Quinta-feira, 28 de Agosto de 2008

PGR não "vê" soluções

 

Combate à criminalidade violenta
PGR quer lei ajustada e cria equipas especiais

O Procurador-Geral da República pronunciou-se esta quinta-feira sobre o aumento da criminalidade em Portugal, afirmando que aguarda que o legislador faça os ajustamentos legais necessários para combater a criminalidade violenta. Pinto Monteiro confirmou ainda a criação de equipas especiais para o mesmo efeito, como noticiado hoje pelo ‘Correio da Manhã’.


Em comunicado, Pinto Monteiro justifica esta posição com o facto de que “hiper garantismo concedido aos arguidos colide com o direito das vítimas, com o prestígio das instituições e dificulta e impede muitas vezes o combate eficaz à criminalidade complexa”.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) anuncia, como o jornal ‘Correio da Manhã’ adianta na edição desta quinta-feira, a criação de “unidade especiais” que funcionarão nos Departamentos de Investigação e Acção Penal de Lisboa, Porto, Coimbra e Évora, e que serão especializadas no combate à criminalidade particularmente violenta. Estas equipas serão dirigidas por magistrados do Ministério Púbico e contarão com a colaboração da PSP, GNR, PJ e outras entidades com responsabilidades em matéria de investigação criminal.
De acordo com a nota divulgada, foi agendada uma reunião entre a PGR, o comandante da GNR, o director Nacional da PSP, a directora do DCIAP, directores do DIAP e procuradores-gerais distritais para efectivar a implementação destas unidades.
“A cooperação, a partilha de informação em tempo útil, a especialização e a articulação de esforços são essenciais para a obtenção de resultados contra uma criminalidade cada vez mais organizada e global”, defende Pinto Monteiro.
O Procurador-geral da República revela ter ordenado aos magistrados que, nos casos de criminalidade violenta, 'deve ser proposta a prisão preventiva sempre que se mostrem verificados os pressupostos', solicitando ainda que o MP proponha a realização de julgamentos sumários, 'já que a pequena criminalidade potencia muitas vezes a grande criminalidade'.
Reconhecendo não haver soluções que ponham fim a este tipo de criminalidade, Pinto Monteiro considera que 'as medidas anunciadas vão certamente contribuir para uma melhor coordenação, celeridade de actuação e eficácia'.

 

in Correio da Manhã

 

Não vê porque não sabe ou prefere não saber.  Para o Carjacking que afecta principalmente os proprietarios de viaturas de alta celindrada ou de luxo, que são 0,5 % dos portugueses, já conseguiram meios, porque será ? O que faria eu se tivesse poder ? Dava sugestões que teriam impacto no terreno e tentava alterar a situação,

 

1 - começando pela lei e quem a aplica. Se as leis não servem, façam-se outras. Se os criminosos são caros ao Estado que se tornem as prisões autosuficientes! Querem comer ? toca a cavar.  Logo criaria uma equipa para criar projectos de modo a tornar as prisões rentaveis ao Estado ou pelo menos autosuificientes.

 

2 - Criminoso reincidente não saí tão cedo e multiplica a pena.

 

3 - Videovigilância em todas as ruas! Urgente! Quem não deve não teme. No centro de Controle a posição das Câmaras e das equipas nas ruas é controlada de modo a estrategicamente se actuar de modo optimizado.

 

4 - Estrangeiros que cometem crimes: Expulsos do país. Ninguem diz mal do Canadá excepto os expulsos.

 

5 - Criminoso não tem direito a ajudas sociais. Se os meninos andam a pedir em vez de ir à escola, perdem as ajudas sociais.

 

6 - Quem trafica armas ou droga, não tem direito a ajudas sociais nem a alojamento social, tem direito a prisão.

 

7 - Acabar com o pagamento em dinheiro nas Bombas de gasolina. Quem tem um carro também tem multibanco. Querem roubar roubem gasolina ou batatas fritas.

 

8 - Reforçar a presença da policia nas ruas e nos transportes públicos. Não é um polícia por cada cidadão, mas dois ou mais polícias por cada local onde é habitual existirem crimes. Se num determinado local é habitual existirem episódios repetidos quem põem em causa a ordem pública então deve estar lá presentada a autoridade para acabar com isso.

 

 9 - Alterar os conceitos idealistas de que a prisão deve reabilitar o criminoso. Esse não deveria ser o primeiro objectivo. Ninguem acredita nisso. O primeiro objectivo é o de afastar o criminoso da sociedade, até que este o deixe de ser e pague por aquilo que fez.

 

10 - Criar o estatuto do "parasita"! Existe o "contribuinte" que será o leitor já de ceteza sabe que somos nós e o "parasita" que é aquele que vive à custa do estado, não paga bilhete nos transportes públicos, rouba no supermercado, deita papéis para o chão. Não trabalha nem tem como objectivo trabalhar. Vive da distração de todos e nas fraquezas do Estado. Não respeita mulheres nem crianças nem idosos. Não tem moral. Se alguém ao pé deste "parasita" parte uma perna não é alguém que precisa de ser ajudado ! para ele é alguem que ele pode roubar porque não pode correr e ainda lhe dá porrada se tiver pouco dinheiro. Este "parasita" passa o tempo dentro e fora da prisão. Se existe na nossa sociedade quem não tem emenda não deve estar na rua mas na prisão.

publicado por portuga-coruche às 17:40
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Até já roubam os eucaliptos

Soure: Ladrões de madeira cortaram 1300 árvores

 

Um grupo de ladrões cortou e furtou 1300 eucaliptos, avaliados em mais de cinco mil euros, de uma mata, em Alfarelos, no concelho de Soure, revelou ontem uma associação de produtores florestais da região.
 

As árvores, pertença de uma jovem, membro da Associação de Proprietários e Produtores Florestais do Concelho de Penela (Flopen), tinham 12 anos e deviam ser cortadas em Setembro. Os ladrões anteciparam-se, abateram os eucaliptos e carregaram a madeira "que dava para encher cinco camiões TIR", garantiu João Ribeiro, director executivo da organização.

"Quem fez isto sabia o que estava a fazer e conhecia bem as propriedades", adiantou o responsável, explicando que as árvores foram cortadas "por uma grande equipa com várias motosseras".

Os eucaliptos estavam numa mata com oito mil metros quadrados, no lugar de Alagoas, "numa zona plana, a 100 metros de casas e com bons acessos por estradas alcatroadas". O corte de uma extensão como esta demora "entre um a três dias" e, segundo João Ribeiro, deve ter sido feito "de forma natural e descontraída durante o dia", até porque "não há fiscalização".

A Flopen foi alertada para a situação pela proprietária a 7 de Agosto, mas o furto terá ocorrido já "na última semana de Julho".

A madeira – que estava numa zona de gestão certificada – teria como destino a produção de pasta de papel e renderia mais de cinco mil euros. Por isso, a Flopen enviou ofícios à Soporcel e à Celbi, questionando-as sobre "se alguém tentou vender madeira de origem duvidosa".

Foi apresentada queixa contra desconhecidos na GNR  de Soure e enviadas exposições sobre o assunto a diversas autoridades.

"O nosso objectivo é alertar as pessoas para uma situação que é nova e insólita e solicitar às autoridades o policiamento da floresta", concluiu João Ribeiro.

Cátia Vicente
in Correio da Manhã
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publicado por portuga-coruche às 10:06
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Quinta-feira, 21 de Agosto de 2008

Quedas

 

 

 

 

publicado por portuga-coruche às 16:57
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Quarta-feira, 20 de Agosto de 2008

Portugueses fabricam botões recicláveis

Aproveitam papel reciclado, sêmola de batata, milho, marfim-vegetal, algodão, restos de madeira, plantas e frutos

 

Botões feitos em Portugal a partir de papel reciclado, sêmola de batata, milho, marfim-vegetal, algodão, restos de madeira, plantas e frutos estão a ser procurados por estilistas e marcas de moda de todo o Mundo.

 

Estes botões ecológicos biodegradáveis estão a ser fabricados no Louro, Famalicão, pela Louropel, empresa portuguesa que detêm uma «tecnologia patenteada única no Mundo» e é a maior fabricante mundial de botões.

«Os norte-americanos gostam muito dos nossos botões ecológicos. Comprámos há quatro anos esta patente em Itália. É um processo de fabrico único», disse o gerente geral da Louropel, Avelino Rego, em entrevista à Agência Lusa.

A empresa está a conseguir vender botões para a China, Índia e Bangladesh, onde a mão-de-obra é muito mais barata, porque «as marcas norte-americanas de vestuário dão instruções aos fabricantes asiáticos para porem botões ecológicos da Louropel».

O empresário referiu que entre os mais procurados estão os botões que, na sua composição, têm «50 a 70 por cento de papel reciclado», misturado com outras matérias-primas, como a resina de poliéster.

Os materiais biodegradáveis são triturados e transformados em farinha, sendo depois misturados com outras matérias-primas em amassadeiras da indústria da panificação, formando uma pasta que é prensada, cortada em rodelas, furada e cozida até à formação dos botões.

A empresa aproveita todas as sobras do corte em rodelas, quer no processo tradicional quer no ecológico, para fazer botões reciclados, também por trituração até ficar em farinha.

«A Louropel sempre investiu em tecnologia e sempre esteve na vanguarda. Quando o meu pai criou a empresa, em 1966, foi pioneiro no automatismo. Ele trabalhou na Fábrica de Botões Santo António, e por isso tinha a escola tradicional», afirmou Avelino Rego.

Localização perfeita

Beneficiando da localização estratégica do Louro, no centro dos vales do Ave e Cavado, a Louropel acompanhou o ritmo de crescimento da economia da região, muito baseado nas indústrias têxtil e do vestuário, ultrapassando as outras fabricantes de botões, como a Manuel Sousa Lopes, Luís Carvalho & Filhos e Bofitel, todas no concelho de Famalicão.

A Louropel detém actualmente cerca de 75 por cento do mercado nacional de botões, que, contudo, já só representa 15 por cento da facturação da empresa, depois da aposta na internacionalização em meados dos anos 1990.

«Tivemos de ter a coragem de fazer novos investimentos, na pior altura», frisou Avelino Rego, notando que a concorrência não fez o mesmo, pelo que sofreu grandes quebras com a transferência para a Ásia e Norte de África de inúmeras fábricas têxteis do Vale do Ave.

Nas três fábricas no Louro, todas situadas próximo da casa do fundador da empresa, Carlos Rego, a Louropel utiliza três processos distintos de fabrico de botões, desde os tradicionais tubos metálicos e películas à mais moderna produção a lazer e por moldes.

Uma máquina a laser grava nos botões, um a um, qualquer textura que seja programada no computador que a acompanha, enquanto os moldes são utilizados, sobretudo, para botões metálicos e botões maleáveis, estes destinados ao vestuário de criança.
 

 

in IOL DIário

publicado por portuga-coruche às 17:35
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Sexta-feira há toiros na RTP

 
 Sexta-feira há toiros na RTP



É já próxima sexta-feira dia 22 de Agosto, a segunda grande corrida RTP Algarve, que terá lugar na Praça de Toiros de Albufeira pelas 22:15h.

Em praça estarão os cavaleiros Rui Salvador, Luís Rouxinol, João Salgueiro, Sónia Matias, Ana Batista e Filipe Gonçalves.

Para as Pegas da noite os Grupos de Forcados Amadores de Lisboa, Coruche e Alcochete.

Os toiros serão provenientes da Herdade das Sesmarias.

in Portal Equisport

publicado por portuga-coruche às 09:14
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Segunda-feira, 18 de Agosto de 2008

Festas de Coruche com milhares nas ruas


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 Foi com fogo de artifício junto ao rio Sorraia e milhares de pessoas nas ruas que começaram em força, quinta-feira, as Festas de Coruche em Honra de Nossa Senhora do Castelo, que se prolongam até dia 18.

Durante 15 minutos os céus da vila ribatejana ficaram coloridos ao som do fogo, observado por muitos milhares de pessoas, que antes já tinham visto desfilar diversas fanfarras de bombeiros nas ruas da vila.

No parque do Sorraia as tasquinhas foram o primeiro motivo de atracção com petiscos para todos os gostos. À noite já grande parte dos lugares estava ocupada.

Na tasquinha do Ranho Folclórico da Erra, Armando Pedro, mostra o que há para petiscar. “Temos caldo verde, moelas, alheiras, grelhada mista, queijo, arroz, doce, por aí fora. E preços em conta”, refere o presidente do rancho, pela primeira vez representado nas festas.

A Ega da Rosa é a primeira tasquinha da fila de várias. Dá nome a um restaurante de Foros de Salvaterra, propriedade de Rosa Cação. Que não tem pejo em dizer que está nas festas para fazer negócio. “Espero arranjar dinheiro. Temos cervejas, sangria, brancos e tintos, bacalhau e chocos à lagareiro são as especialidades, além de entremeada de leitão. Estou num sítio que bate aqui quase tudo”

Os responsáveis de entidades coruchenses mostram-se confiantes com o nível da festa, um dos melhores de sempre. Para Diamantino Diogo, juiz Irmandade do Castelo, vai ser atingido um brilhantismo diferente de outros anos. “Tem participado muita gente nas novenas, nas ruas a população está a acompanhar”, refere, para assinalar a boa cooperação com a comissão de festas na organização.

O líder da comissão é de opinião semelhante. Filipe Justino considera as festas prometem com os artistas, o fogo e o cortejo, sem deixar de agradecer a colaboração de todos ligados à organização.

O presidente da autarquia coruchense elogiou o trabalho da comissão de festas e dos trabalhadores da câmara, sem esquecer o melhor dos festejos. “Recuperamos da tradição dos toiros na rua como há 30, 40 ou 50 anos atrás, reavivando essas tradições e vivência. Além de recebermos os visitantes com as ruas como devem de estar e o nosso melhor sorriso”, confia o autarca.

Este domingo o destaque está em destaque o cortejo etnográfico e do trabalho com o tema dos “Anos 40”, a par corrida de toiros na praça de Coruche, a partir das 18 horas. Segunda-feira as festas encerram-se com concerto dos Blasted Mechanism.

 

 

 

in O Mirante online

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publicado por portuga-coruche às 09:06
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Coruche volta a reclamar reforço da GNR

O presidente da Câmara de Coruche voltou a mostrar preocupação pela escassez de efectivos nos postos da GNR do Concelho, em Coruche e no Couço, diminuído devido a situações de aposentação de alguns elementos e a acções de formação que outros frequentam. “Sabemos que é uma questão temporária mas devemos fazer ver ao Governo esta questão da segurança. Falta policiamento e a GNR está sem elementos para fazer as coisas triviais como fiscalizar o trânsito e zelar pela segurança”, reforçou Dionísio Mendes (PS).

 

in O Mirante online

publicado por portuga-coruche às 09:03
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Sábado, 16 de Agosto de 2008

O engenheiro do Biscainho que largou o emprego para ser padre

Heliodoro Maurício Nuno ajuda jovens à deriva a encontrar o rumo certo

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O engenheiro do Biscainho que largou o emprego para ser padre

 

Gostou de algumas raparigas como é normal nos jovens, confessa que não resiste a um chocolate e se arranjar tempo vai ver o espectáculo da Mariza, embora a sua música preferida seja a música religiosa. O padre Heliodoro Maurício Nuno, começou por ser engenheiro. Depois, quando Deus o chamou, mudou de vida. Diz que é mais feliz agora.

 

Qual é a sua maior tentação?

Sou guloso! Não resisto a um chocolate. (risos)

E qual foi a maior asneira que fez?

Não sei… Sinceramente, não sei. Fiz algumas patifarias quando era miúdo, mas escolher uma é complicado… Às vezes, nas brincadeiras, chegava tarde a casa e a minha mãe já estava preocupadíssima.

Lembra-se de ir às Festas de Nossa Senhora do Castelo quando era miúdo?

Quando era pequeno ia de vez em quando à festa. Lembro-me que havia muitas pessoas vestidas de anjos, santos, pastores. Quem me levava era a minha avó mas nunca me vestiu de anjo. Não tenho nenhuma história engraçada para contar. Acho que aquele ambiente das cerimónias religiosas foi importante para o meu encontro com Deus.

A festa perdeu muito da sua componente religiosa?

A festa tem menos peso religioso que há uns anos atrás. Mas ainda há muitas pessoas que se identificam com os valores cristãos.

É o pregador convidado no fecho da novena. Já escolheu o tema?

Vou falar sobre as virtudes. Especialmente sobre a Fé, a Esperança e a Caridade. Acho que actualmente, neste mundo complicado, estes valores andam um pouco esquecidos.

E o que é que gostava de falar e vai deixar de lado por falta de tempo?

Gostava de falar das virtudes todas. Das virtudes cardiais. A Fortaleza, a Temperança, a Prudência.

Foi a primeira vez que o convidaram para participar nas Festas de Nossa Senhora do Castelo?

Não, já me convidaram mais vezes. Mas das outras vezes não pude vir. Lembro-me que há dois anos estive a ajudar o padre Elias na festa, mas não propriamente na pregação. Este ano, como estou aqui de férias, em casa dos meus pais, pude aceitar.

Até dia 14 vai envolver-se em mais alguma iniciativa na festa? Vai assistir a algum concerto?

Ainda não sei. Vi no cartaz da festa, a Mariza e gostava de ir vê-la. Mas depende da minha disposição.

E a nível de música, o que é que gosta de ouvir?

Eu oiço mais música de mensagem religiosa. Gosto muito da música de Taizé (Comunidade religiosa situada em França), música litúrgica, Gospel…

Nasceu em Coruche e cresceu no Biscainho, como caracteriza as pessoas desta terra?

São pessoas que trabalham muito no campo. O peso da agricultura ainda é muito forte aqui. As mulheres vão bastante à igreja e os homens vão muito pouco.

Foi ordenado padre com 33 anos, acha que a vocação lhe surgiu tardiamente?

A vocação surge no momento em que Deus chama. Eu senti o chamamento durante a escola secundária. Mas na altura tinha outras coisas na cabeça. Percebo o que quer dizer com vocação tardia, mas não concordo. Deus chama sempre na altura certa. E a altura certa nunca é tardia.

Que coisas eram essas? O que é que andou a fazer antes de entrar no seminário?

Muitas coisas… Tirei o meu 12º ano na Escola Secundária de Coruche. Depois, fui estudar engenharia florestal para Castelo Branco. De seguida, estive a estagiar num laboratório. Terminei o estágio, andei à procura de trabalho, mas não encontrei nada na minha área. Encontrei sim, na área da agricultura. Estive a trabalhar numa associação de agricultores, produtores de tomate, em Coruche. Só depois é que surgiu esta ideia de ser padre.

Não se sentia feliz como técnico na área em que se formou?

Não me sentia totalmente feliz. Sentia-me incompleto. Agora a engenharia florestal está aposentada. Ficou para segundo plano.

E durante os tempos de faculdade, apaixonou-se muitas vezes?

Se me apaixonei por quê? (risos)

Por raparigas, por exemplo…

Quer dizer… apaixonar, apaixonar não sei. Agora que gostei de algumas raparigas, gostei. Mas nunca vivi uma paixão forte que me levasse a pensar no casamento.

Não o incomoda o facto de ter de abdicar da paternidade?

Quando era mais novo, pensava nisso. Mas não me incomoda, porque hoje, enquanto padre, sinto-me pai de muita gente e sou feliz assim. Isto não é fácil de se perceber. Claro que por ser padre não deixo de ser homem. Mas o chamamento que Deus me fez torna-se superior à biologia. Além do mais, um sacerdote que não tem vocação para ser pai, certamente não será um bom sacerdote.

A sua família e os seus amigos reagiram bem, quando lhes anunciou que ia mudar de carreira?

O meu pai não reagiu muito bem, mas é compreensível… Os pais têm sempre um plano, mais ou menos elaborado, para cada filho. O meu pai também tinha. Queria ter netos e queria que eu estivesse ligado a engenharia e à agricultura. A minha mãe aceitou… mais ou menos. E quanto aos meus amigos, uns ficaram muito surpreendidos, outros aceitaram e compreenderam.

Houve algum padre, que desempenhe funções aqui no Ribatejo, que o tivesse influenciado?

Sim, os meus párocos. O padre Elias, de Coruche e o padre Joaquim Reia – que já faleceu. Quando entrei no seminário em Évora, o padre Marcelino. Mas é engraçado o padre Reia influenciou-me sem saber. Quando ia para a Escola Secundária e não tinha aulas muito cedo, passava pela igreja e via-o sempre sentado no banco da frente a rezar. Essa imagem marcou-me muito. Houve também uma mulher que marcou muito, pelo seu exemplo e testemunho. Uma religiosa que me deu catequese. A irmã Maria Cândida.

A sua família é religiosa?

Nem sei explicar… Acho que é uma família com uma fé tradicional. A minha mãe ia sempre à eucaristia e inscreveu-me na catequese. O meu pai, nem por isso. Mas sabe como é, nestes meios pequenos há sempre a pressão social muito grande. Os homens não vão à missa. Não porque não gostem, mas porque muitas vezes os outros não vão e se forem, podem ser apontados. Socialmente, para os homens, isso ainda pesa.

As crianças, muitas vezes, também são obrigadas a irem à missa. Nunca se sentiu obrigado a ir à missa?

Obrigado, não. Mas durante a adolescência houve vezes em que não me apetecia ir. Mas acabava sempre por ir.

Como padre, qual é a função que gosta mais de desempenhar?

Como sacerdote é celebrar a eucaristia, isto é, tornar Cristo presente para os outros. Também gosto de ajudar as pessoas na direcção espiritual e na confissão, ajudá-las a libertarem-se dos seus problemas. Essencialmente, é isso.

Nunca pensou ser missionário?

Em tempos pensei. Mas depois essa ideia desapareceu um pouco. Mas eu até acho que sou missionário. A diocese de Évora é muito grande e há sempre pequenas missões a cumprir. Ainda nos meus tempos de seminarista, estive um mês em Angola. Lá, percebi que era importante ser missionário aqui.

Acha que algum dia vai voltar à engenharia florestal?

Acho que não, mas nunca se pode dizer “desta água não beberei”.

 

“Padre moderno?

Não sei o que é isso!”

Trabalha com jovens em Évora. Qual é a grande vantagem de trabalhar com os jovens?

Sentir-me jovem com eles (risos). Estou a brincar! A grande vantagem não sei… mas a grande necessidade que sinto é de lhes transmitir os valores em que acredito e que acho que são fundamentais para a vida deles. Poder ajudar a responder às dúvidas que eles têm. Isso é um grande desafio.

Generalizando, quais são as grandes dúvidas dos jovens, hoje em dia?

Acho que um dos grandes problemas dos jovens de hoje é não terem valores seguros, que conduzam a sua vida. E depois, andam à deriva, têm dúvidas, andam à procura de uma coisa que não sabem qual é.

E a igreja têm qualquer coisa a dizer?

A igreja pode dar os seus valores. Os valores humanos.

A diocese de Santarém o ano passado não ordenou novos padres. O que é que falta á igreja para chamar mais os jovens?

Eu acho que o problema não é da igreja. O problema é da sociedade. Há cada vez menos gente, as pessoas têm cada vez menos filhos…

Mas há imensos advogados, jornalistas, psicólogos no desemprego… Acha que é mesmo esse o motivo?

Eu acho que a Igreja ainda consegue atrair jovens. Conheço muitas paróquias com grupos grandes de jovens. Agora, nem toda a gente tem de ir para padre. Mas há sempre um grupo que se sente cativado.

Acha que a Igreja Católica está realmente adaptada aos novos tempos e às preocupações dos jovens?

Acho que sim. E eu falo pela minha experiência. Não digo isto por uma questão de marketing. As pessoas não se deixam entusiasmar pelo mar-keting. Deixam-se entusiasmar pelas coisas do coração. Tenho feito muitas coisas com jovens e eles encontram na Igreja a profundidade do seu coração. Se a igreja não chega a mais jovens é porque os jovens não estão abertos a isso. Pensam que a felicidade está noutras coisas.

O que é que está disposto a fazer, para cativar mais juventude para o seio da Igreja?

Estou disposto a anunciar publicamente a palavra de Deus. E a interagir com mais jovens. Às vezes, há um pouco de receio de abordar e convidá-los para qualquer coisa. Não é fácil. Mas há que propor sem medo.

Acha que é um padre moderno? É adepto das novas tecnologias por exemplo?

Eu não sei se sou um padre moderno e não sei sequer o que é isso! Eu sei é que tento acompanhar as tecnologias que tenho ao meu dispor, para poder acompanhar as pessoas. internet, messenger…

 

in O Mirante online

publicado por portuga-coruche às 11:31
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Quinta-feira, 14 de Agosto de 2008

Homem que matou filho de sete anos evadiu-se de hospital psiquiátrico

A Guarda Nacional Republicana (GNR) está a efectuar diligências para encontrar um homem evadido do Hospital Psiquiátrico Sobral Cid, em Coimbra, onde cumpria internamento compulsivo por matar filho de sete anos, disse fonte policial

 

De acordo com o gabinete de relações públicas da Brigada 05 da GNR, em Coimbra, desde que as autoridades tomaram conta da ocorrência têm sido efectuadas diligências para encontrar o evadido, nomeadamente na área de residência, mas sem resultados práticos.

O homem está evadido desde 18 de Julho daquele hospital psiquiátrico, onde estava internado por ordem judicial, após ter sido considerado inimputável.

No início de 2006, em Proença-a-Nova, o homem matou a tiro o filho de sete anos, num carro, tendo avisado momentos antes o INEM do que pretendia fazer.

Tentou suicidar-se de seguida, com um tiro, e acabou por embater num camião

 

Lusa/SOL

 

Urgente, tipo para ontem, seria a foto do evadido

 

A notícia tem corrido Jornais e Rádios, páginas da net e até TVs, mas uma foto, que seria a maneira mais rápida de resolver isto e do fulano ser identificado, não é divulgada. Para que serve a divulgação da evasão de alguem que até matou o próprio filho se depois nem uma foto do elemento perigoso se pode ver ? Isto é lançar a inquietação, nada mais.....

publicado por portuga-coruche às 16:29
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Quarta-feira, 13 de Agosto de 2008

DAI renuncia à produção de açúcar de beterraba e dedica-se apenas à refinação

DAI renuncia à produção de açúcar de beterraba e dedica-se apenas à refinação

A DAI, Sociedade de Desenvolvimento Agro-Industrial renunciou à quota de 15 mil toneladas de produção de açúcar de beterraba que tinha para a campanha 2008/2009, tornando-se refinador exclusivo de ramas.

Constituída em 1993 com o objectivo de produzir açúcar a partir de beterraba, a fábrica com sede em Coruche, que começou a laborar em 1997, desencadeou em 2007 um processo de adaptação da unidade fabril para a refinação, na sequência da decisão da Comissão Europeia (CE) de reduzir a sua quota de produção.

No relatório e contas de 2007, a empresa sublinha a conclusão «com sucesso da adaptação da unidade fabril para a actividade de refinação» e destaca a decisão de renunciar à quota de 15 mil toneladas de açúcar de beterraba, a que corresponde uma indemnização de cerca de três milhões de euros, considerada elegível pelo Ministério da Agricultura.

Em 2007, a quota de produção de açúcar a partir de beterraba foi reduzida de 70 mil para 34.500 toneladas, passando este ano para as 15 mil toneladas, no âmbito das medidas adoptadas pela CE para reduzir a produção de açúcar na União Europeia (UE).

Na decisão de abdicar da quota pesou o facto de a empresa não ter conseguido cumprir em 2007 as 34.500 toneladas, uma vez que a beterraba entregue pelos produtores (203 mil toneladas) culminou em 31 mil toneladas de açúcar branco, «prefigurando a dificuldade em garantir o abastecimento» da matéria-prima necessária e «economicamente justificável» para as 15 mil toneladas de quota.

Nas negociações com Bruxelas, a DAI conseguiu que lhe fosse atribuída, em 2007, uma quota de 65 mil toneladas para refinação de açúcar de cana para assegurar a continuidade da unidade.

A adaptação, que implicou investimentos da ordem dos 12 milhões de euros, decorreu durante 2007, ano em que a fábrica laborou durante cerca de 200 dias, «frequentemente com valores de produção próximos de mil toneladas diárias de açúcar».

O exercício de 2007, que culminou com um resultado líquido negativo de 3,8 milhões de euros, ficou marcado pelo «considerável» aumento do volume de negócios, mais 68 por cento que em 2006, «fruto das cerca de 175 mil toneladas vendidas, com reforço da posição nos mercados tradicionais (110 mil toneladas), mas também dos negócios de prestação de serviços de refinação».

«O resultado financeiro negativo justifica-se pelo aumento do endividamento médio mensal e pelo aumento cíclico dos indexantes das taxas de juro europeias resultantes da actuação monetária do Banco Central Europeu», lê-se no relatório.

O ano de 2007 ficou ainda marcado pela constituição de uma sociedade em Moçambique, na qual a DAI detém 50 por cento do capital, destinada à produção de açúcar de cana, «de modo a assegurar no futuro uma maior estabilidade no aprovisionamento e melhor qualidade das ramas».

Foi ainda constituída, com a espanhola Azucarera EBRO, a NCA, Nueva Comercial Azucarera, da qual a DAI detém 12,5 por cento do capital, com o objectivo de manter e consolidar a presença naquele que é o seu principal mercado (95 por cento das vendas) e obter ganhos com a racionalização logística e as sinergias entre os dois accionistas.

Em 2007 a empresa iniciou ainda um processo de melhoria da eficiência energética, tendo produzido energia para as suas necessidades e injectado na rede pública «um quantitativo digno de registo», sendo seu objectivo introduzir futuramente o aprovisionamento e utilização do gás natural.

in AgroNotícias

 

Também no Sol online podemos encontrar esta notícia, onde acresce os comentários dos utilizadores

Beterraba açucareira deixa de ser cultivada em Portugal
A cultura de beterraba açucareira, iniciada há pouco mais de uma década em Portugal, tem este ano a sua última campanha, com o fim da produção de açúcar a partir deste tubérculo na fábrica de Coruche
 

Manuel Campilho, presidente da Associação Nacional de Produtores de Beterraba (Anprobe), não esconde o inconformismo e repete as críticas ao ministro da Agricultura, «que aceitou que se liquidasse esta cultura» em Portugal.

No seu entender, só por «incompetência» Portugal pode ter saído penalizado na reforma encetada em 2006 pela União Europeia no sentido de reduzir a produção europeia de açúcar em 6 milhões de toneladas até à campanha 2009/2010.

«Portugal aceitou ser tratado como um grande produtor e colocado em pé de igualdade com países exportadores como a Alemanha e a França, quando na realidade produzimos apenas 20 por cento do açúcar que consumimos», disse Manuel Campilho à agência Lusa.

Para o presidente da Anprobe, só a «incapacidade de previsão» não permite encarar este como um produto estratégico para o país, sobretudo numa altura em que a subida dos preços dos combustíveis obrigaria a encarar a regionalização da produção.

«A beterraba era uma cultura alternativa para os agricultores portugueses, por isso nos batemos pela fábrica» da DAI, Sociedade de Desenvolvimento Agro-Industrial, em Coruche, que começou a laborar em 1997 e que implicou um investimento da ordem dos 80 milhões de euros.

A quota de 70.000 toneladas de açúcar de beterraba atribuída à DAI foi reduzida em 2007 para 34.500 e este ano para 15.000, tendo a empresa decidido, após autorização da Comissão Europeia, dedicar-se exclusivamente à refinação de açúcar de cana, o que obrigou a investimentos de adaptação da ordem dos 12 milhões de euros.

Numa década, os produtores portugueses conseguiram atingir níveis recorde de produção (mais de 90 toneladas por hectare, o dobro dos obtidos na campanha de 1997), sublinhou Manuel Campilho.

Na sua Quinta da Lagoalva, em Alpiarça, a colheita nos 25 hectares semeados, que começou a semana passada, perspectiva valores da ordem das 100 toneladas por hectare.

Na sementeira do Outono, esta cultura será substituída por milho e ervilha ou por girassol, dado que a DAI decidiu renunciar à quota da próxima campanha.

«A beterraba provou ser uma alternativa muito interessante», disse Manuel Campilho à Lusa, lamentando que a Alemanha e a França tenham quebrado a solidariedade que desde 1968 reinava na confederação de produtores europeus.

No seu entender, a reforma do açúcar decidida «unilateralmente» pela Comissão veio «desorganizar o mercado» com a abertura à importação de ramas «sem limites».

O regime de reestruturação do açúcar adoptado em 2006 pela Comissão Europeia visa reduzir a produção na União, em 6 milhões de toneladas até à campanha de 2009/2010, para níveis considerados sustentáveis.

A Organização Comum de Mercado (OCM) do Açúcar é regida, desde 1968, por regulamentos da Comunidade Europeia, que estabelecem as regras no que diz respeito a preços, quotas e trocas comerciais com países terceiros.

Para o ministro da Agricultura, Jaime Silva, os produtores de beterraba «não têm razões de queixa» da negociação feita pelo Governo português.

Sublinhando o montante significativo de ajudas ao abandono da produção até 2013, da ordem dos 6,4 milhões de euros, o ministro frisou, há um ano, o facto de Portugal ter conseguido garantir a continuação da laboração da DAI.

Jaime Silva afirmou na ocasião que os agricultores que abandonaram a produção de beterraba, recebendo ajudas, não deixaram de produzir, tendo optado por outras culturas economicamente interessantes.

 

Lusa/SOL

 

OS COMENTÀRIOS:

 

Incrível!!! Pelos vistos as negociações entre o governo, a DAI e a União Europeia já decorreram à muito tempo, mas só agora a Anprobe resolve falar (pelo menos publicamente). Porque será?

homemlivre, em 2008-08-12 12:41:34


È a politica deste Governo XUXA.A única coisa a fazer é correr com eles nas próximas eleições.Pior do que esta canalha é dificil...Estamos a pagar os erros que cometemos.Um Estado e um Governo Autoritário e Estalinista que finge ser Democrático.Quando há qualquer coisa que começa a dar "certo"....a canalha acaba com ela.
ram, em 2008-08-12 12:35:47

 

Não à subsidiodependência!
gipsyking, em 2008-08-12 12:15:34

o ministro é um atrasado mental!
numa altura em que importava assegurar uma reserva agrícola no âmbito dos combustíveis alternativos a beterraba deveria ter sido considerada uma cultura estrategica para o país, o governo, que vai investir uma quantia faraónica em autoestradas de que já não necessitamos mais(o que falta são vias complementares) deveria ter investido na reconversão da industria, que poderia fornecer 20.000 toneladas de bioetanol por ano, sem comprometer os preços ao consumidor de produtos alimentares.
Com a sua habitual insanidade o ministro fez ruir uma das últimas soluções para a crise energética do país.
A crise pelos vistos não é realmente na energia, mas no governo, com cavalgaduras destas a mandar estamos condenados!

balburdio, em 2008-08-12 11:19:22

 

 

 

publicado por portuga-coruche às 10:16
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