Segunda-feira, 30 de Agosto de 2010

E agora ... o video mais tosco do verão

publicado por portuga-coruche às 09:00
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Domingo, 29 de Agosto de 2010

"Michelito" o menino toureiro

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por portuga-coruche às 17:15
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Sábado, 28 de Agosto de 2010

Curiosidades: Sino mais antigo de Portugal descoberto em Coruche

 

in Artes&Espectáculos (RTP1 em 09 Out 2008)

 

Link para o site do Museu Municipal de Coruche

publicado por portuga-coruche às 12:39
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Quarta-feira, 25 de Agosto de 2010

Videos que vai recordar

A TPM pode arruinar uma mulher

 

 

 

 

Iya Traore é um futebol freestyler de rua em Paris, pode encontra-lo no bairro de Montmartre

 

 

 

 

 Podes começar a rir

 

 

 

Alguma curiosidade não faz mal nenhum

 

 

 

Quando um grupo de amigos não tem nada para fazer

 

 

 

Alguns acidentes

 

 

 

Que tal pregar umas partidas a modelos ?

 

 

 

Mai um de acontecimentos trágicos

 

publicado por portuga-coruche às 11:27
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Sexta-feira, 20 de Agosto de 2010

As Agoladas

O Açude da Agolada

O Sítio Classificado do Açude da Agolada foi criado pelo Decreto-Lei nº 197/80 de 24 de Junho, de acordo com a necessidade de implementação de medidas de protecção adequadas àquela área.

As potencialidades naturais e a localização da zona do açude determinam como objectivos fundamentais do Sítio Classificado os seguintes:


- A protecção e conservação dos valores naturais.


- A Educação Ambiental, informando e formando os visitantes para uma tomada de consciência pela preservação e protecção dos valores naturais.

 


- A criação de zonas de lazer.

 

 

 

 

O Sítio Classificado do Açude da Agolada, com área aproximada de 226 ha, situa-se na Freguesia e Concelho de Coruche, a uma distância desta vila de 2,5Km.

 


O nome desta área advém do facto de nela existir uma barragem de terra que origina a Albufeira com cerca de 1Km de comprimento.

 

 

 

O coberto arbóreo que domina na área é constituído essencialmente, por montado de sobro (Quercus suber), pinheiro manso (Pinus pinea) e Pinheiro bravo (Pinus pinaster).


No Açude da Agolada são o sobreiro (22% da área total) e o pinheiro manso (20% da área total) as espécies arbóreas dominantes.

Da fauna inventariada no Açude constam peixes, répteis, avs e mamíferos.
Sendo a carpa a espécie piscícola mais abundante, no caso dos répteis é a cobra d’água (Natrix natrix), a mais frequente.


Na avifauna podem-se observar ao longo do ano cerca de 45 espécies sendo as mais frequentes a marrequinha (Anas crecca), o guarda rios (Alcedo athis), o rouxinol pequeno dos caniços (Acrocephalus scir paceus), a cegonha branca (Ciconia-ciconia), Pato Real (Anas platyrhynchos), o chapim de popa (Parus-cristatus) e o mergulhão pequeno (Tachybaptus ruficollis).
Dos mamíferos podem encontrar-se a gineta, a lebre, o coelho, o morcego hortelão e o toirão.

 

A Herdade

 

 

 

A Agolada - nome como a Herdade é conhecida na região - esteve, desde sempre, na mesma família. A Casa Principal foi construída cerca do ínicio do século passado para dar apoio à casa agrícola e apoio, para os dias de caça. Na década de 60, a casa foi remodelada pelo pai do proprietário actual, D. António Maria Sommer de Mello, 6º Conde de Murça.

Com as mudanças nos campos, a propriedade que é predominantemente florestal, está agora adaptada para a realização de festas.

As casas que em tempos não muito distantes serviram de habitação a familias de trabalhadores que aqui nasceram, casaram e educaram os filhos, dão agora alojamento às pessoas que aqui se deslocam para as festas preferindo não viajar de noite.

A decoração das salas é marcada pela simplicidade das abódodas encimadas por lanternas apropriadas, a cal branca das paredes e a tijoleira centenária, que, durante muitos anos, abrigou os passos de quem muito trabalhou os azeites, os vinhos e outros produtos que cresciam naquelas terras.

 

A Familia proprietária

 

A Família Sommer
Família oriunda da Westfália, Alemanha, que até à época da reforma possui importantes bens no Spessart (Alta Francónia), pertencendo à nobreza daquela região.
No século XVI, aqueles bens foram divididos e a família emigrou para Inglaterra, Holanda, Palatinado e Boémia.
No último quartel do século XVIII, residia no ducado de Brunswick um ramo desta família à qual pertencia Henrique Francisco Luis von Sommer, tenente da guarda do duque de Burnswick que veio para Portugal alistado no exército liberal.
Henrique Francisco Luis von Sommer veio a ser um dos 7.500 "bravos do Mindelo", foi promovido a capitão e, depois do cerco do Porto, condecorado com a Ordem da Torre e Espada.
Naquela cidade casou com D. Rita Marcolina Fontes Garcez de Oliveira, de quem teve sete filhos que continuaram o apelido em Portugal.

A Família Falcão
Luis Adolfo Oliveira de Sommer, nasce em 1853. Casa com Adelaide da Costa Falcão depois de ter ficado viúvo da única irmã desta. Do casamento de Adelaide e Luis Adolfo nascem 2 filhas; Fernanda e Branca, e um único filho Luís.
Luis morre solteiro e sem descendentes, ficando herdeiras de toda a fortuna e património, as 2 irmãs.
Nos princípios do século XX, Luis Adolfo constroi a Casa Grande do Monte para dar apoio à casa agrícola e apoio, para os dias de caça.
A residência principal de Luis Adolfo e a sua mulher passará a ser o Palácio da Cardiga, que adquiriram em 1898. A Agolada torna-se com ele uma propriedade eminentemente florestal era principalmente e tinha então cerca de 5.500 hectares.
A casa que Luis Adolfo fez prosperar, permanence assim indivisa. Fernanda casa com Jorge de Mello, Conde de Murça e Branca com Rui Andrade. Grandes amigas e muito cúmplices ambas muito devotas, gerem em conjunto com os seus maridos, o património e vivem entre o Estoril, na Vila Sommer, e a Cardiga, na Golegã.

Chegados à década de 60, a Casa Agrícola é então dividida pelos dois primos, filhos e herdeiros das duas irmãs. A Agolada é dividida ao meio. A de Cima, para o lado norte da Estrada Nacional que as atravessa e a de Baixo, a Sul. A Agolada de Cima, Sommer de Mello e a Aglada de Baixo, Sommer de Andrade.
A casa é então remodelada pelo pai do proprietário actual, D. António Maria Sommer de Mello, 6º Conde de Murça.
Depois da morte de D. António Maria Sommer de Mello, em 1995, a Agolada de Cima é divida em três partes que ficam a pertencer a três dos seus 5 filhos.

 

A forte ligação com os cavalos

 

 

 

           O CAVALO D'ANDRADE

O Dr. Ruy D’Andrade, zoólogo, anatomista, criador de cavalos e paleontologista português, pai do Eng. Fernando Sommer D’Andrade, deu início no princípio do século XX a um vasto e importante trabalho de criação e selecção de cavalos, hoje reconhecido por todos quantos vivem e apreciam o Cavalo Lusitano.

Dedicou grande parte da sua vida às raças autóctones portuguesas, como o cavalo Lusitano, o cavalo Sorraia, o garrano e o burro, sobre os quais escreveu importantes estudos. Foi a quem o estado português entregou a criação da Coudelaria Nacional, e a tutela da Coudelaria de Alter. Assim como cuidou destas duas coudelarias, aplicou também todos os seus conhecimentos para seleccionar os cavalos com que fundou a sua coudelaria. Foi esse património genético que o seu filho, o Eng. Fernando Sommer D’Andrade, herdou e continuou sabiamente, e por isso obteve muitos prémios e distinções, e criou os grandes cavalos cujo sangue continua em muitas coudelarias.

"[…] partiu de uma base morfológica sólida, procurando em seguida fixar as qualidades mais subtis."
Baptista Coelho

"... são cavalos fortes, curtos, valentes com os touros, ardentes se provocados e calmos se não excitados, velozes na corrida e rápidos nas voltas e de bom passo, finos à espora, submissos de boa boca, infindáveis, resistentes a tudo..."
Dr. Ruy D’Andrade

 

Os Andrades, como são conhecidos os cavalos da coudelaria do Eng. Fernando Sommer D’Andrade, são assim fruto de muita dedicação e saber, seleccionados com critérios de excelência, apreciados pela sua estatura e andamentos, pelas suas formas, pelo seu temperamento e pelas suas múltiplas aptidões às diversas disciplinas de equitação, como o ensino, o toureio, os saltos, e mais recentemente a equitação de trabalho.

A Coudelaria D’Andrade é um símbolo e um marco na história da criação do Cavalo Lusitano.

Em 1991, após a morte do Eng. Fernando Sommer D’Andrade, a sua coudelaria é repartida pelos seus quatro filhos. Maria D’Andrade de Oliveira e Sousa, a mais nova dos quatro, mantém na sua exploração da Herdade da Agolada de Baixo, em Coruche, as éguas e os cavalos que lhe couberam, bem como a respectiva descendência, a qual, numa filosofia de manutenção da “pureza” dos Andrades, tem sido obtida com recurso a garanhões deste sangue, como o Curul, o Farsante, o Dayak e o Oboé, filho e netos do Martini, o Galan, filho do Dragão, o Faneca e o Marujo, filho e neto do Zamorim.

São cavalos fortes, resistentes, muito inteligentes e extremamente versáteis. São nobres no maneio e generosos no trabalho que lhes é pedido.

É uma coudelaria com uma forte raiz, que procura afirmar-se no presente com o valor do seu prestigiado passado.

 

 

Fontes:

 

Herdade da Agolada de Cima

 

Cavalos Lusitanos

 

Ecos do Ribatejo

 

Nature in Action

publicado por portuga-coruche às 07:00
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Quarta-feira, 18 de Agosto de 2010

David Fandila "El Fandi"

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por portuga-coruche às 07:00
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Terça-feira, 17 de Agosto de 2010

A menina faz Picatchu?

Este video é a prova que Nilton ainda tem muito humor para dar

 

Nilton telefona para as prostitutas que anunciam nos jornais a saber se fazem cutchi cutchi, hnoki, nhoki ou picatchu. Este é apenas um vídeo teaser. Versão completa para ver no talk-show da rtp2, 5 para a meia-noite. Assim que o achar na Net reabilito este post.....

 

Este video é a prova que Nilton ainda tem muito humor para dar

 

Aqui está a versão completa:

 

publicado por portuga-coruche às 07:00
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Segunda-feira, 16 de Agosto de 2010

Situações caricatas

Quando a jornalista se descontrola

 

 

Sic Noticias - Jornalista diz asneira em directo!
 
publicado por portuga-coruche às 17:50
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Assassino de John Lennon quer sair da prisão

Tribunal

Assassino de Lennon pede liberdade

por JOÃO MOÇO

 

Mark Chapman começou ontem a ser ouvido pela sexta vez pela comissão de liberdade condicional.

A história da cultura popular ficará para sempre marcada pelo assassínio de John Lennon a 8 de Dezembro de 1980 em Nova Iorque por Mark Chapman. Filmes e livros já retrataram este acontecimento. E agora, pela sexta vez consecutiva, o assassino de Lennon, hoje com 55 anos, volta a pedir a liberdade condicional. Yoko Ono, viúva do cantor britânico, já escreveu uma carta aos membros da comissão da liberdade condicional, a New York State Division of Parole, opondo-se à possível libertação de Chapman.

Depois de ter feito o mesmo pedido em 2000, 2002, 2004, 2006 e 2008, o assassino de John Lennon começou ontem a ser ouvido pela comissão. Desconhece-se no entanto a data definida em que será divulgado o resultado. De todas as vezes que lhe foi recusada a liberdade condicional, a comissão justificou esta decisão afirmando que Chapman "mantém o mesmo desejo de fama e notoriedade que o levaram ao assassínio".

O advogado de Yoko Ono, Peter Shukat, afirmou que a opinião da viúva de Lennon "não se alterou", apesar de não ter confirmado se a carta que enviou à comissão tem sido a mesma desde a primeira vez que Mark Chapman pediu a liberdade condicional.

O assassino está preso desde 1980 na prisão de alta segurança de Attica Correctional Facility, em Nova Iorque, numa cela individual, mesmo que passe grande parte do seu tempo na biblioteca e a fazer trabalhos domésticos. Apesar de já terem vencido mais de 20 anos da pena a que foi condenado (de 20 anos a perpétua), o facto de Chapman ter justificado o seu acto invocando insanidade mental contribuíram para que ainda não lhe tenha sido concedida a liberdade condicional.

A relação entre John Lennon e Mark Chapman até ao trágico dia 8 de Dezembro apenas se manifestava pela música, já que Chapman era um grande admirador da música dos Beatles. No entanto, durante anos sofreu diversos tipos de delírios, deu vários sinais que apontam para um possível caso de esquizofrenia e, no final, acusava John Lennon de hipocrisia por cantar sobre um mundo sem desigualdades, quando a sua vida era tipicamente burguesa.

Deslocou-se do Havai para Nova Iorque e na tarde de 8 de Dezembro de 1980 Mark Chapman encontra John Lennon no Dakota, a quem pede para autografar o álbum Double Fantasy. Na altura Lennon estava a gravar Milk and Honey, que foi editado postumamente. Nessa manhã foi ainda fotografado pela última vez com Yoko Ono para a revista Rolling Stone, pela fotógrafa Annie Leibovitz. Às 22.52 Lennon sai da limousine para entrar pelo portão do Dakota. Nesta altura Chapman chama-o e dispara cinco tiros. Foi ainda transportado vivo para o St. Luke's Rosevelt Hospital, mas às 23.07 é dado como morto. Apesar do crime que tinha cometi- do, Mark Chapman não foge, fica parado a ver todo o aparato. No bolso do casaco as autoridades encontram o livro À Espera no Centeio, de J.D. Salinger, e um 27.º capítulo acrescentado por si. O livro exerceu uma tremenda influência em Chapman, que chegou a assumir a iden- tidade do protagonista, já revelando sinais evidentes de insanidade, que apontou como a causa dos seus actos.

 

 

in Diário de Notícias

 

 

 

 

Um pouco sobre a ultima obra de J.D. Salinger antes deste se afastar da Sociedade e se recusar a aparecer em público:

 

À Espera no Centeio
de J. D. Salinger
Edição/reimpressão: 2005
Páginas: 228
Editor: Difel
ISBN: 9789722907033
Colecção: Literatura Estrangeira

 

Sinopse

O livro conta as aventuras de Holden Caulfield, um rapaz de 16 anos, que ao ter de deixar o colégio interno que frequenta, mas receoso de enfrentar a fúria dos pais, decide passar uns dias em Nova Iorque até começarem as férias de Natal e poder voltar para casa.
Confuso, inseguro, incapaz de reconhecer a sua própria sensibilidade e fragilidade, Holden percorre nesses dias um intrincado labirinto de emoções e experiências, encontrando as mais diversas pessoas, como taxistas, freiras e prostitutas, e envolvendo-se em situações para as quais não está preparado.
"À Espera no Centeio" é contado na primeira pessoa. Ao fazer esta opção, Salinger introduz na literatura americana os recursos da oralidade, com a linguagem espontânea, o calão, os palavrões, o bordão das repetições frequentes, o humor inconsciente, procedendo a uma verdadeira revolução literária, que tornou o livro num clássico da literatura americana do pós-guerra.
Publicada pela primeira vez em 1951, À Espera no Centeio é a mais marcante obra de J. D. Salinger, e uma das mais controversas da história da literatura norte-americana após a II Guerra Mundial. Foi constantemente censurada e banida das escolas, livrarias e bibliotecas dos EUA devido ao seu conteúdo profano, à abordagem que faz do sexo e à forma como rejeita alguns dos ideais americanos.

 

in Wook

 

Uma Opinião sobre o livro encontrada no Citador:

 

Opinião:

A história de um adolescente de 16 anos, numa fase crucial da sua vida, retratada de uma forma assaz mordaz, divertida, e ao mesmo tempo séria, a sabedoria da juventude ou a sabedoria rebelde de quem passa pelas primeiras agruras da vida sem que o seu espírito se adapte ou se molde à cultura mole e insípida da sociedade. É de uma simplicidade e clareza a toda a prova que Salinger consegue transmitir a forma de pensar de um adolescente inconformado, e o contraste entre a sua sabedoria, vincada por tudo o que ele transmite dos seus pensamentos, e o choque com o mundo em que vive, provando aquele cenário de que o mundo é normal para os que cá vivem, mas um verdadeiro circo sem muito sentido para aqueles que começam a viver e tomar consciência dele. E onde têm que fazer uma escolha, entre adormecerem tal como todos os outros, anestesiados pela complexa teia de relações sociais e normas da cultura vigente, e viverem na modorra tépida da massa normalizada, ou darem a volta por cima construindo uma verdadeira sabedoria que consiste em saberem conviver de forma equilibrada com todos os outros mas viverem a sua própria vida com maior plenitude, mantendo uma postura de independência e de (in)satisfação consigo próprios, com o seu olhar mais abrangente sobre a sociedade, tentando dar um contributo para a melhoria da mesma e/ou um testemunho humilde, mas exemplar e único, de vida.

Caulfield recebe essa lição do professor Antonioni, cimentada por alguns episódios práticos com a sua irmã Phoebe, no final do livro, mas é ao longo do romance que Caulfield vai a pouco e pouco se apercebendo dos sucessivos erros que comete, fruto do seu inconformismo, rebeldia e inconsciência de actos que num ritmo alucinante vai cometendo.

Mas seria extremamente redutor limitar a opinião acerca deste livro aos dois parágrafos acima. Salinger tem um estilo de escrita que cativa pela utilização de uma linguagem solta e descontraída, decalque perfeito do estilo de pensamento e de acção de um adolescente, ou daquilo que pensamos que seja o estilo de pensar de um adolescente, quer um actual, quer, noutros leitores mais velhos, o sentir de formas de pensar e situações análogas pelas quais passaram, mas descritas de uma forma que nos faz compreender melhor a nós próprios, e os limites que nós próprios tivemos que nos impor, e uma lufada de ar fresco na identificação de eventuais conceitos e/ou preconceitos que criámos ao longo dos anos e que, porventura, não são tão fruto de uma maturidade, mas sim de uma adaptação forçada a normas da sociedade que, em muitos casos, fazem tanto sentido como quaisquer outras. Ou não fosse o choque cultural entre os vários tipos de sociedade actuais, às vezes até dentro de uma mesma sociedade dentro de um único país ou região, a exemplificar isso.

É um livro que se lê quase sem parar, passe a vulgaridade da expressão, que, aparentemente previsível e corriqueiro quando se inicia a sua leitura, rapidamente eleva em grande medida o seu valor graças ao estilo único de Salinger, que, sentindo-se o perfume de alguns grandes escritores na sua prosa, Salinger, de forma natural, faz esquecer eventuais referências a grandes (Dostoievski ou Kafka nas magníficas introspecções do jovem Caulfield, por exemplo) ou pequenos escritores (muitos que têm também um estilo espontâneo e leviano, mas cuja mediocridade cresce ao correr das páginas), identificando-o como mais um grande escritor que não pode ser rotulado mas sim lido (como qualquer grande escritor) para ser compreendido e para aprendermos mais algo sobre nós próprios através dos seus romances.
publicado por portuga-coruche às 07:00
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Domingo, 15 de Agosto de 2010

Videos com colhidas de Toiros

Colhidas em praças e em largadas

 

Para quem acha que "Toiros" é só "brincadeira"

 

 

ESPANHA

 

 

 

 

PORTUGAL

 

 

 

 

MEXICO

 

 

 

AÇORES - TERÇEIRA

 

 

 
ESPANHA
 
AÇORES - S. JORGE
 
 
Colhida de João Telles JR. (ilhaTerceira Açores)
 
 
 
Jovem de 27 anos morre na corrida de touros - IG - Pamplona - Festa de San Fermín
 
 
COLÔMBIA
 
COLÔMBIA
 
Video feito por alguém que é contra as touradas
publicado por portuga-coruche às 10:00
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