Mas sabe-se que estava muito longe de ser um homem abastado. Como ministro recebia, em 1994, 65 mil euros. Em 2001 já recebia 861 mil euros. Os seus rendimentos caíram depois. Já o que custou ao País, como se sabe, mede-se em muitos zeros à direita. Em sete anos, os seus rendimentos aumentaram 1225%.

 

Fernando Gomes recebia, como presidente da Câmara do Porto, 47 mil euros, em 1998. Como ministro, 78 mil euros. Foi em 2009, na GALP, que se deu uma súbita ascensão social: 515 mil euros anuais. E, no ano seguinte, 437 mil. Em 12 anos, o seu rendimento aumentou 975%.

 

António Vitorino recebia, antes de entrar no governo, 36 mil euros. Como ministro, 71 mil. Depois de sair do governo, 371 mil. Rendimentos que, com altos e baixos, foi mantendo: em 2005, recebia 383 mil euros. Em 11 anos, os seus rendimentos aumentaram 962%. Um caso de súbita competência na advocacia.

 

Aumentos desta amplitude só poderiam ser explicados por extraordinários casos de sorte ou por, como políticos, estes senhores terem revelado invulgares capacidades de gestão. Quando se repete um padrão torna-se difícil falar de sorte. Quanto à competência, cada um fará a avaliação que entender da maioria dos ministros que tivemos. Incluindo os casos referidos. E note-se que na maioria dos casos o currículo anterior à entrada num governo não chegaria sequer para ocupar um lugar de quadro intermédio nas empresas que acabam por dirigir.

 

A verdade é esta: em cargos governativos os ministros criam redes de contactos. Muitas delas alimentadas pelas decisões que tomaram e que lhes garantiram a simpatia de futuros empregadores. Fosse o contrário e dificilmente franqueariam as portas dos maiores grupos económicos.

 

Nunca devemos esquecer o caso de Joaquim Ferreira do Amaral que, depois de negociar a ruinosa parceria para a construção e exploração da ponte Vasco da Gama, foi dirigir a empresa concessionária, a Lusoponte. Em 15 anos, aumentou os seus rendimentos anuais em 328%. Ainda assim um número humilde, quando comparado com alguns dos seus colegas. Há casos como os de Armando Vara ou Fernando Gomes, em que é o seu partido a colocá-los diretamente nas empresas, sejam elas privadas, públicas ou com participação do Estado. Há outros em que se dedicam ao puro tráfico de influências. E outros em que recebem a recompensa do dinheiro que fizeram o Estado perder em favor de interesses privados.

 

Os nossos políticos não são nem mais nem menos honestos do que os de outros países. Como sempre, é a ocasião que faz o "ladrão". O problema é estrutural. E ele tem a ver com uma cultura de promiscuidade entre as empresas privadas e o Estado. Que tem dois sentidos. Um Estado permeável a todas as pressões - veja-se o tratamento de exceção fiscal que continua a ser dado à banca - e um sector empresarial pendurado no Estado. Se lermos os contratos das Parcerias Público-Privadas - recomendo mais uma vez a leitura de "Como o Estado gasta o nosso dinheiro", do juíz do Tribunal de Contas Carlos Moreno - e se analisarmos os processos de privatizações (sobretudo a de empresas que detêm monopólios naturais), percebemos como a nossa elite económica mantém a sua tradicional cultura rentista. Nunca quiseram menos Estado. E não é agora que o vão querer. Querem é o Estado fraco, permeável a pressões e anorético para os cidadãos.

 

Em tempo de vacas magras isto vai piorar. Se há menos para distribuir ficarão eles com tudo. Razão pela qual, mais do que estar atento às moralmente escandalosas - mas insignificantes para os valores de que falei neste texto - reformas dos políticos, devemos estar atentos às decisões que eles tomam. E não nos deixarmos perder com o acessório. O dinheiro que perdemos agora não será pago a quem nos rouba em reformas ou mordomias do Estado. Será pago com salários milionários em grupos empresariais privados para quem vende a nossa democracia em troca de carreiras interessantes. Os nomes destas pessoas interessam. Mas interessa mais saber o que torna isto possível.

 Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/-as-verdadeiras-reformas-de-alguns-politicos-nao-sao-as-que-aparecem-nos-jornais=f684379#ixzz1cNXxjvdm

 

 

Por: Daniel Oliveira (http://www.expresso.pt/)

 

in Expresso

 

 

publicado por portuga-coruche às 07:33
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Governo aconselha jovens a emigrarem

«Se estamos no desemprego, temos de sair da zona de conforto e ir para além das nossas fronteiras»

 

 

Os jovens portugueses desempregados devem emigrar, em vez de ficarem na sua «zona de conforto», disse no sábado o secretário de Estado da Juventude e do Desporto, Alexandre Miguel Mestre.

«Se estamos no desemprego, temos de sair da zona de conforto e ir para além das nossas fronteiras», disse o governante, que falava para uma plateia de representantes da comunidade portuguesa em São Paulo e jovens luso-brasileiros, citado pela Lusa.

Segundo o mesmo responsável, o país não pode olhar a emigração apenas com a visão negativista da «fuga de cérebros».

Para Miguel Mestre, se o jovem optar por permanecer no país que escolheu para emigrar, poderá «dignificar o nome de Portugal e levar know how daquilo que Portugal sabe fazer bem».

Caso a opção seja por, no futuro, voltar a Portugal, esse emigrante «regressará depois de conhecer as boas práticas» do outro país e poderá «replicar o que viu» no sentido de «dinamizar, inovar e empreender».

Com o intuito de capacitar o jovem português e aumentar os laços com outros países, o responsável diz que o governo português pretende incentivar também os intercâmbios estudantis e os estágios no estrangeiro.

A presença do jovem no estrangeiro será um dos temas abordados do Livro Branco da Juventude, que deverá ser lançado a 02 de Novembro, disse.

 

Por Redacção  PGM

in Agência Financeira

 

 

publicado por portuga-coruche às 07:10
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Guarda Fronteiriça protege cidadãos da polícia!!!!

 
 

"JT of USBorderguard.com about the Federal Reserve,  freedom, the REPUBLIC of The United States of America, and protecting people's
rights and safety from they tyranny of government and the police.

PASS THIS LINK AROUND

We need more people to wake up and realize that THIS is how this country is supposed to operate.

A RESPONSIBLE PEOPLE WITH WEAPONS IS A FREE PEOPLE!

That's how the people of this country got rid of the British and kept the Republic.

Time is calling, we need to do it again or lose this beautiful place, forever."

 

 
 
 

 

publicado por portuga-coruche às 07:09
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Quinta-feira, 27 de Outubro de 2011

Dias Loureiro não tenciona prescindir da “pensão” vitalícia….

Há seres sem um pingo de vergonha! Este é um deles!

 
Dias Loureiro, o antigo ministro, conselheiro, amigo e protegido de Cavaco Silva, não tenciona prescindir da sua subvenção vitalícia a não ser que a lei o obrigue, considera que a sua solidariedade para com o País é paga através dos seus impostos e dos impostos das suas empresas !!!??
 
 
Mas quais impostos e quais empresas??????
 
Acusado que está de danos no BPN no valor de 41,16 milhões de euros, conjuntamente com o Oliveira e Costa via SLN, da qual eram ambos administradores (a tal sociedade que deu lucros espantosos e mágicos a Cavaco Silva), Dias Loureiro escapou ao arresto ou penhora aos seus bens, depois de os investigadores terem analisado detalhadamente o seu património.
As conclusões desta análise mostraram que os imóveis estão registados em nome de familiares ou pertencem a empresas sediadas em paraísos fiscais. Além disso, as contas bancárias que o antigo braço direito de Oliveira Costa no BPN tem em seu nome possuam saldos médios que não ultrapassam os cinco mil euros.
Isto só prova que Dias Loureiro tem algo a esconder em relação à origem da fortuna que “amealhou” em poucos anos, e que por isso, dada a possível e aparentemente obscura proveniência dos lucros dos seus negócios, optara intencionalmente por não ter rigorosamente nada em seu nome.
Só falta dizer que este é o homem que em 1981 ganhava menos de cinquenta contos por mês como Governador Civil de Coimbra e que duas décadas mais tarde declarou rendimentos superiores ao Belmiro de Azevedo….
Então onde é que estão os impostos e as empresas!!???

 

 

in Blog Reino da Vadiação

 

 

publicado por portuga-coruche às 07:40
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Eduardo Galeano: quatro frases que fazem o nariz do Pinóquio crescer

 

A recuperação do planeta ou daquilo que nos sobre dele implica na denúncia da impunidade do dinheiro e da liberdade humana.
1 – Somos todos culpados pela ruína do planeta.

 

 
Eduardo Galeano não se cansa de dizer verdades
A saúde do mundo está feito um caco. ‘Somos todos responsáveis’, clamam as vozes do alarme universal, e a generalização absolve: se somos todos responsáveis, ninguém é. Como coelhos, reproduzem-se os novos tecnocratas do meio ambiente. É a maior taxa de natalidade do mundo: os experts geram experts e mais experts que se ocupam de envolver o tema com o papel celofane da ambiguidade.
Eles fabricam a brumosa linguagem das exortações ao ‘sacrifício de todos’ nas declarações dos governos e nos solenes acordos internacionais que ninguém cumpre. Estas cataratas de palavras – inundação que ameaça se converter em uma catástrofe ecológica comparável ao buraco na camada de ozônio – não se desencadeiam gratuitamente. A linguagem oficial asfixia a realidade para outorgar impunidade à sociedade de consumo, que é imposta como modelo em nome do desenvolvimento, e às grandes empresas que tiram proveito dele. Mas, as estatísticas confessam.. Os dados ocultos sob o palavreado revelam que 20% da humanidade comete 80% das agressões contra a natureza, crime que os assassinos chamam de suicídio, e é a humanidade inteira que paga as consequências da degradação da terra, da intoxicação do ar, do envenenamento da água, do enlouquecimento do clima e da dilapidação dos recursos naturais não-renováveis. A senhora Harlem Bruntland, que encabeça o governo da Noruega, comprovou recentemente que, se os 7 bilhões de habitantes do planeta consumissem o mesmo que os países desenvolvidos do Ocidente, “faltariam 10 planetas como o nosso para satisfazerem todas as suas necessidades.” Uma experiência impossível.
Mas, os governantes dos países do Sul que prometem o ingresso no Primeiro Mundo, mágico passaporte que nos fará, a todos, ricos e felizes, não deveriam ser só processados por calote. Não estão só pegando em nosso pé, não: esses governantes estão, além disso, cometendo o delito de apologia do crime. Porque este sistema de vida que se oferece como paraíso, fundado na exploração do próximo e na aniquilação da natureza, é o que está fazendo adoecer nosso corpo, está envenenando nossa alma e está deixando-nos sem mundo.
2 – É verde aquilo que se pinta de verde.
Agora, os gigantes da indústria química fazem sua publicidade na cor verde, e o Banco Mundial lava sua imagem, repetindo a palavra ecologia em cada página de seus informes e tingindo de verde seus empréstimos. “Nas condições de nossos empréstimos há normas ambientais estritas”, esclarece o presidente da suprema instituição bancária do mund o. Somos todos ecologistas, até que alguma medida concreta limite a liberdade de contaminação.
Quando se aprovou, no Parlamento do Uruguai, uma tímida lei de defesa do meio-ambiente, as empresas que lançam veneno no ar e poluem as águas sacaram, subitamente, da recém-comprada máscara verde e gritaram sua verdade em termos que poderiam ser resumidos assim: “os defensores da natureza são advogados da pobreza, dedicados a sabotarem o desenvolvimento econômico e a espantarem o investimento estrangeiro.” O Banco Mundial, ao contrário, é o principal promotor da riqueza, do desenvolvimento e do investimento estrangeiro. Talvez, por reunir tantas virtudes, o Banco manipulará, junto à ONU, o recém-criado Fundo para o Meio-Ambiente Mundial. Este imposto à má consciência vai dispor de pouco dinheiro, 100 vezes menos do que haviam pedido os ecologistas, para financiar projetos que não destruam a natureza. Intenção inatacável, conclusão inevitáve l: se esses projetos requerem um fundo especial, o Banco Mundial está admitindo, de fato, que todos os seus demais projetos fazem um fraco favor ao meio-ambiente.
O Banco se chama Mundial, da mesma forma que o Fundo Monetário se chama Internacional, mas estes irmãos gêmeos vivem, cobram e decidem em Washington. Quem paga, manda, e a numerosa tecnocracia jamais cospe no prato em que come. Sendo, como é, o principal credor do chamado Terceiro Mundo, o Banco Mundial governa nossos escravizados países que, a título de serviço da dívida, pagam a seus credores externos 250 mil dólares por minuto, e lhes impõe sua política econômica, em função do dinheiro que concede ou promete. A divinização do mercado, que compra cada vez menos e paga cada vez pior, permite abarrotar de mágicas bugigangas as grandes cidades do sul do mundo, drogadas pela religião do consumo, enquanto os campos se esgotam, poluem-se as águas que os alimentam, e uma crosta seca cobre os desertos que antes foram bosques.
3 – Entre o capital e o trabalho, a ecologia é neutra.
Poder-se-á dizer qualquer cois a de Al Capone, mas ele era um cavalheiro: o bondoso Al sempre enviava flores aos velórios de suas vítimas… As empresas gigantes da indústria química, petroleira e automobilística pagaram boa parte dos gastos da Eco 92: a conferência internacional que se ocupou, no Rio de Janeiro, da agonia do planeta. E essa conferência, chamada de Reunião de Cúpula da Terra, não condenou as transnacionais que produzem contaminação e vivem dela, e nem sequer pronunciou uma palavra contra a ilimitada liberdade de comércio que torna possível a venda de veneno.
No grande baile de máscaras do fim do milênio, até a indústria química se veste de verde. A angústia ecológica perturba o sono dos maiores laboratórios do mundo que, para ajudarem a natureza, estão inventando novos cultivos biotecnológicos. Mas, esses desvelos científicos não se propõem encontrar plantas mais resistentes às pragas sem ajuda química, mas sim buscam novas plantas capazes de r esistir aos praguicidas e herbicidas que esses mesmos laboratórios produzem. Das 10 maiores empresas do mundo produtoras de sementes, seis fabricam pesticidas (Sandoz-Ciba-Geigy, Dekalb, Pfizer, Upjohn, Shell, ICI). A indústria química não tem tendências masoquistas.
A recuperação do planeta ou daquilo que nos sobre dele implica na denúncia da impunidade do dinheiro e da liberdade humana. A ecologia neutra, que mais se parece com a jardinagem, torna-se cúmplice da injustiça de um mundo, onde a comida sadia, a água limpa, o ar puro e o silêncio não são direitos de todos, mas sim privilégios dos poucos que podem pagar por eles. Chico Mendes, trabalhador da borracha, tombou assassinado em fins de 1988, na Amazônia brasileira, por acreditar no que acreditava: que a militância ecológica não pode divorciar-se da luta social. Chico acreditava que a floresta amazônica não será salva enquanto não se fizer uma reforma agrária no Brasil. Cinco an os depois do crime, os bispos brasileiros denunciaram que mais de 100 trabalhadores rurais morrem assassinados, a cada ano, na luta pela terra, e calcularam que quatro milhões de camponeses sem trabalho vão às cidades deixando as plantações do interior. Adaptando as cifras de cada país, a declaração dos bispos retrata toda a América Latina. As grandes cidades latino-americanas, inchadas até arrebentarem pela incessante invasão de exilados do campo, são uma catástrofe ecológica: uma catástrofe que não se pode entender nem alterar dentro dos limites da ecologia, surda ante o clamor social e cega ante o compromisso político.
4 – A natureza está fora de nós.
Em seus 10 mandamentos, Deus esqueceu-se de mencionar a natureza. Entre as ordens que nos enviou do Monte Sinai, o Senhor poderia ter acrescentado, por exemplo: “Honrarás a natureza, da qual tu és parte.” Mas, isso não lhe ocorreu. Há cinco séculos, quando a América foi aprisionada pelo mercado mundial, a civilização invasora confundiu ecologia com idolatria. A comunhão com a natureza era pecado. E merecia castigo. Segundo as crônicas da Conquista, os índios nômades que usavam cascas para se vestirem jamais esfolavam o tronco inteiro, para não aniquilarem a árvore, e os índios sedentários plantavam cultivos diversos e com períodos de descanso, para não cansarem a terra. A civilização, que vinha impor os devastadores monocultivos de exportação, não podia entender as culturas integradas à natureza, e as confundiu com a vocação demoníaca ou com a ignorância. Para a civilização que diz ser ocidental e cristã, a natureza era uma besta feroz que tinha que ser domada e castigada para que funcionasse como uma máquina, posta a nosso serviço desde sempre e para sempre. A natureza, que era eterna, nos devia escravidão. Muito recentemente, inteiramo-nos de que a natureza se cansa, como nós, seus filhos, e sabemos que, tal como nós, pode morrer assassinada. Já não se fala de submeter a natureza. Agora, até os seus verdugos dizem que é necessário protegê-la. Mas, num ou noutro caso, natureza submetida e natureza protegida, ela está fora de nós. A civilização, que confunde os relógios com o tempo, o crescimento com o desenvolvimento, e o grandalhão com a grandeza, também confunde a natureza com a paisagem, enquanto o mundo, labirinto sem centro, dedica-se a romper seu próprio céu.

 

in Pragmatismo Político

 

 

publicado por portuga-coruche às 07:20
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Ministro quer «atenção redobrada» em manifs de risco

«Aos tempos de austeridade correspondem momentos de maior risco social», admite Miguel Macedo

Por: tvi24 / CLC  

 

 Miguel Macedo

O Ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, disse esta terça-feira que as manifestações que ponham em causa a ordem pública exigem do Estado «uma atenção redobrada», sendo por isso «imperioso contrariar as tendências de desajustamento social».

«Aos tempos de austeridade correspondem momentos de maior risco social. Não se trata de classificar como ameaça os movimentos legais de protestos e de manifestação, são actos legítimos em democracia e em liberdade, mas de estarmos atentos a aproveitamentos de natureza radical e antidemocrática susceptíveis de colocar em causa a ordem pública e os direitos cívicos dos cidadãos», afirmou Miguel Macedo, que hoje foi o orador convidado do debate da revista Segurança e Defesa.

Para o ministro, estas circunstâncias «exigem do Estado uma atenção redobrada», sendo, por isso, «imperioso contrariar as tendências de desajustamento social que podem constituir preâmbulos para fenómenos de perturbação da ordem pública e de radicalização».

Miguel Macedo adiantou que «ao mesmo tempo» deve-se «dotar as forças de segurança de um ambiente de serenidade e normalidade», que lhes permita actuar tanto «no domínio da prevenção», como de «reacção e resposta».

Miguel Macedo considerou também «intolerável» que os polícias sejam alvo de agressões, defendendo que é «necessário devolver autoridade» às forças de segurança.

«Recuperar a autoridade dos agentes de autoridade constitui um objectivo e um pressuposto essencial para a implementação de uma política de segurança», disse Miguel Macedo que considerou «intolerável que num Estado de direito» 796 militares da GNR tenham sido «injuriados, coagidos ou agredidos» em 2010 e que os indicadores até agosto deste ano apontem para um «acréscimo desse fenómeno de degradação de autoridade dos agentes».

Segundo o ministro, em 2010 registaram-se 1.080 ilícitos criminais contra elementos da PSP e no primeiro semestre deste ano verificaram-se 434. Nesse sentido, o governante defendeu que é necessário «devolver autoridade» aos polícias.

O ministro anunciou que o dispositivo policial vai ser adaptado às novas áreas administrativas resultantes do novo mapa administrativo nacional. «A adaptação da abordagem securitária às práticas administrativas e formas de organização de um território específico do comando constituem dois pilares na gestão das organizações de segurança», sustentou ainda.

 

in TVI24

 

Antes "eleitores", agora "agitadores".

Concordo que se deva promover a autoridade dos agentes de segurança contra os criminosos, nunca contra desempregados, indignados ou qualquer outros cidadãos que desarmados se manifestem, desde que não representem perigo algum para a ordem pública, segurança de cidadãos ou quaisquer bens.

Sou contra o ataque e saque de bens públicos ou privados, não acredito que incendiando o automóvel de alguém que se fartou de trabalhar para o comprar possa marcar um ponto de vista ou permita compensar seja o que for, antes pelo contrário, é um crime e esvazia qualquer argumento.

À muito que aqui em Coruche vimos pedindo um reforço das forças policiais. Elas são essenciais para a estabilidade social e segurança dos cidadãos.

publicado por portuga-coruche às 07:00
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Terça-feira, 25 de Outubro de 2011

Acorda Portugal......

Águas de Portugal tem 400 carros de luxo para trabalho e fins pessoais

 

Os quadros intermédios e gestores das empresas do grupo Águas de Portugal (AdP) têm cerca de 400 automóveis topo de gama à disposição

 

 

 

É pouco! tendo em atenção o "autismo" dos Portugueses não percebo porque é que cada um deles não tem um pequeno jacto e uma casa no Algarve?! Afinal basta aumentar a factura e o nabo tuga ou paga ou leva a água cortada. 

 

 

 

Então e o Parlamento?!


 

 

 

publicado por portuga-coruche às 07:00
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Segunda-feira, 24 de Outubro de 2011

Conheça os ex-políticos que acumulam pensões com salários no privado

 

Há vários ex-políticos, de todos os quadrantes políticos, no mundo empresarial que requereram a subvenção vitalícia. Os valores indicados foram inicialmente atribuídos mas poderão ter sido actualizados ao longo das legislaturas.

 

Álvaro Barreto
Ganha 3400 euros mensais
Cargo actual - Reformado com funções não executivas, nomeadamente na Tejo Energia
Cargo anterior - Ministro de várias pastas

Zita Seabra
Ganha 3000 euros mensais
Cargo actual - Presidente da administração da Alêtheia Editores
Cargo anterior - Deputada do PCP e do PSD

 

Joaquim Ferreira do Amaral
Ganha 3000 euros mensais
Cargo actual - Membro não-executivo da Administração da Lusoponte
Cargo anterior - Ministro do Comércio e Turismo

 

Jorge Coelho
Ganha 2400 euros mensais
Cargo actual -Presidente da Comissão Executiva da Mota-Engil
Cargo anterior - Foi deputado e ministro adjunto e das Obras Públicas

Ângelo Correia

Ganha 2200 euros mensais
Cargo actual - Presidente do Grupo Fomentinvest da Lusitaniagás
Cargo anterior - Deputado e ministro da Administração Interna

 

Duarte Lima
Ganha 2200 euros mensais
Cargo actual - Advogado na área de gestão de fortunas
Cargo anterior - Deputado, antigo líder parlamentar do PSD

 

Rui Gomes da Silva
Ganha 2100 euros mensais
Cargo actual - Advogado e vice-presidente do Benfica
Cargo anterior - Deputado, ministro dos Assuntos Parlamentares

 

Armando Vara
Ganha 2000 euros actuais
Cargo actual - Presidente da Camargo Corrêa
Cargo anterior - Deputado, ministro da Juventude e membro do Conselho de Administração da Caixa Geral de Depósitos

 

António Vitorino
Ganha 2000 euros mensais
Cargo actual - Advogado na área de negócios
Cargo anterior - Deputado, eurodeputado, comissário europeu e ministro da Defesa

 

Dias Loureiro
1700 euros
Cargo actual - Ex-gestor da SLN, detentora do BPN
Cargo anterior - Deputado e ministro dos Assuntos Parlamentares e da Administração Interna

 

Bagão Félix
Ganha 1000 euros mensais
Cargo actual - Professor catedrático da Universidade Lusíada e gestor
Cargo anterior - Deputado e ministro das Finanças

 

in Dinheiro Vivo

 

 

publicado por portuga-coruche às 07:15
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Proposta de fecho de urgências já está a ser contestada por autarcas

Ministério diz que só haverá decisão em 2012

 

 

Numa altura em que a procura das urgências do SNS está a aumentar, o presidente da comissão de especialistas que, em 2007, propôs o fecho de vários serviços, sugere agora que mais seis encerrem as portas.

 

São eles os dos hospitais Curry Cabral, em Lisboa, Santo Tirso, Fafe, Peniche, Montijo e Macedo de Cavaleiros. O mesmo responsável propõe que se adiem ou desacelerem os investimentos noutros quatro (Vila Real, Vila Nova de Gaia, Viseu e Évora).

Posto a circular esta semana num blogue sobre saúde, o parecer do médico António Marques está já provocar reacções de repúdio de vários autarcas. Prevê-se uma repetição da onda de contestação desencadeada há cinco anos durante a primeira reforma da rede nacional de urgências - que acabou, aliás, por conduzir à saída do então ministro Correia de Campos.

O Ministério da Saúde assegura que desconhece este parecer, o qual não passa de uma "opinião pessoal" do autor, e que a decisão final, a tomar em 2012, depende da avaliação prévia de três grupos de peritos: Entidade Reguladora da Saúde, grupo para a reforma hospitalar e a recém-nomeada comissão para a nova reforma das urgências (da qual António Marques volta a fazer parte). Mas o documento foi elaborado justamente para o grupo que estuda a reforma hospitalar.

Muito preocupados, alguns autarcas já pediram audiências e explicações ao Ministério da Saúde. Os presidentes das câmaras de Santo Tirso e Peniche garantem que tudo farão para evitar encerramentos, à semelhança do que aconteceu em 2007. Já nessa altura se recomendara o fecho destes serviços, o que acabou por não se verificar após negociações com Correia de Campos.

"Estou muito preocupado, porque este senhor "ressuscitou". Estamos dispostos a tudo [para evitar que o fecho aconteça], avisa o presidente da Câmara de Peniche, António José Correia. "Com o meu aval, nunca sairá daqui a urgência", assegura também Castro Fernandes, presidente da Câmara de Santo Tirso, que lembra que em 2009 foram investidos "dois milhões de euros" na melhoria deste serviço do hospital da cidade.

Exigindo transparência nesta matéria, o deputado João Semedo, do Bloco de Esquerda, pediu esclarecimentos. Quer saber se o Governo vai abrir um processo de discussão pública sobre as alterações à rede de urgências e se determinou a suspensão da reforma em curso. A requalificação da rede de 2007 não está sequer concluída. António Marques destaca, aliás, este problema no seu parecer, ao notar que a rede de urgências básicas (as menos diferenciadas) não está completa no Centro e Sul do país (Mogadouro, São Pedro do Sul, Idanha-a-Nova, Coruche, Montemor-o-Novo e Serpa).

Simultaneamente, o perito defende que, nesta altura de grande contenção económico-financeira, é de reavaliar a passagem de quatro urgências do nível intermédio (médico-cirúrgicas) a polivalentes (as que têm todo o tipo de especialidades e valências).

Apenas se justifica no curto prazo a manutenção do investimento para passagem a polivalente em Faro, dada a distância em relação a Lisboa.

Quanto a Vila Real, Vila Nova de Gaia, Viseu e Évora (que na rede de 2007 aparecem como polivalentes mas ainda não atingiram esta diferenciação), poderão aguardar por melhores dias, ainda que a qualificação seja de manter no futuro, diz.

Sobre os serviços classificados como médico-cirúrgico de Chaves e de Mirandela António Marques entende que devem ser desqualificados, passando a urgências básicas. Ao mesmo tempo, defende o adiamento da construção dos novos hospitais de Todos os Santos, em Lisboa, e os de Gaia e da Póvoa de Varzim/Vila do Conde e a introdução de consultas abertas nos grandes centros urbanos, para aliviar as urgências. Uma sugestão que João Semedo classifica como "surpreendente depois do encerramento sistemático de SAP [serviços de atendimento permanente] por todo o país".

Dez polivalentes chegam

A rede nacional de urgências agora proposta por António Marques prevê a existência de 83 serviços, em vez dos 89 que Correia de Campos aprovou em 2007. Além da recomendação do fecho de cinco (Curry Cabral, Santo Tirso, Fafe, Peniche e Montijo), sugere-se que a urgência básica de Macedo de Cavaleiros desapareça.António Marques entende que, no actual contexto, bastam dez serviços polivalentes, 30 médico-cirúrgicos e 43 urgências básicas (a funcionar em hospitais e centros de saúde). Os dez serviços mais diferenciados localizam-se em Lisboa (três), um em Almada, dois no Porto, dois em Coimbra, um em Braga e outro em Faro.

Quanto aos serviços encerrados na sequência da primeira reforma (pretendia-se que fossem fechados 15, mas isso apenas aconteceu com metade), António Marques reafirma a "indicação de não consignação de urgências" em Peso da Régua, Vila do Conde, São João da Madeira, Espinho, Estarreja, Anadia, Cantanhede e Fundão. Quase todos estes hospitais têm consultas abertas entre as 8h e as 24h, como ficou acordado nos protocolos assinados na altura com Correia de Campos. Mas São João da Madeira ainda tem um serviço a funcionar 24 horas.

 

Por Alexandra Campos

in Público

 

 

publicado por portuga-coruche às 07:05
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Comunicado do MIC - Jornal Mais Região


 

 Nota de imprensa

 

 

 

Jornal Mais Região

 

MIC LAMENTA PARCIALIDADE JORNALÍSTICA

 

 

 

O Jornal Mais Região na sua última edição publica um artigo onde a propósito da proibição imposta pelo Presidente da Assembleia Municipal (AM) de Coruche para não se gravarem em áudio, vídeo ou fotografia as sessões da AM, afirma que o deputado municipal do MIC, Abel Matos Santos, “gravou vídeos e tirou fotografias”.

 

   

Ora, tais afirmações são manifestas mentiras e visam somente distorcer a realidade. Nenhum dos deputados municipais eleitos pelo MIC gravou quaisquer vídeos das sessões ou tirou fotografias! Quem filma e tira fotografias é o jornalista do jornal “O Mirante”, que se saiba sem pedir autorização, mas em democracia, num acto público, também não o deveria ter de fazer.

 

 

Os deputados municipais do MIC, limitaram-se a gravar em áudio, e somente neste suporte, as suas próprias declarações com o intuito de se salvaguardarem, dado que a mesa da AM decide retirar das actas a seu belo prazer aquilo que os deputados da oposição dizem, e, também com a intenção de dar a conhecer e divulgar o que se passa na AM, para que a população saiba o que lá se passa! Fazia parte do seu programa eleitoral.

 

  

Quanto ao facto do deputado municipal ter Carteira de Jornalista, é uma verdade, mas nunca usou esse facto para gravar os registos áudio das suas intervenções.

 

  

Invocou o facto de ter carteira de jornalista, quando o Presidente da AM distribui um parecer não identificado, remetendo a si a autorização para qualquer registo audiovisual, proibindo todos os deputados municipais de gravarem o que quer que fosse, referindo que só jornalistas o podiam fazer. O deputado do MIC invocou que também tinha carteira de jornalista, ao que logo foram proibidos também todos os jornalistas de fazer o seu trabalho, dizendo que só poderiam citar as actas das assembleias.

 

 

Lamentavelmente, o Jornal Mais Região, também ele proibido de gravar o que quer que seja, decidiu sem contactar o visado na sua peça jornalística, publicar inverdades e factos distorcidos, provavelmente fornecidos por terceiros, dado que ninguém do referido jornal esteve na AM.

 

 

Numa sociedade aberta e livre, não pode existir censura e impedir as populações de acederem à realidade, especialmente quando se fala dos seus eleitos. Proibir a divulgação das AM’s revela somente medo e incapacidade, mostrando que afinal aqueles que enchem a boca com a democracia, são na primeira hora os maiores déspotas

 

 

 

As intervenções gravadas do MIC, podem ser ouvidas no site www.miccoruche.org.

 

 

 

Pelas Pessoas, Por Coruche!

 

 

 

 

 

MIC – Movimento Independente de Cidadãos por Coruche

 

Contactos: www.miccoruche.org        info@miccoruche.org     919 739 393

publicado por portuga-coruche às 07:00
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