Segunda-feira, 30 de Novembro de 2009

Alterações climáticas : O pior escândalo científico da nossa era

Não se deve permitir que o nosso irremediavelmente comprometido establishment científico escape impune com as tentativas de branqueamento das alterações que efectuaram nas estatísticas do aquecimento global, diz Christopher Booker

Uma semana depois de o meu colega James Delingpole, no seu blog Telegraph, cunhar a expressão "Climategate" para descrever o escândalo revelado pela fuga de emails da Climatic Research Unit da Universidade de East Anglia, o Google mostrava que a palavra agora aparece mais de nove milhões de vezes na Internet. Mas em toda esta vasta área de cobertura electrónica, um ponto enormemente relevante acerca destes milhares de documentos tem sido em grande medida omitido.

A razão porque mesmo George Monbiot, do Guardian, exprimiu choque total e desalento com o quadro revelado pelos documentos é que os seus autores não são simplesmente qualquer antigo grupo de académicos. A sua importância não pode ser super-estimada. O que estamos a ver aqui é o pequeno grupo de cientistas que durante anos tem sido mais influente do que qualquer outro na promoção do alarme em todo o mundo acerca do aquecimento global, nem que seja através do papel que desempenharam no cerne do Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC) da ONU.

O professor Philip Jones, o director do CRU, é o responsável pelos dois conjuntos de dados chave utilizados pelo IPCC para redigir os seus relatórios. Através do seu link ao Hadley Centre, parte do Met Office britânico, o qual selecciona a maior parte dos contribuidores científicos fundamentais do IPCC, o seu registo da temperatura global é o mais importante dos quatro conjuntos de dados de temperatura sobre os quais repousam o IPCC e os governos – nem que seja para as suas previsões de que o mundo aquecerá a níveis catastróficos a menos que milhões de milhões de dólares sejam gastos para o impedir.

O artigo continua após esta advertência:

O dr. Jones também é uma peça chave do grupo estreitamente coeso de cientistas americanos e britânicos responsáveis por promover o quadro das temperaturas mundiais transmitido pelo gráfico do "hockey stick" de Michael Mann, o qual 10 anos atrás inverteu a história do clima ao mostrar que, após 1000 anos de declínio, as temperaturas globais haviam recentemente disparado para os mais altos níveis da história registada.

Tendo-lhe sido atribuído o estrelato pelo IPCC, ainda que seja pelo modo como pareceu eliminar o desde há muito aceite Período Quente Medieval, quando as temperaturas eram mais elevadas do que hoje, o gráfico tornou-se o ícone central de todo o movimento do aquecimento global de origem antropogénica.

Desde 2003, contudo, quando os métodos estatísticos utilizados para criar o "hockey stick" foram pela primeira vez denunciados pelo perito estatístico canadiano Steve McIntyre como fundamentalmente enviesados, uma batalha cada vez mais acalorada tem estado a ser travada entre os apoiantes de Mann, que se auto-denominam "a Equipe Hockey", e McIntyre e os seus próprios aliados, pois eles têm posto em causa de modo cada vez mais devastador toda a base estatística sobre a qual o IPCC e a CRU construíram a sua argumentação.

Os remetentes e destinatários dos emails escapados da CRU constituem a lista da elite científica do IPCC, incluindo não apenas a "Equipe Hockey", tal como o próprio dr. Mann, o dr. Jones e o seu colega da CRU Keith Briffa, como também Ben Santer, responsável por uma altamente controversa re-redacção de passagens chave do relatório do IPCC de 1995; Kevin Trenberth que de modo igualmente controverso empurrou o IPCC para o alarmismo quanto à actividade de furacões; e Gavin Schmidt, a mão direita do aliado de Al Gore, o dr. James Hansen, cujo registo próprio do GISS [Goddard Institute for Space Studies] de dados de temperatura superficial é o segundo em importância após o da própria CRU.

Nos documentos revelados há três sequências em particular que enviaram uma onda de choque aos observadores informados de todo o mundo. Talvez a mais óbvia, como lucidamente destacado por Willis Eschenbach (ver o blog Climate Audit de McIntyre e o blog Watts Up With That de Anthony Watt), é a altamente perturbadora série de emails que mostra como o dr. Jones e os seus colegas durante anos estiveram a discutir as tácticas tortuosas pelas quais podiam evitar divulgar os seus dados para outros [cientistas] externos de acordo com a legislação sobre liberdade de informação (freedom of information laws).

Eles sugeriram todas as desculpas possíveis a fim de esconder os dados de base sobre os quais se baseavam as suas descobertas e registos de temperatura.

OS DADOS "PERDIDOS" DO DR. JONES

Isto por si mesmo tornou-se um grande escândalo, nem que seja pela recusa do dr. Jones a divulgar os dados básicos a partir dos quais a CRU extrai o seu muito influente registo de temperatura, o que no último Verão culminou com a sua espantosa afirmação de que grande parte dos dados de todo o mundo havia simplesmente sido "perdida". O mais incriminador de tudo são os emails nos quais cientistas são aconselhados a eliminar (to delete) grandes blocos (chunks) de dados. Quando isto acontece após a recepção de um requerimento ao abrigo da lei de liberdade de informação constitui um delito criminoso.

Mas a questão que inevitavelmente se levanta desta recusa sistemática a divulgar os seus dados é: o que é que estes cientistas parecem tão ansiosos por esconder? A segunda e mais chocante revelação dos documentos escapados é como eles mostram cientistas a tentarem manipular dados através dos seus tortuosos programas de computador, sempre a apontar apenas para a direcção desejada – reduzir temperaturas passadas e "ajustar" em alta temperaturas recentes, a fim de transmitir a impressão de um aquecimento acelerado. Isto verificou-se tão frequentemente (nos documentos relativos a dados de computador no ficheiro Harry Read Me) que se tornou o elemento único mais perturbador de toda a história. Foi isto que o sr. McIntyre apanhou o dr. Hansen a fazer com o seu registo de temperatura do GISS do ano passado (após o que Hansen foi forçado a rever o seu registo), e dois novos exemplos chocantes agora vieram à luz na Austrália e na Nova Zelândia.

Em cada um destes países foi possível aos cientistas locais compararem o registo da temperatura oficial com os dados originais sobre os quais supostamente estavam baseados. Em cada caso é claro que o mesmo truque foi efectuado – transformar um gráfico de temperatura basicamente constante num gráfico que mostra temperaturas a elevarem-se firmemente. Em cada caso esta manipulação foi executada sob a influência da CRU.

O que é tragicamente evidente a partir do ficheiro Harry Read Me é o quadro que transmite dos cientistas da CRU irremediavelmente confusos com os complexos programas de computador que conceberam para contorcer os seus dados na direcção aprovada, mais de uma vez a exprimirem o seu próprio desespero quanto à dificuldade em conseguirem os resultados que desejavam.

O SILENCIAMENTO DE PERITOS CONTESTATÁRIOS

A terceira revelação chocante nestes documentos é o modo implacável como estes académicos estiveram determinados a silenciar qualquer perito que questionasse as descobertas a que haviam chegado por tão dúbios métodos – não apenas pela recusa a revelar os seus dados de base como também pela desacreditação e exclusão de qualquer publicação científica que ousasse publicar os seus trabalhos de crítica. Aparentemente eles estavam preparados para travar, se não a reprimir, o debate científico por este meio, nem que seja por assegurar que nenhuma investigação divergente teria lugar nas páginas dos relatórios do IPCC.

Já em 2006, quando o eminente estatístico estado-unidense professor Edward Wegman produziu um relatório pericial para o Congresso dos EUA corroborando a demolição de Steve McIntyre do [gráfico do] "hockey stick", ele denunciou o modo como este mesmo "grupo duramente coeso" de académicos parecia entusiástico apenas em colaborar uns com os outros e fazer "avaliações para publicação" ("peer review") só dos documentos uns dos outros a fim de dominar os resultados daqueles relatórios do IPCC sobre os quais grande parte do futuro dos EUA e da economia mundial poderiam depender. À luz das mais recentes revelações, agora parece ainda mais evidente que estes homens fracassaram na defesa daqueles princípios que jazem no cerne da investigação e debate científico genuínos. Agora um respeitado cientista climático dos EUA, o dr. Eduardo Zorita, propôs que o dr. Mann e o dr. Jones fossem excluídos de qualquer nova participação no IPCC. Mesmo o nosso próprio George Monbiot, horrorizado ao descobrir como fora traído pelos supostos peritos que estivera a reverenciar e a citar por tanto tempo, apelou ao dr. Jones para que se demitisse da chefia da CRU.

O antigo chanceler Lord (Nigel) Lawson, ao lançar na semana passada o seu novo grupo de influência (think tank), o Global Warming Policy Foundation, apelou correctamente a uma investigação independente dentro do labirinto de trapaças revelado pelas fugas da CRU. Mas o inquérito, posto a debate na sexta-feira possivelmente será presidido por Lord Rees, presidente da Royal Society – ela própria uma desavergonhada propagandista da causa aquecimentista –, está longe de ser o que Lord Lawson tinha em mente. Ao nosso establishment científico, irremediavelmente comprometido, não pode ser permitido escapar com um branqueamento do que se tornou o maior escândalo científico da nossa era.

 

in The Telegraph

in Globalresearch

Tradução, adaptada de resistir.info

publicado por portuga-coruche às 14:53
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Espanha passa a "irmão pobre da Europa"

The Economist

Espanha passa a "irmão pobre da Europa"

por Lusa

Espanha passa a "irmão pobre da Europa"

A Espanha está a enfrentar problemas económicos insustentáveis e converteu-se no novo "irmão pobre da Europa", segundo um artigo sobre a conjuntura económica actual do país publicado na última edição da revista "The Economist".

A revista considera que nenhum outro país europeu sofreu tão severamente a crise económica do último ano e que a evidência mais clara disso é que a taxa de desemprego em Espanha alcançou os 19 por cento, a segunda mais elevada da União Europeia (UE), depois da Letónia.

Estes dados, considera a revista, reflectem "uma ressaca estrutural num país que se embriagou de tijolos e argamassa antes de explodir a bolha imobiliária em 2007".

"Espanha chegou à recessão numa posição debilitada. Enquanto os outros vão recuperar lentamente, o país vai precisar de mais tempo e cuidados. Até os mais optimistas atrasam as expectativas de uma recuperação total até 2011", afirma a análise da publicação económica.

O artigo refere ainda a "aversão ao pessimismo" do presidente do governo espanhol, José Luís Rodriguéz Zapatero, que declarou que a recuperação começou, e recorda que "a credibilidade do presidente espanhol ficou marcada à medida que se negava a admitir os problemas que Espanha enfrentava".

"Apesar disto, (Zapatero) continua a pensar que pode encaminhar o país para o crescimento. Esta semana, o governo espanhol tinha pensado apresentar uma nova proposta de legislação de economia sustentável, uma estratégia que se alargaria até 2020. Mas a lei vai basear-se em grande medida em boas intenções e falta de medidas duras", lê-se no artigo.

A revista "The Economist" prevê que esta lei inclua temas como as energias renováveis e uma liberalização modesta mas espera que deixe de fora iniciativas como a reforma do mercado laboral "para agradar os amigos sindicalistas de Zapatero".

Refere-se ainda que "o duplo mercado laboral de Espanha é ineficaz e ao mesmo tempo injusto", uma vez que "metade dos trabalhadores têm contratos indefinidos que fazem com que seja difícil (e dispendioso) despedi-los. O resto da força laboral passa por contratos de prestação de serviços, subsídios de desemprego e mercado negro".

A revista considera que o sistema espanhol é "negativo para a produtividade", porque "os trabalhadores ineficientes com contrato indefinido estão protegidos", enquanto "não há incentivos para formar os trabalhadores jovens ou temporários".

"É possível que se produza um novo aumento do desemprego por parte das empresas mais pequenas por causa das leis laborais e da falta de crédito. Muitas destas pequenas e médias empresas correm risco de quebra devido ao proteccionismo de empregados indefinidos e à flexibilidade limitada das folhas de pagamento", acrescenta o artigo.

Além disso, "o desemprego em si mesmo é um factor negativo" porque "custa dinheiro ao Estado, em impostos perdidos e benefícios extra", o que se traduz em "morosidade sobre os empréstimos e maior controlo sobre o consumo particular".

Alvo de críticas é também a vice-presidente económica do governo espanhol, Elena Salgado, por "travar a expansão fiscal para o próximo ano", com a decisão de subir os impostos e reduzir a despesa pública.
 

 

in DN Economia

 

Aquilo que à primeira vista poderá parecer uma oportunidade para todos aqueles que procuram ganhar um pouco mais, na maioria das vezes em "dinheiro vivo" e "sem espinhas" (sem descontos para o fisco e Segurança Social) é no fundo uma proposta envenenada que cria desemprego e incentiva o trabalho precário e o desemprego galopante.

Falei com alguns coruchenses que foram/estão para Espanha trabalhar na construção civil e existem todas as situações (trabalho legal e "~sem espinhas")", embora a do trabalho precário subsista e se torna atractiva, ninguém espera que lhe aconteça um acidente e porque está a ganhar cerca de 25% mais até acha que é um bom negócio. Pergunto-me como resolvem o problema se as coisas correrem mal ? Vão viver para casa do empreiteiro ? Contactam o médico de família ?

 

publicado por portuga-coruche às 10:14
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Propostas MIC para o Regimento da Assembleia


 
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Propostas MIC para o Regimento da Assembleia

 

No passado dia 28 de Novembro, realizou-se a revisão do actual regimento da Assembleia Municipal, que visava a implementação de novas medidas que aproximassem os cidadãos Coruchenses dos seus eleitos na Assembleia Municipal.
Foi com esse objectivo, de propor novas medidas, que o MIC se apresentou, não se ficando apenas pela correcção da redacção do regimento actual, sem qualquer tipo de alteração significativa.

CDU, PSD e PS avessos à mudança e a um novo paradigma de participação cívica, não aceitaram a proposta do MIC para passar a intervenção pública dos cidadãos para o “Período de Antes da Ordem do Dia” preferindo assim manter a intervenção do público apenas no final das sessões, quer estas tenham o seu término à meia-noite ou às três da manhã. A manutenção desta situação no nosso entender, permite um maior desgaste por parte do público, não evidenciando por parte destas forças qualquer interesse em atrair maior participação e envolvimento por parte do cidadão comum nos trabalhos da Assembleia Municipal. Pensamos também, que assim se evita um esclarecimento mais amplo, quer por parte dos membros da Assembleia, quer por parte da população em relação aos assuntos e problemas trazidos pelos mesmos.

Não compreendemos como não existe a preocupação de se tenta eliminar condicionantes que influenciam a escassa assistência, que se verifica na generalidade das sessões.

Não compreendemos, como nos regimentos de várias Assembleias Municipais de outras autarquias, as propostas do MIC são asseguradas e aqui foram liminarmente recusadas.

Não directamente relacionado com o regimento, o MIC propôs também que as reuniões públicas da Câmara e da Assembleia Municipal passem a ser transmitidas através de videoconferência, pela internet, pois entende que é uma medida essencial quer na aproximação aos cidadãos, quer na transparência e responsabilização dos eleitos. O MIC sugeriu ainda que as deliberações e respectivas votações das reuniões de Executivo e de Assembleia, sejam publicadas logo no site do município, em tempo útil. Estas propostas foram vistas com interesse por parte do PS.

Propostas do MIC que não foram aceites incluir no regimento, pela CDU, PSD e PS:

  1. Em cada sessão ordinária e extraordinária, à excepção dos debates específicos e sessões de perguntas, o Presidente da Assembleia Municipal fixa um período de intervenção aberto ao público, que terá lugar imediatamente após a abertura dos trabalhos e não sendo superior a 45 minutos, com vista à apresentação de assuntos de interesse municipal, bem como a formulação de pedidos de esclarecimento dirigidos à Mesa.
  2. A intervenção do público será feita em local condigno, de modo a que possa falar de frente para o plenário da Assembleia Municipal.
  3. Terminado o período fixado nos termos do primeiro ponto, a Mesa dará resposta às perguntas formuladas que não façam parte da ordem do dia, se forem assuntos incluídos na ordem do dia, a resposta será dada nesse período.
  4. Se a Mesa não estiver, de momento, habilitada a prestar os esclarecimentos solicitados, remeterá o assunto à Comissão Permanente respectiva para acompanhamento, posterior resposta aos requerentes e informação ao plenário.
  5. Cada interveniente usa da palavra por uma só vez, só devendo a Mesa aceitar um máximo de 15 inscrições por cada período de intervenção do público sendo rateados em partes iguais, por intervenção, não podendo nunca exceder 5 minutos por pessoa.
  6. A Conferência de Representantes deve receber, através do Presidente da Assembleia Municipal, esclarecimentos acerca das respostas da Câmara Municipal às perguntas e questões formuladas pelos munícipes, no respectivo período de intervenção. 
MIC - Movimento Independente de Cidadãos por Coruche

publicado por portuga-coruche às 09:57
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Sábado, 28 de Novembro de 2009

Aquecimento global: polémica sobre manipulação de dados científicos sobe de tom

Já lhe chamam Climategate e uma semana depois de ter rebentado, a polémica científica sobre a alegada manipulação de dados para exagerar o aquecimento global sobe de tom.

Virgílio Azevedo

 

 

 

 

O aumento do número de eventos extremos, como furacões, tem sido uma das provas usadas pelos defensores da tese do aquecimento global de origem humana

 A história começou por se espalhar na blogosfera a 20 de Novembro, mas no mesmo dia as edições online da BBC News e do Wall Street Journal fizeram a sua divulgação e, desde então, a notícia tem corrido Mundo e alimentado polémicas científicas.

 

Hackers acederam, através de um servidor da Universidade de East Anglia (Reino Unido), a centenas de mails trocados entre conhecidos climatologistas britânicos e norte-americanos, onde aparentemente se discutem formas de manipular dados científicos para combater os argumentos dos cépticos e suportar a tese da origem humana do aquecimento global.

A Unidade de Investigação Climática da universidade foi "assaltada" a 19 de Dezembro pelos piratas informáticos, que conseguiram descarregar mais de mil mails e três mil outros documentos trocados entre cientistas de 1996 a 2009, publicando-os na Internet.

Este centro de investigação é considerado um dos melhores do Mundo na área do clima e os seus cientistas tiveram uma participação determinante no último relatório de avaliação do Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas (IPCC) da ONU.

O relatório, publicado em 2007, tem servido de base científica às negociações climáticas que vão conduzir à assinatura de um tratado internacional que substitua o Protocolo de Quioto a partir de 2013.

A Cimeira de Copenhaga, que decorre de 7 a 18 de Dezembro, é uma etapa crucial neste processo, embora dele só irá resultar, na melhor das hipóteses, um acordo político, prevendo-se que seja necessário mais um ano, até à Cimeira do México em Dezembro de 2010, para se alcançar um tratado vinculativo (jurídico) semelhante a Quioto.

Entretanto, o senador norte-americano James Inhofe afirmou esta semana, em entrevista ao Washington Times, que vai exigir uma investigação na Comissão do Senado para o Ambiente e Obras Públicas sobre a actividade científica do IPCC e da ONU, a propósito do Climategate.

 

in Expresso

 

A timidez como é tratado este assunto é impressionante. Não sei se devo dar os parabéns ao Expresso (embora pouco lhes importe realmente o que sinto ou espero) por tocar neste assunto delicado ou chorar.  Depois decepção por causa da porcaria das empadas que vendem no Marché e Pingo Doce (tem uma pasta manhosa em vez da galinha e chamam aquilo empadas de galinha, %$%$#) junta-se mais esta! O Expresso reage timidamente a um assunto que deveria tratar com a peitaça. Tal é a falta de t#%$t#s que existe nos media.

Uma passagem pelos comentários e fica-se a saber que, "A notícia ainda por cima tem um erro escandaloso: o número de furacões está num mínimo histórico!"
Ver mais em
Ecotretas

publicado por portuga-coruche às 11:43
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Sexta-feira, 27 de Novembro de 2009

Climategate chega à TV Russa e Norte Ameriana

Climategate noticiado na Russia e "ignorado" na maioria das TVs Amerianas e Europeias.

Pode dever-se ao facto das agências de notícias terem sido nos últimos anos os maiores "vendedores" da mentira agora desmascarada. Como podem agora negar os seus produtos diariamente e massivamente vendidos ? Com que credibilidade ?

Justiça seja feita à Foxnews que tem abordado esta temática remando contra a maré ameriana.

Na Europa ocidental, como sempre foi a BBC a primeira a tratar este assunto.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 Climategate - BBC covers scientific climate change fraud at British University

 

publicado por portuga-coruche às 17:49
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Faleceu o Dr. Isabelinha

Médico oftalmologista exerceu durante mais de meio século em Santarém
 

Médico Joaquim Isabelinha morreu uma semana antes de fazer 101 anos
 

A sua faceta filantrópica mereceu-lhe o reconhecimento do povo e de diversas entidades fotopúblicas. Era sócio número um da Académica de Coimbra, cidade onde se formou e jogou futebol.
 

Faleceu na manhã desta terça-feira no Hospital de Santarém, Joaquim Gonçalves Isabelinha, médico oftalmologista que durante mais de meio século exerceu em Santarém, e que celebraria no dia 5 de Dezembro 101 anos de vida. O funeral realizou-se esta quarta-feira. O corpo foi sepultado no jazigo de família no cemitério de Almeirim. Deixa um filho, três netos e uma bisneta.

Nascido em Almeirim no seio de uma família de comerciantes, Joaquim Isabelinha formou-se em Medicina em Coimbra corria o ano de 1936. Na “cidade dos doutores” o seu jeito para a prática do futebol atinge o expoente. A par do curso jogava na Académica, de que era sócio número um. Chegou a defrontar o Porto e o Benfica. Diz que o tratavam por “adversário amigo”. A ligação afectiva a Coimbra foi cimentada pelo nascimento dos seus filhos nessa cidade.

Mas foi também durante a sua estada em Coimbra que ocorreu um dos grandes dramas da sua vida. Estava-se na quadra natalícia, andava Joaquim Isabelinha no segundo ano do curso. Na ante-véspera de Natal falece a sua mãe e passados doze dias, na véspera de Reis, morre o pai. Acontecimentos nefastos obrigaram-no a tomar decisões que definiram o curso da sua vida.

O então estudante de Medicina assume que não tem jeito para os negócios e decide continuar o curso. Do património deixado pelos pais faz questão de não alienar nada. Recorre a um empréstimo bancário para financiar o resto do curso. Depois de três anos e meio de especialização em Oftalmologia, tirada em Lisboa, assenta arraiais em Santarém. Em 1940 ele e Rui Puga eram os únicos especialistas da área em Santarém. Prestou também serviço no hospital da cidade.

Entendeu sempre a medicina como um sacerdócio. Era frequente aparecerem-lhe no consultório do Largo do Seminário pacientes sem posses para pagar a consulta. Joaquim Isabelinha nunca negou os préstimos a ninguém. Quem não podia pagar era assistido gratuitamente. A sua faceta de benemérito, reconhecida pela comunidade, levou-o durante anos a distribuir dinheiro por pessoas carenciadas da sua Almeirim natal. Onde tem nome de rua, tal como em Santarém.

Uma das recordações mais gratas da sua vida profissional remonta ao dia em que prestou assistência ao famoso ganadeiro espanhol Álvaro Domecq, que na altura se encontrava a passar uns dias numa quinta nos arredores de Santarém. O dr. Isabelinha não levou qualquer dinheiro pela consulta, o que justificou com o contributo dado pelo espanhol para a festa brava, de que sempre foi aficionado.

Em Fevereiro de 2006, O MIRANTE atribuiu a Joaquim Isabelinha o Prémio Vida na Gala Personalidades do Ano referente a 2005. Em Dezembro de 2008, foi alvo de uma grande homenagem pública em Santarém por ocasião do seu centésimo aniversário, onde participaram, entre outras personalidades, o presidente da Associação Académica de Coimbra, o reitor da Universidade de Coimbra e os presidentes das câmaras de Coimbra e de Santarém.

 

Entendeu sempre a medicina como um sacerdócio. Era frequente aparecerem-lhe no consultório do Largo do Seminário pacientes sem posses para pagar a consulta. Joaquim Isabelinha nunca negou os préstimos a ninguém.

 

 

 

in O Mirante

 

Celebrizou-se não só pela sua eficácia como oftalmologista, mas também, como "médico dos pobres", Deu milhares de consultas grátis, tal como milhares de cirurgias.

Gostava muito de ajudar os pobres que constantemente lhe batiam à porta. Deixou de viajar, coisa que gostava muito só para ter dinheiro para dar.

Nos últimos anos saía de casa com um andarilho e ainda pagava uns almoços a pobres, tendo ainda dinheiro para oferecer à Igreja.

Que Deus o receba com toda a paz que merece. Morreu um homem bom. É deste tipo de gente que nos precisamos. Que descanse em paz.

 

publicado por portuga-coruche às 09:31
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Alegria e competitividade nos regionais de natação em Tomar

fotoOrganizado pela Associação de Natação do Distrito de Santarém (ANDS) e com o apoio da Câmara Municipal de Tomar, decorreu nas piscinas do complexo desportivo de Tomar, entre 20 e 22 de Novembro de 2009, o campeonato regional para absolutos (JUN/SEN) e as jornadas de apuramento para as categorias de Infantis (INF) e Juvenis (JUV). Participaram 16 Clubes filiados na ANDS, 209 atletas para um total de 1151 participações em provas.

Treze atletas femininas, 14 masculinos, individualmente, e duas estafetas masculinas e femininas nas provas colectivas, sagraram-se campeões regionais. No escalão sénior o destaque vai para Ana Nunes (Salvaterra de Magos) e Joana Santa (Litoral Alentejano) com cinco títulos alcançados, Nuno Vicente e João Miguel, do Torres Novas com quatro títulos. No escalão júnior, Marta Vinagre, do Torres Novas e Gustavo Santa, do Litoral Alentejano, brilharam ao alcançarem oito e nove títulos, respectivamente. Realce ainda para as estafetas juniores da Scalabisport (Santarém) feminina, composta por Júlia Lopes, Sara Bento, Mariana Antunes, Sthephanie Rodrigues com cinco títulos, e a masculina representada por Eduardo Gonçalves, Guilherme Marques, Rafael Caetano, João Vidigueira com três títulos.

Novos recordes distritais foram estabelecidos: Rodrigo Costa do Litoral Alentejano, na prova de 50B, com o tempo de 30,60s, é o novo recordista sénior e absoluto. Gustavo Santa, também do Litoral, nos 400E, com o tempo de 4m50s53, definiu o novo recorde júnior. A estafeta de Scalabisport, constituída por Eduardo Gonçalves, Guilherme Marques, Rafael Caetano, João Vidigueira, é a detentora do recorde júnior 4X200L. O realce ainda para a equipa de juvenis B do Torres Novas, composta por Duarte Policarpo, Diogo Lopes, Nuno Bruno e Fábio Samouco, que no decurso das jornadas de apuramento, estabeleceu três novos recordes distritais nas estafetas de 4X200L (8’37’’.08), 4X100E (4’32’’.16) e 4X100L (3’52’’.98).

Os campeões regionais de inverno em piscina curta da época 2009/10 são os seguintes:

Seniores: Ana Ferreira do CNTEJO (800L), Sara Leitão de Mora (200B), Joana Santa do Litoral Alentejano (50M, 100L, 200L, 400L e 200E), Ana Nunes de Salvaterra de Magos (50C, 100C, 200C, 50L e 100E), Vanessa Salvador da União Samorense(100B, 100M e 200M), Joana Ferreira da Búzios-Coruche (50B), Marisa Antunes da SCALABIS (400E), André Vicente do Torres Novas (50M), Miguel Barroqueiro do CLAC-Entroncamento (400E), Rodrigo Costa do Litoral Alentejano (50B, 100B e 200B), Nuno Vicente do Torres Novas (50L, 100L, 200L e 400L), João Miguel do Torres Novas (50C, 100C, 100M e 100E), Diogo Carvalho do Litoral Alentejano (200M), Marcelo Silva de Salvaterra de Magos (200E) e David Seabra de Salvaterra de Magos (200C). A estafeta da Búzios- Coruche, com Carina Pedro, Joana Ferreira, Patrícia Vicente e Catarina Vitorino, campeãs em 4X50E.

 

in O Mirante

publicado por portuga-coruche às 09:23
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Quinta-feira, 26 de Novembro de 2009

Coruche adere à campanha “Cidades Contra a Pena de Morte”

O município de Coruche assinala, dia 30 de Novembro, o Dia Mundial das Cidades para a Vida com uma largada de balões brancos com mensagens "em nome da Liberdade e da Vida", escritas pelas crianças que frequentam a ludoteca municipal.

A iluminação e decoração do pelourinho e a declaração do dia 30 de Novembro como Dia da Vida/Contra a Pena de Morte no site do município - que passará a conter os links para os sítios da Comunidade de Sant'Egídio (Itália), que instituiu o evento Cidades Para a Vida - Cidades Contra a Pena de Morte, e da Aministia Internacional Portugal -, são as outras iniciativas programadas.

A iniciativa surgiu em 2002, com a participação de 80 cidades, para assinalar o aniversário da abolição da pena de morte no primeiro Estado europeu, o Grão-Ducado das Toscana, no Norte de Itália, a 30 de Novembro de 1786.

Em 2008 participaram 700 cidades, 30 das quais portuguesas, sendo a iniciativa dinamizada desde 2006 pela Amnistia Internacional através da Coligação Mundial Contra a Pena de Morte.

 

in O Mirante

publicado por portuga-coruche às 19:45
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Temos de abrir bem os olhos e ver "quem nos faz a cama"

 

Se repararem bem, verão que a maioria dos jornais e até televisões tem as mesmas notícias, muitas vezes com as mesmas imagens e títulos. É uma vergonha e comprova a grande industria de "encher chouriços" que é a media portuguesa, bem diferente doutros tempos em que a criatividade e o trabalho suado faziam as delícias dos leitores.

Um grande exemplo do que acabo de afirmar prende-se com o escândalo do "Climategate" que está a passar ao lado de todos aqueles que não tem internet como nós e lêem apenas a imprensa escrita e vêem televisão. Isto porque ainda não inseriram no catálogo dos enlatados que a maioria dos jornais compram com a papinha já feita esta temática. Ressalvo apenas dois jornais que estão online que referiram esse assunto, o Público e o Jornal de Negócios.

 

Um grade exemplo do que acabo de referir: Correio da Manhã, IOL Diário, TVI, JN, Público, o Destak,  uma loucura!

O Climategate é um grande escândalo cientifico (talvez o maior de todos os tempos), uma conspiração mediática e política e creio que nos próximos tempos mais se saberá sobre os contornos desta troca de influências.

A replicação de notícias disseminadas pelos desmascarados, quem apoiam e em quem se apoiavam, era gigante e em contrapartida os cépticos, durante todo este tempo foram ignorados compulsivamente e de uma forma directa pelos media que não se preocuparam em fazer uma simples auto análise para perceber que não possuem bases cientificas para poderem julgar numa discussão cientifica quem está certo ou errado de ânimo leve. Mas fizeram-no quando deviam ter sido os últimos a fazê-lo.

Os cientistas e políticos que suportaram estas mentiras e as disseminaram vão certamente ter muito que explicar. Alguns continuarão a "tentar tapar o sol com a peneira", mas isso já é impossivel neste ponto da situação.

 

O que ganharam eles que os levou a mentir? Ganharam dinheiro, pago pela alta política e maçonaria, para que estes últimos pudessem "culpar" o Homem de fazer mal à Terra, com o objectivo principal de todos os países assinarem o Tratado de Copenhaga, que pouco tem a ver com o clima. Leiam-no!

 

 Sobre o Tratado que visa tratar de nós, cito o blog Só me apetece cobrir ( apesar do nome, trata intelegentemente de assuntos sérios).

 

 

Até agora temos o Tratado de Lisboa que tornará a Europa numa nação com um governo total. Temos os EUA sem controlo sobre a sua economia que será controlada pelo FMI cujo dono é Rothschild, o Inglês que é dono também do Banco de Inglaterra, financiador da Reserva Federal Americana e dono dos 5 maiores grupos bancários mundiais e ainda dono do Banco Mundial. O que segue?

 

Ao que se segue eu chamo de A Nova Ordem Mundial.

Em Dezembro de 2009, todos os países membros da ONU, que são quase todos os países mundiais serão convidados a assinar um tratado. Este tratado é ainda maior e mais chato que o tratado de Lisboa, mas a sua leitura deixou-me de boca aberta e admito que por momentos perdi toda a vontade de lutar.

 

É o maior crime politico cometido contra nós.

 

É verdade, o documento fala na criação de um"Intergovernment" ou seja Governo Internacional e para simplificar a situação, a aprovação do Tratado de Lisboa irá impedir que os países da união europeia tenham voto na matéria visto que será o poder central europeu a assinar em nome de todos os membros.

 

Nota: Poderá ser necessário explicar que Intergovernment não é Inter-governo como se fosse um campeonato Inter-escolas da politica, apesar de o dizemos em Português para nos referirmos a um conjunto de governos que governam algo mais. Além disso ele não precisaria de ser criado pois é o actual sistema da união Europeia, ONU e NATO.

 

Este novo governo não será eleito pelo povo e o seu poder é total sobre todos os outros governos.

O que teremos após este tratado ser assinado e imposto será: Um governo nacional eleito pelo povo que se irá submeter a um governo Europeu eleito pelos governos nacionais mas independente dos mesmos após a tomada de posse. Por sua vez este governo irá submeter-se ao governo Internacional onde em ponto nenhum do tratado é especificado como ele será eleito ou constituído
A resposta é simples, pois quem irá liderar esse governo é o grupo de pessoas de quem tenho vindo a falar há meses.
O principal argumento é o ambiente, mais precisamente o aquecimento global, que é na verdade um fenómeno natural devido ao aquecimento do sol que se encontra perto da sua temperatura máxima, que será atingida no inicio de 2013 voltando depois a arrefecer, fazendo com que o equilíbrio volte, onde os pólos se voltarão a formar. Este ciclo irá levar-nos dentro de milénios a mais uma era glaciar. É um ciclo solar normal.

 

publicado por portuga-coruche às 11:25
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Uma inspectora corajosa

Una inspectora corajuda con respaldo en el sector de la bajura

 

 

Rosa Quintana eligió el oficio de inspectora de la Xunta a finales de los ochenta, cuando el sector pesquero campaba a sus anchas sin orden ni concierto. Una vez la amenazaron con un hacha haciendo su labor, pero ella «no se arrugó». Así lo corrobora una persona de su círculo de confianza que destaca el «carácter corajudo» de esta bióloga de 50 años, afincada en Brión. Fue Enrique López Veiga quien la promocionó, primero como jefa de servicio y después como directora xeral, en Pesca, lo que permitió que Quintana se fuese ganando paulatinamente la confianza del sector, hasta el punto de que las cofradías de Pontevedra se apresuraron tras las elecciones del 1-M a proponérsela a Feijoo como conselleira. Ese aval la llevó al Gobierno.

 

in La Voz de Galicia

 

Nas pescas, como em todos os sectores da política, porque nos influenciam e vão influenciar as gerações vindores são necessárias pessoas corajosas. Mais uma dica do amigo Filomeno.

publicado por portuga-coruche às 11:05
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