Sexta-feira, 29 de Julho de 2011

A injusta "Justiça"

Sacanas com lei

Ser ou não ser? Eis a questão que salvou Tiago, o rapaz da faca


 

 
Apesar de a arma lhe ter sido apreendida, o arguido foi absolvido

Apesar de a arma lhe ter sido apreendida, o arguido foi absolvido google life  1/1  + fotogalería .Faltam 15 dias para o Tiago André fazer 23 anos. Uma biografia cheia de estilo, sem grandes percalços e com muita tranquilidade. Em suma, sem stresses. Também foi sem stresse que o Tiago decidiu não comparecer em tribunal, apesar de ter sido notificado. Mesmo assim, o julgamento realiza-se na sua ausência. "E o arguido vai ter de pagar por não ter vindo", promete a juíza. A ver vamos.

 

Apresenta-se, como testemunha do crime praticado pelo Tiago André, o agente João da PSP. Às 13 horas do dia anterior, percebeu que se passava qualquer coisa de estranho com um carro que circulava na rua. O motivo da suspeita parece meio óbvio: os ocupantes, condutor incluído, circulavam com os bancos completamente recostados para trás, mas com os cintos de segurança postos (sim, porque há coisas em que um sacana não transgride: conduzir deitado é uma coisa, conduzir sem cinto de segurança já é passar dos limites). Mandados parar, os quatro indivíduos que seguiam no carro, todos na casa dos 20 anos, rapidamente perceberam que estavam tramados. Os agentes comunicaram com a central da polícia, que informou que aquela viatura, com aquela matrícula, constava da base de dados para ser apreendida. Assim sendo, carro e passageiros foram obrigados a rumar à esquadra. Já na polícia, percebe-se que houve um engano. Afinal, a viatura não constava da lista de apreensões coisíssima nenhuma. Tinha havido um erro na base de dados das polícias. Tiago André e os companheiros podiam, agora, suspirar de alívio. E estavam, de facto, a suspirar de alívio enquanto eram revistados pelos polícias. Mas como um azar nunca vem só, quando chegou a vez do Tiago, caiu-lhe do bolso, descuidadamente e no meio de tanta ansiedade, uma faca de abertura automática com uma lâmina reluzente e nove centímetros de comprimento. Fez-se silêncio. Tiago ficou acusado do crime de detenção de arma proibida.

 

Como não compareceu à chamada do tribunal, foi o agente João quem explicou o que aconteceu a seguir. "Ele disse que sabia que aquilo era uma arma proibida, mas não pareceu muito importado." Tiago terá confessado ainda que a faca era mesmo sua, apesar de jurar que a tinha encontrado, caída no chão, do nada, no dia anterior. Os agentes perguntaram-lhe pelo cartão do cidadão ou pelo bilhete de identidade. "Não tenho aqui." Então e não tem alguém em casa que possa cá vir trazer? "Negativo." Não se pode ir lá a casa buscar os documentos? "Não tenho chave e não está lá ninguém." Como é que se chamam os seus pais? "Não me recordo." E os agentes da PSP já a bufar de irritação.

 

Como é que se identifica um homem que não se deixa identificar? Leva-se o dito à PJ. Se tiver cadastro, tanto melhor. Senão, tenta-se ir por outras vias, periciais. A Judiciária, garantem os agentes da PSP, atestou documentalmente que o jovem era mesmo o Tiago André. Os agentes ficaram com o número da resenha elaborada pelos inspectores e vieram-se embora, sem trazer uma cópia. Estavam longe de saber que a ausência material do documento viria a ditar a sorte do acusado.

 

No julgamento, o procurador do Ministério Público abriu logo as hostilidades: "É preciso ter a certeza, para além de qualquer dúvida razoável, como dizem os americanos, na identificação da pessoa e não conhecemos a resenha da PJ, porque não foi junta ao processo, só o seu número. Por dúvidas quanto à identificação do sujeito, requer-se a absolvição." Segue-se a advogada de defesa oficiosa: "Também pedimos a absolvição, até porque nós sabemos que, por vezes, os arguidos trazem facas e não sabem que se trata de armas proibidas".

 

Por último, diz a juíza de sua sentença: "Não se provou que o arguido praticou os factos, nem que agiu de forma deliberada e consciente sem saber se a sua actuação era punida por lei. A faca que consta na acusação foi apreendida. Mas o tribunal tem dúvidas em relação à autoria dos factos pelo arguido, que foi identificado verbalmente, mas essa prova não é suficiente". Por isso, continuou, "o tribunal entende não estar suficientemente provado que o acto foi cometido pela pessoa. E como os crimes são acções humanas, impõe-se a absolvição do arguido".

Caso encerrado. Cá fora, os dois agentes da PSP dirigem--se para a saída enquanto se queixam, entredentes: "Então um tipo é apanhado com uma arma ilegal e é absolvido?"

 

Uma coisa é certa: este ano, o Tiago André vai ter de comprar uma faca nova para cortar o bolo de aniversário.

 

por Rosa Ramos,

in iOnline

 

 

publicado por portuga-coruche às 07:10
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Festas da Erra

 

Este fim de semana é que vai ser farturinha de festas.... infelizmente os cartazes não se percebem bem, puxei-os do site da CMC e tem a resolução que disponibilizaram, não se percebendo, por vezes,  o texto se tentamos ampliar. Estão desculpados porque a mais não são obrigados (possivelmente colocam o cartaz para se ver no geral....).

Para quem saí de casa e anda pela Vila de Coruche pode ver disponibilizado nas portas e montras de vários estabelecimentos os cartazes em formato legível.....

 

 

publicado por portuga-coruche às 07:00
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Quinta-feira, 28 de Julho de 2011

Festas da Branca

 

Pessoal! Festa é festa! Mas não esqueçam uma coisa importante: Se conduzir não beba. Quem é de fora da Branca ou leva um amigo ou amiga que não bebe ou faz uma vaquinha e combina com os amigos um Táxi. Só para garantir que a festa não acaba mal.

publicado por portuga-coruche às 07:05
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As famílias escapistas por Lilith Lovelace.

 

Que fazem as pessoas quando têm pela frente um daqueles problemas que parece insolúvel? 
Exceptuando uma muito reduzida minoria, que se atira de corpo inteiro para cima dos «cornos do touro», quase todos fazemos o mesmo: inventamos um problema mais pequeno e escondemo-nos atrás dele. 
Na maioria das vezes, o problema inventado é tão mesquinho e ridículo que só convence o seu criador: os outros, melhor ou pior, dão-se conta que o sujeito em causa está só a fugir de algo que ele (e às vezes só mesmo ele) considera  inominável .
A morte individual de cada um de nós é o exemplo extremo de como todos somos capazes de nos entreter diariamente com a vida, para não pensarmos no seu fim: vivemos como se não soubéssemos que vamos morrer e de certa forma, ainda bem que assim é pois a paralisia do medo da morte nada resolveria, só nos impedindo de desfrutar do que de bom a vida pudesse ainda ter para oferecer.
Há no entanto situações problemáticas menos extremas, não insolúveis, cuja resolução implicaria uma mudança de rotinas, esforço, concentração e um irredentismo que não está decerto ao alcance de todos. 
E outras que não exigiriam mais que alguma persistência, alguma coragem, algum amor-próprio.
Visto que humana sou e para humanos escrevo, não me vou dedicar aos grandes problemas metafísicos e também não sou das que sente grande prazer nos assuntos da morte e todas as existenciais questões que ela levanta. 
Terra-a-terra, quero apenas questionar-me sobre os grandes problemas solúveis a que quase todos continuamos a fugir. 
Perguntar porque hesitam tanto, tantos povos supostamente esclarecidos, em tomar o destino nas suas mãos, em lugar de os confiar aos mercenários da Alta Finança.
Porque neste ponto, já todos ou quase todos compreendemos a «natureza» da crise que vivemos: não é crise alguma mas um negócio altamente rentável para quem a produziu e agora a está a «gerir». 
Em País algum o sistema produtivo entrou em colapso. As transacções não deixaram de se fazer. As necessidades básicas não deixaram de existir, logo, continuaram a ter que ser satisfeitas, recorrendo ao mercado.
É certo que a emergência das novas potencias (os BRIC: Brasil, Rússia, Índia e China) implicou maior pressão sobre as matérias primas e os recursos esgotáveis. Mas o essencial desta crise passou por outros processos de fabrico.
O capitalismo triunfante desde a queda do muro de Berlim, rasgou o contrato social e começou a olhar para a China como «glorioso modelo» da competição global: mão de obra escrava, processos de produção obsoletos e agressivos para com o meio ambiente (mas menos dispendiosos), em duas palavras: capitalismo selvagem!
Há anos que se pressentia e verificava a meteórica perda de direitos dos assalariados, a degradação dos serviços sociais e comunitários, a ruptura dos laços de solidariedade entre regiões.
Tal situação está a levar muitos países a verdadeiros confrontos civis. 
mas isto não preocupa os Senhores do Mundo (há até quem diga que esse é mesmo o seu objectivo último): eles bem sabem que quando a vítima não responde a uma agressão, alguém (que não o agressor) há-de pagar pelos maus-tratos (agressividade desviada?).
E é aqui que o Escapismo me revolve as tripas: custa-me que não se aponte hoje aos alvos certos porque sei que amanhã, sendo a situação ainda pior, sobretudo os tiros que acertarem hão-de duplamente falhar. 
Escapistas de todo o Mundo: não precisais de vos unir. A realidade, um dia, há-de fundir-nos a todos na mesma amálgama. Mas quanto mais não seja por razões egoístas (isto é, as vossas), não vos parece que já vai sendo altura de enfrentar a Besta?
 
in Blogosfrega
 
publicado por portuga-coruche às 07:00
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Quarta-feira, 27 de Julho de 2011

Cartéis completos para Coruche

Também hoje foi dado a conhecer os cartéis que fazem parte da festa Taurina de Coruche integrada nas Festas em Honra de Nossa Senhora do Castelo.

Assim no dia 12 de Agosto haverá pelas 22h30 Noite de Exaltação ao Forcado Coruchense.
Cartel composto por Paulo D'Azambuja e Verónica Cabaço.
Pega o Grupo de Forcados Amadores de Coruche 2 novilhos de S. Marcos.

No Final Exibição do Grupo de Forcados Amadores de Coruche, onde recrearão várias sortes antigas como a Casa da Guarda, Sorte Gaiola, Pega de Costas, Pega na Cadeira, Pega de Caras e Pega de cernelha.



Dia 13 de Agosto pelas 22h30, Corrida do Campino do Vale Sorraia. O Campino em Festa com jogos tradicionais, condução de Cabrestos, Fado e Fandango.
perante 4 toiros de SObral actuam a cavalo Telles bastos e Tomás Pinto e a pé Luis Procuna e Javier Cortes. Pega o Grupo de Forcados de Coruche.

No dia 17 de Agosto pelas 18 horas, perante 6 imponenetes toiros de Santiago Domecq, actuam João Salgueiro, Pablo Hermoso de Mendonza e João Telles Jr.
Pega em solitário o Grupo de Forcados Amadores de Coruche.

 

in Solesombra

 

 

publicado por portuga-coruche às 07:22
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A mentira do buraco antropogênico de ozônio


O gás carbônico (CO2) “vilão” do século 21 e responsável pelo aquecimento global seria na verdade o gás da vida. Essa é a teoria defendida pelo climatologista Luís Carlos Molion, físico com pós-doutorado na Inglaterra, mais de 40 anos de experiência em estudos do clima no planeta, sendo 25 destes à frente do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) e, Representante dos países da América do Sul na Comissão de Climatologia da Organização Meteorológica Mundial (OMM).

De acordo com Molion, a emissão de CO2 pelo homem é irrisória frente à quantidade lançada pela natureza na atmosfera. “Os fluxos naturais – oceanos, solo, vegetação – lançam 200 bilhões de toneladas de CO2 anuais na atmosfera e a atividade humana libera 6 bilhões de toneladas. Sua tese é fundamentada no princípio de que a Terra tem um ciclo natural de aquecimento e resfriamento que dura em média 60 anos. “As variações são repetitivas e não cíclicas. Há um período em que o sol passa da atividade máxima para a mínima”, garante.

Para o pesquisador, entre 1940 e 1960 a Terra passou por um período de grande atividade solar e agora o Sol começa a se dirigir para o novo mínimo que vai ocorrer entre 2020 e 2032, seguindo o ciclo solar de 90-100 anos. “Depois de 1960 já era prevista uma redução de O3, uma vez que para o aumento da camada de ozônio é necessário radiação ultravioleta do sol (UV). É obvio que depois de um máximo vem um mínimo. Então, os países desenvolvidos, e que dominam o comércio global, usaram esse conhecimento científico, que não é de domínio dos formuladores de políticas públicas, para explorar os países pobres, notadamente os tropicais, que precisam de refrigeração a baixo custo, eliminando os CFC”.

De acordo com Molion, o crime que eles cometeram é que se tornaram de domínio público e não pagavam mais direitos de propriedades. “O oligopólio que detém as patentes dos substitutos dos CFC é composto pela Allied Chemical Corp (USA), Du Pont (Canadá), Imperial Chemical Ind (ICI, Inglaterra), Atochem (Grupo ELF, França) e Hoechst (Alemanha), todas elas pagam impostos sobre os lucros em seus países de origem. Na década de 1990 o quilo do CFC custava US$1,70 e hoje os substitutos podem custar mais de US$35,00 para o consumidor final”, explica.
A hipótese do Professor surgiu na década de 1970 quando ele observou que as moléculas de CFC são de cinco a sete vezes mais pesadas que o ar e precisariam ser levados até 40-50 km de altitude na estratosfera, onde ocorre a reação de formação do ozônio. “As medições feitas pela Nasa com aviões voando na baixa estratosfera não detectaram sequer uma molécula de O3 nessa região. Como iriam chegar a 50Km de altitude?”, explica Molion.

A Organização Mundial de Saúde adota o limite de 50 partes por bilhão por volume (ppbv) para o O3, ou seja, 100 microgramas por metro cúbico (para o O3, 1ppbv =2 microgramas por m3). Já, a Agência de Proteção Ambiental americana adota 75ppbv para um tempo de exposição de 8 horas.

“Devido a seu alto poder oxidante, o O3 reage praticamente com todos outros gases. Nos ambientes poluídos por gases do escapamento dos veículos nas grandes cidades, o O3 reage com nitrogênio, de fato formando NOx que é nocivo à saúde. Grandes cidades, como São Paulo e Belo Horizonte, especialmente no inverno e com pouca ventilação, podem apresentar concentrações superiores a 200 microgramas por m3. Na Floresta Amazônica, durante os experimentos de 1985 e 1987, medimos concentrações naturais de até 40 ppbv durante o dia, caindo para menos de 10ppbv à noite. No período seco, agosto-setembro, durante as queimadas no Centro Oeste, já foram medidas concentrações superiores a 80 ppbv. Portanto, vê-se que não é só nas grandes cidades que o problema existe”, afirma.

Assim, o aquecimento seria local e não global, como muitos defendem. Isso devido à urbanização das cidades e a formação das chamadas ilhas de calor que tornam as temperaturas do ar de 3°C a 5°C maior nos grandes centros urbanos quando comparadas às de suas redondezas. “Com a mudança da cobertura superficial, de campos com vegetação para asfalto e concreto, a evapo-transpiração é reduzida e sobra mais calor para aquecer o ar próximo da superfície, aumentando sua temperatura”, explica o metereologista.

No entanto, segundo Molion, é importante reduzir a poluição para que as pessoas tenham uma melhor qualidade de vida. “Sou a favor de uma boa rede de transporte público nas grandes cidades, uma boa rede de metro complementada com trólebus. Aqui no Brasil, funcionaria, porque a maior parte de nossa eletricidade provém de uma das formas mais limpas e mais ambientalmente amigáveis que existe, a hidroeletricidade. Nessa forma, o “combustível” é água e o “fornecedor” é o ciclo hidrológico. Como não falta água nos mares e calor do Sol, o ciclo hidrológico não vai acabar”.

Molion ainda alerta para a substituição dos HFC. “Já começaram a dizer que os substitutos dos CFC, os HFC, também destroem o O3 e que serão necessários novos gases, os substitutos dos substitutos. Isso porque os HFC têm suas patentes vencendo nos próximos cinco anos e, é claro, os países industrializados não podem viver sem explorar os outros, já que eles não possuem nem recursos energéticos nem naturais. O ozônio voltará aos níveis máximos entre 2050 e 2060, quando ocorrer o novo máximo solar. E aí a “recuperação” da camada de ozônio será mérito dos substitutos dos substitutos, mas a desigualdade social será maior num mundo com uma camada de ozônio restabelecida”, conclui o cientista.

 

Autor: Notícias Agrícolas

in AgroNotícias

publicado por portuga-coruche às 07:20
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No Cartaxo manda o povo

População vence primeira batalha pela revisão do tarifário da água

 

 

Durante o mês de Agosto, o executivo da Câmara Municipal do Cartaxo e a administração da Cartágua vão delinear um novo tarifário para o serviço de abastecimento de água e saneamento no concelho.

O novo modelo será proposto para aprovação em reunião de Câmara e Assembleia Municipal no início de Setembro.

Foi este o resultado da Assembleia Municipal extraordinária de terça-feira, 26 de Julho, convocada a partir de uma petição popular que reuniu, em poucos dias, mais de 3 mil assinaturas de munícipes descontentes com os aumentos aplicados no passado mês de Junho pela empresa concessionária.

Foi uma tarde particularmente quente no Cartaxo.

Inicialmente marcada para as 17 horas na sala de reuniões dos Paços do Concelho, a sessão acabou por realizar-se duas horas mais tarde, no Centro Cultural.

Na Câmara, os muitos munícipes que não tinham lugar dentro da sala protestaram ruidosamente, impediram o início dos trabalhos e exigiram a mudança para um local maior.

A solução de recurso foi o Centro Cultural, por onde passaram mais de 300 populares, número nunca antes registado em reuniões deste órgão.

Todos os eleitos do PS – o presidente Paulo Caldas, os vereadores no executivo e os membros da Assembleia – sentiram na pele e de viva voz o descontentamento e a revolta dos cartaxeiros.

Entre interrupções, insultos, impropérios e muita barafunda entre o público, os responsáveis pela gestão do município foram responsabilizados pelos aumentos das tarifas e vaiados por não terem acautelado a defesa dos consumidores no acesso a um bem essencial como a água.

Embora em menor escala, os dois administradores da Cartágua presentes na sessão também não escaparam às críticas contundentes que vários populares fizeram durante as suas intervenções.

Paulo Caldas, muitas vezes assobiado e interrompido enquanto falava, assumiu logo desde início que “os problemas levantados têm razão de ser e estão a ser analisados com a Cartágua no sentido de haja uma efectiva melhoria do serviço”, nomeadamente a nível da facturação detalhada e da informação prestada aos munícipes.

Concordou ainda que há tarifas cobradas ao comércio e indústria que precisam de ser revistas, mas as suas explicações pouco apaziguaram os ânimos, até porque se recusou a falar dos investimentos em ETAR’s e infra-estruturas que já deviam estar a ser concretizados, e não estão.

A nível político, os eleitos dos partidos da oposição apontaram o dedo aos membros do PS na Assembleia Municipal e aos presidentes de Junta, que aprovaram a revisão do contrato de concessão nove meses depois do primeiro tarifário ter entrado em vigor.

E que deu origem a todo o movimento de protesto.

 

 

 

in O Ribatejo

 

 

... e em Coruche? Quando vamos "meter os chulos na linha"? Qualquer dia fica-nos mais barato beber água engarrafada do que canalizada.

Um bem essencial para a nossa higiene e alimentação já se tornou num "serviço" e fonte de lucro.  

publicado por portuga-coruche às 07:07
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Fezes no WC dos professores motivam agressão a funcionária da escola de Pontével

Uma simples chamada de atenção pela falta de asseio na casa de banho foi o suficiente para que um professor da escola básica 2,3 de Pontével, Cartaxo, tivesse agredido fisicamente uma auxiliar de educação.

 

Direcção da escola não comenta o caso

 

O caso, que ocorreu no passado dia 12 de Julho, deu origem a uma queixa-crime no Ministério Público e a uma participação à Inspecção Geral de Educação.

 

Carlos Raimundo, o director da escola, não comenta o episódio, mas adianta que “os procedimentos internos estão a decorrer normalmente, dentro do que a lei prevê”.

“O professor parecia um louco. Apertou-me o pescoço duas vezes e empurrou-me com força contra um armário”, descreveu ao nosso jornal a vítima, Cesaltina Norte, funcionária nesta escola há 11 anos.

 

Segundo a mesma, a existência de fezes estornicadas pelo chão, sanita e paredes do WC dos professores ao longo de todo o ano lectivo era um assunto que já tinha sido transmitido à coordenadora das auxiliares de limpeza e levado ao conhecimento da direcção da escola.

“Dias antes, que consegui descobrir que só podia ser ele, pois estava a limpar quando saiu da casa de banho. Fui ver e confirmei”, explica Cesaltina Norte.

A funcionária conta que foi ter com um elemento da direcção e lhe transmitiu o caso.

 

Este responsável disse-lhe “para colocar um papelinho na porta a pedir a mais cuidado aos utilizadores, e para falar com o professor, discretamente”, explica Cesaltina Norte.

Cesaltina Norte, a funcionária agredida

No dia da agressão, a auxiliar chamou-o à parte e mencionou o caso, tendo-lhe provocado a reacção destemperada.

“Disse-me a gritar que eu era uma simples criada e que a minha obrigação era limpar e estar calada”, recorda Cesaltina Norte.

Ao sentir-se rebaixada e ofendida, respondeu-lhe e foi agredida com violência na presença de outras duas professoras que acabaram por lhe acudir.

 

A funcionária, de 56 anos, ficou com marcas no pescoço e foi assistida na Unidade de Saúde Familiar de Pontével, a poucos metros da escola, tendo também apresentado queixa na GNR do Cartaxo, no próprio dia.

 

O nosso jornal não conseguiu contactar o docente acusado da agressão, um professor de inglês contratado que entretanto meteu baixa e regressou à sua terra natal, a Covilhã.

Ao Jornal de Notícias, o homem negou as acusações e acrescentou que se tratam de “difamações”.

Na sua versão, foi Cesaltina Norte quem “invadiu” a sala dos professores, “perturbada”, pelo que ele tentou “acalmá-la”, levando-lhe “as mãos aos ombros”, que acabaram “por resvalar para o pescoço”.

 

O homem disse ainda ao JN que se sente “aborrecido” por trabalhar “neste tipo de ambientes”, negando ser o responsável pela frequente insalubridade no WC.

 

Segundo conseguimos apurar, o acusado também se terá deslocado à GNR, no dia dos acontecimentos.

 

Mesmo sem que ninguém queira falar abertamente sobre o caso, os contactos feitos pelo nosso jornal junto da comunidade escolar de Pontével deram para perceber que o professor não é alguém que vá deixar saudades.

Ao longo de todo o ano lectivo, foram vários os conflitos com outros colegas e alunos, devido ao seu temperamento complicado.

 

in O Ribatejo

publicado por portuga-coruche às 07:00
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Segunda-feira, 25 de Julho de 2011

Auxiliar acusa professor de agressão

Discussão por causa da limpeza de uma casa de banho de escola em pontével, no Cartaxo

 

 a Auxiliar Cesaltina Norte

Uma auxiliar de educação da Escola Básica 2, 3 de Pontével, Cartaxo, apresentou uma queixa-crime contra um professor de Inglês por agressão. "Apertou-me o pescoço duas vezes e empurrou-me com força contra um armário", disse ontem ao CM a queixosa, Cesaltina Norte.

 

 

A falta de asseio numa casa de banho, que estava sempre salpicada de fezes no chão e nas paredes, levou a funcionária a dirigir-se ao docente, a 12 de Julho. "Quando descobrimos quem era o responsável, fui de boa-fé pedir-lhe para ter mais cuidado", explica a auxiliar, adiantando que o professor lhe chamou "criada" e disse que a sua "obrigação era limpar e estar calada", antes de a agredir.

O CM tentou, sem sucesso, contactar o professor José Mourão. Segundo apurou o nosso jornal, o docente está de baixa e encontra-se ausente do Cartaxo.

 

Por:J.N.P.

in Correio da Manhã

 

 

Comentários de destaque:

 

feito por:José Manuel Ferreira Morão

  • 23 Julho 2011

Boas tardes: Chamo-me José Morão e o C. da M. nunca tentou contactar-me. Agora já têm o meu e-mail disponível.Apresentei queixas-crime por injúrias e difamações no tribunal contra a funcionária da escola. É esperar!

 

  • Comentário feito por: Anónimo
  • 24 Julho 2011

boa noite sou aluno da escola de pontevel e desde ja adianto que acredito plenamente na funcionaria pois o professor sempre teve a mania das superioridades...deixo aqui o meu apoio a d.maria e que se faça justiça

 

  • Comentário feito por: Anónimo
  • 24 Julho 2011

Boa tarde, sou aluno na escola, e concordo plenamente que se faça alguma coisa contra esta professor, ja assistimos a coisas nas nossas aulas incriveis, em que ele nao nos bateu por pouco, e ja para nao falar das aulas

 

  • Comentário feito por:Tânia Monteiro
  • 24 Julho 2011

Finalmente este é um assunto que vem a público a este nível, durante o anterior ano lectivo escolar houve diversas queixas por parte dos alunos do Professor José Mourão e a Direcção da escola nada fez.

 

  • Comentário feito por:mario martins
  • 24 Julho 2011

Chão e paredes salpicadas de fezes?! Ena pá, o senhor professor já não tem ânus, tem é um espalhador de esterco. Registe a patente e fica rico.

 

 

 

publicado por portuga-coruche às 08:00
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Amy Jade Winehouse (14/09/1983-23/07/2011)

Amy Jade Winehouse (Londres, 14 de setembro de 1983 — Londres, 23 de julho de 2011[1]) foi uma cantora e compositora de soul, jazz e R&B do Reino Unido. Seu primeiro álbum, Frank, lançado em 2003 pela Island Records, foi muito bem recebido, comercial e criticamente, e o segundo, de 2006, Back to Black, deu a ela seis indicações ao Grammy Awards, das quais venceu cinco.

Amy também foi muito conhecida por seus escândalos públicos e pelo uso de drogas. Os problemas de Amy com drogas e álcool foram noticiados pelos meios de comunicação ao redor do mundo desde 2008. Em junho de 2008 o pai de Amy revelou aos jornalistas que ela estava com uma possível arritmia cardíaca por conta do uso abusivo de cocaína e cigarro.[2]

Em 2009, Winehouse garantiu estar se recuperando. Ela já tinha vendido 505 mil cópias de seus dois discos anteriores no Brasil, segundo a revista semanal Veja.

Em 2010, Amy terminou seu tratamento na reabilitação e finalmente parecia ter se libertado das drogas, podendo concentrar-se no seu terceiro disco, esperado para janeiro de 2011, fa(c)to que não ocorreu. No seu último show, em 19 de junho de 2011, em Belgrado, a cantora teve uma atuação em que era visível o seu estado de embriaguez, levando a assobios por parte dos fãs sérvios. Ficou assim provado, que a cantora não se tinha ainda curado do alcoolismo.

No dia 23 de Julho de 2011, foi encontrada morta em sua casa. A polícia disse que a causa de sua morte "ainda não foi explicada

 

 

in Wikipedia

 

 

 

Foto que se encontra actualmente no site oficial da cantora

 

 

 Amy Winehouse - Rehab (on Later Live)

 
 
 

 

 Amy Winehouse - Valerie (live on BBC Sessions)

 
 
 
Amy Winehouse - You Know I'm No Good (live BBC Sessions)  
 
 
 
 
Amy Winehouse - Tenderly (on Later Live)
 

 

publicado por portuga-coruche às 07:27
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